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Baleia Franca

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O que é uma Baleia Franca?

A baleia franca é um mamífero marinho pertencendo ao grupo o qual engloba baleias, botos e golfinhos. Uma das diferenças entre uma baleia franca e um golfinho é que os golfinhos têm dente, enquanto as baleias francas possuem barbatanas no lugar de dentes.

Eubalaena australis – a baleia franca austral

A Baleia Franca Austral é vista ao longo da costa da África do Sul todos os anos entre julho e dezembro. A Baleia Franca Austral tem uma população mais elevada do que as suas homólogas do norte, e é vista ao longo da costa da África do Sul todos os anos entre Julho e Dezembro.

Todos os anos, entre julho e dezembro, as baleias contornam a costa da África do Sul enquanto migram para fins de parto e acasalamento em águas mais quentes (uma mudança bem-vinda em relação ao seu habitat gelado na Antártida).

Geralmente, eles chegam muito perto da costa, encantando os espectadores à medida que quebram, espionam e andam; muitas vezes espreitando do mar para vislumbrar seu público humano.

O corpo da Baleia Franca Meridional é robusto e redondo, com uma cabeça particularmente grande.

A pele dura e córnea que cresce na cabeça, chamada calosidades, geralmente ajuda na identificação e pode até ser usada na identificação de baleias individuais, tão originais são seus arranjos.

Esta baleia não tem nadadeira dorsal, o que é muito incomum para as baleias (aquelas que filtram seus alimentos através de estruturas maciças na boca). As barbatanas peitorais são curtas e largas, e as caudas são grandes, auxiliando na propulsão (embora lenta) e na direção.

Tamanho

A baleia franca austral atinge comprimentos entre 11 e 18 m. Um recém-nascido tem cerca de 5,5 m de comprimento.

Peso

Dependendo do sexo, habitat e disponibilidade de alimentos, o adulto da Baleia Franca Austral pode pesar entre 30 e 80 toneladas.

Habitat

A Baleia Franca Austral é migratória, encontrada nas águas do hemisfério sul. Durante os meses de verão, eles são encontrados em águas abertas, onde eles são capazes de se alimentar muito mais abundantemente. No inverno e na primavera, eles se aproximam das costas da África do Sul, Austrália e América do Sul para parir e alimentar, e deliciar os espectadores com suas travessuras.

Dieta

A Baleia Franca Meridional alimenta-se peneirando pequenos crustáceos marinhos através de densas placas de barbatanas em suas bocas. Eles sugam a água através dessas placas e prendem minúsculos krill nas estruturas semelhantes a peneiras.

Baleia Franca – Espécie

A Baleia Franca é uma das espécies de cetáceos mais ameaçada de extinção no planeta.

Desde o período colonial tem-se notícia do interesse dos conquistadores e das populações costeiras pelas Baleias Franca, devido a sua espessa capa de gordura que servia para a produção de óleo destinado à iluminação. O pouco que sabemos hoje sobre estas baleias nos assegura que a espécie, apesar de seu tamanho gigantesco (até 18 metros de comprimento), é muito sensível à degradação ambiental provocada pelo homem.

Cinco séculos depois, a história do contato entre o homem e a Baleia Franca está sendo escrita de outra forma.

Todos os anos, de junho a novembro, as Baleias Franca visitam em grande número o sul do Brasil. Neste período, elas encontram refúgio na região costeira que vai de Florianópolis – SC a Torres no Rio Grande do Sul. As baleias procuram esta região em busca de águas mais quentes, para procriar e amamentar os seus filhotes. Até 1973, muitas vezes elas acabavam por encontrar a ameaça dos arpões dos pescadores locais. Neste ano, foi morta a última Baleia Franca em costas brasileiras.

Hoje, a mesma região onde se praticava a caça predatória abriga a APA – Área de Proteção Ambiental – da Baleia Franca. Esta APA cobre toda a região costeira que vai de Florianópolis até o Balneário do Rincão, somando cerca de 140Km. O exemplo catarinense é um marco na história da proteção da Baleia Franca. Em 1995, o estado decretou a espécie como monumento natural catarinense, possibilitando assim a interferência do governo federal em criar mais uma área protegida em nosso país, garantindo assim a sua preservação.

Como diferenciar uma Baleia Franca de outras baleias?

O corpo é negro e arredondado, sem nadadeira dorsal, e a cabeça ocupa quase um quarto do comprimento total, nela destacando-se a grande curvatura da boca. O ventre (região da barriga) apresenta manchas brancas irregulares.

Na região da cabeça encontramos as verrugas, que são um conjunto de “calos” que possuem alguns ocupantes que moram ali. O tamanho e forma dessas verrugas não se altera ou se altera pouquíssimo, permitindo seu uso reconhecermos uma determinada baleia como a “Queixinho”.

O esguicho ou borrifo também é bastante característico, em forma de “V”. A altura do esguicho formado por partículas de ar condensado (e não água como parece) pode chegar a cinco metros. Funciona do mesmo modo que quando está muito frio conseguimos “ver” nossa respiração como uma fumacinha!

