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Tadorna

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Nome Popular: TADORNA TRICOLOR
Nome Científico: Tadorna tadorna
Categoria: Aves Ornamentais
Subcategoria: Aves Aquáticas

Ave marinha de grande tamanho de grande atividade voadora. É a mais conhecida e popular das tadornas. Distribuição: Populações sedentárias Gr㠖 Bretanha, França e Dinamarca, Noruega, Suécia e Finlândia. Alguns migradores descem ao Sul da Espanha, Portugal, África do Norte e Adriático. Existem ainda no Mar Negro, Rússia, Sibéria, Turquistão e Mongólia Habitat: Costas marinhas, lagos e mares, águas salobras. Costas arenosas e limosas

Aproximam-se dos gansos pelo seu dimorfismo sexual pouco acentuado, patas robustas que permitem um deslocamento fácil em terra e pelo seu hábito de passar grande parte do dia em terra.

O seu regime alimentar onívoro aproxima-os dos Patos. A atividade quotidiana é influenciada pelo fluxo das marés. Na maré cheia repousam perto ou sobre as dunas. Na maré vazante eles chafurdam à procura do seu alimento principal: crustáceos, moluscos e vermes marinhos. Também consomem algumas plantas aquáticas e alguns insetos. Esta espécie, migradora parcial, é pouco expandida mas um tanto comum. Prefere água salgada à doce. Preferem as costas com vegetação abundante, assim como os estuários dos rios. Levantam verticalmente em vôo. Quando migram voam em linhas direitas mas quando se deslocam para alimentar usam a formação em V ou diagonal. Não têm plumagem de eclipse.

Durante a muda os adultos juntam-se em grupos de milhares no mar em bancos de areia. Normalmente são relativamente silenciosas durante o ano mas isso muda na época de reprodução ouvindo-se bem as fêmeas A tadorna e o Homem: Os habitantes das terras Nórdicas são os mais perigosos inimigos. Os seus ovos e penugem que os cobre são bastante desejados. O método tradicional consiste em coletar ovos recém postos e penugem. Alimentação essencialmente animal sobretudo à base de crustáceos, vermes, peixes, moluscos ou insetos.

Ervas, sementes e frutas também fazem parte da alimentação. Algumas aves são especialistas em caracóis de água salgada. Uma tadorna tinha no estômago cerca de 3000 destes minúsculos caracóis. Embora prefiram a água salgada para freqüentar procuram água doce para beber.

Formam casal para toda a vida. Cada casal tem o seu próprio território.

O macho tem uma carúncula vermelha que aumenta e só se torna visível na época de reprodução. Usam buracos de coelhos, texugos, raposas ou marmotas como ninho (a fêmea amassa ervas a 1 ou 2 m na no barranco) mas também podem fazer o ninho em buracos em arvores largas. As vezes 4 ou mais fêmeas põem no mesmo ninho com um total de cerca de 50 ovos sendo isto freqüentemente um indicativo de falta de ninhos adequados.

É comum o casal retornar ao mesmo ninho todos os anos. As crias ficam no ninho debaixo da fêmea durante o seu 1º dia.

Depois o macho encoraja as crias a sair. Os 2 pais tomam conta dos filhos.

As crias alimentam-se principalmente de minúsculos crustáceos. Mergulham bastante bem desde o nascimento em caso de necessidade.

Os adultos são obrigados a abandonar os filhos para fazerem a muda e como os filhos não voam juntam-se em creches sobre a vigilância de alguns adultos. As creches podem chegar a ter 100 crias. As crias são postas em creches quando estão apenas a meio tamanho.

Estas creches têm grande valor de sobrevivência.

Os juvenis distinguem-se dos adultos pelo anel branco que têm à volta dos olhos. A formação do casal é por toda a vida Criação fácil reprodução difícil (especialmente quanto à criação dos recém nascidos). Planos de água um tanto grandes serão necessários.

Como sempre a criação deve ter em conta os hábitos do animal no seu habitat natural para se ter as melhores condições possíveis.

Reproduzem-se no seu 2º ou 3º ano. Algumas medidas: Comprimento: 60 cm Envergadura: 110 cm Peso: Macho pesa 1,2 a 1,5 kg a fêmea 1,0 a 1,3 kg. Época de Criação : Setembro a dezembro.

Nidifica em tocas mas pode pôr os ovos numa cavidade rochosa.

Põe 8 a 12 ovos na cor creme mas as vezes chega a 20 ovos.

Macho permanece por perto.

A incubação dura 28 a 30 dias.

Crescem depressa e com 6-8 semanas já voam.

