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Saracura Três Potes

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Nome comum: Saracura Três-potes
Outros nomes: Chirincoco, cocaleca, pone-pone
Nome em inglês: Grey-necked Wood-rail
Nome científico: Aramides cajanea
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Gruiformes
Família: Rallidae

Características

Pernas e pés vermelhos com o tarso mais comprido do que o dedo médio. As saracuras são aves que vivem em pântanos e brejos, do sul da América Central ao Uruguai e norte da Argentina, alimentando-se de pequenos peixes, crustáceos, insetos e larvas. No Brasil existem duas espécies de saracuras três-potes, encontradas em todos os Estados, tanto no litoral como no interior. A saracura três-potes tem dorso castanho-esverdeado, pescoço e cabeça cinzentos; o peito é castanho-ferruginoso e o bico, amarelo-esverdeado. Vive em pequenos bandos, sendo muito comum no interior do sertão brasileiro onde constrói seu ninho no meio do junco, rodeado por água ou nas margens dos córregos, em meio a vegetação densa. Pequena e desajeitada, a saracura passa o dia escondida em silêncio, mas nas horas do alvorecer e do fim da tarde, ouve-se seu canto que diz claramente “três-potes – um coco – um coco”, e que, segundo a crença popular, é prenúncio certo de chuva.

Fonte: www.felipex.com.br

Saracura Três Potes

Vive no chão de áreas alagadas com vegetação densa, manguezais, margens de rios e lagoas. Mede 39 centímetros. Alimenta-se de insetos, sementes, vermes e pequenos vertebrados.

Macho e fêmea cantam em dueto, cada um emitindo uma parte do canto.

Esta “vocalização” dá o nome à ave: “três potes”.

Fonte: www.frigoletto.com.br

Saracura Três Potes

Aramides cajanea

O canto que anuncia chuva

Saracura Três Potes

As saracuras são aves que vivem em pântanos e brejos, do sul da América Central ao Uruguai e norte da Argentina, alimentando-se de pequenos peixes, crustáceos, insetos e larvas. No Brasil existem duas espécies de saracuras: a saracura do mangue e a saracura três potes, encontradas em todos os Estados, tanto no litoral como no interior.

A saracura três potes tem dorso castanho-esverdeado, pescoço e cabeça cinzentos; o peito é castanho-ferruginoso e o bico, amarelo-esverdeado. Vive em pequenos bandos e domestica-se facilmente, sendo muito comum no interior do sertão brasileiro onde constrói seu ninho no meio do junco, rodeado por água ou às margens dos córregos, em meio a vegetação densa.

Pequena e desajeitada, a saracura três potes passa o dia escondida e em silêncio, mas, nas horas do alvorecer e do fim da tarde, ouve-se seu canto que diz claramente “três potes — um coco — um coco”, e que, segundo a crença popular, é prenúncio certo de chuva.

Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Rallidae
Família: Rallidae

CARACTERÍSTICAS

Comprimento: 34 cm

Pernas e pés vermelhos com o tarso mais comprido do que o dedo médio

Fonte: www.achetudoeregiao.com.br

Saracura Três Potes

Nome Vulgar: SARACURA-TRÊS-POTES
Nome Científico: Aramides cajanea
Família: Rallidae
Peso: 400 a 450 g
Tamanho: 25 a 30 cm

Descrição

Estas aves quase sempre são encontradas perto da água, vivendo escondidas na vegetação ribeirinha, nos brejos e beira de córregos, realizando curtos vôos.

A Saracura-três-potes, recebeu este nome devido ao seu forte grito distinto “ter-pô ter-pô ter-pô. Sua alimentação é bastante variada, do campim e brotos (milho) até pequenas cobras d’água, insetos, larvas encontradas nos estrumes de gados que são depositadas perto dos brejos. Sua ocorrência é em toda a América do Sul.

