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Sagrado da Birmânia

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É um gato legendário e misterioso. É grande, de pelagem longa e sedosa. Os olhos, quase redondos, são azuis, de preferência escuros, e bem separados, o que dá a face uma expressão muito doce.

Os pés devem ser brancos, com quatro luvas perfeitamente simétricas. A pelagem é de média a longa, de textura sedosa. O temperamento do Sagrado da Birmânia é equilibrado. É um gato gentil, ativo, brincalhão, mas tranquilo. Não pede atenção insistentemente, mas é carinhoso e gosta de companhia. É um gato para ficar dentro de casa, pois precisa muito estar junto com a família, e tem um temperamento muito dócil e amistoso. Adora ganhar colo e carinho, e sempre vai fazer o possível para acompanhar os donos por onde eles forem.

Fonte: www.guiaderacas.com.br

Sagrado da Birmânia

Sagrado da Birmânia

Origem: Europa 
Perfil: Sociável
Tipo de Pêlo: Semilongo
Tamanho: Médio
Peso Mínimo: 03 Kg – Peso Máximo: 05 Kg
Temperamento: Dependente
Nível de Atividade: Moderado
Idade: média de 11 anos

Características

O Sagrado da Birmânia gosta muito de brincar. Ele é inteligente, meigo e alegre. Ele possui ainda uma vantagem em relação a outras raça, pois não é considerado muito ciumento. Dono de um caráter tranqüilo, este gato normalmente elege como dono uma pessoa de temperamento parecido com o seu. Outro atrativo é sua pelagem semilonga, em tom degradé e seus olhos azuis, grandes e redondos.

Seu corpo é de tamanho médio, alongado e compacto. O Sagrado da Birmânia conta com a cabeça redonda, larga e de formato cuneiforme. Seu focinho é curto e bem pronunciado, tendo sempre presente uma máscara marrom-escura. O nariz romano, exigido rigorosamente nas federações é como um bico de papagaio. A cauda é de tamanho médio, robusta e com bastantes pêlos de cobertura. Os olhos são redondos, de coloração azul intensa e brilhante. Suas orelhas são médias, eretas e bem separadas. A pelagem do Sagrado da Birmânia é semilonga e de textura sedosa, que ajuda a modular suas formas com os comprimentos diferenciados que os pêlos possui. Eles são curtos na face, longos no dorso e nas laterais e semilongo nas demais partes do corpo. Com relação a coloração da pelagem, o Sagrado da Birmânia tem reconhecidas 17 cores, que são subdivididas em alguns grupos, entre eles têm-se os Pontos que podem ser em vermelho, azul, chocolate, creme e lilás; Pontos malhados em creme, azul, chocolate, lilás e vermelho. Essas cores tem de ser lisas e contrastar bem com o corpo, sendo indesejáveis manchas brancas na barriga, partes escuras das patas e peito.

No entanto, existem divergências entre o padrão britânico e o americano, sendo que o americano determina o corpo, a cabeça, os olhos e as patas mais arredondadas do que o inglês. Entretanto, entre as diversas variedades tem-se em comum uma importante particularidade, as quatro patas são cobertas por luvas completamente brancas. A diferença existente se deve aos diferentes cruzamentos originais da raça, realizados na Europa e nos EUA. Nos EUA, um gato vindo da Birmânia foi cruzado com um Siamês, enquanto na Europa, além do cruzamento com um Siamês, criadores também o cruzaram com um Persa branco.

Muito sociável, o Sagrado da Birmânia brinca sempre que possível com as pessoas que se aproximam dele, mesmo quando ele já é adulto, demonstrando gostar dessas oportunidades para se aproximar das pessoas. Porém, com os estranhos ou em momentos não apropriados, sua atitude é mais reservada, não gostando que o toquem e chegando até a agressão se houver insistência da pessoa. Vale ressaltar, que antes de morder, o gato adverte alterando sua voz baixa e calma para com um som que lembra uma tosse rouca, sendo este um indicativo de que o gato está nervoso ou irritado. Já com crianças, a raça é eleita uma das melhores para o convívio. Além disso, o Sagrado da Birmânia se adapta facilmente a ambientes pequenos, como por exemplo apartamentos.

