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Somali

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Somali

Um gato pomposo e brincalhão

O Somali é um gato luxuoso de olhos amendoados, muito brilhantes e expressivos. Suas orelhas são grandes, pontudas e alertas. O corpo dele é gracioso e flexível, o que o torna ativo e brincalhão.

Quando parado, o Somali dá a impressão de estar na ponta dos pés. Está sempre em movimento pois adora se divertir com seu dono e com seus brinquedinhos. Para ele, dormir serve somente para recuperar as energias gastas durante suas peripécias.

A pelagem do Somali é semilonga, exceto nos ombros, com pêlos duplos, finos e macios ao toque. Mesmo apresentando pêlo semilongo, não há necessidade de escovação diária. Uma boa escovação de duas a três vezes por semana é o suficiente para eliminar os pêlos mortos.

Curiosidade faz parte da sua rotina. Não fica sem vasculhar armários e locais fechados. É extremamente sociável, observa os estranhos mas logo fica à vontade. O Somali é afetuoso e não costuma eleger o dono preferido dentro da família. Demonstra carinho por todos que retribuam afeto a ele. Pode até brincar com cachorros e aves desde que sejam companheiros da mesma casa.

Origem e história

No final dos anos 60, Evelyn abrigava gatos desamparados sem nada receber por isso. Um certo dia um senhor telefonou e queria doar um gato de pêlo semilongo. Logo que Evelyn viu o gato percebeu que se tratava de um Abissínio. O senhor lhe confirmou dizendo que lhe fora dado por uma criadora no qual o rejeitou por ter pêlos longos. Evelyn lhe deu o nome de George.

O fato de George ter pedigree e ser discriminado pela sua pelagem incomodou Evelyn no qual decidiu descobrir os antepassados do gato. Essa pesquisa acabou lhe surpreendendo. George descendia da criação de seu próprio gatil. George era filho do cruzamento de 2 Abissínios, o pai da gatil de Evelyn e a mãe de outro criador, e ambos deveriam portar gene do pêlo longo.

Sua suspeita se confirmou após repetir o acasalamento nasceram três filhotes de pelagem alongada. O próximo passo foi buscar as condições necessárias para reconhecimento da nova raça. Seu pior obstáculo foi convencer os donos dos Abissínios pêlo longo aparecerem, já que havia discriminação a eles. O primeiro apareceu depois de um ano de pesquisa e pertencia a Don Richings, do Canadá. Em 1972 Evelyn obteve o primeiro reconhecimento da raça pela extinta National Cat Fancier´s Association e finalmente neste mesmo ano, funda o Somali Cat Club of América, entidade que hoje reúne 2000 associados.

Fonte: www.petfriends.com.br

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COMPANHIA COM SOFISTICAÇÃO

O Somali oferece uma coloração exclusiva entre os gatos peludos e um temperamento especialmente sociável e alegre.

O colorido harmonioso desse felino, coberto parcialmente por uma manta mais escura, lhe dá uma aparência sofisticada e que remete a diversos animais da selva – pode lembrar uma raposa, um leãozinho ou um gato selvagem, dependendo da coloração e de detalhes como a expressão, os tufos nas orelhas, o volume do babador e a abundância de pêlos na cauda.

Assim é o Somali, única raça peluda de gato com coloração ticked (“marcada”, em inglês), também conhecida como agouti (“cutia”, em francês), que ocorre quando cada fio de pêlo tem duas ou mais pequenas faixas com tonalidade mais escura, responsáveis pelo efeito da manta escura. Entre os gatos de todo o mundo, apenas outras duas raças têm obrigatoriamente essa marcação: o Abissínio (do qual o Somali difere apenas por ter a pelagem mais comprida) e o Singapura, ambas de pêlo curto.

