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Mutum Pinima

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Nome vulgar: Mutum pinima
Classe: Aves
Ordem: Galliformes
Família: Cracidae
Nome científico: Crax fasciolata
Nome inglês: Bare faced curassaw
Distribuição: Brasil (Paraná, Norte do Maranhão, leste e sul de Goiás, Oeste de Minas Gerais e Panamá)
Habitat: Zonas tropicais
Longevidade: 40 anos
Hábitos: São monógamos. O macho dá comida à fêmea
Maturidade: 2 anos
Época reprodutiva: Setembro a Janeiro
Incubação: 33 dias
Nº de filhotes: 2 a 4

Alimentação na natureza

Predominantemente frugívoros; sementes e restos vegetais, folhas e brotinhos

Alimentação em cativeiro

Ração, agrião picado, carne moída, cenoura ralada, milho inteiro.

Habita as florestas existentes próximas aos rios, preferindo ciscar em suas margens bem cedinho (pela manhã) e ao entardecer. Além de comer frutas silvestres, folhas e brotos, caçam gafanhotos, pererecas, lagartos e aranhas. Na época reprodutiva, o macho oferece alimenta à fêmea e, após formado, o casal não mais se separa.

A fêmea põe 2 a 5 ovos. Apesar de logo ao nascer serem capazes de andar, os pintos ficam sob a guarda da fêmea por até quatro meses. Normalmente, dormem empoleirados no tronco das árvores.

Fonte: www.felipex.com.br

Mutum Pinima

Nome vulgar: MUTUM PINIMA
Classe: Aves
Ordem: Galliformes
Família: Cracidae
Nome científico: Crax fasciolata
Nome inglês: Bare faced curassaw
Distribuição: Brasil (Paraná, Norte do Maranhão, leste e sul de Goiás, Oeste de Minas Gerais e Panamá)
Habitat: Zonas tropicais
Hábitos: São monógamos. O macho dá comida à femea
Longevidade: 40 anos
Maturidade: 2 anos
Época reprodutiva: Setembro a Janeiro
Incubação: – 33 dias
Nº de filhotes: 2 a 4

Mutum Pinima

Alimentação na natureza

Predominantemente frugívoros; sementes e restos vegetais, folhas e brotinhos.

Alimentação em cativeiro

Ração, agrião picado, carne moída, cenoura ralada, milho inteiro

Habita as florestas existentes próximas aos rios, preferindo ciscar em suas margens bem cedinho (pela manhã) e ao entardecer.

Além de comer frutas silvestres, folhas e brotos, caçam gafanhotos, pererecas, lagartos e aranhas. Na época reprodutiva, o macho oferece alimenta à fêmea e, após formado, o casal não mais se separa.

A fêmea põe 2 a 5 ovos. Apesar de logo ao nascer serem capazes de andar, os pintos ficam sob a guarda da fêmea por até quatro meses. Normalmente, dormem empoleirados no tronco das árvores.

Fonte: www.flickr.com

Mutum Pinima

Crax fasciolata

Características

Possui penacho com a ponta das penas recurvadas para cima.

A região das narinas é amarela. Dimorfismo sexual acentuado. Os machos são negros, barriga branca, o amarelo das narinas é maior e a ponta das penas da cauda é branca.

As fêmeas são marrom-café, rajadas de branco. Topete com a base das penas branca. Peito mais claro e barriga branca. Pernas compridas.

É o mais conhecido dos mutuns. Mede aproximadamente 85 cm de comprimento e pesa quase 3 kg. Podem viver por 40 anos.

Habitat

Florestas densas, próximas de rios, matas ciliares e orla de matas.

Ocorrência

Sul do Amazonas, do Pará, Maranhão, Brasil central até oeste de São Paulo, Paraná e Minas Gerais.

Hábitosarborícola

À tarde e pela manhã circulam pelas praias locais. São monógamos. O macho dá comida à fêmea. Dormem empoleirados no tronco das árvores.

Alimentação

Frutas, sementes, restos vegetais, folhas, brotos, gafanhotos, pererecas, lagartos e aranhas.

Reprodução

Atingem a maturidade aos 2 anos. Reproduzem-se de setembro a janeiro. A incubação dura 33 dias, produzindo-se de 2 a 4 filhotes. Apesar de logo ao nascer serem capazes de andar, os pintos ficam sob a guarda da fêmea por até quatro meses.

Ameaças

Ccaça e destruição do hábitat. Espécie ameaçada de extinção.

Fonte: www.vivaterra.org.br

Mutum Pinima

Período Reprodutivo

julho a novembro

Locais de observação

Cambarazal, Cerradão, Mata ciliar rio Cuiabá, Mata ciliar rio São Lourenço, Mata Seca.

Você encontra essas informações na página 84 do Guia das Aves

A maior ave da família no Pantanal, o mutum passa a grande parte do dia no solo da mata ou nas proximidades dos capões. Ao amanhecer e no final da tarde, pode ser visto nas praias ou nas estradas pantaneiras.

Alimenta-se de flores caídas de ipês (piúvas), frutos no chão e invertebrados. Empoleira-se a meia altura, durante a noite ou nas horas mais quentes do dia. O ninho, uma grande maçaroca de galhos e folhas, é construído a 3 ou mais metros de altura do chão, camuflado por folhas da árvore de sustentação. Postura de dois ovos, chocados ao longo de um mês. Os filhotes voam atrás dos pais no segundo dia de vida, sendo a reprodução no final da seca e início da temporada de chuvas.

