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Serpentes Peçonhentas

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No mundo todo existem, aproximadamente, 2500 espécies de serpentes. Destas, 250 são conhecidas no Brasil, das quais 70 são consideradas peçonhentas e pertencentes a dois grupos, Crotalíneos e Elapíneos, e quatro gêneros, Bothrops, Crotalus, Lachesis e Micrurus sendo responsáveis por cerca de 20 mil vítimas por ano.

Crotalíneos

Características

Este grupo apresenta as seguintes características:

Fosseta loreal, ou seja, um buraco entre o olho e a narina em cada lado da cabeça, que serve para a cobra perceber modificações de temperatura a sua frente. Por isso elas podem se movimentar e caçar a noite, mesmo sem a visão normal. É chamada, também, de cobra-de-quatro-ventas; Cabeça triangular recoberta com escamas pequenas; Dentes inoculadores de veneno, grandes, pontiagudos, móveis e ocos, lembrando agulhas de injeção, situados na frente da boca. Quando a cobra está em repouso, estes dentes permanecem deitados recobertos por membranas dando aparência de estar sem dentes; Parte superior do corpo recoberta por escamas sem brilho, em forma de quilha, isto é, como bico de barco ou casca de arroz; Caudas diferenciadas para cada gênero que constitui este grupo, ou seja, cauda lisa (jararacas), cauda com guizo ou chocalho (cascavel) e cauda com escamas arrepiadas no final (surucucu).

Principais Gêneros e Espécies

Os Crotalíneos se subdividem em 3 gêneros:

Bothrops Crotalus Lachesis Elapíneos Características

O grupo dos Elapíneos – corais verdadeiras – é identificado pelas seguintes características:

Não apresenta fosseta loreal; Cabeça arredondada recoberta com escamas grandes, placas; Dentes inoculadores de veneno pequenos e fixos situados no maxilar superior na frente da boca; Quando em perigo, algumas achatam a parte posterior do corpo, levantam e enrolam a cauda, como rabo de porco, dando impressão que se trata da cabeça; Corpo recoberto na parte superior por escamas lisas e brilhantes, com anéis pretos, vermelhos e brancos. No entanto, existem na Amazônia algumas corais verdadeiras que não possuem anéis e têm a cor marrom escura ou preta, às vezes com manchas avermelhadas na barriga.

Principais gêneros e espécies

Este grupo é constituído apenas pelo gênero Micrurus, que é formado pelas corais verdadeiras, também denominadas coral e boicorá.

Fonte: www.saude.rj.gov.br

Serpentes Peçonhentas

Cobras peçonhentas

São aquelas que representam risco de acidentes, pela picada, e cujo veneno ocasiona diversos sintomas. Podem conduzir à morte caso não haja tratamento específico adequado. É importante que o tratamento seja rápido e realizado por profissionais de saúde qualificados, em unidades de atendimento médico especializadas.
No caso das cobras, as características antigamente mencionadas como úteis na identificação desses animais não são totalmente decisivas para esse diagnóstico (cabeça triangular, cauda afinando rapidamente, formato da pupila e tamanho das escamas no alto da cabeça). A característica que deve ser observada é a presença da fosseta loreal (orifício entre o olho e a narina) existente em todas as serpentes peçonhentas das Américas, com exceção das corais verdadeiras.

Cascavel (Crotalus durissus)

Serpente peçonhenta que habita áreas abertas, como campos e cerrados. É vivípara e se caracteriza por possuir um chocalho na ponta da cauda, formado por diversos guizos. Cada muda acrescenta um novo guizo, e o número de guizos, portanto, não representa a idade da serpente em anos. Além disso, especialmente nas cascavéis mais velhas, os guizos terminais frequentemente se perdem, de modo que o número total de guizos não indica nem o número total de mudas. Clique na imagem ao lado para ampliar.

Serpentes Peçonhentas

 

Coral Verdadeira (Micrurus sp)

São serpentes peçonhentas normalmente pequenas e de colorido vistoso, com anéis vermelhos, pretos e brancos ou amarelos em sequências diversas. Possuem hábitos fossoriais (vivem embaixo da terra) e são ovíparas. Clique na imagem ao lado para ampliar.

Serpentes Peçonhentas

 

Jararaca (Bothropoides jararaca)

Serpente peçonhenta, pertencente ao grupo que mais causa acidente no Brasil. Vive em matas, porém se adapta muito bem as áreas urbanas e próximas à cidade.  Vivípara, vive em ambientes preferencialmente úmidos, como beira de rios e córregos, onde também se encontram ratos e sapos, seus alimentos preferidos. Dorme durante o dia debaixo de folhagens secas e úmidas. Clique na imagem ao lado para ampliar.

