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Corruíra

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Corruíra – O que é

Na maioria dos livros é citada como Troglodytes aedon.

A pequenina corruíra é uma das aves mais comuns da cidade. Sozinha ou em casal, percorre muros, telhados e copas de árvores, com movimentos rápidos e nervosos. Seu canto trinado, alegre e melodioso, é ouvido principalmente no começo da manhã. Enquanto ela se move sobre construções ou na vegetação, emite sem parar um crét crét, rouco e baixo.

O ninho é uma tigelinha construída em buracos de muros e de árvores. A ave usa também casinhas e caixas colocadas pelas pessoas com essa finalidade.

Come insetos pequenos (besouros, cigarrinhas, formigas, lagartas, vespinhas) e aranhinhas, e às vezes até filhotes de lagartixa. Captura as presas enfiando o bico em frestas e cavidades, tanto em construções humanas quanto sob a casca de plantas.

Pode ser vista em qualquer tipo de ambiente dentro da cidade, desde parques com matas até bairros movimentados. Existem corruíras, por exemplo, em toda a região da avenida Paulista.

Corruíra – Características

Esta ave extremamente comum em todo o Brasil, essa cambaxirra habita os jardins, locais povoados e até o interior das cidades; gosta de saltitar sobre os telhados das casas, onde procura insetos e apanha de passagem mosquitos que estão a seu alcance.

Constrói seu ninho sob telhas, em fendas ou até em ocos e seu canto é alegre, se assemelhando ao da carriça, espécie européia.

Possui cerca de 12 cm, sendo de coloração parda, com asas e caudas tendo finas faixas transversais negras, sendo que existe em Minas Gerais uma mutação cor de canela.

É chamada também de garrincha e localmente no Rio de Janeiro, há uma crendice que essa ave dá azar. No Parque, observamos um ninho feito em uma fenda entre tijolos, na região da Praça das Águas, onde se desenvolveram três filhotes.

Corruíra – Troglodytes aedon

Quem lê o nome científico, Troglodytes aedon, pode pensar logo num bicho enorme, pavoroso.

Mas, nada disso: a corruíra é outro passarinho mignon, com 11 cm ao todo, mas só 6 cm de corpo – o resto é cauda.

Muito elétrica, corre trechos curtos e dá vôos rente ao chão.

A aparência frágil engana: um casal, com três filhotes, é capaz de comer perto de quinhentos insetos por dia ( a horta e o pomar agradecem ).

Convive bem com o tico-tico.

O macho é um belo cantor.

Corruíra ou Cambaxirra

Pássaro dos mais familiares e comuns neste pais.

Ocorre em qualquer lugar,tipicamente o ubíquo,á volta de casa e em jardim,entra até nos quartos,onde canta; ocorre também no centro de cidades como o Rio de Janeiro;vive nos tipos mais diversos de paisagens naturais,como beira de mata, cerrado,caatinga,pântanos e campos na serras altas do sudeste,há a crendice que o cambaxirra dá azar.

Características: Pássaro muito comum e fácil de ser encontrado. Mede 12 cem de comprimento tendo plumagem parda escura na parte dorsal e ferrugínea na parte ventral, com bico delgado.

Habitat: Borda de matas, cerrados, caatingas, áreas alagadas, campos e áreas verdes urbanas, próximo de residências.

Ocorrência: Toda a América do Sul

Hábitos: Muito gracioso e irrequieto, vive saltitando pelos muros, telhados e solo. Constrói o ninho normalmente escondido nas telhas de casas.

Alimentação

Pequenos frutos, sementes e insetos.

É onívora: come tanto artrópodes (insetos e aranhas) como também frutinhos e sementes.

Reprodução

Desenvolve em média 3 posturas por ano, com 3 a 4 ovos cada, normalmente de agosto a maio.

Nidifica em qualquer cavidade: seja um pau-oco, buracos em casas, ou ninho abandonado de João-de-barro. Os ovos são avermelhados e salpicados de cinza escuro. Põe de 3 a 4 ovos e faz mais de uma postura por estação reprodutiva caso eles se percam. Os ovos são chocados pela mãe durante 15 dias. Os pais alimentam os filhotes até 18 dias, quando então eles saem do ninho.