Histórico

A origem do Sagrado da Birmânia é cercada de muitas lendas. A mais conhecida delas trata à respeito de um templo, onde eram criados gatos brancos de pêlo comprido, os quais eram fiéis companheiros de um sacerdote e quando ele morreu, assassinado por invasores, um desses gatos pulou em cima do corpo do religioso e ali ficou para evitar que alguém se aproximasse. Foi então que sua pelagem escureceu, sendo somente as patas, que estavam em contato com o corpo de seu dono, permaneceram brancos. Depois disso, todos os outros gatos criados nos templos ficaram iguais a ele. Entretanto, a teoria mais aceitável sobre sua origem explica que esta raça seria descendente de gatos venerados como deuses em templos budistas da Birmânia, na Ásia, por volta do século XV. Daí o nome de Sagrado. Existe várias descrições da entrada da raça na Europa. As atuais características da raça foram obtidas através de um Sagrado levado para os EUA, na década de 30. Este exemplar foi cruzado com um Siamês, sendo provável que posteriormente tenham havido importações de outros exemplares da Birmânia. Porém, por volta de 1936, a raça era reconhecida oficialmente nos EUA. Na França, a raça foi oficialmente reconhecida em 1952, sendo que os selecionadores franceses incluíram da descendência, o sangue dos Siameses e dos Persas brancos, sendo este último o responsável pela pelagem macia e semilonga do Sagrado da Birmânia. A primeira grande sagrada foi Poupée de Maldapour, uma gata seal point de propriedade de Marcelle Adam, primeira criadora oficial, que foi apresentada em 1926 e foi a base de toda a criação mundial, que se encantou ao conhecer a raça em uma exposição. Depois veio o blue, que é a diluição, mas somente em 1996 esteve completamente desenvolvida.

Cuidados

O Sagrado da Birmânia possui uma pelagem sedosa e com o subpêlo pouco volumoso, o que torna a pelagem pouco embaraçada. Portanto, ela necessita apenas de uma escovação semanal com uma escova de cerdas macias. Além disso, esta raça deve ser alimentada com rações balanceadas, sendo que isto deve ser observado atentamente, pois no caso dos gatos de forma geral, tem-se de ficar atento para o uso de boas rações no intuito de se evitar o aparecimento de cálculos urinários, promovidos por rações de baixa qualidade. Além disso, uma alimentação adequada fará com que seu gato cresça saudável e com uma pelagem lisa e brilhante. O dono deve estar atento e realizar consultas regulares ao médico veterinário.

Fonte: www.caoeciavet.hpg.ig.com.br

Sagrado da Birmânia

 

Sagrado da Birmânia

Birmanês ou Sagrado da Birmânia foi reconhecido como raça no início do século 20. Muito sensível e apegado ao dono, sofre de melancolia e depressão se o dono se ausentar por muito tempo. Já com relação a estranhos é reservado e não permite que o toque, chegando a rosnar e morder caso haja insistência.

Seu tamanho deve ser médio; corpo ligeiramente longo; pés redondos; estrutura forte, bochechas redondas; testa pouco arredondada; nariz médio sem stop; orelhas pequenas mas não tanto quanto as do Persa, inseridas bem separadas; olhos azuis, ligeiramente ovais. Pelagem com textura sedosa e semi-longa e com pouco subpêlo. As pontas (face, orelhas, cauda, pernas e genitais) de coloração mais escura em contraste com a cor creme ou bege do corpo. O branco (simétrico) das 4 patas brancas deve ir até a articulação com as pernas.

