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Leão Africano

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Leão Africano
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CARACTERÍSTICAS

Nome comum: Leão africano
Nome cinetífico: Panthera leo

A palavra “Simba” significa Leão, pois é o nome desse animal chamado na língua Swahili – um idioma falado em vários países da África.

Na simbologia, o “rei dos animais”, representa a luz, a soberania e a coragem! Uma superstição medieval conta que os leões nascem mortos e que três dias depois são ressuscitados pelo sopro de seu pai… (claro que isso é uma mentira)

Verdade mesmo é que o leão é o pior inimigo das girafas!

Leão Africano
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Classificação Científica

Reino: Animal
Filo: Chordata
Classe: Mamífero
Ordem: Carnívoro
Família: Felino
Subfamília: Pantherinae
Gênero: Panthera
Espécie: Panthera leo

Região geográfica

Os leões africanos vivem na Região Etiópica que compreende o continente Africano (exceto a região norte), onde encontramos também: girafa, ocapi, elefante africano, leopardo, zebra, gnu, gorila, chimpanzé, rinoceronte, hipopótamo, hiena, antílope, entre muitos outros animais.

Só que existem duas espécies de leões, o leão africano e o leão asiático. O primeiro vive em muitos países da África e o segundo vive principalmente no Irã e na Índia.

Abaixo, uma foto que tirei na Reserva Nacional de Masai Mara – localizada na região sudoeste do Quênia, é a mais importante em vida animal do país. Foi inaugurada em 1961, com o objetivo de proteger a fauna de uma região que estava submetida a contínuas matanças indiscriminadas pelas mãos de caçadores brancos…

Leão Africano
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Características físicas

Machos medem de 1,72 a 2,50 metros de comprimento, fêmeas de 1,58 a 1,92m. O comprimento de seu rabo varia de 60 a 100 cm. Fêmeas são 45 a 68 quilôgramas mais leves que os machos, mas tem a mesma massa muscular. Os machos pesam entre 150 a 260 kg, enquanto as fêmeas pesam entre 122 e 182 kg.

Os leões têm cara achatada, olhos arredondados e um pescoço relativamente curto. Os machos têm os pêlos da juba com variedades de cores, geralmente, é um cinza-prateado ou um vermelho-amarelado. Quanto mais escura a sua juba, mais velho é o leão.

Os leões de cativeiro têm sua juba mais longa e com muito mais pêlos do que os leões de vida selvagem. Ambos os sexos são fortes e musculosos. Como os tubarões, eles têm os dentes caninos com 5 centímetros de comprimento, os quais o ajudam a caçar e a prender a sua presa.

Fonte: www.sergiosakall.com.br

Leão Africano

Os leões cientificamente conhecidos foram classificados conforme as seguintes variedades locais:

O leão de Berberia (Felix leo barbarus);
O leão do Senegal (Felix leo senegalensis);
O leão do Cabo (Felix leo capensis);
O leão da Pérsia (Felix leo persicus);
O leão de Guzerate (Felix leo guzeratensis).

O primeiro, que é o leão da antiguidade histórica, é um animal impressionante, de cabeça grossa, quase quadrada, o focinho largo e obtuso, orelhas muito arredondadas, peito largo e possante, ventre delgado e patas enormes, com garras reforçadas. Geralmente de cor pardo-amarelada, tem a juba da cor da pelagem, com fios negros misturados, muito desenvolvida, alcançando no dorso quase metade do tronco e estendendo-se por baixo até ao ventre.

O leão do Senegal apenas difere pela cor mais clara da juba, sendo a mais abundante de todas as variedades do leão africano.
O leão da Pérsia vive na Ásia e o leão de Guzerate na Índia.

Leão Africano
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Genericamente os leões são animais magníficos, de grande corpulência, pesando por vezes mais de duzentos quilos e cujas medidas oscilam entre 0.80 e 1,10 m da pata ao garrote e por 2,50 a 3,10 m da ponta do nariz à ponta da cauda. O ciclo de vida de um leão é de cerca de 30 anos.

Vivem em grupos, sendo a caça praticada mediante a cooperação entre as fêmeas: a presa é perseguida de perto e conduzida por uns quantos membros até onde se encontram os restantes emboscados.

Fonte: sotaodaines.chrome.pt

Leão Africano

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Leões são encontrados vivendo em grupos cada vez menores no continente africano. A perda do hábitat e a consangüinidade põem em risco a sobrevivência do rei das selvas

As populações de leões no Centro e no Oeste da África têm apenas 50 membros em média. Dez vezes menos que o ideal para assegurar a sobrevivência da espécie.

Uma das maiores organizações de preservação da fauna, a União de Conservação do Mundo (IUCN), lançou um alerta para o risco de extinção dos leões em boa parte da África – informa a rede de rádio e tevê britânica BBC. De acordo com a entidade, o número de leões no oeste e na região central da África está em queda acelerada e a espécie segue rumo ao desaparecimento.

A IUCN diz que, nessas regiões, mesmo as maiores populações não ultrapassam 200 felinos. Em média, os grupos têm apenas 50 membros. Para evitar a reprodução de leões dentro da própria família (consangüinidade), seria desejável que cada alcatéia fosse composta por, no mínimo, 500 animais. A consangüinidade pode ocasionar danos genéticos e comprometer seriamente a perpetuação da espécie.

Fonte: www.educacional.com.br

Leão Africano

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INFÂNCIA SELVAGEM

Até o século XIX, os leões haviam desaparecido em muitas regiões da África, Síria, Irã e Índia. Na África, os leões já desapareceram de vastas regiões como conseqüência direta à ocupação das savanas pelo homem e o ganho doméstico. Desde a implementação das armas de fogo, seu número foi reduzido drasticamente. Apesar da caça ser proibida em muitos países, a destruição de seu habitat continua sendo uma ameaça para esta espécie. Dentro das áreas protegidas das reservas e parques nacionais africanos, sua sobrevivência não está ameaçada e constitui uma atração turística.

Os leões vivem em manadas de até 30 indivíduos constituídos por uma ou mais unidades familiares onde cada indivíduo goza de um certa classe. É normal que uma manada se divida em vários grupos que logo se juntam com outros, desta forma eles garantem a diversidade genética.

Ao nascer, os filhotes de leão não chegam a pesar dois quilos. Quando as mães se distanciam em busca de alimento, os filhotes ficam expostos ao ataque dos predadores.

As fêmeas não têm juba, são menores que os machos e geralmente se encarregam da caça.

O período de gestação é de 110 dias, e a fêmea dá a luz normalmente a dois filhotes, que nascem com uma pelagem manchada com um tamanho de 32 cm sem contar o pescoço. Os filhotes são muito difíceis de cuidar na selva. As fêmeas e os filhotes vivem em grupos mais ou menos numerosos com um macho dominante.

Ao chegar a idade adulta, o macho geralmente é expulso pelo dominante. Se um macho mais jovem estiver em desvantagem, a confrontação não pode terminar em luta.

Os machos jovens são expulsos do grupo e levam uma vida solitária durante um tempo. Quando chegam a idade adulta começam a enfrentar outros machos dominantes de outras manadas para ocupar seu posto.

Fonte: www.animalplanetbrasil.com

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