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Maria Faceira

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Syrigma sibilatrix

Maria Faceira

Características

Mede 53 cm. Face azul-clara e bico róseo com ponta escura.

Plumagem do dorso e alto da cabeça cinza-esverdeado-escura e na parte inferior parda.

Habitat

Campos secos, arrozais, lugares pouco alagados.

Ocorrência

Do Rio de Janeiro e Minas Gerais à Argentina, Paraguai e Bolívia, também na Venezuela e Colômbia.

Hábitos

Andam a passos largos e bem calculados, como se observassem um perigo ou uma oportunidade.

Alimentação

Insentívora

Reprodução

Fazem ninhos sobre as árvores, ou arbustos, em ilhas, ovos levemente manchados.

Ameaças

Poluição e destruição do habitat.

Fonte: www.vivaterra.org.br

Maria Faceira

Syrigma sibilatrix

Caracterização

Mede 53 cm. Face azul – clara, bico róseo.

Habitat

Habita campoa secos, arrozais, lugares pouco alagados.

Distribuição

Ocorre do Rio de Janeiro e Minas Gerais à Argentina, Paraguai e Bolívia, também na Venezuela e Colômbia.

Hábitos

Andam a passos largos e bem calculados, como se observassem um perigo ou uma oportunidade.

Alimentação

Insentívora, caça também insetos no seco.

Reprodução

Fazem ninhos sobre as árvores, ou arbustos, em ilhas, ovos levemente manchados.

Manifestações sonoras

Muito diferente das outras espécies de família. A sua voz é um sibilo melodioso repetido sem pressa “i,i,i”; que é emitido com o bico largamente aberto e o pescoço esticado.

Maria Faceira

Maria Faceira

 

Bibliografia

Helmt Sick, 1988. “Ornitologia Brasileira”.

Fonte: www.faunacps.cnpm.embrapa.br

Maria Faceira

Identificação

Simplesmente inconfundível. É a única garça brasileira com este padrão de coloração.

Ave de aspecto e comportamento singulares. É a única garça originalmente brasileira que vive tanto em locais alagados quanto em locais secos, estando presente até mesmo em áreas de caatinga.

Costuma viver sozinha ou aos pares em territórios fixos. Passa a maior parte do tempo no solo, andando a procura de insetos.

Quando em regiões alagadas nunca se aventura em águas profundas, preferindo as margens alagadas, ricas em vegetação, onde se alimenta não só de insetos, mas também de anfíbios e peixes como o muçum (Synbranchus marmoratus) e a tuvira (Gymnotus carapo), ambos adaptados a águas barrentas.

É uma das primeiras aves a aparecer quando o solo é arado e apanha avidamente minhocas e outros invertebrados removidos pelas máquinas.

Seu canto é muito diferente da vocalização da maioria das garças, que costuma ser grave. Consiste em assobios longos, altos e melódicos, que a ave emite principalmente ao entardecer quando se retira para seu poleiro noturno no alto de árvores.

Enquanto a maioria das garças voa com o pescoço dobrado em “S” a maria-faceira costuma voar com o pescoço esticado.

Apesar de viver a maior parte do tempo no solo esta ave constrói o ninho em árvores. O material básico para a construção do ninho são gravetos dispostos de forma pouco organizada.

A maria-faceira é uma das primeiras espécies de aves a colonizar áreas recém-queimadas e aparentemente sua distribuição vem aumentando em função do desmatamento.

Fonte: www.bdc.ib.unicamp.br

Maria Faceira

Classe: Aves
Ordem: Ciconiformes
Família: Ardeidae
Nome científico: Syrigma sibilatrix
Nome vulgar: Maria-faceira
Categoria: Vulnerável

Maria Faceira

Caracterização

Mede 53 cm. Face azul – clara, bico róseo.

Habitat

Habita campoa secos, arrozais, lugares pouco alagados.

