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Martim-pescador-pequeno

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Martim-pescador-pequeno – Chloroceryle americana

Características

Mede 19 cm de comprimento com bico de 40 cm.

Corpo compacto, asas curtas, cauda cheia e pouco alongada e pernas curtas com 4 dedos, sendo 3 voltados para frente e 1 para trás.

Pescoço curto com cabeça grande e bico longo, forte e grosso.

Existe dimorfismo sexual. No macho, a parte superior do corpo é verde-bonzeada, asas e cauda pintadas de branco. Parte inferior com a garganta branca como na barriga.Peito ferrugíneo-castanho. Lados verdes pintados de branco.

A fêmea tem garganta e peito de cor ocre claro, sendo o peito pintado de verde.

Habitat: Ao longo de rios, lagos e orla marítima, mangues, embocaduras de rios, em florestas ou áreas abertas, onde haja árvore para o pouso.

Ocorrência: Brasil central e este meridional, do Espírito Santo ao Rio Grande do Sul.

Hábitos: Espécie solitária, muito boa voadora, podendo manter-se fixa num ponto de vôo quando caçando na água ou nos campos.

Alimentação

Martim-pescador: ave de bico longo que se alimenta de peixes, girinos e insetos

Peixes, insetos, pequenos répteis, anfíbios, jovens pássaros e mamíferos como camundongos.

Reprodução

Ninho construído nas barrancas dos rios e de estradas pouco movimentadas, constituindo-se de um buraco de 10 cm de diâmetro com profundidade que pode chegar a 1 m, com curva terminando em uma concavidade onde coloca algumas folhas para proteção da postura.

A postura consiste em 2 a 4 ovos brancos com 25 x 20 mm em seus eixos e a incubação faz-se em 21 dias.

Os filhotes nidícolas permanecem por 32 dias até deixarem o ninho.

Período Reprodutivo: Junho a setembro

Locais de observação: Brejos, Mata ciliar rio Cuiabá, Mata ciliar rio São Lourenço, Rios, corixos e baías.

Comprimento: 19,00 cm

Ameaças: Poluição e destruição do habitat.

Martim-pescador-pequeno – Espécie

Maior do que as espécies seguintes, mas bem menor do que o matraca.

Plumagem do dorso e cabeça verde metálica brilhante.

Macho com uma grande faixa avermelhada no peito, separando o colar e barriga brancos.

Na fêmea, essa área é ocupada por uma listra verde, larga nos lados e estreita, quase interrompida, no meio do peito. Nos dois sexos, os flancos são estriados de verde.

Costuma ficar pousado nas galhadas sobre a água, meio escondido pela vegetação ou nas cabeceiras de pontes. Ocasionalmente, “peneira” sobre a água. Voa muito próximo da superfície, seja quando é assustado, seja na maioria dos deslocamentos. Os territórios de pesca são mantidos livres de outros martins-pescadores, com rápidos movimentos verticais de cabeça e cauda precedendo qualquer atitude mais belicosa. Saindo ou chegando ao pouso, fora das tentativas de pesca, emite uma risada longa e cortante, característica da espécie. Assustado, dá o alarme com um grito curto e forte, enquanto movimenta cabeça e cauda.

A baixa das águas do Pantanal é o período de reprodução, com os casais formando grupamentos de ninhos em alguns barrancos. Como os outros martins-pescadores, cavam os ninhos com os pés, algumas vezes usando tocas abertas por peixes no período de cheia. O casal cuida do choco e dos filhotes.

Aparece em todos os corpos d’água da Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN), com maior freqüência nas mesmas áreas do que o matraca. Pode ser visto pescando no embarcadouro do hotel em Porto Cercado.

Martim-pescador-pequeno – O que é

Martim-pescador-pequeno, são aves de porte variável, cabeça provida de penacho, bico grande e forte, e plumagem de cores diversas.

São solitários raramente vêem-se casais.

Podem ser vistos pousados em galhos de árvores, pontes e cercas, às margens dos rios, corixos e banhados.

Alimentam-se, principalmente, de peixes que pescam mergulhando.

Comem também insetos, pequenos anfíbios, répteis e filhotes de mamíferos.