A qual velocidade podem as Baleias Franca nadar?

São animais relativamente lentos, atingindo cerca de 12 quilômetros por hora em deslocamento normal. Velocidade que poderíamos alcançar andando de bicicleta.

Quanto tempo vive uma Baleia Franca?

Como em todos os grandes cetáceos, não se sabe ao certo a idade máxima a que podem chegar as baleias francas. No entanto vários estudos comprovaram que muitas chegam a mais de 80 anos.

Onde as Baleias franca passam o verão? O que fazem?

As baleias francas passam os meses de janeiro à junho na Antártida, onde alimentam-se do krill.

Por que as Baleias Franca migram até Santa Catarina no inverno?

O litoral centro-sul catarinense é a maternidade e o berçário das baleias francas. Elas encontram nas praias da região águas calmas e temperaturas amenas para terem e cuidarem de seus filhotes.

Baleia Franca – Descrição

Como as baleias-jubarte, as francas também migram para águas brasileiras no inverno e na primavera. Porém, as Baleias Franca têm preferência pelas águas costeiras de Santa Catarina, em algumas vezes seguindo para o litoral norte paulista e para o litoral carioca.

Chegam a cerca de 15 metros de comprimento na idade adulta, sendo que os filhotes nascem com cerca de 4 metros.

Alimentam-se de pequenos crustáceos no extremos sul da América do Sul e na Antártica. Apresentam as nadadeiras peitorais em forma de trapézio e não possuem nadadeira dorsal.

São escuras no dorso e brancas no ventre. Apresentam calosidades na cabeça, que são pequenas cracas (uma espécie de crustáceo) que se fixam em seu corpo, sem causar mal à baleia. A disposição das cracas pela cabeça da baleia-franca permite aos pesquisadores reconhecer diferentes indivíduos em uma determinada área e ao logo do tempo. Foi uma espécie caçada em grandes proporções no hemisfério sul, porém a população remanescente começa a dar os primeiros sinais de recuperação.

Características

Apresentarem o corpo totalmente negro uma mancha branca na barriga apresenta verrugas (calosidades) na cabeça.

As baleias francas são cetáceos de grande tamanho, podendo atingir, segundo registros históricos, mais de 17 metros de comprimento nas fêmeas e pouco menos nos machos, muito embora participantes da caça à baleia franca no litoral do Estado de Santa Catarina nas décadas de 1950/60 afirmem categoricamente que animais com mais de 18 metros foram capturados nas imediações de Garopaba e Imbituba.

O corpo é negro e arredondado, sem aleta dorsal e a cabeça ocupa quase um quarto do comprimento total, nela destacando-se a grande curvatura da boca, que abriga, pendentes, cerca e 250 pares de cerdas da barbatana, que são ásperas e na sua maior extensão negro-oliváceas. O ventre apresenta manchas brancas irregulares.

As fêmeas trazem mamilas na região inguinal e glândulas mamárias que podem ser bastante espessas, até cerca de 10cm.

As fêmeas adultas, segundo registros de captura, podem chegar a pesar mais de 60 toneladas, enquanto que para os machos pesos acima de 45 toneladas não são incomuns.

A identificação de sexo nas baleias adultas por padrão comportamental é apenas possível no caso de fêmeas adultas acompanhadas de filhotes em suas áreas de reprodução; em outros casos, somente a observação da morfologia da região anogenital é determinante, as fêmeas possuindo fendas mamárias em ambos os lados da fenda genital e os machos apresentando ausência destas fendas e orifício retal bastante afastado, distinguível, da fenda genital. A camada de gordura que reveste o corpo das baleias francas é notável, podendo chegar a 40cm de largura em alguns pontos.

O “esguicho” das baleias francas é bastante característico, em forma de “V”, resultante do ar aquecido expelido muito rapidamente quando da respiração e da vaporização de pequena quantidade de água que se acumula na depressão dos dois orifícios respiratórios quando o animal emerge para respirar. A altura do esguicho pode chegar a atingir de 5 a 8 metros, sendo mais visível em dias frios e com pouco vento, e o som causado pela rápida expelida de ar pode ser ouvido muitas vezes a centenas de metros.

A mais marcante característica morfológica da espécie, entretanto, é o conjunto de calosidades ou “verrugas” que apresentam as baleias francas no alto e nas laterais da cabeça. Trata-se de estruturas notáveis formadas por espessamentos naturais da pele, que nascem já com o animal e são relativamente macias em fetos e filhotes recém-nascidos, mas tornam-se mais rígidas com o crescimento do animal; entretanto, seu tamanho relativo e forma não se alteram ou alteram-se pouquíssimo, permitindo seu uso para identificação visual dos indivíduos.

As “verrugas” são geralmente acinzentadas ou branco-amareladas, neste último caso – o mais freqüentemente observado – tendo sua cor aparente influenciada pela cobertura maciça de ciamídeos, crustáceos anfípodos que colonizam as “verrugas” dos filhotes pouco após o nascimento, provenientes da pele da própria mãe, e acompanham a baleia franca por toda sua vida.