Até 30 anos atrás, o Somali era apenas um Abissínio que não deu certo, já que nascia do acasalamento entre Abissínios, gatos de pêlo curto, mas tinha a pelagem longa demais. A aceitação oficial, que veio a dar status de raça pura a esses exemplares até então rejeitados, resultou de um trabalho desenvolvido nos Estados Unidos pela criadora de Abissínios Evelyn Mague. Em 1972, ela conseguiu obter o primeiro reconhecimento para o Somali na National Cat Fanciers’ Association (NCFA). Sete anos depois, em 1979, a raça era aceita pela maior entidade norte-americana de criação de gatos, a Cat Fanciers’ Association (CFA). No mesmo ano foi fundada a The International Cat Association (TICA), e o Somali estava entre os gatos reconhecidos desde o início. Em 1981, foi a vez de o Reino Unido dar o reconhecimento a essa raça por meio da sua única entidade de registros de gatos, o Governing Council of the Cat Fancy (GCCF). Um ano depois, as portas se abriram para o Somali no restante da Europa, com o reconhecimento dado pela Federação Internacional Felina (FIFe).

A criação do Somali é bastante expressiva. Em 2001, a raça foi a 22º mais registrada entre as 69 listadas nos rankings das duas maiores entidades de criação dos Estados Unidos, a CFA e a TICA. Essa posição foi obtida com 410 filhotes registrados nas duas organizações. No mesmo ano, o Somali foi o 17º no britânico GCCF, com 244 filhotes registrados. A européia FIFe não divulga dados de registros.

Além do sofisticado visual da raça, há o entusiasmo pela sua interatividade, sociabilidade e companheirismo. É o que relatam quatro grandes conhecedoras do Somali – elas já conviveram com 64 exemplares, no total, nos Estados Unidos e na Inglaterra.

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Foram convidadas por Cães & Cia a revelar como é o convívio com a raça, por não haver, no momento, criação oficial de Somali no Brasil. Aproveite para conhecer melhor esse gato e, quem sabe, animar-se a contribuir para a implantação dele em nosso país.

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INTERAÇÃO GERAL

Helen Andrews é diretora do The Abyssinian and Somali Cat Alliance, filiada à FIFe, na Inglaterra, e criadora de Somalis há seis anos. Já conviveu com 10 exemplares

“Descobri como o Somali é maravilhoso em 1997, ao pesquisar uma raça para criar. Quando fui a um criador, os Somalis me cercaram com suas orelhas grandes e tufadas, as marcações listradas na face, o babador cheio e a cauda peluda. Pareciam pequenas raposas e com seus miadinhos tagarelavam comigo. Se eu os ignorava, vinham me cutucar com as patas e a cabeça. Nem é preciso dizer; algum tempo depois eu era a dona orgulhosa de uma linda Somali. Em 1999, importei o Somali Niklas, norueguês.
O temperamento dele é fantástico. Nas exposições ele adora cada minuto – gosta de se mostrar, parece sorrir, pula na mesa, brinca e cutuca o juiz.

Brincar é com o Somali. Ele tende a ter explosões de energia – corre pela casa, pula e joga brinquedos para “caçá-los” depois. Sociável, toca a nossa cabeça para ganhar atenção e pula em nosso colo, olhando-nos com adoração. Extremamente curioso, adora ficar onde você estiver.
Muitos Somalis são fascinados por água. Os meus brincam por horas na pia da cozinha ou na banheira. Quem manda mesmo em casa são as fêmeas, que assistem à TV comigo e me divertem o dia todo com seu jeito curioso e inteligente. O Somali pode ficar por horas brincando de buscar objetos que atiro.

Esse gato não requer escovação diária, mas deitará feliz de costas quando você o escovar, ronronando alto e rolando para que lado nenhum seja esquecido. A raça é tão gentil e paciente que parece ter esquecido para que servem as garras. Interage com toda a família e devolve centuplicada cada grama de amor que recebe.

Fonte: www.petbrazil.com.br

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Tipo de Pêlo

Os Somali têm um pêlo médio, relativamente longo, mas curto nos ombros; sedoso, com uma textura fina, suave ao toque e quanto mais denso for o pêlo, melhor. O subpêlo deve ser claro com malhas cor de chocolate para produzir um efeito de prata com tons de pêssego.

