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Gnu

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Descrição

Os gnus-negros possuem uma coloração que varia do chocolate escuro ao negro, sendo os machos mais escuros que as fêmeas.

Ambos os sexos adquirem uma coloração mais clara do couro durante o verão, e coloração mais contrastante durante o inverno. Como o gnu-azul, possui a barba e a crina espessas.

A crina do gnu-negro porém é erétil sobre seu pescoço.

Essa crina característica da espécie possui uma coloração creme com as bordas superiores enegrecidas.

Adicionalmente, os gnus-negros possuem uma faixa espessa de pelos, entre as pernas traseiras, cobrindo os flancos, e outra massa de pelos situada sobre o focinho. Os exemplares machos podem atingir 111 á 121 cm na altura da cernelha e até 2 m de comprimento, sendo as fêmeas um pouco mais leves.

O par de cornos é curvado para baixo e depois sobem novamente, formando uma espécie de gancho, e atingem de 48 á 78 cm de comprimento (mais finos e curtos nas fêmeas).

A base dos chifres forma um escudo protetor, tendo uma área levemente mais alta. Esta é uma das características que o difere do gnu-azul. Glândulas pré-orbitais são presentes, sob um tufo de pelos, e também nas patas traseiras.

Os olhos são pequenos, semi cobertos pela pelagem relativamente grossa, dando uma aparência curiosa.

O corpo é curvado, chegando a pesar até 180 kg nos machos.

Mesmo com todo esse porte, o gnu-negro, assim como o gnu-azul, é um animal de construção frágil.

Chaves de classificação física: endotérmico; simetria bilateral; quadrúpede.

Dimorfismo sexual: machos maiores.

Ontogenia e Reprodução

Os machos dominantes defendem o acesso ao seu harém de fêmeas com suas crias.

Esses machos territoriais são capazes de acasalar a qualquer hora (A reprodução ocorre primariamente durante a temporada que vai de fevereiro á abril, com crias secundárias nascidas entre novembro e dezembro).

Existe a sugestão de que o chamado que efetua estimula e sincroniza o estro da fêmea, mas também existe a evidência de que o ciclo lunar influi nesse processo.

Quando excitado, o macho não come nem descansa enquanto houver uma fêmea dentro de seu território.

Existem poucos dados sobre os rituais de corte, mas sabe-se que efetuam o movimento chamado Flehmen, no qual o macho descobre se a fêmea está receptiva provando sua urina.

Se a fêmea receptiva não quiser cooperar, o macho irá se levantar a sua frente com sua total ereção no modo de cópula. A fêmea receptiva irá levantar sua cauda.quando o macho se aproximar.

Sua cauda permanece em pé,as vezes verticalmente, durante o tempo de acasalamento, e também deixa suar pernas traseiras de modo arqueado. A cópula ocorre dezenas de vezes, duas ou mais vezes durante um minuto.

Não existem verdadeiros gnus-negros selvagens vivendo hoje em dia – todos são descendentes de exemplares cativos, e estes em seu habitat nativo são mantidos em fazendas de caça.

Todo o comportamento registrados dessa espécie não é necessariamente preciso – alamedas com grades restringem sua movimentação e a intervenção humana reduziu o tamanho dos grupos.

Grupos maternais possuem uma hierarquia distinta, e foram vistas fêmeas atacando e lutando contra estranhos. Grupos dominados por machos raramente mostram essa agressividade.

Grupos de fêmeas e suas crias tomam um território com cerca de 250 acres em tamanho, passando pelo território de machos reprodutivos.

Esses territórios são definidos por um macho quando atinge os quatro anos de idade, e é demarcado no centro com sua urina e as glândulas odoríferas.

Conflitos territoriais envolvem combates de chifres. A vocalização dos gnus-negros inclui um mugido metálico no seu repertório.

Estrutura social: Solitário,ou em pequenos grupos temporários.

Dieta: Gramíneas.

Predadores principais: Leão, hiena-malhada, guepardo, leopardo, cão-caçador-do-cabo, crocodilos.

Chaves de características comportamentais: móvel; diurno.

Chaves de características alimentares: herbívoro; ruminante; heterótrofo.

Habitat: Habita campos e áreas arborizadas áridas.

Bioma terrestre: savana ou campo; campo arborizado.

Distribuição Geográfica: Ocorre no nordeste da África do Sul (re-introduzido em toda África do Sul e Lesoto).

Região Biogeográfica: etiópico (nativo).

Distribuição Histórica: Os gnus são descendentes de bovinos primitivos. O primeiro artiodátilo conhecido, Diacodexis vivia na América do Norte durante o Eoceno, e no decorrer do Terciário, seus descendentes espalharam-se por quase todo o mundo (exceto Oceania e Antártida).

Era geológica: Cenozóico; Quaternário; Holoceno (dias atuais).

Estado de Conservação: O gnu-negro é classificado em risco baixo, dependente de conservação segundo o IUCN (1996). Existe um número grande de exemplares cativos. Esses antílopes curiosos foram quase completamente exterminados pelos colonos brancos, os quais os viram como pestes, e também os caçavam pelas suas caudas, como espanta moscas.

Exemplares vivos: em decréscimo (selvagem).

Subespécies: Não há definições de subespécies disponíveis neste banco de dados.

Observações e Etimologia

Konnos (Grego) a barba; khaite (Grego) cabelos caídos: referente aos pelos que possui na face e no pescoço. Gnou é o nome Hottentoto para esse antílope.