As marcações nas extremidades só aparecem com 4 a 5 meses de idade. São reconhecidas 17 cores subdivididas em 4 grupos – Point (Red, Seal, Blue, Chocolate, Lilac e Cream), Tortie Point (Seal), Tabby Point (Cream, Seal, Blue, Chocolate, Lilac e Red) e Tortie Tabby Point (Seal, Blue, Chocolate e Lilac). Essas cores devem ser lisas e contrastar bem com o corpo. São indesejáveis manchas brancas na barriga e nos genitais, partes escuras das patas e peito e luvas subindo muito por trás das patas.

Fonte: www.becodosgatos.com.br

Sagrado da Birmânia

ESTILO

Sagrado da Birmânia

Conheça as características de temperamento e aparência que tornam o Sagrado da Birmânia um gato muito especial.

LUVAS

Sagrado da Birmânia

Comecemos pela sofisticada distribuição das cores em sua pelagem. O corpo é “casca de ovo” bem suave, com o dorso bege dourado, contrastando com a face, orelhas, pernas, cauda e genitais que têm uma entre as 17 colorações permitidas. E nas 4 patas, as graciosas “luvas” em puro branco, dão um toque exclusivo.

A pelagem, classificada como semi-longa, tem textura sedosa e ajuda a modular as formas com comprimentos diferenciados: é curta na face, longa no dorso e nas lateriais e semi-longa nas demais partes. Os olhos, de um azul profundo, exprimem ao mesmo tempo auto-confiança e ingenuidade.

É preciso saber que as charmosas “luvas”, constituem um desafio adicional para os criadores pela dificuldade em fixá-las. Cruzar um casal que as tenha perfeitas, ou seja, cobrindo apenas os dedos, não garante que nos filhotes elas sejam bonitas, e, de outra parte, pais com “luvas” ruins, altas ou curtas demais, podem dar ninhadas em que elas se apresentam excelentes.

SENSÍVEL

No convívio, o Sagrado da Birmânia revela-se um grande companheiro do dono, seguindo-o sempre, abrindo mão até da sua posição predileta, que é ficar preguiçosamente deitado. Sensível, pode deixar de comer por motivos afetivos e psicológicos, tais como a ausência do dono, a presença de estranhos ou um barulho inesperado. Tímido, mostra-se sociável com quem brinca com ele, mesmo quando já se tornou adulto ou idoso, e demonstra gostar dessas oportunidades para se aproximar das pessoas.

Entretanto, com os estranhos, sua atitude é reservada. Não gosta que o toquem e pode até morder se houver insistência. Lilly Anciau, juíza belga de todas as raças da FIFE – Federação Felina Internacional – comenta à Cães & Cia que “a docilidade que o Sagrado da Birmânia demonstra em casa, acaba nas pistas. Ele não permite ser tocado pelo juiz. Antes de morder, porém, adverte alterando sua voz baixa e calma para com um som que lembra uma tosse rouca”. Este aparente ataque de tosse ocorre quando a raça fica nervosa, irritada ou não recebe a atenção desejada.

A sociabilidade, seja com o dono ou com outros animais, é importante para o Sagrado da Birmânia, sob pena dele tornar-se melancólico. Até com os cães se relaciona bem, como conta Fabiana Trevisan do Gatil D’Trevisan, São Paulo – SP, que já teve 3 gatos desta raça: “todos conviveram com os vários cães de casa e fizeram amizade com os da vizinhança”.

Relativamente recente, o Sagrado da Birmânia foi reconhecido em 1925, na França, pela primeira vez. Na década de 60 começou a ser desenvolvido nos EUA, um dos países que mais o cria na atualidade. Raro no Brasil, é também difundido na França, Alemanha, Inglaterra, Escandinávia, Suécia e Bélgica.