O nome mutum vem do canto territorial do macho, um som gutural, alto. Mais freqüente de julho a dezembro, embora possa ser escutado em qualquer mês do ano. No período reprodutivo, começa a cantar na madrugada, ainda escuro e prossegue, com grandes intervalos, até o meio da manhã. Canta tanto empoleirado, como no solo, virando a cabeça para o chão, entreabrindo as asas e expulsando o ar pela traquéia, em movimentos ritmados do corpo.

Além desse chamado, macho e fêmea possuem um assobio alto e curto, usado como alarme. Responde, quando imitado.

Vive aos casais, sendo raro encontrá-lo isolado. Muito territoriais, somente aceitam os filhotes juntos por algum tempo, sendo logo expulsos da área, ao atingirem o tamanho dos pais.

O contraste das cores da plumagem dos dois sexos é marcante (foto). Macho todo negro, com a barriga e ventre brancos. A pele nua em volta das narinas é amarelo vivo, em contraste com o negro do bico. Cauda longa e negra, com a uma pequena ponta branca. Já a fêmea é mais colorida, embora o negro domine no dorso. Possui uma série de finas listras brancas nas costas e parte do peito, com a barriga e ventre amarelados. A crista, formada por penas sempre eriçadas, é branca, com pontas negras. A pele das narinas é escura, como o bico e cabeça, às vezes com alguns pontos amarelos. Os filhotes nascem com uma plumagem especial, muito colorida, logo trocada para a plumagem do sexo correspondente.

Apesar de ser uma ave procurada como caça, no Pantanal é bastante freqüente. Nos lugares onde não é perseguida, aproxima-se das casas e vêm ao terreiro comer junto com a criação doméstica.

Fonte: www.avespantanal.com.br

Mutum Pinima

Nome Vulgar: Mutum
Nome Científico: Crax fasciolata
Classe: Aves
Gênero: Crax
Espécie: fasciolata

Mutum Pinima

ESPÉCIE AMEAÇADA DE EXTINÇÃO

Conhecido também como mutum-pinima (Pará), nome que significa “mutum cheio de pintas”. É uma ave arborícola um pouco maior do que uma galinha com comprimento 83cm e peso 2,7Kg. Possui um penacho com a ponta das penas recurvadas para cima.

A região das narinas é amarela. Apresenta dimorfismo sexual acentuado, os machos são negros com a barriga branca, o amarelo das narinas é maior e a ponta das penas da cauda é branca; a fêmea é marrom-café, rajada de branco, cabeça e pescoço preto, peito canela e barriga bege. O topete é com a base das penas branca. As pernas são compridas. Habita a mata ciliar, orla de mata à tarde e pela manhã circula pelas praias locais, prefere o chão de florestas de galeria e bordas de florestas densas. Vive aos pares ou em pequenos grupos familiares.

Mutum Pinima

Alimenta-se de frutos, caramujos, gafanhotos, pererecas e outros pequenos animais. Embora passe a maior parte do tempo no chão, empoleira-se para dormir. Põe ovos brancos com a casca bastante áspera, levando 30 dias para o nascimento dos filhotes, que dormem sob as asas da mãe. Tem ampla distribuição e é o mais conhecido dos mutuns, encontra-se no sul do Amazonas, na região compreendida entre o Rio Tapajós e o Maranhão, Pará, Brasil central até oeste de São Paulo, Paraná e Minas Gerais. Encontrado também na Bolívia, Paraguai e Argentina.

Fonte: www.diagnostico.org.br

Mutum Pinima

Mutum-de-Penacho (Crax fasciolata)

Mutum Pinima

São aves arborícolas um pouco maiores que uma galinha.

Possuem penacho com a ponta das penas recurvadas para cima.

Tem ampla distribuição e é o mais conhecido dos mutuns sendo encontrado com frequência nos Jardins Zoológicos.

Ocorre no sul do Amazonas, do Pará, Maranhão; Brasil central até oeste de São Paulo, Paraná e Minas Gerais.

Fonte: www.sindicatotrescoroas.com.br

Mutum Pinima

Mutum Pinima

Família: Cracidae
Espécie: Crax fasciolata
Comprimento: 83 cm
Peso: 2,7 kg.

Presente ao sul do Rio Amazonas, na região compreendida entre o Rio Tapajós e o Maranhão, estendendo-se para o sul até São Paulo. Encontrado também na Bolívia, Paraguai e Argentina. As populações da Amazônia, pertencentes à subespécie Crax fasciolata pinima, encontram-se ameaçadas de extinção, sobretudo em conseqüência da caça. Habita o chão de florestas de galeria e bordas de florestas densas. Vive aos pares ou em pequenos grupos familiares.

Alimenta-se de frutos, caramujos, gafanhotos, pererecas e outros pequenos animais. Embora passe a maior parte do tempo no chão, empoleira-se para dormir. Põe ovos brancos com a casca bastante áspera, levando 30 dias para o nascimento dos filhotes, que dormem sob as asas da mãe. O macho é preto com a região da barriga branca; a fêmea tem a plumagem preta listrada de branco, cabeça e pescoço preto, peito canela e barriga bege. Conhecido também como mutum-pinima (Pará), nome que significa “mutum cheio de pintas”.

Fonte: olhares.aeiou.pt

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