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Balinês

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De uma forma geral, se aceita que o gato Balinês é uma derivação do Siamês, uma mutação espontânea de pêlo longo.

Seu temperamento é como do Siamês: alegre, brincalhão, inteligente, alerta, curioso. Além do pêlo mais longo, outra diferença é seu timbre de voz mais suave e menos falante.

Sua pelagem é simples e não dupla, como na maioria dos gatos de pêlo longo. Por isso, seu pêlo fica mais liso e junto ao corpo.

As cores padrão são as mesmas do Siamês.

No Brasil é uma raça muito rara, possuindo apenas um criador.

Fonte: www.becodosgatos.com.br

Balinês

Um Siamês de pêlo longo. É assim que o Balinês é conhecido. De vistosa elegância e corpo esbelto, não é tão brincalhão como os Siameses, porém é afetuoso e menos orgulhos.

Os olhos amendoados são cor azul-safira; a cauda longa e esguia. A única diferença com relação à pelagem está no comprimento. Ela é mais longa, fina e sedosa, ligeiramente ondulada nas partes onde é mais comprida.

É ótimo companheiro por ser alege e brincalhão. Sua voz é suave e mia menos do que os Siameses. É muito sociável, tem facilidade em se adaptar num ambiente onde tenha outros animais.

Histórico

Há registros de que os primeiros Balineses apareceram na década de 20, nos EUA. Como ambos os pais desses Balineses eram Siameses e tinham, portanto, os pêlos curtos, atribuiu-se o nascimento de filhotes com pêlos mais longos a uma mutação. Tanto que esses gatos eram registrados na ocasião como Siameses de pêlo longo.

Com o tempo, no entanto, passou-se a acreditar que o Balinês herdou essa pelagem mais comprida de um ancestral de pêlos longos. Mesmo porque, na época em que surgiram esses filhotes de pêlos mais longos, havia criadores cruzando Siameses com gatos de pêlo longo, com o objetivo de produzir uma raça peluda, com as mesmas marcações do Siamês, mas com o corpo bem encorpado, o oposto do Balinês.

Isso certamente gerou gatos com aparência de Siameses, inclusive com os pêlos curtos, mas portadores de genes de gatos de pêlos longos.

Na década de 40, a criadora americana Helen Smith iniciou um trabalho para tentar o reconhecimento do Balinês como raça. Foi Helen quem lhe deu o nome de Balinês, em homenagem aos movimentos graciosos e linhas esbeltas, que a faziam lembrar os dançarinos da ilha de Bali. O reconhecimento oficial veio em 1970 pela CFA, graças também aos esforços da criadora ameri-cana de Siamês, Sylvia Holland, do gatil Holland’s Farm.

No final do século passado, os Siameses tinham formas mais arredondadas que o desejado pelo padrão atual. Os americanos iniciaram um processo de refinamento das linhas dos Siameses por volta de 1900, tornando-os bem mais esbeltos.

Com o início da criação dos Balineses, esse trabalho se estendeu à nova raça, o que ocorreu ao redor de 1940, já que a mesma descendia dos Siameses mais arredondados.

No entanto, até hoje existem tanto Siameses quanto Balineses com os dois tipos de estrutura física, mas os que se destacam nas exposições são os mais longilíneos.

Fonte: www.osgatos.com.br

Balinês

 

Ele parece, mas não é

Balinês

Um Siamês de pêlo longo. É assim que o Balinês é conhecido. De vistosa elegância e corpo esbelto, não é tão brincalhão como os Siameses, porém é afetuoso e menos orgulhos.

Os olhos amendoados são cor azul-safira; a cauda longa e esguia. A única diferença com relação à pelagem está no comprimento. Ela é mais longa, fina e sedosa, ligeiramente ondulada nas partes onde é mais comprida.

Como companheiro, destaca-se por ser alegre e carinhoso. O que não falta a este gato é energia e vontade de brincar. Pula, escala postes e se diverte com brinquedinhos. Os Balineses são superativos e adoram trazer objetos aos seus donos.

O Balinês tem a voz mais suave e mia menos do que os Siameses. Outro atrativo neste gato é a facilidade em se adaptar num ambiente onde tenha outros animais.

