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João Bobo

Nystalus chacuru

Características

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Mede 18 cm de comprimento e pesa entre 61 e 64 g. Plumagem parda. Bochechas salientes e colar branco e puro, muito destacado na nuca, separados por uma área negra, bico amarelo-alaranjado.

Habitat

Campos semeados de árvores, cerrado, campos de cultura (cafezais, etc), pastos, áreas marginais a estradas de ferro e também em locais bem ensolarados.

Ocorrência

Do alto rio Madeira (Amazonas), Maranhão, nordeste do Brasil e leste do Peru até o Rio Grande do Sul, Paraguai, Bolívia e Argentina.

Hábitos

Provavelmente tenha recebido este nome devido a seu temperamento bonachão e tolerante com os demais pássaros. Pode ser também devido ao seu desenho corporal, onde figura uma cabeça um tanto grande em relação ao seu corpo. Assim, à primeira vista parece tratar-se de um pássaro “cabeçudo”. A verdade é que o bicho nada tem a ver com o seu desmerecido apelido. É letárgico porque a evolução criou outros mecanismos de compensação, como uma coloração que nada tem de chamativa, o que em Biologia é chamado de coloração críptica.

Para que correr se os predadores quase não podem enxergar o joão-bobo? Assim ele fica parado, contemplativo, com ares filosofais. Permanece imóvel durante longo tempo, mudando de vez em quando apenas de lado e virando a cabeça mostrando que tudo observa, não é “bobo” como dizem, apenas confia no seu mimetismo. Quando é apontado vivo finge de morto para fugir inesperadamente.

O seu vôo é rápido e horizontal, percorre apenas distâncias curtas. Vivem periodicamente em pequenos grupos que constituem aparentemente em famílias. Pernoitam pousados em galhos, encostando um no outro.

O joão-bobo é esperto até para cantar: canta harmoniosamente, mas de uma forma dissimulada, bem fina, bem baixa – como se fosse o barulho de morcegos. Sua música quase só é percebida pela fêmea, a “joana-boba”, para quem ele canta e a quem ele encanta. Com tamanha discrição, outro bicho não vai percebê-lo nem quando ele “fala”. Não ser percebido é tudo que ele deseja – parece acreditar que o segredo é a alma do negócio.

Alimentação

Caça insetos (por ex. besouros) em vôo. Alimenta-se também de artrópodes pousados e lacertílias, diplópodes, chilópodes, opiliões, escorpiões. Ingerem matéria vegetal. Bebem água acumulada em rosetas de folhas.

Reprodução

A fêmea põe de 2 a 3 ovos no ninho. Aproveita-se de taludes de ferrovias para nidificar. No período que escava, suja o bico, pés e pernas, o que altera um tanto seu colorido natural. Escava o ninho em barrancos naturais e de beiras de estradas, e em cupinzeiros. Perfura uma galeria de cerca de 40 cm no fim da qual escava ampla panela, onde são depositados alguns gravetos e talos de folhas secas.

O casal reveza-se para cuidar do ninho.

O bicho entra de ré em sua toca e se um predador entrar em seu aposento leva fortes bicadas. Nesta hora vira joão-valentão. Seus filhotes levam quinze dias em média para serem chocados.

Fonte: www.vivaterra.org.br

João Bobo

Nystalus chacuru

Caracterização

Mede 18 cm, peso varia entre 61-64 g. Bochechas salientes e colar branco e puro, muito destacado na nuca, separados por uma área negra, bico amarelo-alaranjado.

Habitat

Campos semeados de árvores, cerrado, campos de cultura (cafezais, etc); ao lado de estradas de ferro. Vive também em locais bem ensolarados.

Distribuição

Ocorre do ato rio Madeira (Amazonas), Maranhão, nordeste do Brasil e leste do Peru até o Rio Grande do Sul, Paraguai, Bolívia e Argentina.

Hábitos

Permanece imóvel durante longo tempo, mudando de vez em quando apenas de lado e virando a cabeça mostrando que tudo observa, não é “bobo” como dizem, apenas confia no seu mimetismo. Quando é apontado vivo finge de morto para fugir inesperadamente. O seu vôo é rápido e horizontal, percorre apenas distâncias curtas. Vivem periodicamente em pequenos grupos que constituem aparentemente em famílias; pernoitam pousados em galhos, encostando um no outro.

