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Cavalo da Mongólia

ALTO RISCO DE EXTINÇÃO

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O cavalo selvagem de Przewalski, uma subespécie do cavalo domesticado, é proporcionalmente pequeno e atarracado, com uma grande cabeça e uma longa cauda. Em fins do século 19, a espécie se espalhava pelas estepes e desertos da Mongólia, Cazaquistão e algumas partes da China. A perda subseqüente do hábitat natural e a caça perpetrada pelos humanos causaram um declínio tão drástico das populações desse animal, que o cavalo de Przewalski deixou de existir no ambiente selvagem. Restam apenas espécimes em cativeiro.

O cavalo selvagem de Przewalski, que se acredita ser o único cavalo verdadeiramente selvagem a ter chegado aos nossos dias, provavelmente tornou-se extinto em seu ambiente natural na década de 1960, na Mongólia. Cerca de 1.100 espécimes sobrevivem em parques nacionais e zoológicos.

Fonte:www.microsoft.com

Cavalo da Mongólia

ALTO RISCO DE EXTINÇÃO

As diversas raças de Pôneis existentes hoje tem sua origem nos Cavalos de Przsewalski, no Tarpan e no cavalo diluviano oriundo das Florestas do Norte da Europa, que por sua vez apareceram depois na última Era glacial.

O selvagem cavalo Przsewalski habitava a Mongólia e foi o último descendente direto do Cavalo de Platô, que emergiu das Eras Glaciais. Já o Tarpan vivia no Leste da Europa e da Ucrânia.

No Brasil, onde existe uma associação de Pôneis desde 1970, são registradas quatro raças distintas: Shetland, Haflinger, Brasileira e Piquira.

O Shetland é considerado uma das raças mais antigas. Originário da Escandinávia antes da idade do Bronze, herdou o nome das ilhas Shetland para onde foi levado e selecionado. Em 1870, e Escócia criou o Stud book, para registro destes animais.

O Haflinger tem sua origem da idade Média. Estes cavalinhos de longas crinas claras viviam na região dos Alpes, no Tirol austríaco, onde eram usados na agricultura, no reflorestamento e no transporte de cargas e de pessoas. Posteriormente passaram a ser usados também como montarias em torneios e shows eqüestres. No Brasil foi introduzido em 1974, e a partir de 1979 passou a ser registrado na Associação Brasileira de Criadores de Pôneis.

As raças nacionais, apesar de serem selecionadas há muitos anos, só foram registradas oficialmente a partir da década de 70. Os maiores criatórios de Pôneis são os Estados de Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Bahia.
A raça Brasileira tem sua origem nos Pôneis oriundos da Argentina, e aqui cruzados com Pôneis Nativos. De temperamento dócil e ativo, são animais cômodos, próprios para montarias e equitação infantil. O registro de Pôneis da raça Brasileira acontece desde 1979.

O outro Pônei nacional é a raça Piquira (pequeno cavalo na língua tupi). Seu maior habitat é o Brasil Central e Sul, onde é chamado de petiço. Historiadores atribuem sua origem aos pôneis Europeus, especialmente o Shetland, que aqui foram cruzados com eqüinos de porte maior, como o Mangalarga Marchador, daí o Piquira possui porte de pequeno para médio, ou seja, entre 1m10 e 1m35cm.

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Fonte:www.cesb.com.br

Cavalo da Mongólia

CARACTERÍSTICAS

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Originário das montanhas Tachin Schah, Mongólia. É um cavalo primitivo, e leva o nome do coronel polonês que o descobriu N. M. Przewalshi ( 1839- 1888 ). Sua altura varia entre 1,22 e 1,47m.

Sua pelagem tem a cor areia (castanha), e tem a característica de um cavalo bravio, não domesticado, sua contagem de cromossomos chega a 66, quando o cavalo domestico é de 64. Além de ter a crina espetada para cima, as pernas, pretas (às vezes, zebradas), e no dorso uma visível listra de mulo.

Fonte:vaquejadas.com

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