Origem e História

Há registros de que os primeiros Balineses apareceram na década de 20, nos EUA. Como ambos os pais desses Balineses eram Siameses e tinham, portanto, os pêlos curtos, atribuiu-se o nascimento de filhotes com pêlos mais longos a uma mutação. Tanto que esses gatos eram registrados na ocasião como Siameses de pêlo longo.

Balinês

Com o tempo, no entanto, passou-se a acreditar que o Balinês herdou essa pelagem mais comprida de um ancestral de pêlos longos. Mesmo porque, na época em que surgiram esses filhotes de pêlos mais longos, havia criadores cruzando Siameses com gatos de pêlo longo, com o objetivo de produzir uma raça peluda, com as mesmas marcações do Siamês, mas com o corpo bem encorpado, o oposto do Balinês.

Isso certamente gerou gatos com aparência de Siameses, inclusive com os pêlos curtos, mas portadores de genes de gatos de pêlos longos.

Na década de 40, a criadora americana Helen Smith iniciou um trabalho para tentar o reconhecimento do Balinês como raça. Foi Helen quem lhe deu o nome de Balinês, em homenagem aos movimentos graciosos e linhas esbeltas, que a faziam lembrar os dançarinos da ilha de Bali. O reconhecimento oficial veio em 1970 pela CFA, graças também aos esforços da criadora ameri-cana de Siamês, Sylvia Holland, do gatil Holland’s Farm.

No final do século passado, os Siameses tinham formas mais arredondadas que o desejado pelo padrão atual. Os americanos iniciaram um processo de refinamento das linhas dos Siameses por volta de 1900, tornando-os bem mais esbeltos.

Com o início da criação dos Balineses, esse trabalho se estendeu à nova raça, o que ocorreu ao redor de 1940, já que a mesma descendia dos Siameses mais arredondados.

No entanto, até hoje existem tanto Siameses quanto Balineses com os dois tipos de estrutura física, mas os que se destacam nas exposições são os mais longilíneos.

Fonte: www.petfriends.com.br

Balinês

Nos anos 40, alguns criadores americanos desenvolveram um interesse pelos Siameses que nasciam com uma pelagem semi-longa. Ignora-se se esta pelagem seria resultante de uma mutação espontânea ou de um cruzamento com Persas.

Antigamente, os gatinhos de pelo semi-longo não tinham qualquer valor. Na Califórnia, depois da Segunda Guerra Mundial, marion Dorsey empreendeu a criação destes ” Longhair Siamese “, também designados Siameses de pelo comprido ou Balineses, para destacar simultaneamente a sua origem asiática e a graciosidade dos seus movimentos. Estes siameses de pelo semi-longo foram expostos em 1955.

A raça foi reconhecida em 1970 pela C.F.A., em 1972 pela T.I.C.A. e em 1983 pela França.
Esta raça continua pouco conhecida na Europa.

ASPECTO GERAL

Esbelto, longilíneo, elegante, flexível e bastante musculoso. 
Tamanho: médio.
Peso : 2,5 a 5 Kgs.

CABEÇA

De tamanho médio, comprida e triangular, com um perfil recto. Crânio ligeiramente convexo. Fronte plana. Focinho fino. Sem ” break” nem “pinch”. Nariz comprido e direito. Queixo de tamanho médio.

ORELHAS

Grandes, largas na base, ponteagudas e bastante espaçadas. Bastante aveludadas e, preferencialmente, com um tufo de pelo na extremidade.

Balinês

OLHOS

De tamanho médio, amendoados, ligeiramente oblíquos. Cor : de um azul intenso. Independentemente da cor da pelagem, os seus olhos devem ser sempre azuis.

PESCOÇO

Comprido, fino, elegante.

CORPO

Comprido, esbelto, tipo oriental Estrutura óssea fina. Musculatura firme.

PATAS

Compridas, finas, proporcionais ao corpo. Pés pequenos, ovais com tufos de pelo na região interdigital.

CAUDA

Muito comprida, fina, afilando em direcção à ponta.