Destes crustáceos, Cyamus ovalis que é branco vive em grande quantidade sobre as calosidades; C. erraticus, alaranjado, vive na base das calosidades ou em depressões da pele, sendo facilmente observado em grandes massas sobre a pele de baleotes pequenos; e C. gracilis, amarelado, forma grupos menores nas calosidades.

O papel desempenhado por estes crustáceos acompanhantes das baleias francas – se de parasitas alimentando-se da pele ou meros comensais – ainda não se encontra perfeitamente estabelecido, muito embora não causem dano aparente às baleias.

As nadadeiras peitorais em formato de trapézio também são típicas das baleias francas.

Até o presente a função exata destas calosidades tão características do gênero Eubalaena são objeto de controvérsia, muito embora se tenha demonstrado que elas são utilizadas em interações agressivas entre machos, que portam não raro marcas na pele correspondentes aos arranhões de calosidades de outros indivíduos. Além de agressão intraespecífica, especula-se que o padrão das calosidades, bem como o das manchas brancas ventrais, possa auxiliar no reconhecimento de indivíduos entre os próprios animais.

Em média: 40 toneladas, podendo alcançar até 100 toneladas

Estimativa de vida: Aproximadamente 60 anos

Comprimento adulto: Máximo de 14 m o macho e 17 m a fêmea

Comprimento médio do filhote ao nascer: 5 metros

Peso médio do filhote ao nascer: 4 toneladas

Baleia Franca – Resumo

Uma das mais impressionantes baleias do mundo e como todas as outras, sabemos muito pouco sobre a espécie.

Pesquisadores acreditam que a fêmea tenha filhotes de 3 a 4 anos.

Alimenta-se basicamente de krill.

Vivem geralmente em grupos de 3 indivíduos.

Encontra-se distribuída em todos os oceanos do Hemisfério Sul. No Brasil, pode ser observada especialmente a poucos metros da costa durante os meses de inverno e primavera desde o Rio Grande do Sul até o sul da Bahia. O litoral de Santa Catarina representa uma importante área de concentração durante seu período migratório de reprodução devido as suas inúmeras baías e enseadas de águas calmas, que propiciam um habitat ideal para fêmeas acompanhadas de filhotes. As fêmeas são ligeiramente maiores que os machos.

Devido a sua maneira lenta de nadar, foi uma das espécies mais predadas em todo o mundo.

Caracteriza-se por suas calosidades brancas e regiões ásperas na pele.

Pode carregar pequenos animais presos a seu corpo, como piolhos de baleia e cracas, que aderem-se à sua cabeça e na região maxilar.

Sua boca é grande e arqueada.

A coloração é preta com manchas brancas no ventre.

Possui de 205 a 270 pares de barbatanas que medem cerca de 2m de comprimento.

Vários machos copulam alternadamente com uma só fêmea.

Sua gestação dura cerca de 10 meses.

As fêmeas dão à luz a um único filhote que ao nascer mede entre 4m a 6m.

A amamentação dura aproximadamente um ano.

O intervalo entre as crias é de 2 a 5 anos.

Apresenta geralmente hábitos costeiros, chegando a poucos metros da arrebentação, o que pode dar a falsa impressão de que está encalhando. Devido a espessa camada de gordura seu nado é lento e elas podem ficar horas boiadas na superfície. No entanto, podem surpreender com saltos e batidas de nadadeiras.

Tem como seus principais inimigos naturais a orca e tubarões.

Geralmente, nada sozinha ou em pares de fêmea e filhote. Grupos maiores, de até 12 indivíduos, podem ser observados durante o período reprodutivo. São curiosas e se aproximam de embarcações. A baleia-franca foi um dos principais alvos da caça baleeira, o que levou a uma drástica redução de suas populações.

Classificação científica

Nome científico: Eubalaena australis (Desmoulins, 1822)
Nome popular:
Baleia Franca, Baleia-franca-do-sul, Baleia-franca-austral, Baleia-preta, Baleia-lisa, Baleia-verdadeira
Nome em inglês:
Southern Right Whale
Reino:
Animalia
Filo: Chordata
Classe:
Mammalia
Ordem:
Cetacea
Subordem:
Mysticeti
Família:
Balaenidae
Gênero:
Eubalaena Gray, 1864
Espécie:
Eubalaena australis

Baleia Franca – Fotos

Fonte: www.sa-venues.com/www.praiadorosa.tur.br/Instituto Baleia Franca/www.wildaboutwhales.com.au/www.safaribookings.com/www.danintranet.org

 

 

 

 

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Um comentário

  1. ACHEI SUPER INTERESSANTE ESSA PESQUISA QUE ESTOU FAZENDO E PARA ESCOLA GOSTEI MUITO ADORO BALEIA E ACHO QUE GOSTEI DESSA E VOU FAZER ESSA TALVEZ

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