Distribuição

Ocorre do Rio de Janeiro e Minas Gerais à Argentina, Paraguai e Bolívia, também na Venezuela e Colômbia.

Maria Faceira

Hábitos

Andam a passos largos e bem calculados, como se observassem um perigo ou uma oportunidade.

Alimentação

Insentívora, caça também insetos no seco.

Reprodução

Fazem ninhos sobre as árvores, ou arbustos, em ilhas, ovos levemente manchados.

Manifestações sonoras

Muito diferente das outras espécies de família. A sua voz é um sibilo melodioso repetido sem pressa “i,i,i”; que é emitido com o bico largamente aberto e o pescoço esticado.

Bibliografia

Helmt Sick, 1988. “Ornitologia Brasileira”.

Fonte: www.cidadecubatao.com.br

Maria Faceira

Maria Faceira

Nome científico – Syrigma sibilatrix
Nome comum – Maria-faceira

Características

É uma garça da ordem dos Ciconiformes e da Familia Ardeidae, de coloração exclusiva e típica, porque é a única garça brasileira com este padrão de coloração. Tem em média 53 cm de altura, e vive aos pares ou solitária, tem território fixo e costuma frequentar tanto áreas alagadas com as secas, mas dificilmente se aventura em águas mais profundas, preferindo se alimentar nas margens ou mesmo em terras secas, e de sua dieta é constituida de artrópodes (principalmente insetos), minhocas, peixes, anfíbios, pequenos répteis e vegetais. E entre os peixes tem predileção por muçuns (Synbranchus marmoratus) e tuviras (Gymnotus carapo), que são peixes adaptados a lamaçais.

Ao contrário da maioria das garças, que voam com o pescoço dobrado em “S” a maria-faceira costuma voar com o pescoço esticado, e de um modo suave e retilineo.

Aqui na reserva da chácara, há um casal que há muitos anos pernoita e nida nas árvores, e principalmente na epoca da reprodução, seu canto de chamamento que é sibilante, melodioso e continuado pode ser ouvido (é um “fiiiiiii”, longo e agudo), mas quando se irrita pode emitir grasnados graves como o de outras garças, como sinal de advertência.

Normalmente deixam os locais de pernoite, depois de meia hora do amanhecer, voando juntos, e retornam no final do dia em torno de meia hora antes do escurecer, quase sempre em silêncio, exceto quando estão em fase de reprodução quando se chamam constantemente durante todo dia, principalmente no inicio e final do dia.

Reprodução

Nidam em forquilas resistentes e grossas no topo de árvores, no inicio da época mais quente do ano, tendo inicio em setembro, quando ambos vão reduzindo as saídas para locais distantes, e começam a escolher e recolher gravetos, preferencialmente galhos de Eucalipto, e constroem um ninho entrelaçando os gravetos, por longo tempo em construção. Nele põe de 1 a 4 ovos. O interessante é ver as aves escolhendo no chão galhos caidos, parecem que ficam analisando os detalhes e se serviriam, e depois o levarem ao ninho.

Fonte: www.plantasdeaquario.com

Maria Faceira

Syrigma sibilatrix

Locais de observação: Campo.

Outra garça completamente insetívora, vivendo longe da água, nos cerrados abertos e campos limpos formados após a baixa das águas (foto). Os casais permanecem juntos a maior parte do tempo, mantendo contato em vôo com um chamado especial, um sibilo melodioso e longo. O som produzido é semelhante ao de maria-fumaças de brinquedo.

Maria Faceira

No final da tarde, desloca-se para dormir pousada em árvores altas, geralmente em terreno seco. No início da manhã seguinte retorna ao local de alimentação, onde permanece no solo a maior parte do tempo, caçando os insetos em caminhadas lentas. Sua batida de asas é muito característica, por ser de baixa amplitude e alta velocidade, dando a impressão que voa somente com o deslocamento da ponta extrema da asa.

Maria Faceira

O nome comum está ligado às cores espetaculares da cabeça. As cores do juvenil são mais esmaecidas, mas, fora isso, é idêntico aos adultos.