Serpentes Peçonhentas

 

Jararacuçu (Bothrops jararaca)

Serpente venenosa que pertence à família dos viperídeos e pode chegar dois metros de comprimento. Na língua tupi-guarani, “jarara” significa “o bote da cobra”, e “uçu” ou “ussu” grande, longo. Assim, jararacuçu lembra a longa distância que a cobra pode atingir ao dar o bote. A espécie é considerada muito perigosa, pois sua picada pode injetar uma grande quantidade de veneno. Possui uma dieta composta principalmente por pequenos mamíferos, aves e anfíbios.

Serpentes Peçonhentas

 

Surucucu pico de jaca (Lachesis muta)

É a maior serpente peçonhenta das Américas. Pode ultrapassar 4 metros de comprimento. Vive em matas primárias e, diferentes dos outros viperídeos (família de serpentes venenosas) brasileiros, são ovíparas. Clique na imagem ao lado para ampliar.

Serpentes Peçonhentas

Fonte: www.ivb.rj.gov.br

Serpentes Peçonhentas

Serpentes Peçonhentas

Répteis vertebrados de corpo alongado coberto por escamas. As espécies venenosas possuem glândulas na cabeça e na boca capazes de produzir substâncias tóxicas. Quando assustadas, as cobras tomam atitudes diversas: em geral, as venenosas ficam enrodilhadas, prontas para o bote, e se afastam lentamente. Algumas não venenosas são extremamente rápidas, dando vários botes na pessoa e se afastam velozmente. Outras, além de morder, abocanham o local e dificilmente soltam, sendo necessário abrir a boca do animal e afastar os maxilares do local mordido para evitar dilaceração.
Outras maneiras de diferenciá-las: 

Venenosas: Cabeça chata, triangular, bem destacada e com escamas pequenas, semelhantes às do corpo. Olhos pequenos, pupila em fenda vertical e fosseta loreal (quadradinho preto) entre os olhos e as narinas. Escamas alongadas, pontudas, dando-nos a impressão de aspereza quando tocadas. Cauda curta e bruscamente afinada. Uma exceção a esta regra é a Jibóia, pois apesar de possuir algumas características de uma cobra peçonhenta, esta não possui veneno. 

Não venenosas: Cabeça estreita, alongada, mal destacada e com placas no lugar de escamas. Olhos grandes, pupila circular e ausência de fosseta loreal. Escamas achatadas, dando impressão de lisas e escorregadias quando tocadas. Cauda longa e gradualmente afinada. Aqui a exceção fica por conta da cobra Coral que, apesar de ter características de uma cobra não peçonhenta, é venenosa.  

Espécies venenosas

Cascavel, Boicininga ou Maracamboia:

É encontrada em todo o Brasil, exceto na Floresta Amazônica. Possui chocalho na cauda. Causam o envenenamento chamado crotálico. Vivem em áreas abertas, quentes e secas.

JararacaCaiçaraJararacuçuUrutuPatronaMalha de Sapo ou Cotiara:

Encontrada no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Paraná, Rio de Janeiro, Espírito Santo, leste do Mato Grosso, sul da Bahia e algumas áreas de Minas Gerais. Algumas alcançam mais de um metro de comprimento. Causam o envenenamento chamado botrópico. Vivem em locais úmidos.

Surucucu, Jaca ou Surucutinga:

Encontrada nas florestas litorâneas do Rio de Janeiro e vale amazônico. Seu comprimento pode alcançar mais de 4 metros, tornando-se a maior serpente peçonhenta da América. Causa o envenenamento chamado laquético.

Coral verdadeira ou Ibiboboca:

Encontrada em todo o Brasil. Coloração formada por anéis vermelhos, pretos, brancos ou amarelados. Pouco se diferencia da falsa coral, sendo recomendável que pessoas sem conhecimentos específicos não tentem identificá-las. Causam o envenenamento chamado elapídico. Vivem sob folhas, troncos ou galerias no solo.

Fonte: animais-peconhentos.info

Serpentes Peçonhentas

Não existe uma característica única para identificar uma cobra peçonhenta

Serpentes Peçonhentas

Que as cobras produzem veneno, todo mundo sabe. Mas nem todas elas são capazes de passá-lo para a vítima na hora da picada. É com as que fazem isso que devemos nos preocupar – elas são chamadas de peçonhentas. Existem quatro tipos no Brasil: jararacas, surucucus, cascavéis e corais. A diferenciação correta entre cobras peçonhentas e não peçonhentas é essencial para saber como agir no caso de uma picada.

Não existe uma característica única que garanta a identificação. Deve-se analisar, em conjunto:

– presença de fosseta loreal (órgão que se apresenta como dois pequenos “buracos” no focinho),

– tipo de dentição,

– forma da cabeça triangular,

– comprimento e tipo de cauda,

– tipo de escamas,

– padrão de colorido,

– padrão de desenhos,

– marcas deixadas pelas mordidas. Em geral, pode-se dizer que é peçonhenta toda serpente que possuir fosseta loreal ou colorido vermelho, preto, branco (ou amarelado) sob a forma de anéis no corpo e presas situadas na parte anterior da boca.

Fonte: saude.terra.com.br

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