Temperamento

Os gatos Somali são animais inteligentes, muito ágeis e com muito vigor, brincalhões, amigos, bem humorados e extremamente sociáveis, apesar de não serem tão extrovertidos como os Abissínios. Os Somalis não gostam de passar muito tempo dentro de casa, mas quando estão em contacto com a família, comunicam-se muito bem com as pessoas, fazendo-o de uma forma muito suave e agradável.

Tem rompantes de energia, gostando de brincar com bolas e brinquedos e saltar como um macaco. Algumas vezes seguram brinquedos ou a própria comida como se fossem um macaquinho. Alguns animais têm a capacidade de abrir torneiras, tudo com o intuito de brincar com a água, uma das suas distracções favoritas.

Introdução

O Somali pode ser visto como um Abissínio de pêlo longo, originado de um inesperada introdução de um gene recessivo de um gato Abissínio. O que continua a ser um mistério, é como o gene foi introduzido nesse gato. Depois da 2ª Guerra Mundial, dizia-se que havia apenas uma dúzia de exemplares de gatos Abissínios, e as ninhadas destes gatos (muitas de origem e procedência desconhecida) foram cruzadas com gatos de Inglaterra e de outras regiões.

Esta mistura de “ingredientes desconhecidos” pode explicar em parte a introdução do gene de pêlo longo nos Abissínios. Se um animal tiver o gene de pêlo curto como dominante, só irão nascer filhotes de pêlo curto, a única excepção é feita quando os dois animais cruzados tiverem o gene de pelo longo como dominante; neste caso, a cria pode ser de pêlo longo ou pêlo curto.

O primeiro caso de Abissínios com o pêlo longo aconteceu com animais canadianos, americanos, australianos e neozelandeses. Estes primeiros Somalis “primitivos” a princípio foram totalmente discriminados pelos seus criadores, que tinham vergonha de mostrarem as crias de pêlo longo. A situação só mudou quando alguns criadores pensaram em aperfeiçoar a nova linhagem de Abissínios de pêlo longo até poderem ser considerados uma nova raça, os Somalis.

Evelyn Mague foi uma das pioneiras na criação de Abissínios de pêlo longo nos Estados Unidos, o que a transformou também numa das precursoras da criação de Somalis. Foi Evelyn quem baptizou a raça com o nome de Somali, já que a Somália é um país vizinho da antiga Abissínia.

Ate serem aceites na Cat’s Fanciers Association (CFA), em 1979, os criadores de Somalis foram criticados e ridicularizados em exposições e por outros criadores já que todos achavam que os gatos não passavam de uma anomalia genética e nunca poderia ser considerado uma raça. Hoje em dia, a raça está difundida em quase todo o mundo, principalmente nos Estados Unidos e na Austrália, mas também na Europa e no Japão.

Descrição

O Somali tem um corpo médio, elegante, com bom desenvolvimento muscular, com boas proporções, sendo um pouco maior em tamanho do que o Abissínio e com ossos mais largos do que o Siamês. A cabeça é moderada, cuneiforme, com um nariz médio de cor rosada e um queixo arredondado; orelhas grandes, com tufos, afastadas e pontiagudas, parecendo estarem sempre alerta; olhos grandes e expressivos cor de avelã, âmbar ou verdes, com pálpebras escuras, dando a impressão de usar “óculos” que rodeiam seus olhos amendoados. A cauda do Somali é comprida, grossa na base, afunilada e bastante peluda, com forma de escova, parecendo uma raposa. Os animais desta raça tem pernas compridas e esguias, proporcionais ao corpo, com mãos pequenas e ovais, com almofadas rosadas e tufos entre os dedos.

Variantes

Ruddy ou Vulgar(manto castanho dourado com malhas castanho escuras ou pretas); Sorrel ou Ruivo (manto mais acobreado com malhas cor de chocolate); e o Sorrel Prateado (manto cor de canela e o subpêlo de cor mais suave)

Fonte: pt2.vivapets.com

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Somali

Origem e História

Os primeiros gatos domésticos apareceram no Egito por volta de 2.500 a.C. Eles foram muito importantes na caça aos ratos e aves que eram nocivos aos estoques de cereais dos egípcios. Os gatos foram tão importantes, que até um culto religioso foi instituído em sua homenagem e, como os faraós, eles eram mumificados. Existem muitas estátuas de bronze retratando a deusa-gata Bastet.

