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Quiriquiri

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Nome Popular Quiriquiri
Nome Científico: Falco sparverius
Classe: Aves
Ordem: Falconiformes
Família: Falconidea

Características

É uma das menores aves de rapina das Américas. Habitam áreas de campinas, cerrado, caatinga onde podem ser vistos com certa facilidade. Adaptado a algumas áreas povoadas como por exemplo a cidade do Rio de Janeiro e Porto Alegre, onde muitas vezes usam edificações como ponto de nidificação. Vivem sozinhos ou em casais, principalmente na época de reprodução. Alimenta-se principalmente de grandes insetos como gafanhotos, mas também de pássaros, pequenos roedores, morcegos e lagartixas.Têm como principais predadores outras aves de rapina maiores e também felinos.

Distribuição Geográfica

Ocorre do Norte do Alasca à Terra do Fogo, em todo o Brasil exceto em florestas.

Estado de Conservação

Não é uma espécie ameaçada, uma vez que ocupa uma grande área de distribuição geográfica, mesmo assim em determinados locais suas populações declinam muito em função de caçadores e pela contaminação graças ao acúmulo de pesticidas em suas presas.

Comentários Gerais

O quiriquiri é um falcão e desse modo têm a ele atribuídas inúmeras simbologias e representações em muitas culturas. Por exemplo, no Egito Antigo era visto como o príncipe das aves em função de sua beleza e velocidade também simbolizava o princípio celeste. Era a representação do deus Hórus que com seus dois grandes olhos (o Sol e a Lua) era visto como o rei dos céus. Entre os incas do Peru o falcão era a representação do Sol e também uma espécie de anjo da guarda que protegia os homens. O falcão na Idade Média era símbolo de luz, força, inteligência, vitória e masculinidade, o que explica muitas vezes pinturas e esculturas de um falcão despadaçando lebres(que são símbolos de lascívia e feminilidade). Seria então a vitória do princípio masculino solar sobre o feminino lunar.

Muitas são as imagens e idealizações feitas sobre essas magníficas aves, porém há muita ignorância em torno dela. Muitos falcões são mortos por ocasionalmente atacarem animais domésticos como pintos e pássaros engaiolados. De fato essa não é uma das características mais agradáveis dessa ave, mas se entendermos que ele está exercendo sua função na cadeia alimentar e que em contrapartida também elimina um número muito superior de pragas como roedores e insetos, extremamente nocivos a nós, seu perdão é mais que merecido. As aves de rapina são as principais controladoras das populações de roedores, garantindo uma enorme economia a nós seres humanos. Sendo assim é importante que se mude a mentalidade das pessoas em relação a esses animais, abrindo mão da ignorância para o reconhecimento de seu valor.

Fonte: www.zoonit.org.br

Quiriquiri

Falco sparverius

Características

Mede 25 cm de comprimento. É um dos menores falcões. Inconfundível pelo desenho característico e estranho que ostenta na cabeça, duas faixas verticais laterais e duas nódoas negras na nuca, lembrando olhos. O macho possui cauda e costas uniformes ferrugíneas, retrizes com larga faixa negra anteapical e ponta branca, asas cinzentas. A fêmea com asas ferrugíneas como as costas, manchadas de negro e de cauda com inumerosas listras negras.

Habitat

Regiões campestres e quase desérticas. Contenta-se com um mínimo de vegetação.

Ocorrência

Do norte do Alasca à Terra do Fogo, em todo Brasil.

Hábitos

Empoleira em postes e fios telefônicos, sacodindo a cauda. Voando pode lembrar uma grande andorinha.

Alimentação

Lagartixas e grandes insetos como gafanhotos. Às vezes também apanha camundongos e pequenas cobras. No crepúsculo tenta capturar morcegos, o que nem sempre consegue, embora possa especializar-se nisto.

Reprodução

Nidifica em ocos de árvores, cavidades feitas por pica-paus, buracos em barrancos e até em cupinzeiros. A fêmea põe de 2 a 3 ovos que choca durante 30 dias. Os gaviões filhotes já apresentam dimorfismo sexual na época em que vão abandonar o ninho, de 35 a 40 dias.