FICHA

Aparência

Tamanho médio; corpo ligeiramente longo; pés redondos; estrutura forte, bochechas redondas; testa pouco arredondada; nariz médio sem stop; orelhas preferivelmente pequenas não tanto quanto as do Persa, inseridas bem separadas; olhos azuis, ligeiramente ovais. Pelagem com textura sedosa e semi-longa, mais longa no dorso e nas laterais e com pouco subpêlo. As pontas (face, orelhas, cauda, pernas e genitais) de coloração mais escura em contraste com a cor creme ou bege do corpo. O branco (simétrico) das 4 patas brancas deve ir até a articulação com as pernas ou até o ponto de encontro dos dedos com os metacarpos.

Cores

São reconhecidas 17 subdivididas em 4 grupos – Point (Red, Seal, Blue, Chocolate, Lilac e Cream), Tortie Point (Seal), Tabby Point (Cream, Seal, Blue, Chocolate, Lilac e Red) e Tortie Tabby Point (Seal, Blue, Chocolate e Lilac). Essas cores devem ser lisas e contrastar bem com o corpo. São indesejáveis manchas brancas na barriga e nos genitais, partes escuras das patas e peito e luvas subindo muito por trás das patas.

Base dos dados acima: Padrão Fife de 1992.

Escolha do filhote: as marcações nas extremidades só aparecem com 4 a 5 meses de idade. Evitar estrábicos (propensão da raça).

Cuidados: pelagem sedosa com pouco subpêlo não causa embolamento, requerendo só uma escovação semanal com escova de cerdas macias.

Ninhada: média de 4 filhotes.

Fonte: www.petbrazil.com.br

Sagrado da Birmânia

 

O gato do templo é apegado ao dono e muito dócil

O gato Sagrado da Birmânia descende dos animais antigos gatos criados nos templos budistas. Esta raça é famosa pelo seu caráter tranqüilo e, ao mesmo tempo, sociável. Esse pet gosta de brincar, é inteligente e alegre.

Esses gatos são sociais e muito inteligentes, e tem uma vantagem sobre os siameses: não são ciumentos. Geralmente eles elegem uma pessoa de temperamento calmo como. Fiel, dedica-se totalmente a seu “escolhido” e fica com muitas saudades quando seu dono não está em casa. É conhecido também por seu miado doce.

Origem e História

Segundo a lenda, existia num templo um gato branco, de pelo comprido, que era o fiel companheiro de um sacerdote. Quando este morreu, assassinado por invasores, o gato pulou para cima do corpo de seu dono e aí ficou, para evitar que alguém se aproximasse. Nesse momento, sua pelagem foi ficando cor de creme. Os olhos dourados tornaram-se azuis e as patas, nariz, orelhas e cauda, azuis – cinzentos. Apenas os quatro pés, que estavam em contato com o corpo do defunto, permaneceram brancos. Depois disso, todos os outros gatos criados nos templos ficaram iguais a ele.

Ao que tudo indica, o Sagrado da Birmânia descende dos gatos que eram venerados como deuses nos templos budistas da Birmânia (atual Mianmá), na Ásia, no século XV. Os sacerdotes acreditavam que os fiéis retornavam à Terra na forma de gatos.

Há várias descrições da chegada dos primeiros exemplares da raça à Europa. A raça moderna foi fundada por “Wong Mau”, um Sagrado da Birmânia — levado para os EUA em 1930 — que foi cruzado com um Siamês. É provável que tenha havido importações posteriores da Birmânia. Mas o fato é que em 1936 a raça já se tornara suficientemente pura para ser reconhecida nos EUA.

Na França, a raça foi oficialmente reconhecida em 1952. Os selecionadores franceses incluíram na descendência o sangue dos Siameses e dos Persas brancos, este último responsável pela pelagem macia e semilonga do Sagrado da Birmânia. A história da raça, que divergiu durante a última metade da década de 1940, produziu dois tipos distintos de Sagrado da Birmânia: o gato inglês tem um porte mais oriental, e o americano é mais robusto.