Fonte: www.pesc.org.br

Saracura Três Potes

Saracura Três Potes
Foto: Vincent Kurt Lo

Nome Vulgar: Saracura três potes
Nome Científico: Aramides cajanea
Classe: Aves
Gênero: Aramides
Espécie: cajanea

Descrição

Habitantes de mata, camuflados pela cor e pelo padrão da plumagem possue o dorso castanho-esverdeado, pescoço e cabeça cinzentos, o peito é castanho-ferruginoso e o bico, amarelo-esverdeado.

As pernas e pés são vermelhos com o tarso mais comprido do que o dedo médio. No Brasil existem duas espécies de saracuras três-potes, encontradas em todos os Estados, tanto no litoral como no interior. Quando espantados, seu vôo é curto, desajeitado e com as pernas pendentes. São onívoras alimentando-se de capim, sementes, larvas de insetos, pequenas cobras d’água, pequenos peixes e crustáceos. Caem com facilidade em arapucas cevadas com milho.

Podem realizar pilhagem de ovos de outras aves. São animais inquietos, demonstrando seu nervosismo balançando quase constantemente a cauda curta que é levantada verticalmente. Vive nos pântanos com vegetação alta, manguezais, brejos, margens de rio e lago, mata úmida e alta e às vezes distantes da água.

Canto característico que deu origem ao nome: pot pot pot. Vive em pequenos bandos, sendo muito comum no interior do sertão brasileiro onde constrói seu ninho no meio do junco, rodeado por água ou nas margens dos córregos, em meio a vegetação densa.

Pequena e desajeitada, a saracura passa o dia escondida em silêncio, mas nas horas do alvorecer e do fim da tarde, ouve-se seu canto que diz claramente “três-potes – um coco – um coco”, e que, segundo a crença popular, é prenúncio certo de chuva.

Ocorre em todo o território nacional.
Origem: Renctas

Fonte: www.diagnostico.org.br

Saracura Três Potes

Elas nunca andam sozinhas e, só de olhar, é impossível diferenciar machos de fêmeas.

Aramides cajanea

Medindo 39 cm de comprimento, a saracura-três-potes habita margens de rios, lagoas e a mata fechada, às vezes distante da água.

Seu canto alto é prontamente respondido pelo companheiro e às vezes, por outras saracuras mais distantes. Geralmente canta à tardinha. Pode demorar vários minutos.

São onívoras, podendo se alimentar tanto de capim como de pequenos animais vertebrados e invertebrados e ocorrem do México à Bolívia e Argentina e em todo o Brasil.

Curiosidades

Machos e fêmeas são semelhantes. É impossível diferenciá-las pela aparência.

No Pantanal encontrei um ninho de saracura-três-potes em uma palmeira acuri.

A postura é de 4 ovos brancos com manchas marrons.

Os pintinhos de saracura-três-potes são negros com a cabeça avermelhada.

Ficha técnica da saracura-três-potes

Reino: ANIMALIA
Filo: Chordata
Sub-filo: Vertebrata
Classe: Aves
Ordem: Gruiformes
Família: Rallidae
Nome científico: Aramides cajanea
Nome popular: saracura-três-potes
Nome em inglês: gray-necked woody-rail

Haroldo Palo Jr.

Fonte: canalazultv.ig.com.br

Saracura Três Potes

Saracura Três Potes

Nome científico – Aramides cajanea

Nome comum – saracura-três-potes, chirincoco, cocaleca, pone-pone, Grey-necked Wood-rail

O filhote foi encontrado por um cão na margem de um tanque de peixes, mas instantes antes tinhamos visto a Saracura dentro da reserva chamando nossa atenção, como se quisesse que a seguissemos, se aproximando fazendo vocalizações, e se afastando, por repetidas vezes, talvez no intuito de que ao segui-la, não encontrassemos o filhote….como não tinhamos certeza, de que o filçhote era dela e já escurecia o levamos para casa. Ele, ao ser encontrado piava como um pintainho de galinha, mas depois do escurecer, ao sentir a falta da mãe começou a emitir um piado triste alto e longo, daqueles de fazer dó….mas colocamos junto a ele ums pintainhos de galinha recem nascido e logo ele dormiu.