Capturam animais terrestres de maneira semelhante a que usam para pescar: mantêm-se em vôo de libração, ou seja, batendo as asas sem sair do lugar, sobre o local em que está a presa; quando conseguem uma boa visibilidade, juntam as asas ao corpo e atiram-se em mergulho, como uma flecha, apanham-na com o bico e engolem-na imediatamente.

Cavam galerias nos barrancos dos rios, ou aproveitam buracos abandonados para a construção dos ninhos. Enquanto a fêmea choca, o macho se encarrega de alimenta-la. O cuidado com os filhotes é repartido pelo casal.

As espécies mais comuns na região

Martim-pescador-grande ou matraca, Martim-pescador-verde, Martim-pescador-pequeno-verde, Martim-pescador-pequeno-pintaddo e Martim-pescador-miudinho.

Martim-pescador-pequeno – Brasil

É quase uma miniatura do martim-pescador-verde.

Presente em todo o Brasil e também dos Estados Unidos e México à Argentina. Comum em beiras de rios e lagos com vegetação aquática, lagunas e manguezais.

Pousa na vegetação à beira d’água (entre 1 e 3 m de altura), de onde observa suas presas.

Às vezes paira no ar antes de mergulhar.

Come peixes de 3 a 5,5 cm.

Faz ninho em buracos escavados em barrancos de rios, com a entrada do túnel bem escondida pela vegetação pendente.

Põe de 3 a 5 ovos.

O macho apresenta uma faixa ferrugínea no peito, a qual é verde-metálica (mais larga nas laterais) na fêmea.

Conhecido também como ariramba-pequena.

Martim-pescador-pequeno – Família

Nome comum a qualquer componente de uma vasta família de aves dotadas de cabeça grande e bico longo, pesado e pontudo.

Várias espécies têm uma crista no alto da cabeça. Além disso, apresentam pernas curtas, cauda grossa, curta e eriçada e comprimento de 16 cm. Os dedos externo e médio estão unidos por fortes membranas.

Vivem à beira dos cursos d’água e são encontradas em todo o mundo.

No Brasil, são também chamadas pica-peixes e arirambas. A família do martim-pescador é constituída de aves terrestres e aquáticas.

O Martim-pescador-pequeno pode passar horas pousado em um galho de árvore sobre um curso d’água, observando se algum peixe pequeno aparece. Só então ele mergulha. Ele pode atravessar o peixe com o seu bico comprido e capturá-lo. A seguir, mata o peixe arremessando-o uma ou mais vezes de encontro a um galho e o lança para o alto, pegando-o quando cai. Além de peixes, o martim-pescador costuma se alimentar de lagostins, rãs, girinos, salamandras e insetos.

O Martim-pescador-pequeno é representado no Brasil por cinco espécies, uma das quais é o martim-pescador do Amazonas (espécie Chloroceryle amazona).

As outras são o martim-pescador-grande (Megaceryle torquata), o martim-pescador-pequeno (Chloroceryle americana), o martim-pescador-pintado (Ceryle inda) e o martim-pescador-verde (Ceryle americana).

É geralmente a espécie mais comum, as parttes superiores verde bem escuras contrastando com uma faixa branca saliente e sedosa que liga a base do bico à nuc, onde é atravessada pelo penacho nucal.

O macho tem as parrrtes inferiores brancas com o peito acastanhado, sendo os mesmos respectivamente amarelados e manchados de verde na fêmea.

Voz “ta-ta”, “ti-ti” ( advertência), “trr-trr-trr-trr”, canto chireado e uma seqüência descedente parecida a com o Martim-Pescador-Verde, “kli, kli, kli, kli, kli”. Habita os lagos com rica vegetação aquática, beira de rios pequenos e grandes, manguezais.

Ocorre no Texas e México à Argentina, todo o Brasil.

Classificação científica

Nome Científico: Chloroceryle americana (Gmelin, 1788)
Nome popular:
Martim-pescador-pequeno
Nome em Inglês:
Green Kingfisher
Reino:
Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Coraciiformes
Família: Alcedinidae Rafinesque, 1815
Espécie: C. americana
Gênero:
Chloroceryle

Martim-pescador-pequeno – Fotos

Fonte: www.vivaterra.org.br/www.avedomestica.com/www.pantanalms.tur.br/neotropical.birds.cornell.edu/www.discoverlife.org/www.flickr.com

 

 

 

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