Ameaças

A espécie declina, ameaçada pela ingestão de aves intoxicadas por agrotóxicos. Infere-se que a baixa do potencial reprodutivo seja em função da grande utilização de biocidas organoclorados em culturas agrícolas. O inseticida concentra-se nos tecidos e provoca o enfraquecimento da calcificação dos ovos, que se quebram no ninho. Continuando nesse ritmo, a espécie poderá extinguir-se em futuro não muito distante. Há poucas aves esteticamente tão valiosas como os rapineiros, sobretudo os falcões. Deixemos que abatam algumas pombas cujo número lhes é mil vezes superior e sempre é importante ter em mente, que os rapineiros caçam apenas para se alimentar.

Fonte: www.vivaterra.org.br

Quiriquiri

Falco sparverius

Família

Falconidae

Caracterização

Mede 25 cm. É um dos menores falcões. Inconfundível pelo desenho característico e estranho que ostenta na cabeça, duas faixas verticais laterais e duas nódoas nucais negras, lembrando olhos. Macho de cauda e costas unifdormes ferrugíneas, retrizes com larga faixa negra anteapical e ponta branca, asas cinzentas; fêmea com asas ferrugíneas como as costas, manchadas de negro e de cauda com inumerosas listras negras.

Habitat

Habita em regiões cmpestres e quase desérticas, onde pode ser comum; contenta-se com um mínimo de vegetação.

Distribuição

Ocorre do norte do Alasca à Terra do Fogo, em todo Brasil, exceto em floresta.

Hábitos

Empoleira em postes e fios telefônicos; sacode a cauda; peneira ocasionalmente, voando pode lembrar uma grande andorinha.

Alimentação

Como lagartixas e grandes insetos como gafanhotos; às vezes também apanha camundongos e pequenas cobras; no crepúsculo tenta capturar morcegos, o que nem sempre consegue, embora possa especializar-se nisto.

Reprodução

Nidifica em ocos de árvores, cavidades feitas por pica-paus, buracos em barrancos e até em cupinzeiros.

A fêmea põe de dois a três ovos que choca durante 30 dias. Os gaviões filhotes já apresentam dimorfismo sexual na época em que vão abandonar o ninho, de 35-40 dias.

Manifestações sonoras

Seu nome “quiriquiri” é onomatopéia de sua vocalização que repete várias vezes, pousando em árvores do cerrado, campos, postes e até em grandes cidades. 
Voz: “gli-gli-gli”, i-i, i, i, i”.

Declínio da espécie

A espécie declina, ameaçada pela ingestão de aves intoxicadas por DDT. Infere-se que a baixa do potencial reprodutivo seja em função da grande utilização de biocidas organoclorados em culturas agrícolas. O inseticida concentra-se nos tecidos e provoca o enfraquecimento da calcificação dos ovos, que se quebram no ninho; continuando nesse ritmo, a espécie poderá extinguir-se em futuro não muito distante.

Preservação

Há poucas aves esteticamente tão valiosas como os rapineiros, sobretudo os falcões. Deixemos que abatam algumas pombas cujo número lhes é mil vezes superior e sempre é importante ter em mente, que os rapineiros caçam apenas para se alimentar.

Bibliografia

Helmt Sick, 1988. “Ornitologia Brasileira”.

Fonte: www.faunacps.cnpm.embrapa.br

Quiriquiri

Mais uma vez, muito obrigado ao Marcelo Cazani (Marcazani) pela identificação deste pássaro.

Once more, thank you very much Marcelo Cazani (Marcazani) for the identification of this bird.

Falcão-americano ou quiriquiri (Falco sparverius) é um pequeno falcão (23-27 cm de comprimento e 85-140 g de peso). Tem uma ampla área de distribuição: desde o Alasca e Norte do Canadá até à ponta Sul da América do Sul (Terra do Fogo). Tem asas azul acizentadas. O dorso é avermelhado pontuado de preto. A cauda também é avermelhada possuindo uma larga lista preta. Na face possui 2 listas verticais que começam junto aos olhos e seguem para baixo. É um predador de pequeno tamanho, alimentando-se de insetos e microvertrebrados como roedores e pequenos pássaros; ocasionalmente caça morcegos.