No dia seguinte, o colocamos na area frequentada pelo jaçanã, presumindo que pudesse ser filhote dele, mas ele não mostrou interesse…assim no periodo da tarde o levamos para a reserva, e usando o “play-black” da camera, emitimos seu som, e logo apareceram muitas gralhas, que ficaram rodeando a gaiola onde ele estava, mas em seguida tambem ouvimos passos da saracura pisando folhas secas na mata…..espantamos as gralhas, que com certeza estavam interessadas no “petisco”, e esperamos algum tempo , e logo a saracura reapareceu, e desesperada subia e descia de uma enorme arvore caida, e confirmado o parentesco soltei o filhote que logo correu em direção a mãe, e felizes e apressados se afastaram

Características

São aves do tamanho aproximado ao de uma galinha pequena, de porte esguio, e que ao andar, empina rapidamente a cauda. Vivem em bandos, e levam esse nome de “três-potes” porque seu canto imta o som da frase: “três -potes-um coco-um coco”. E geralmente canta no crepúsculo ou ao amanhecer, ou quando há prenúncio de chuva, mas é comum na epoca da reprodução vocalizarem durante a noite e madrugada, por longos periodos….sons que ouço com alegria por ter podido manter seu habitat natural, e com a vantagem de ter até aumentado as areas alagadas do local, proporcionando mais condições e alimento, com os tanques de peixes

Reprodução

Preferem fazer seus ninhos em tramas de galhos de árvores caídas, ou cheias de cipós emaranhados, em locais de dificil acesso, e na orla da reserva, próxima aos tanques

Fonte: www.plantasdeaquario.com

Saracura Três Potes

Nome Popular: SARACURA-TRÊS-POTES

Nome Científico: Aramides cajanea

Habitat: Pântanos, manguezais, margem de rios, lagos e igarapés, mata úmida e alta, plantações de cana etc.

Hábito Alimentar: capim, brotos, pequenos répteis, insetos e larvas.

Fonte: www.ribeiraopreto.sp.gov.br

Saracura Três Potes

Saracura Três Potes

Saracura, Três-potes, Sericóia

Aramides cajanea

Período Reprodutivo: julho a novembro

Locais de observação: Brejos, Cambarazal, Cerradão, Mata ciliar rio Cuiabá, Mata ciliar rio São Lourenço, Mata Seca, Rios, corixos e baías.

Você encontra essas informações na página 85 do Guia das Aves

Grupo de aves características dos brejos e alagados, as saracuras são aves de difícil observação, por viverem na parte mais fechada da vegetação junto ao chão. Em geral, mais escutadas do que vistas. O canto da saracura dá origem aos seus três nomes comuns mais freqüentes. Escutado no clarear do dia e no escurecer. Pode, no entanto, ser ouvido no meio do dia ou à noite. O canto é um dueto entre os membros de um par e, às vezes, em coro com vizinhos. Muito grave e alto. Conforme a região do país, o sotaque local produz cada um dos nomes comuns.

Saracura Três Potes

Alimenta-se de invertebrados, pequenos vertebrados e grãos, sempre apanhados no chão, entre as folhas da mata ou do brejo, bem como na água rasa.

No Pantanal, é possível observá-la nas margens dos corixos, nas praias e nas beiras das estradas. Logo que percebe algo estranho, mete-se na vegetação fechada próxima. Embora possam voar bem, usam as pernas como principal forma de escape. Vistas em locais abertos, parecem galinhas, por manterem suas caudas levantadas entre as asas e as típicas passadas. Ciscam a terra e folhas com os bicos, ressaltando a semelhança visual. De vez em quando, baixam e levantam a cauda rapidamente, um tique que serve para o contato visual entre os membros do par. Em geral, vive solitária ou em casais.

Aparece em todos os ambientes aquáticos da RPPN, sendo mais notável ao longo do rio Cuiabá, Riozinho e corixos do sudoeste.

Fonte: www.avespantanal.com.br

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