Apenas uma das espécies de gato domésticos que existem actualmente tem a semelhança notável, nos hábitos e na aparência, com a deusa-gata do Egito: o gato abissínio. Essa semelhança, porém não prova que o gato abissínio seja de origem egípcia. Na verdade, ele apareceu pela primeira vez na Inglaterra, em 1868. Talvez seja descendente de um gato levado da Etiópia por algum diplomata inglês. Mas é dos Estados Unidos, Canadá e Austrália que começam a surgir relatos de criadores de gatos abissínios, que por vezes nas suas ninhadas viam aparecer gatinhos de pêlo semi-longo.

Em 1963, durante uma exposição no Canadá, o juíz Ken McGill observou e manuseou um gato abissínio de pêlo semi-longo quase por brincadeira… só que Ken ficou de tal modo fascinado com aquele espectacular gato que pediu à criadora um, para começar a fazer criação! É com ele que surge a linha mais antiga de Somalis no Canadá.

Quase na mesma altura, nos Estados Unidos, a criadora Evelyn Mague, começava também a seleccionar e a criar aqueles gatos lindíssimos de pêlo-semilongo. Evelyn lutou pelo reconhecimento desta nova raça e foi-lhe concedida a honra de escolher o nome para ela. Evelyn, fê-lo com certo humor e deu o nome de “Somali ” à nova raça tendo em mente o país Somalia vizinho da antiga Abissínia.

Caracteristicas e Cores

Somalis possuem olhos expressivos, rosto “maquilhado”, orelhas “alerta”, manto sedoso (caracterizado pelo ticking, quer dizer: cada pêlo possui uma alternância de faixas escuras e claras, que podem ir das 4 às 20 faixas harmonizando com a cor contínua do sub-pêlo) e uma cauda longa e peluda que faz lembrar a de uma raposa.

As duas cores mais comuns são o Ruddy (lebre) e o Sorrel (canela), mas existem também as cores azul, fawn e mais recentemente os silver.

Temperamento

A explicação para o enorme sucesso desta raça parece residir no aspecto selvagem aliado ao porte aristocrático/elegante e ao carácter amoroso destes gatos. Os Somalis são muito inteligentes, meigos, activos, brincalhões e afeiçoados aos donos. Gostam de participar em tudo o que se passa, gosta de participar em tudo o que se passa no lar, são delicados, sociáveis e adoram estar na companhia do(s) dono(s), assim como receber e dar mimos… todas estas “qualidades” fazem do gato Somali um excepcional animal de companhia.

Fonte: www.catish.com.pt

Somali

 

País: EUA

Ancestrais: Abissínios Pêlo Longo.

Origem: 1967

Temperamento: Extrovertido

Características: Os somalis exibem pontas de pêlo mais escuras (ticking) semelhantes às do Abissínio. São gatos de tamanho médio, formação musculosa e harmoniosa. A cabeça é triangular, de contornos suaves. é essencial uma ligeira quebra no nariz.

Observações: Seu nome é uma alusão à Somália, país africano que faz fronteira com a Etiópia (antiga Abissínia), refletindo a estreita relação da raça com os gatos abissínios.

Fonte: www.animalnet.com.br

Somali

Origem: EUA
Perfil: Afetuoso
Tipo de Pêlo: Semilongo
Tamanho: Médio
Peso Mínimo: 03 Kg – Peso Máximo: 05 Kg
Temperamento: Curioso
Nível de Atividade: Alto
Idade: média de 11 anos

Características

O nome Somali foi escolhido pela própria criadora da raça, que olhando no mapa, procurando pela região da antiga Abissínia, encontrou a Somália, assim surgindo o nome. De porte mediano, o Somali tem como características físicas a cabeça alongada, mas harmoniosa em relação ao resto do corpo. Suas orelhas são grandes, eretas, triangulares, largas na base da cabeça e arqueadas para frente. Os olhos são grande e expressivos, tendo como cores o dourado, o cobreado, o avelã ou o castanho-esverdeados, sempre em harmonia com a coloração da pelagem e acentuados pela pele mais escura das pálpebras.