Falcão é o nome genérico dado a várias aves da família Falconidae, mais estritamente aos animais classificados dentro do género Falco. O que diferencia os falcões das demais aves de rapina é o fato de terem evoluído no sentido de uma especialização no voo em velocidade (em oposição ao voo planado das águias e abutres e ao voo acrobático dos gaviões), facilitado pelas asas ponteagudas e finas, favorecendo a caça em espaços abertos – daí o fato dos falcões não serem aves de ambientes florestais, preferindo montanhas e penhascos, pradarias, estepes e desertos.

Os falcões podem ser identificados, aliás, pelo fato de não planarem em correntes termais, como outras aves de rapina. O falcão-peregrino, especializado na caça de aves médias e grandes em voo, pode atingir 300 km/h em voo picado e é o animal mais rápido da terra. Diferentemente das águias e gaviões, que matam suas presas com os pés, os falcões utilizam as garras apenas para apreenderem a presa, matando-a depois com o bico por desconjuntamento das vértebras, para o que possuem um rebordo em forma de dente na mandíbula superior.

Na Idade Média, os falcões eram apreciados como animais de caça acessíveis apenas à elite.

Flávio Cruvinel Brandão

Fonte: www.flickr.com

Quiriquiri

O gavião quiri-quiri é uma ave de porte médio pertencente a família dos falconídeos, sendo considerado um dos mais eficientes predadores alados da praia. Suas potentes garras e incrível habilidade de vôo o leva a apanhar as presas em rasante, estrangulando-as ainda no ar. Possui uma acuidade visual oito vezes superior à humana, controlando todos os movimentos no solo arenoso e ao redor do seu ponto no galho mais alto do arbusto da restinga.

Pousado na ponta de uma cactácea, o gavião quiri-quiri espreita répteis e roedores, entre as ipomeas e o entorno dos brejais junto ao cordão arenoso da praia.

Fica esperando a oportunidade certa para se lançar ao ataque.

O macho adulto mede 25 cm e pesa em torno de 110 g. Constrói o ninho em buracos nas árvores, aproveitando antigas moradias do pica-pau. A postura é de até 4 ovos marrons com manchas avermelhadas. Enquanto choca, a fêmea é alimentada pelo macho durante quase 30 dias, quando saem os pintos que também passam a disputar a comida.

Desde o ninho, as espécies de gavião já começam uma acirrada luta pela sobrevivência. Apenas o filhote mais capacitado sobrevive, visto que o alimento trazido logo é abocanhado pelo mais forte, matando de fome os menores que simplesmente são atirados para fora do ninho quando já estão debilitados.

Entretanto, o gavião é um pássaro bastante cuidadoso. Ele observa muito bem a área da restinga em que está vivendo; se existe fartura de alimento – coloca até três ovos; se a caça está sumida ou ocorreu alterações naquele seu habitat – apenas um ovo é gerado.

O período de reprodução do gavião da restinga é entre Dezembro e Março. Coincidentemente esse é o período das férias de verão e quando mais circulam pessoas junto ao seu habitat. Mas a espécie é capaz de atacar até mesmo pessoas que se aproximem do ninho, havendo casos de transeuntes receberem unhadas na cabeça.

Fonte: www.adeja.org.br

Quiriquiri

Falco sparverius

Ordem

Falconiformes

Família

Falconidae

Pouco maior que um sabiá, o quiriquiri é uma das menores aves de rapina do Brasil. Exibe dimorfismo sexual: o macho é mais colorido e um pouco menor que a fêmea. Em geral é visto em casais, pousado nos galhos mais altos de árvores altas e isoladas, ou em postes e fios de luz. O chamado é um quiri quiri quiri agudo, que originou o nome popular.

Não faz ninho; põe e incuba os ovos em cavidades, como ocos de árvores, buracos em barrancos, e até sob telhados.

Seu alimento principal são os insetos, em especial gafanhotos, mas a dieta inclui ainda pequenos vertebrados, como roedores, morcegos, lagartixas e aves pequenas.

Vive em áreas verdes com gramados extensos e árvores altas isoladas, como a Cidade Universitária e o parque do Carmo, e em áreas não ocupadas, como as que existem na região de Itaquera e A. E. Carvalho. Em bairros residenciais aparece raramente, em geral de passagem.

Citação bibliográfica

Argel, M., 2001. Quiriquiri (Falco sparverius). In: www.marthaargel.com.br. Acessado em [data do seu acesso].