Ameaças

É uma espécie de ampla distribuição e capaz de se adaptar muito bem aos ambientes alterados pelo homem, mas deve ser preservada por prestar importante contribuição no controle de insetos em ambientes urbanizados.

Comprimento: 12 cm

Corruíra – Brasil

Um dos pássaros mais conhecidos do País. Presente em todo o Brasil e também da América do Norte a toda a América do Sul.

Muito comum, ocorre virtualmente em todos os habitats abertos e semi-abertos, aparecendo rapidamente em clareiras abertas em regiões florestadas.

Habita também os arredores de casas e jardins, inclusive no centro de cidades, e ocupa ilhas na costa marítima.

É onívora, predominando em sua dieta insetos e suas larvas; come também lagartixas, sementes e frutos. Vive solitária ou aos pares; macho e fêmea cantam em dueto.

Faz ninho forrando qualquer cavidade, seja um pau oco, um buraco ou mesmo um ninho abandonado de joão-de-barro.

Põe de 3 a 4 ovos vermelho-claros, densamente salpicados de vermelho-escuro, com manchas cinza-claras.

Conhecida também como correte (Pará), Cambaxirra, garrincha, cutipuruí (Pará, Amazonas), rouxinol (Maranhão) e corruíra-de-casa.

Corruíra – Descrição

Quase inconfundível, ao menos em ambientes alterados pelo homem, as outras espécies brasileiras da família Troglodytidae são típicas de ambientes florestais ou restritas a habitats muito específicos.

Até recentemente a espécie Troglodytes aedon tinha sua distribuição registrada em todo o continente americano, exceto acima do Círculo Polar Ártico, no entanto após uma série de estudos as populações ao sul do México passaram a ser consideradas como uma espécie distinta, renomeada como Troglodytes aedon. A mudança no nome científico não mudou em nada a popularidade desta ave já muito conhecida em nosso país.

Esta pequena ave apresenta um comportamento hiperativo, pulando pelo chão a procura de pequenos invertebrados, lembrando um camundongo ( musculus = camundongo ). Também pode saltar de galho em galho com a mesma velocidade, porém raramente se alimenta muito distante do solo, empoleirando principalmente para cantar.

Sua vocalização é muito complexa e melodiosa, algo que é de se esperar para uma ave da mesma família do famoso uirapuru.

Com certeza os comportamentos mais notáveis em relação a esta espécie referem-se a sua reprodução, pois a corruíra é capaz de construir seu ninho nos locais mais improváveis. A lista de relatos de ninhos construídos em condições incomuns é grande, passando por telefones públicos, tratores, caixas de música, instalações elétricas, etc. É uma das aves que mais se aproveita dos ninhos artificiais disponibilizados pelos humanos, especialmente caixas com entrada pequena.

Os ovos, de 3 a 6, eclodem após cerca de duas semanas e os filhotes demoram quase o dobro deste tempo para abandonar o ninho. Os pais se revezam nos cuidados com os filhotes.

A corruíra pode destruir ovos de outras espécies de aves sem nem mesmo alimentar-se deles. Este comportamento pode estar relacionado à eliminação de competidores de outras espécies. Há vários relatos deste comportamento para a espécie americana, e para a brasileira há uma descrição de predação em ovos do sabiá-pardo (Turdus leucomelas )

Classificação científica

Nome científico: Troglodytes aedon
Nome popular: Corruíra
Outro nome popular:
cambaxirra
Classe: Aves
Ordem:
Passeriformes
Família: Troglodytidae
Espécie:
aedon
Comprimento: 11 – 13 cm
Peso: 11 g
Tamanho:
12,0 cm

Corruíra – Fotos

Fonte: www.vivaterra.org.br/www.flickr.com/pbh.gov.br/pt.treknature.com/animaldiversity.org/www.xeno-canto.org/www.freebirds.com.ar/neotropical.birds.cornell.edu

 

 

 

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