PELAGEM

Pelo semi-longo, fino e sedoso. Mais comprido no corpo, abdómen e cauda ( penacho ).
Sub-pelo ligeiro. São reconhecidas todas as cores do Siamês. A cor dos pontos deve ser uniforme. Contraste nítido entre a cor dos pontos e a do corpo. As crias nascem completamente brancas. A cor definitiva da pelagem só é alcançada quando o animal atinge um ano de idade. 
A C.F.A. apenas reconhece 4 variedades : Seal point ( pontos castanhos foca ), blue point ( pontos azul escuro ), chocolate point ( cor de chocolate ) e lilac point ( cinzento claro ). 

Nos Estados Unidos, os animais que apresentem outras colorações são denominados javaneses.
Em França não se faz a distinção entre balineses e javaneses.

Balinês

OBSERVAÇÕES

Cruzamentos autorizados com outras raças : Siamês e Oriental.

DEFEITOS

Cabeça redonda ou larga. 
Focinho curto ou largo.
Nariz em declive.
Olhos pequenos, redondos, sem qualquer inclinação. Qualquer outra cor para além do azul é factor eliminatório. 
Corpo curto e maciço.
Patas curtas.
Estrutura óssea pesada. 
Pelagem demasiado curta ou grosseira.

CARACTERÍSTICAS PARTICULARIDADES

É um gato extrovertido, activo, vivo, curioso e brincalhão. No entanto, tem um temperamento mais moderado e equilibrado do que o seu primo Siamês e o seu miado é mais suave.

Adora companhia, detesta a solidão e requer muita atenção e ternura. Agrada-lhe a presença de outro gato activo ou de um cão com o qual esteja familiarizado. Exclusivo em relação ao dono que adora, é um gato sensível, afectuoso e muito cativante.

A sua necessidade de actividade e caçapode ser suprida com um jardim.

Pelagem de manutenção fácil. Uma escovagem semanal é suficiente. A muda não é abundante.

Fonte: www.cpfelinicultura.web.pt

Balinês

 

Descendente do Siamês, tem a pelagem mais longa. Como companheiro, destaca-se por ser alegre e afetuoso Ele parece um Siamês. Tem os mesmos olhos azuis e a mesma elegância do corpo esguio, de cor clara com marcações mais escuras nas extremidades. A única diferença física está no comprimento da pelagem, que no Balinês é semilonga enquanto no Siamês é curta, e lhe dá uma aparência um pouco mais cheinha apesar do corpo ser exatamente igual. É na cauda que os pêlos alongados tornam-se mais espessos, obtendo um efeito interessante. Outra diferença do Balinês, comparado ao Siamês, é o comportamento mais ligado às pessoas. Uma afetuosidade que demonstra com uma freqüência incomum às raças esbeltas. Ao mesmo tempo, mantém toda a agilidade e superatividade típicas dessas mesmas raças, resultando em um companheiro alegre, que encanta. A criadora Marie Kube, de Nova York – EUA, faz parte desse grupo de entusiastas. “Basta o meu marido sentar no sofá da sala e começar a ler o jornal, que o Bright Eyes, o único Balinês que mantemos solto, logo corre e pula no colo dele”, diz. “Isso, mesmo considerando que ele é muito apegado a mim, pois de dia me segue pela casa e à noite dorme comigo, debaixo das cobertas.” Os de Evelyn Forster, criadora na Pensylvânia – EUA, seguem-na constantemente e quando está sentada vendo televisão, não dispensam um colo ou subir nos ombros dela. Os da secretária do Balinese Club Society, em Oxford na Inglaterra, Judy Burroughs, gostam de colo e de roçar a ca-beça na perna dela.