Martha Argel

Fonte: www.marthaargel.com.br

Quiriquiri

Falco sparverius (Linnaeus, 1758): quiriquiri; American kestrel

Quiriquiri

O nome popular deste gavião é onomatopéico, na iminência de invasão de seu território, “mergulha” sobre o intruso vocalizando “quiri-quiri”. Quando pousado, no topo de árvores, mourões de cerca, fios telefônicos e edifícios, move a cauda para cima e para baixo, de forma característica.

Alimentação

Além de insetos, o quiriquiri pode “peneirar” no ar para localizar e caçar anuros, lagartos, pequenos mamíferos e aves. A maioria dos ataques às presas, porém, é executado a partir de um poleiro exposto situado, em média, a 7 m do solo. Com frequência captura grandes insetos em vôo, retornando então ao ponto de origem; pode também perseguir morcegos em vôo; mais raramente captura insetos, aranhas e vermes na superfície do solo.

Nidificação

Constroem o ninho em cavidades de árvores, geralmente abandonadas por pica-paus. No período de escolha do local de nidificação, mesmo antes do início da postura, a fêmea torna-se cada vez mais sedentária, deixando de caçar. O macho passa a alimentar a “companheira” transportando pelo bico pequenas presas como insetos e pequenos lagartos; presas maiores são transportadas pelos pés, seguras pelas garras. No ninho, a fêmea põe 4 ovos salpicados de pardo sobre fundo branco e que medem 35-38 x 28-29 mm. O casal incuba os ovos por 29 a 31 dias, embora o tempo dedicado pelo macho a tal atividade seja muito reduzido (cerca de 15 a 20%), pois ele continua alimentando a fêmea durante esse período. Quando os ovos eclodem, o macho passa a alimentar também os filhotes e esta atividade estende-se por 9 a 11 semanas. O macho, que pesa cerca de 110 g, necessita caçar em torno de 150 g por dia para o sustento de uma família de 6 indivíduos.

Hábitat

Cerrados, cerradões, vizinhanças de cidades, regiões quentes e áridas.

Tamanho

25,0 cm

Fonte: www.seed.pr.gov.br

Quiriquiri

Quiriquiri

Locais de observação

Campo, Cerrado.

Você encontra essas informações na página 81 do Guia das Aves

O menor dos falcões e uma das menores aves de rapina do Brasil. Ocupa áreas semi-urbanizadas, margens de estradas e ambientes abertos, produzidos pela atividade humana.

Nas áreas naturais, está na região de campos e de cerrados, evitando as matas, cerradões e formações de vegetação adensada.

Caça a partir de poleiros fixos, naturais ou artificiais (como os fios ao longo da estrada). Além de apanhar a presa a partir do poleiro, também costuma “peneirar” (vôo no mesmo lugar).

Quiriquiri

Alimenta-se de lagartos e grandes insetos; ocasionalmente, apanha roedores e pequenas cobras. A presa é capturada e morta no solo, sendo carregada depois para o poleiro.

O macho (foto) é cinza azulado no alto da cabeça e asa, enquanto as costas e a cauda são marrom avermelhado, finamente estriadas de negro. Uma larga faixa negra sub terminal na cauda e ponta branca. As partes inferiores são brancas, com pontos negros no peito e barrigas, mais densos nos lados do corpo. Possui um desenho de lágrima, negra, abaixo do olho; uma outra linha vertical no lado da cabeça e um ponto negro na nuca. A fêmea têm as costas e asas marrom avermelhada, com as estrias negras finas, sem o cinza azulado do dorso do macho ou a faixa negra subterminal na cauda. As partes inferiores são de tom marrom alaranjado claro, com riscos finos, verticais e negros, sem o padrão de pontos do macho. O desenho e cores da cabeça são iguais. Os filhotes já saem do ninho com a plumagem do sexo correspondente.

Quiriquiri

Fazem ninhos em ocos naturais ou artificiais, colocando até 4 ovos. Choco de 27 a 32 dias, com os filhotes voando entre 29 e 31 dias de vida.

Freqüente nos campos e cerrados da parte central e norte da RPPN, aparece também na estrada Poconé – Porto Cercado e nas margens do rio Cuiabá.

Fonte: www.avespantanal.com.br

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