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Perdigão

Rhynchotus rufescens

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Ordem: Tinamiformes
Família: Tinamidae

Características

É o maior tinamídeo campestre do país. Possui coloração parda com pintas pretas no dorso. Suas asas são ferrugíneas. Quando desconfiado imobiliza-se imediatamente, e às vezes finge-se de morto quando ouve um barulho muito alto. Costumava ser abundante nos campos, mas devido à perseguição para caça, às queimadas, ao desmatamento e ao envenenamento por inseticidas, está se tornando escasso.

Habitat

Campos, pastagens, cerrados, buritizais e planaltos descampados.

Distribuição Geográfica

Da Argentina e Bolívia ao sul do rio Amazonas.

Alimentação

Cava a terra jogando-a para o lado, procurando tubérculos e raízes. Gosta muito de gafanhotos e amendoim, que é engolido com a casca. Apanha raízes no inverno, quando os insetos são escassos.

Reprodução

6 a 9 ovos brilhantes, de casca fina cor de vinho ou chocolate-violáceo, chocados pelo macho durante um período de 20 a 21 dias.

Fonte: www.ucs.br

Perdigão

Locais de observação

Campo, Cerrado.

Tinamídeo exclusivamente campestre, vive nas áreas de campos e cerrados mais abertos, onde caça insetos, moluscos e escava o solo à procura de tubérculos e raízes. É maior que o jaó, com cores completamente diferentes (foto). Bico grande e claro, usado para escavar o solo.

Perdigão

Para identificação, é inconfundível com os outros membros da família por seu porte e cores. Além disso, quando obrigada a voar, a perdiz mostra a cor marrom avermelhada das penas longas das asas, fazendo vôos com planeios compridos. Quando assustada com alguma coisa, costuma eriçar as penas do alto da cabeça, formando um topete alto.

O canto é outra característica inconfundível. Mais freqüente no período reprodutivo (agosto a dezembro), inicia-se com um pio alto e forte, um intervalo, e três pios próximos, sendo o último mais baixo. Em algumas ocasiões, geralmente fora do período reprodutivo, emite somente o primeiro pio, sem dar seqüência ao canto.

Ovos de Perdigão
Ovos de Perdigão

Os ovos são de um chocolate brilhante intenso, colocados sobre o solo em um ninho preparado pelo macho, a quem igualmente cabe o restante das atividades reprodutivas. Como nidifica nos cerrados e campos no período da seca, exatamente o momento onde há maior freqüência de fogo, pode ser prejudicada pela prática de queimadas para renovação do pasto. Também é intensamente caçada, sendo a técnica comum o uso de cachorros treinados em localizá-las e fazê-las voar, para o abate pelo caçador. Devido a altura que alcançam em seu vôo vertical inicial, podem deslocar-se em vôos planados por distâncias consideráveis. Fora esses eventos esporádicos, passam o dia deslocando-se pelo solo.

Fonte: www.avespantanal.com.br

Perdigão

Rhynchotus rufescens

A perdiz é um dos maiores tinamídeos campestres, tem o bico forte e uma coloração parda com pintas pretas no dorso. Suas asas são ferrugíneas. Anda pelo chão, onde constrói os seus ninhos e põe seus ovos, geralmente de 6 a 9 com coloração chocolate-violáceo.

Após o termino da postura a fêmea pia insistentemente chamando o macho para a incubação.

Habita regiões de campos, pastagens e cerrados, pode ser surpreendida escondida em moitas de capim ou andando entre a vegetação rasteira, antiga mente era abundante em grande áreas, porém com a caça e o uso de inseticidas, está cada vez mais raro encontrar essa ave no habitat natural.

A sua importância para o homem está em sua criação, visando a alimentação humana, já que sua carne é bastante consumida.

Chega a atingir 37,5 cm, e pesando cerca de 900 g, como suas “irmãs” as galinhas, não possuem grande capacidade de vôo, isso em decorrência ao período evolutivo das espécies, que aos pouco perderam capacidade de vôo em grande escala.

Obs:. Também são conhecidas em outras regiões do país com o nome de perdigão.

Fonte: www.animalnet.com.br

Perdigão

Perdigão

Nome Científico: Rhynchotus rufescens
Classe: Aves
Gênero: Rhynchotus
Espécie: rufescens

Descrição

É conhecido como perdigão (Sul do Brasil) ou Inhambupé (NE do Brasil).

É o maior Tinamídeo campestre no Brasil, sua plumagem apresenta excelente coloração de camuflagem ou mimetismo, interagindo com a vegetação de seu habitat, coloração pardo-avermelhada misturada com amarelo-ferrugíneo, penas dorsais listradas de preto e com pintas pretas no dorso.

Suas asas são ferrugíneas.

Apresenta estrias pretas no vértice da cabeça.

Bico forte utilizado para escavar raízes.

Tamanho médio de 37cm e pesa cerca de 900 g, não possui grande capacidade de vôo.

É mais ativo nas horas quentes.

Alimenta-se de sementes, invertebrados, raízes e frutos.

Anda pelo chão, onde constrói o ninho e põe seus ovos, geralmente de 6 a 9 com coloração chocolate-violáceo.

Após o termino da postura a fêmea pia insistentemente chamando o macho para a incubação.