Temperamento

O que não falta ao Balinês é energia e vontade de brincar. “Correm pela casa um atrás do outro, pulam, escalam os postes para gatos e se divertem com brinquedinhos. São superativos”, afirma Terry Smith, criadora em Nova York – EUA. O casal que Evelyn mantém dentro de casa sobe e desce as escadas, escala também os postes, corre em círculo e de uma sala para outra. “Quando à noite sento na poltrona e acendo a lanterna, correm em direção ao facho de luz, tentando pegá-lo. Ao se aproximarem, mudo a luz de lugar”, conta. Ficam fascinados com uma varinha com um peixinho de plástico pendurado. Basta a criadora balançá-la que passam as patinhas no peixe na tentativa de apanhá-lo. Uma brincadeira bem típica da raça é a de trazer objetos. “Se estou na cama e atiro a bolinha, disputam para pegá-la e aquele que consegue geralmente a coloca perto de mim”, conta Terry. Mesmo tão animado, o Balinês não é do tipo barulhento, daqueles que vivem miando pela casa. O padrão da CFA comenta que a raça mia menos que o Siamês e que a sua voz é mais suave. “Os meus só miam quando chego em casa e quando se aproximam de mim para me agradar”, exemplifica Evelyn. Marie e a criadora Terry, que também têm Siameses, comentam que seus Balineses geralmente miam apenas quando lhes é dirigida a palavra. “É muito interessante. Parece que querem falar, responder pra gente”, diz Marie.

Sociabilidade

Um dos atrativos do Balinês é a sociabilidade com que tratam a todos. Judy comenta que eles não perdem uma chance para conhecer as visitas. “De repente, os Balineses aparecem; correm em direção ao estranho, ficam rodeando-o e alguns acabam até subindo no colo”, conta. Terry conta que se o estranho jogar um brinquedinho ou um pedaço de papel amassado, os Balineses dela entram logo na brincadeira. “Um homem veio comprar um filhote aqui em casa e saiu encantado com um dos meus gatos que correu, subiu no colo dele e passou a patinha em seu rosto”, diz Marie. Com as crianças é a mesma coisa. “Muitas vêm aqui para ver os gatinhos”, conta Terry. “Fazem a maior folia com elas – brincam e correm pela casa. Só não suportam ser maltratados com puxões ou beliscões: nessas condições, a resposta será um bom arranhão.”

Se houver outros bichos em casa, também não há motivo para preocupação. O Balinês se adapta facilmente a eles, inclusive aos cães. A Lhasa Apso de Marie dorme junto com o gato e os dois brincam o dia todo correndo um atrás do outro. Às vezes, quando a neta vai visitá-la, leva um Golden Retriever. “Só vendo para acreditar! Um dos meus Balineses tem paixão pelo cachorro. Brincam sem parar. Quando cansam, o Golden tira uma soneca no chão bem ao lado de uma das minhas pernas e o gato na outra”, cita Marie. “Quando o cão acorda, os outros Balineses, inclusive os filhotes, vão em cima, pulam nele e passam as patinhas em sua cara.” Patrícia, irmã de Terry, também tem um cão da raça Golden Retriever que vive junto com seu Balinês. “Eles fizeram uma grande amizade e quando um sai, aquele que fica parece inquieto como se sentisse falta do outro”, diz Terry. Judy tinha uma Pastor Alemão que dormia na mesma cama com um Balinês e que se divertia brincando e tomando conta dos filhotes. “Minhas Balineses deixavam a cadela lamber os recém-nascidos para fazer a higiene corporal e assim estimulá-los a urinar e defecar”, conta. “Os gatinhos cresceram junto da Pastor e parece que perderam a vergonha. Faziam tanta bagunça pela casa que me deixavam louca”, ri.

O Balinês não tem subpêlo, conseqüentememte sua pelagem semilonga não embaraça com facilidade, não cai muito e não requer escovações freqüentes como as raças de pêlo longo. Até o momento não se conhece problema de saúde típico da raça, conforme atesta o veterinário William Fredericks que já tratou de cerca de 30 Balineses no North Shore Veterinary Hospital, em Nova York – EUA.