O Somali possui uma característica marcante, logo acima de seus olhos, onde há uma pequena marca vertical de pêlos mais escuros no meio da área de pêlos mais claros. Esse risco parece ter sido feito com um lápis colorido. O corpo desses gatos é longo, flexível e bastante forte. Suas costas são um pouco arqueadas, passando a impressão de que o Somali está prestes a dar o bote. Suas pernas são longas e bastante musculosas. A cauda é longa e afilada em direção à extremidade. A pelagem é dupla e muito suave ao toque, apresentando uma textura fina. Seu comprimento característico é semilongo, exceto na área dos ombros, onde os pêlos são um pouco mais curtos. Entre as cores aceitas para a pelagem do Somali tem-se o marrom-alaranjado, que tem como característica a almofada das patas pretas ou marrom escuro e a trufa na cor de telha ou de tijolo; o canela, onde a almofada das patas é cor de rosa e a trufa rosada; o azul, onde a almofada das patas é azul malva e a trufa é rosa escuro; e o camurça, onde a almofada das patas e a trufa são rosa malva.

O Somali adora o contato humano, sendo um excelente companheiro para toda a família, pois ao contrário de muitos gatos, esse gato adota várias pessoas na família como sua dona, sendo afetuoso e brincalhão com todas. Além disso, o Somali aceita bem os estranhos, ficando logo à vontade, apesar de não permitir grandes intimidades. Vale ressaltar que podem haver variações de comportamento de um exemplar para outro, mas de maneira geral, a raça não tem problemas de convivência. O Somali também se demonstra sociável com outros animais, como cães e pássaros. Além disso, a raça é muito curiosa e costuma sempre explorar o lugar à sua volta. Seu miado é bastante discreto e eles costumam miar apenas para dar boas vindas, para chamar a atenção ou quando estão no cio, não costumando miar insistentemente.

Histórico

No final dos anos 60, uma criadora, que presidia um abrigo para gatos desamparados, recebeu a doação de um gato de pêlos semilongos, pertencente a raça abissínia, cuja característica são os pêlos curtos. O doador relatou que aquele gato fora dado a ele por um criador de Abissínios, que o rejeitou devido a sua pelagem, considerada indesejável para a raça. Essa criadora ficou incomodada com o fato de Abissínios com pedigree, serem discriminados só porque possuíam pêlos mais longos. Foi então que ela teve a idéia de transformar esses abissínios mais peludos em uma raça distinta. Para isso, era necessário preencher as diversas condições para seu reconhecimento oficial. Para alcançar esses objetivos, a criadora buscou proprietários de Abissínios de pêlos semilongos. Ela começou tentando encontrá-los com outros criadores da raça, porém com os criadores ela acabou não encontrando nada, pois estes preferiam ocultar o nascimento desses gatos mais peludos, além disso alguns se opuseram à iniciativa da criadora, pois acreditavam que essa pelagem semilonga era fruto de uma miscigenação ocorrida durante a II Guerra Mundial. A procura por mais abissínios de pêlos longos acabou levando a criadora a colocar anúncios em várias revistas especializadas em animais. Procuraram-na cerca de 30 proprietários, que junto a criadora fundaram uma entidade, a qual atualmente reúne cerca de 200 associados. O nome Somali foi escolhida pela própria criadora que olhando no mapa, na região da antiga Abissínia, bateu os olhos na Somália, assim surgindo o nome. O reconhecimento da raça veio em 1978, pela CFA.

Cuidados

O Somali é um gato extremamente resistente, não apresentando nenhuma doença característica da raça. O único cuidado que se deve ter é com sua pelagem, sendo que esta exige três ou quatro escovações semanais, afim de deixá-lo bonito e eliminar os pêlos mortos, evitando assim o excesso deles espalhados pela casa. A escovação deve ser mais freqüentes nos períodos de muda, quando o subpêlo e os pêlos de cobertura ficam muito sujeitos a formação nós e a cair com em maior quantidade.

Fonte: www.caoeciavet.hpg.ig.com.br

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