Reproduz-se também em casais isolados, sem formar colônias. Ocorre nas áreas de cerrado e campo da reserva, sendo observada sobre os rios Cuiabá e São Lourenço, durante seus deslocamentos diários.

Fonte: www.avedomestica.com

Maria Faceira

A maria-faceira – (Syrigma sibilatrix) – Whistling Heron

Maria Faceira

A maria-faceira é uma garça muito elegante, de plumagem cinza e amarelada. O bico é róseo e a face azul. Difere das outras garças em muitos aspectos. Voa com o pescoço mais esticado do que as outras e bate as asas com mais rapidez e menor amplitude. Seu canto é um assobio agudo e longo, que é emitido enquanto voa.

De atividade estritamente diurna e medindo 53 cm de comprimento, habita áreas abertas, secas ou úmidas, especialmente arrozais.

Alimenta-se de artrópodes, incluindo libélulas e larvas de besouros, pererecas, enguias (muçuns e tuviras), lagartos e cobras-d’água. Nos pastos secos pode apanhar pequenos roedores. Quando está concentrada observando sua presa, mantém a cabeça imóvel enquanto avança um ou dois passos, movendo o pescoço lateralmente.

Normalmente são vistas sozinhas ou em pares, mas podem ocorrer em grupos de 30 a 40 aves, como pude observar em setembro de 1999, no Pantanal.

A maria-faceira ocorre somente na América do Sul. Há uma população ao norte, na Colômbia e na Venezuela e outra que vive desde o Mato Grosso até o norte da Argentina. No Brasil é muito comum no Rio Grande do Sul.

Curiosidades

Existem 2 subespécies no mundo. No Brasil ocorre a subespécie Syrigma sibilatrix sibilatrix (Temminck, 1824).

Geralmente essas garças vivem aos pares, mas nunca voam lado a lado. Por isso, sempre queobservar uma delas voando, procure pela outra, que deverá aparecer alguns segundos depois.

A postura típica da maria-faceira varia entre 3 a 4 ovos.

Pouco se sabe sobre sua reprodução, exceto que a incubação e muda dos filhotes leva cerca de dois meses.

Haroldo Palo Jr

Fonte: canalazultv.ig.com.br

Maria Faceira

Syrigma sibilatrix

Identificação

Maria Faceira

Simplesmente inconfundível. É a única garça brasileira com este padrão de coloração.

Ave de aspecto e comportamento singulares. É a única garça originalmente brasileira que vive tanto em locais alagados quanto em locais secos, estando presente até mesmo em áreas de caatinga.

Costuma viver sozinha ou aos pares em territórios fixos. Passa a maior parte do tempo no solo, andando a procura de insetos.

Quando em regiões alagadas nunca se aventura em águas profundas, preferindo as margens alagadas, ricas em vegetação, onde se alimenta não só de insetos, mas também de anfíbios e peixes como o muçum (Synbranchus marmoratus) e a tuvira (Gymnotus carapo), ambos adaptados a águas barrentas.

É uma das primeiras aves a aparecer quando o solo é arado e apanha avidamente minhocas e outros invertebrados removidos pelas máquinas.

Seu canto é muito diferente da vocalização da maioria das garças, que costuma ser grave. Consiste em assobios longos, altos e melódicos, que a ave emite principalmente ao entardecer quando se retira para seu poleiro noturno no alto de árvores.

Enquanto a maioria das garças voa com o pescoço dobrado em “S” a maria-faceira costuma voar com o pescoço esticado.

Apesar de viver a maior parte do tempo no solo esta ave constrói o ninho em árvores. O material básico para a construção do ninho são gravetos dispostos de forma pouco organizada.

A maria-faceira é uma das primeiras espécies de aves a colonizar áreas recém-queimadas e aparentemente sua distribuição vem aumentando em função do desmatamento.

Fonte: farm3.static.flickr.com

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