Origem: Há registros de que os primeiros Balineses apareceram na década de 20, nos EUA. Como ambos os pais desses Balineses eram Siameses e tinham, portanto, os pêlos curtos, atribuiu-se o nascimento de filhotes com pêlos mais longos a uma mutação. Tanto que esses gatos eram registrados na ocasião como Siameses de pêlo longo. Com o tempo, no entanto, passou-se a acreditar que o Balinês herdou essa pelagem mais comprida de um ancestral de pêlos longos. Mesmo porque, na época em que surgiram esses filhotes de pêlos mais longos, havia criadores cruzando Siameses com gatos de pêlo longo, com o objetivo de produzir uma raça peluda, com as mesmas marcações do Siamês, mas com o corpo bem encorpado, o oposto do Balinês. Isso certamente gerou gatos com aparência de Siameses, inclusive com os pêlos curtos, mas portadores de gens de gatos de pêlos longos.

Na década de 40, a criadora americana Helen Smith iniciou um trabalho para tentar o reconhecimento do Balinês como raça. Foi Helen quem lhe deu o nome de Balinês, em homenagem aos movimentos graciosos e linhas esbeltas, que a faziam lembrar os dançarinos da ilha de Bali. O reconhecimento oficial veio em 1970 pela CFA, graças também aos esforços da criadora ameri-cana de Siamês, Sylvia Holland, do gatil Holland’s Farm.

No final do século passado, os Siameses tinham formas mais arredondadas que o desejado pelo padrão atual.

Os americanos iniciaram um processo de refinamento das linhas dos Siameses por volta de 1900, tornando-os bem mais esbeltos.

Com o início da criação dos Balineses, esse trabalho se estendeu à nova raça, o que ocorreu ao redor de 1940, já que a mesma descendia dos Siameses mais arredondados.

No entanto, até hoje existem tanto Siameses quanto Balineses com os dois tipos de estrutura física, mas os que se destacam nas exposições são os mais longilíneos.

Cores Reconhecidas: Para as três entidades de criação de gatos com maior número de criadores filiados no Brasil, o Balinês tem cores claras no corpo – branco ou creme, em tons variados – e as extremidades (cara, patas e cauda) mais escuras. As cores permitidas para as extremidades variam conforme a entidade.

CFA: aceita apenas quatro cores nas extremidades: preto, chocolate, azul e lilás.

Fife: as extremidades podem ter as mesmas cores aceitas pela CFA e mais o vermelho e o creme. Além disso as cores preto, chocolate, azul e lilás podem ter a marcação tortie, ou seja, com duas cores misturadas (como chocolate e vermelho, azul e creme, etc.).

Tica: aceita as cores da CFA e mais o vermelho, o creme, o castanho e o chocolate avermelhado. Além disso, todas as cores podem ter a marcação tortie e também a tabby, ou seja, com as extremidades tigradas, malhadas ou pintadas.

PADRÃO OFICIAL

EMITIDO PELA THE INTERNATIONAL CAT ASSOCIATION (TICA)

CORES/DIVISÕES/CATEGORIAS RECONHECIDAS

Categoria ponteada, todas as divisões, todas as cores.

DESCLASSIFICAÇÃO

Verificar regulamentos de exposição da FCGB, disposições a respeito de penalização/desclassificação a que estão sujeitos todos os exemplares.

CABEÇA

Formato: cunha longa e afilada
Tamanho: média. Focinho: sem break
Crânio: achatado. Bochechas: suaves, sem break
Nariz: longo e absolutamente reto, sem reentrâncias ou protuberâncias
Queixo: de tamanho médio, alinhado com a ponta do nariz

PESCOÇO

Comprimento longo e refinado.

ORELHAS

Formato: pontudas e largas na base
Tamanho: impressionantemente largas
Colocação: devem ser uma continuação da cunha, portadas como se o gato estivesse sempre alerta.

OLHOS

Formato: amendoados.
Tamanho: médios.
Colocação: inclinados em direção ao nariz, em harmonia com as linhas da cunha e das orelhas.

CORPO

Formato: longo e esbelto
Tamanho: longo
Musculatura: firme

CAUDA

Formato: fina e afilada
Tamanho: delgada
Comprimento: longa.

PERNAS

Comprimento: longas; as patas traseiras são mais longas do que as dianteiras
Ossatura: fina
Musculatura: firme

PÉS

Formato: ovais
Tamanho: pequenos

PELAGEM

Comprimento: longa
Textura: macia e sedosa
Densidade: fina

Fonte: www.caoeciavet.hpg.ig.com.br

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