Nomes vulgares: gnu-negro (português); gnu-de-cauda-branca (português); white-tailed-gnu (inglês); black wildebeest (inglês); gnou (Hottentoto).

Protônimo: Antilope gnou Zimmermann, 1780.

Sinônimos: Connochaetes connochaetes (espécie sinônima).

O que é um Gnu?

Um gnu é um ungulado no gênero Connochaetes que pode ser encontrado na África Austral, Central e Oriental. Os animais vagam pela planície em grupos de tamanhos variados para buscar comida e água.

Os gnus também se engajam em migrações maciças anuais em busca de água em rebanhos que podem incluir centenas de animais e viajar mais de 1.288 quilômetros.

Os grandes animais são uma parte importante da paisagem africana e são freqüentemente avistados por pessoas em um safári.

O nome tem origem em duas palavras holandesas holandesas, que significa “fera selvagem”.

Um gnu também pode ser conhecido pelo nome alternativo de gnu, uma palavra que vem da língua Khoikhoi da África. “Gnu” é provavelmente uma onomatopeia, porque gnu macho faz um grunhido que soa de forma similar.

O que quer que você chame, um gnu pode crescer até um tamanho impressionante. Alguns machos pesaram mais de 250 quilos, com vacas geralmente pesando um pouco menos.

Em condições ideais, um gnu pode viver por volta dos 20 anos.

O gnu é considerado um bovídeo, porque tem mesmo os pés. Além disso, a estrutura do corpo do gnu classifica-o como um antílope. Como outro antílope, um gnu tem pernas longas e finas, membros traseiros poderosos que lhe dão um movimento característico e chifres formidáveis.

Tanto machos quanto fêmeas têm chifres, que podem ser usados em combinação com cascos afiados em uma luta séria.

Em pequenos grupos, os gnus estão em risco de predadores como leões e cães selvagens.

Eles também estão em risco devido a encontros com humanos, que os caçam por comida e também cercam seu habitat.

No entanto, um grande grupo de gnus pode virar as mesas. As debandada de gnus são famosos na África, e os animais podem viajar até 80 quilômetros por hora por pelo menos trinta minutos quando estão fugindo de predadores. Animais pegos em seu caminho serão atropelados.

Os gnus têm pelos brilhantes e curtos, de castanho a cinzento, com riscas feitas de cabelo mais longo e escuro. Algumas espécies têm características distintas, como barbas ou cabelo fetlock.

Os animais acasalam na primavera, depois do fim da estação chuvosa e antes do início das migrações. Em dezembro, gnus fêmeas dão à luz seus filhotes. Como muitos outros animais selvagens, um gnu jovem é geralmente capaz de acompanhar o rebanho em poucos dias, embora demore vários meses para amadurecer completamente.

Animal

O desajeitado gnu (pronunciado “g-novo” ou simplesmente “novo”) ganhou o nome de africânder gnu, ou “fera”, pela aparência ameaçadora apresentada por sua cabeça grande, juba desgrenhada, barba pontiaguda e chifres afiados e curvos.

Na verdade, o gnu é melhor descrito como uma fonte confiável de alimento para os predadores verdadeiramente ameaçadores da savana africana: leões, guepardos, cães selvagens e hienas.

A palavra “Connochaetes” deriva de duas gregas: “Konnos” que significa barba e “khaite” que significa cabelos caídos – referente aos pelos que possui na face e no pescoço.

Antílope de extranha aparência, habita as savanas do centro e sudoeste da África.

Migra todos os anos, na companhia de zebras e gazelas, em busca de pastos frescos e água.

Os filhotes são capazes de andar e correr pouco tempo depois do nascimento. Desta forma, podem fugir de leões e outros predadores.

Gnu – (Connochaetes taurinus)

Existem 5 subespécies:

Connochaetes taurinus mearnsi (Western White Bearded Wildebeest) Quênia e Tanzânia
Connochaetes taurinus albojubatus (Eastern White Bearded Wildebeest) Quênia e Tanzânia
Connochaetes taurinus taurinus (Blue or Brindled Wildebeest) Angola, Zâmbia, Moçambique, Namíbia, Botsuana, Zimbábue, África do Sul, Suazilândia
Connochaetes taurinus johnstoni (Nyassa Wildebeest) Tanzânia, Malauí, Moçambique
Connochaetes taurinus cooksoni (Cookson’s Wildebeest) Zâmbia

Classificação

Nome científico: Connochaetes gnou (Zimmermann, 1780) 
Nome
 comum: Gnu
Nome em inglês: White Tailed Gnu ou Black Wildebeest
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Artiodactyla
Família: Bovidae
Gênero: Connochaetes
Comprimento do corpo: 1,7-2,2 m
Comprimento de cauda: 
80-100 cm.
Altura: 
90-120 cm (cernelha).
Peso: 
110-180 kg.
Período de gestação: 
8 a 9 meses
Número de crias: 
1.
Maturidade sexual: 
3 anos; 1,5-2,5 anos.
Longevidade: 
20 anos.
Alimentação:
 alimentam-se de brotos e ervas tenras que nascem após uma chuvarada

Gnu – Fotos

Fonte: br.geocities.com/www.nationalgeographic.com/www.wisegeek.com/a-z-animals.com/www.livescience.com

 

 

 

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