Pode ser surpreendida escondida em moitas de capim ou andando entre a vegetação rasteira, antigamente era abundante em grandes áreas, porém com a caça e o uso de inseticidas, está cada vez mais raro encontrar essa ave no habitat natural.

É muito desconfiada, prefere correr e se esconder a voar.

Quando se sente ameaçada, imobiliza-se instantaneamente, permanecendo com o pescoço reto, parte posterior do corpo levantada ou então se deita no chão.

Nesse caso, depois do primeiro susto, levanta-se novamente e procura um ângulo melhor para examinar o perigo.

Então desaparece atrás de folhas ou capim, podendo permanecer escondida e imóvel durante longo tempo e chega até a se fingir de morta.

Habita os campos, cerrado, buritizais, caatinga, campos sujos e planaltos descampados.

Ocorre em quase todo o Brasil, sul da Bahia, norte do Espírito Santo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Argentina e Bolívia.

Fonte: www.diagnostico.org.br

Perdigão

Perdigão

A perdiz é uma ave de aparência galinácea pertencente a família dos inhambus, codornas e macucos. É o maior dos tinamídeos campestres do Brasil. Como os demais representantes de sua família, a perdiz tem a capacidade de vôo reduzida, limitando-se a vôos rasantes de curta distância.

Ocorre da Argentina e Bolívia ao sul da região amazônica. Há registros de sua ocorrência na Ilha do Marajó. O habitat da espécie são as regiões campestres, cerrados e veredas de buritizais (áreas úmidas). Ocorre também nos platôs descampados e nas áreas de campos e banhados do sul do Brasil. São animais ativos nas horas mais quentes do dia. Outrora abundante no Brasil, hoje sua área de ocorrência aparenta redução, sendo ainda abundante em áreas com relativa proteção como as áreas de proteção integral do Poder Público ou de particulares.

A criação de Perdiz oferece:

  • Carne de excelente qualidade
  • Ovos
  • Matrizes
  • Antes de 1991, a carne de perdiz só era encontrada mediante encomenda, ilegalmente. Hoje, as comercializadas nos grandes mercados vêm de matrizes criadas em aviários devidamente legalizados. A criação de perdiz é um bom investimento, visto que a tendência para o consumo de carnes “exóticas” e cada vez maior.

    Biologia

    A perdiz é uma espécie de hábito alimentar onívoro, podendo alimentar-se tanto de proteína de origem animal (artrópodes e invertebrados subterrâneos, com relatos de ataque a filhotes de outras aves e ratos), como alimento de origem vegetal (raízes tenras, brotos e sementes de gramíneas). Há discussões sobre a preferência alimentar, porém há indícios de que isto depende da fase de maturidade em que se encontrem os animais e da disponibilidade momentânea de alimento. Não há dimorfismo sexual entre os perdizes. O macho participa ativamente de todo o ciclo reprodutivo da espécie (cópula, incubação e cria de filhotes). A reprodução ocorre entre setembro e fevereiro. As fêmeas copulam com vários machos e se calcula que possam colocar entre 25 e 40 ovos num mesmo período reprodutivo.

    Ficha Técnica

    100 g de carne de perdiz crua contêm:

    Calorias: 212
    Proteínas: 36,7 g
    Gordura: 7,2 g
    Vitamina B1: 0,82 mg
    Potássio: 410 mg
    Vitamina B2: 0,57 mg
    Niacina: 7,16 mg
    Cálcio: 46 mg
    Fósforo: 310 mg
    Sódio: 100 mg
    Ferro: 7,7 mg
    Magnésio: 36 mg
    Vitamina B1: 0,82 mg

    Usos e Produção

    Perdigão

    Animal de porte elegante e de canto melodioso, carne saborosos e peculiar “emoção” no uso de cachorros em sua caça, nos Estados onde a atividade é permitida, levam a perdiz a ter um lugar destacado como espécie cinegética, sobretudo para parques ou clubes de caça. No Brasil a criação em cativeiro é bastante insipiente, tendo sido alcançado bons resultados reprodutivos em criadouros localizados no Rio Grande do Sul. A UNESP de Jaboticabal vem trabalhando com o melhoramento genético da espécie.

    O manejo racional através da criação em cativeiro é regulamentada pelo IBAMA que recomenda-se o sistema de manejo intensivo ou o sistema semi-extensivo. Os objetivos comerciais podem ser tanto para produção de carne para consumo humano, como para a produção de matrizes e reprodutores destinados a instalação de outros criadouros. O uso de animais nascidos em cativeiro para repovoamento de áreas protegidas é outra alternativa para a criação.

    Áreas protegidas que demandem reintrodução das espécies poderão buscar nos criadouros animais para a soltura controlada. Parques e clubes de caça poderiam utilizar animais nascidos em criadouros comerciais para o abate controlado nas áreas especialmente criadas para esse fim. Enfim, o uso é múltiplo e deve ser estimulado pelo Poder Público, uma vez que o manejo de espécies silvestres traz benefícios econômicos, sociais e ecológicos.

    Ficha do animal

    Classe: Aves
    Ordem: Tinamiformes
    Família: Tinamídae
    Nomes comuns: perdiz (praticamente em todo o Brasil), perdigão (Rio Grande do Sul), martineta ou perdiz-grande (Uruguai) e martineta-colorada (Argentina)
    Peso: entre 600 e 800 g
    Comprimento: até 37,5 cm

    Fonte: www.zooassessoria.com.br

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    Rinoceronte

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