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Gatos Domésticos

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O que é

Gatos domésticos, não importa sua raça, são todos membros de uma espécie.

Quando se trata da frase “gato doméstico“, algumas pessoas podem ficar confusas.

Um gato doméstico pela pura definição da palavra é suposto ser um gato que reside em um domicílio – no entanto, nem todos os gatos domésticos são gatos domésticos.

Gatos domésticos podem ser de raças puras, mestiças, viver em uma casa ou fazenda com humanos, ou residir em um bairro como um gato vadio ou feroz.

Relacionamento com Humanos

Felis catus teve um relacionamento muito longo com os seres humanos.

Os antigos egípcios podem ter domesticado gatos pela primeira vez há 4.000 anos.

Os roedores abundantes provavelmente atraíram felinos selvagens para as comunidades humanas. A habilidade dos gatos em matá-los pode ter merecido a atenção carinhosa dos humanos. Os primeiros egípcios adoravam uma deusa felina e até mesmo mumificavam seus amados animais de estimação para sua jornada ao próximo mundo – acompanhados de ratos mumificados! Culturas em todo o mundo adotaram gatos como seus próprios companheiros.

Habilidades de Caça

Tal como os seus parentes selvagens, os gatos domésticos são caçadores naturais capazes de perseguir presas e atacar com garras e dentes afiados.

Eles são particularmente eficazes à noite, quando seus olhos que refletem a luz permitem que eles vejam melhor do que grande parte de suas presas.

Os gatos também desfrutar de audição aguda. Todos os gatos são ágeis, e suas longas caudas ajudam em seu equilíbrio.

Dieta

Os gatos domésticos permanecem em grande parte carnívoros e desenvolveram um intestino simples, apropriado para carne crua.

Eles também retêm a língua áspera que pode ajudá-los a limpar cada último bocado de um osso animal (e limpar-se).

Suas dietas variam com os caprichos dos seres humanos, no entanto, e podem ser complementadas pelos sucessos da caça do gato.

Raça

O Gato Caseiro ou Doméstico é extremamente individualista, limpo e gracioso.

Sem raça definida, este gato de temperamento amistoso possui passos flexíveis e unhas retráteis que tornam a sua passada silenciosa.

De movimentos harmoniosos, o gato doméstico é um animal livre, ágil e muito simpático. Porém, defende o seu território de outros gatos com firmeza e ousadia, o delimitando com a própria urina para que outros gatos não invadam a sua área.

Diferentemente do cão, o gato sem raça definida (SRD) não consegue correr tanto, utilizando as suas garras para subir em árvores e escalar muros. Se por acaso ele cair, sua cauda funciona como leme. Também consegue nadar, mesmo que raramente.

Se você prestar bastante atenção aos ruídos dos gatos vai perceber que ele se expressa de diversas maneiras, seja através de miados, gritos, espirros e até sopros. Com este jeitinho todo especial, os gatos domésticos são solidários nos momentos de prazer, pesar, medo, ameaça e até…namoro!

Quando o seu dono chega, o gato o recebe com um som todo especial. Todos sabem que um gato satisfeito ronrona e quando mia está se dirigindo somente às outras pessoas e nunca aos outros gatos. Em relação aos sentidos, estes gatos possuem desenvolvidos o tato, a audição e a visão. Os pelos de seus bigodes são órgãos táteis muito sensíveis juntamente com as patas.

O Gato Doméstico tem pelos de comprimento médio para curto. Sua coloração é bastante variada, encontrando-se exemplares marrom malhado, azul e branco, preto e branco, branco e escama de tartaruga, azul-creme, rajado clássico vermelho e branco, entre outros.

O gato sem raça definida é um gato muito limpo, ele mesmo cuida da sua higiene cuidadosamente se lambendo e se alisando incansavelmente do pescoço à extremidade da cauda.

Ele esconde discretamente as fezes com terra ou serragem preparada para esse fim e que deve ser renovada todos os dias. Quando quer intimidar o seu adversário, o gato caseiro arqueia o dorso e eriça os pelos se transformando num “verdadeiro monstro”.

Aos cinco meses de idade a gata tem o seu primeiro cio e é fecundada pela primeira vez. Nos climas temperados os acasalamentos são mais freqüentes durante a primavera e podem durar de três dias a três semanas. Se a fêmea não é fecundada, ela começa imediatamente um novo período de cio.

Na fase da reprodução, a gata emite um grito característico e de grande alcance que alerta todos os machos da vizinhança. Nesta ocasião, tanto machos quanto fêmeas mudam de comportamento. Eles se tornam selvagens, inquietos, e vagam de dia e de noite à procura de seu companheiro (ou de sua companheira). Quem já não foi acordado alguma noite com os gritos dos gatos?

A gata pode dar à luz, numa mesma ninhada, a filhotes originados de vários machos, podendo cada um deles ser de um pai diferente.

A gestação dura em média 62 dias. A mãe prepara com antecedência um leito macio e confortável num lugar tranqüilo. Seu instinto faz com que ela esconda a prole do pai, pois caso ele descubra a presença dos filhotes corre-se o risco de devorá-los.

Os gatos domésticos são carnívoros se alimentados de caças, principalmente de aves e peixes; não comem carniças. Preferem carne de peixe. Às vezes, se alimentam com alguns vegetais, como complemento de sua dieta.

Seu tamanho é de 50 cm de comprimento, fora a cauda que pode atingir até 20 cm.

O macho pesa 4 kg e a fêmea 3 kg. Vive em média de 13 a 16 anos.