Não só o número de variantes do Sagrado da Birmânia diverge entre os dois lados do Atlântico, como o padrão britânico é diferente do americano. O Sagrado da Birmânia americano tem o corpo, a cabeça, os olhos e as patas mais arredondadas do que o gato inglês. As diversas variedades têm em comum uma importante particularidade: as quatro patas são cobertas por luvas completamente brancas.

O corpo é de tamanho médio, alongado, maciço, levado por pernas curtas e fortes. A cabeça é redonda, larga, de formato cuneiforme. O nariz é curto e bem pronunciado, e a cor da ponta deve condizer com a do manto. A pelagem do manto é muito lustrosa, curta e acetinada, muito bem distribuída no dorso e nos lados e levemente ondulada no ventre. O pêlo é mais curto no focinho, mas se adensa nas bochechas e possui uma textura que nunca deve parecer opaca ou áspera. A cauda, de comprimento médio, é robusta e rica em pêlos. Os olhos têm uma forma levemente oblíqua e de uma belíssima cor azul, intensa e brilhante, emanando um fascínio peculiar.

Fonte: www.petfriends.com.br

Sagrado da Birmânia

Sagrado da Birmânia

De aparecimento recente na Europa, este gato tem uma origem ainda hoje misteriosa. Ingleses teriam trazido da Birmânia um casal de gatos do templo de Lao-Tsun. Uma certa Sra. Leotardi, no sul da França, teria sido a proprietaria de Poupée de Madalpour, gata Birmanesa Seal Point, exposta em Paris – 1926, cujos pais vindos da Birmânia lhe teriam sido oferecidos por certa Sra. Thadde Haddish.

Na verdade, os primeiros exemplares seriam oriundos do cruzamento de um Siamês marcado de branco com um gato de pelo longo ( Persa ou Angorá ) nos anos 20 , na região de Nice. Por volta de 1930, Dieu d´Arakan, macho Seal Point, tornou- se a estrela das exposições.

Depoi sda Segunda Grande Guerra, durante a qual a raça quase desapareceu, infusões de sangue Persa Color point limitaram a consanguinidade. Em 1950, esta raça assume o nome de Gato Sagrado da Birmânia afim de evitar qualquer confusão com o Burmese, que é a forma inglesa da palavra Birmanês.

Características da Raça

Este é um gato ativo, de caráter complacente, calmo e que se da bem com seus congêneres e cães. Brincalhão, é um excelente companheiro para as crianças. Meigo e afetuoso é muito agradável , adapta – se bem em apartamentos. Basta escová-lo a cada 15 dias e um banho antes das exposições para mantê-lo sempre belo.

Cabeça de tamanho médio, redonda e larga. Crânio com uma curvatura suave. Testa redonda. Bochechas cheias, bem desenvolvidas nos dois sexos. Focinho curto, quadrado. Nariz aquilino, ligeiro stop. Bigodes e cílios encaracolados. Mandíbulas pesadas. Olhos grandes, redondos e afastados. Cor uniforme em relação a cor do manto. Orelhas de tamanho médio, bem espaçadas, terminadas numa extremidade ligeiramente arredondadas. Pelos interiores encaracolados. Pescoço, curto e espesso.

Corpo de tamanho médio, retangular, compacto e pesado, de 3 a 5kg. Musculatura e ossatura fortes. Patas de comprimento médio, ossatura e musculatura médias a fortes. Pés grandes, redondos. Cauda de comprimento médio, espessa de ponta arredondada.

Pelagem espessa com caracóis bem separados, especialmente numerosos ao nível do pescoço e da cauda, cobrindo todo o corpo. Nenhuma área nula. Sub pelo espesso. O encaracolado da pelagem varia em função do clima, estações e do estado hormonal, especialmente as fêmeas. Os filhotes nascem encaracolados, estes se desmanchando e voltando a se formar por volta dos 8 a 10 meses de idade.. Os pelos desenvolvem -se ate os 2 anos de idade. Existem variedades de pelos curtos e longos, todas as cores são aceitas.

Fonte: www.clubebrasileirodogato.com.br

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