Alimentação

Caça insetos (por ex. besouros) em vôo. Alimenta-se também de artrópodes pousados e lacertílias ; diplópodes, chilópodes, opiliões, escorpiões. Ingerem matéria vegetal. Bebem água acumulada em rosetas de folhas.

Reprodução

A fêmea põe de 2 a 3 ovos no ninho. Aproveita-se de taludes de ferrovias para nidificar; no período que escava, suja o bico, pés e pernas, o que altera um tanto seu colorido natural. Escava o ninho em barrancos naturais e de beiras de estradas, e em cupinzeiros. Perfura uma galeria de cerca de 40 cm no fim da qual escava ampla panela, onde são depositados alguns gravetos e talos de folhas secas.O casal revesa-se para cuidar do ninho.

Manifestações sonoras

Macho e fêmea (podem cantar) respondendo-se mutualmente. Chamam atenção, pois não param de cantar mesmo à noite.
Onde entoam um animado dueto “chacuru”, “chacuru” e outras vezes repete “fevereiro”, “fevereiro”.

Bibliografia

Helmt Sick, 1988. “Ornitologia Brasileira” .
Marco Antonio de Andrade, 1997. “Aves Silvestres – Minas Gerais”.

Fonte: www.faunacps.cnpm.embrapa.br

João Bobo

O joão-bobo (Nystalus chacuru) é uma ave galbuliforme da família dos buconídeos, encontrada do norte do Brasil ao nordeste da Argentina.

Tal ave mede cerca de 18 cm de comprimento, com plumagem dorsal marrom manchada de negro, região auricular, colar e partes inferiores brancas e bico alaranjado.

A máscara na cabeça é marcante para os observadores, sendo de um negro adornado com detalhes em cor branca.

É de hábito insetívoro, dando pequenos vôos para capturar insetos, em ida e volta, e forma pequenos bandos. Também é conhecida pelos nomes de capitão-de-bigode, chacuru, chicolerê, colhereiro, dormião, dorminhoco, fevereiro, jacuru, joão-tolo, jucuru, macuru, paulo-pires, pedreiro, rapazinho-dos-velhos, sucuru e tamatiá.

Fonte: www.flickr.com

João Bobo

Locais de observação

João Bobo

Campo, Cerrado.

O tamanho é parecido ao da espécie anterior. Também possui o bico avermelhado. A cabeça, entretanto, é toda escura, com um colar amarelado e uma mancha da mesma cor no peito. Tanto a barriga como o peito são todos pintalgados de negro, em contraste com o cinza claro. Aparece com maior freqüência no interior das matas secas e cerradões da RPPN, pousando igualmente em galhos à espera de insetos e pequenos vertebrados. Por terem hábitos semelhantes, dividem os mesmos nomes comuns no centro-oeste.

João Bobo

As duas espécies fazem ninhos no solo, cavando galerias estreitas com até 1 metro de comprimento. No final da galeria, abrem uma pequena câmara para a postura dos ovos e crescimento dos filhotes. A entrada dos ninhos é camuflada pela vegetação ao redor e pelo hábito de espalharem a terra vinda da escavação. Na entrada da galeria, geralmente de formato ovalado como um buraco de lagarto, é possível ver o rebaixamento produzido pelos pés das aves ao entrarem e saírem dos ninhos.

João Bobo

O período reprodutivo das duas espécies de joão-bobo é semelhante, também tendo o mesmo hábito de cantorias em dueto. Essas cantorias são mais extensas e comuns de setembro a dezembro. O canto lembra o do outro joão-bobo, variando de tom ao longo do chamado e não diminuindo no final como naquela.

Fonte: www.avespantanal.com.br

João Bobo

João Bobo

Nome Vulgar: João bobo, Dormião
Nome Científico: Nystalus chacuru
Classe: Aves
Gênero: Nystalus
Espécie: chacuru

Fonte: www.diagnostico.org.br

João Bobo

João Bobo

Alimentam-se de insetos e pequenos vertebrados, como lagartos e pererecas.

Apanham suas presas esperando por sua passagem a partir de um poleiro nas galhadas dos cerrados, borda de cerradão e mata.

Nos locais habitados utiliza fios.

O hábito de ficarem parados, imóveis, mesmo com a aproximação de uma pessoa, deu-lhes os nomes comuns mais utilizados no Centro-Oeste.

Esssa sua estratégica dificulta a detecção, mas facilita o abate, vindo daí o nome de “joão bobo” ou “apara-bala”.

Fonte: www.sescpantanal.com.br

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