Descrição

Existe uma grande variedade de gatos domésticos; em qualquer das hipóteses, o gato africano, próprio dos países mediterrânicos, contribuiu notavelmente para a obtenção das espécies domésticas, pois foi o primeiro a ser domesticado pelo Homem.

O gato bravo distingue-se do doméstico principalmente pela sua maior robustez.

Desde os primeiros tempos históricos que o gato aparece rodeado de grande estima; foi mesmo encontrado mumificado nos túmulos dos antigos Egípcios. O favor dispensado a estes animais é explicado, mais do que pelo seu temperamento, na realidade pouco sociável, pela utilidade que sempre demonstrou ao livrar o Homem de roedores.

Ainda hoje desempenham um papel importante na economia, ajudando a dominar a população de ratazanas e ratos em quintas, casas, lojas, barcos e armazéns.

O gato sem pedigree, mas que merece o nosso destaque, por ser o gato que mais encontramos nas casas de pessoas, nos quintais, nas ruas. Diz-se, que pela sua necessidade de adaptação ao meio que o rodeia, é um animal mais forte, com menos tendência para doenças genéticas e de outros tipos, como doenças próprias de animais de apartamento, que adquirem mais sensibilidade digestiva e dermatológica.

O gato doméstico é bastante prolífico, pois o seu período de gestação é só de entre 59 e 65 dias, e a ninhada é composta por 4 crias em média.

Uma gata pode ter duas ninhadas por ano e ocasionalmente três.

Ainda que não seja fácil determinar o sexo das crias recém-nascidas, uma coisa parece certa: as de três cores são sempre fêmeas.

Nascem com os olhos fechados e só os abrem ao fim de 9 a 11 dias. Mesmo quando completamente desenvolvidos, os gatos não têm pestanas. A mãe cuida das crias durante 3 ou 4 semanas, ao fim das quais já podem comer num prato. Os pequenos podem normalmente ser separados da mãe sem qualquer perigo ao fim de 6 a 8 semanas.

Os gatos possuem em regra cinco dedos em cada uma das patas anteriores e quatro nas posteriores, mas não são raros os dedos supranumerários nas primeiras.

O animal caminha movendo ao mesmo tempo ambos os membros de um lado, ao contrário da maioria dos quadrúpedes que movem um membro anterior com o posterior do outro lado.

Possui um extraordinário sentido de orientação, como é provado por ser capaz de voltar a casa depois de ser deslocado a grandes distâncias com os olhos vendados. As suas pupilas contraem-se, reduzindo-se a uma linha muito fina ou ponto quando a luz é intensa, e dilatam-se quando é fraca, o que lhes permite ver bastante bem na escuridão, desde que não seja absoluta. O menor raio luminoso penetra na pupila dilatada e é refletido por uma membrana muito brilhante, “tapete lúcido”, existente no olho, produzindo-se então um estranho fulgor fosforescente de cor esverdeada, amarela ou avermelhada. O seu alimento natural são as próprias presas.

Mostra preferência pelos órgãos internos de outros animais (coração, rins, fígado, etc.) e, de um modo particular pelo peixe.

A sua anatomia bem protegida e o seu grande sentido de equilíbrio ajudam-no a prolongar a vida, que pode durar 15 ou mais anos. Animal resistente às doenças, sofre de algumas viroses graves, como o mormo, que se torna fatal em 70% dos casos. Outra doença infecciosa grave é a pneumonia, que pode ser combatida com antibióticos.

Origem e História

O convívio entre o homem e o gato existe desde 4 mil anos antes de Cristo. Foram encontrados afrescos e pinturas funerárias de gatos caseiros das primeiras dinastias egípcias. Encontrou-se no Egito uma grande variedade de múmias de gatos. Algumas são envolvidas em tiras de pano entrecruzadas formando um desenho bicolor. Discos redondos representam as narinas e os olhos, sendo as orelhas imitadas com folhas de palmeira. Outras são encerradas em sarcófagos de madeira, de bronze ou de barro. Alguns exemplares podem ser vistos no Museu Nacional do Rio de Janeiro.

Os egípcios apreciavam de tal maneira seus gatos que sua exportação era expressamente proibida; mas os mercadores jônicos entregaram-se a um lucrativo contrabando que permitiu ao gato-caseiro alcançar primeiro a Ásia Menor e depois a Europa. Na Índia o gato foi, aproximadamente, amansado na mesma época que no Egito. A China já conhecia o gato-caseiro mil anos antes de nossa era, o Japão um pouco mais tarde.

Os romanos se interessaram mais pelo gatos do que os gregos. A legião de César contribuiu muito para sua distribuição por toda a Europa e, em particular a Inglaterra. Portanto, foi somente ao ano de 1400 que o gato-caseiro substituiu definitivamente em Roma a fuinha, que era utilizada até então para o controle de ratos. Na Idade Média foi, de um modo geral, hostil aos gatos, que eram associados às feitiçarias e considerados criaturas diabólicas. É desta época que parte a maioria das superstições, das quais algumas chegaram aos nossos dias.

Classificação do gato Doméstico

Reino: Animalia
Nome científico:
Felix gatus
Nome: 
Gato Doméstico
Nome em Inglês: 
Domestic Cat
Filo: 
Chordata
Classe: 
Mammalia
Ordem: 
Carnívora
Familia: 
Felidae
Gênero:
Felis

Gatos Domésticos – Fotos

Fonte: www.thesprucepets.com/www.angelfire.com/www.nationalgeographic.com/catappy.com/br.geocities.com

 

 

 

 

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