As crias são criadas em creches durante 6 semanas

Anilhar no 14º dia com anilha de 12mm

Maturação sexual aos 22 meses

Fonte: www.fazendavisconde.com.br

Tadorna

Pato-branco

Fácil de identificar à distancia, este pato, bastante comum na maior parte da Europa, é surpreendentemente escasso em Portugal, sendo muito raro fora dos seus três locais habituais de 
ocorrência.

Identificação

Grande pato, que na estrutura tem aspecto intermédio entre um pato e um ganso. Facilmente visível à distância devido à brancura da sua plumagem. Os adultos têm a cabeça verde escura, que pode parecer preta à distância, o bico vermelho vivo e uma banda peitoral castanha.

Abundância e calendário

Pouco comum e com uma distribuição muito localizada, o pato-branco é principalmente uma espécie invernante, que pode ser observado de Novembro a Fevereiro. Ocorre com alguma regularidade nas grandes zonas húmidas costeiras, sendo muito raro no interior do país. O sotavento algarvio, onde existe uma pequena população nidificante, é a única região do país onde a espécie está presente durante a Primavera.

Onde observar

Embora o pato-branco seja regular nos grandes estuários, o número de indivíduos parece flutuar bastante de mês para mês e de ano para ano, havendo por isso ocasiões em que a espécie é consideravalmente mais fácil de observar que noutras.

Entre Douro e Minho

Raro nesta região, observa-se muito esporadicamente no estuário
do Cávado.

Lisboa e Vale do Tejo

O estuário do Tejo é o único local de ocorrência regular, sendo o sítio das Hortas o melhor local para ver esta espécie em Portugal.

Alentejo

O pato-branco pode ser visto com regularidade no estuário do Sado, principalmente junto ao sapal da Carrasqueira.

Algarve

A reserva de Castro Marim é o principal local de ocorrência na região, sendo de assinalar que a espécie tem nidificado neste local em anos recentes, podendo por isso ser observada durante todo o ano.

Fonte: www.avesdeportugal.info

Tadorna

Nome popular: Tadorna
Classe: Aves
Ordem: Anseriformes
Família: Anatidae
Nome científico: Tadorna tadorna
Nome inglês: Shelduck
Nome em francês: Tadorne de Belon
Comprimento: 65 cm (macho)
Peso: 1,5 kg (macho) – A fêmea é menor.

A muda da maioria das aves ocorre gradualmente, mas a tadorna, como todos os anatídeos, perde as penas de suas asas de uma vez só. Enquanto essas penas não crescem, a tadorna é incapaz de voar. Exatamente antes da muda, as tadornas se reúnem em grandes bandos sobre os bancos de areia e aí ficam até poder usar de novo as asas.

As tadornas se aninham nas costas do norte da Europa, nas costas do mar Negro e na Ásia ocidental. São encontradas somente nos lugares onde a maré deixa a descoberto os bancos de areia ou lodo. As tadornas são sociais e vivem em bandos. Na época da reprodução, os machos brigam pela posse das fêmeas. Seu ninho é geralmente uma toca abandonada de coelho, às vezes um pouco longe do mar.

No fundo dessas tocas, a fêmea põe de 8 a 12 ovos sobre um amontoado de capim seco e os choca sozinha. Durante a maré baixa, ela sai para se alimentar.

Fonte: www.felipex.com.br

Tadorna

Embora seja um invernante pouco comum em Portugal, a presença do Pato-branco tornou-se regular nos Estuários do Tejo e Sado e nas salinas de Castro Marim durante o Inverno, onde podem ser observados bandos em alimentação na zona entre marés.

Tadorna

CARACTERÍSTICAS E IDENTIFICAÇÃO

Embora a sua silhueta se aproxime da dos gansos, de corpo robusto e pescoço e cabeça longos, o Pato-branco (Tadorna tadorna) pertence à subfamília Anatinae, onde se incluem os restantes patos. Tem um comprimento aproximado de 58 a 67 cm e 110 a 133 cm de envergadura, sendo o macho, de um modo geral, de maiores dimensões.

A plumagem colorida e única destas aves torna extremamente fácil a sua identificação: maioritariamente brancas com excepção da cabeça preta-esverdeada, banda completa cor de ferrugem à altura do peito, penas de voo, escapulares e extremidade da cauda pretas, bico vermelho (no macho em plumagem nupcial com uma protuberância vermelha na base) e patas cor-de-rosa.

O juvenil apresenta as faces brancas e não tem a banda ferrugem à altura do peito.

Embora seja uma espécie silenciosa fora da época da reprodução, na Primavera e Verão a voz grasnante muito característica das fêmeas pode ser ouvida a distâncias consideráveis.

Tadorna

DISTRIBUIÇÃO E ABUNDÂNCIA

A área de distribuição do Pato-branco no Paleárctico Ocidental é formada por dois núcleos: o núcleo ocidental engloba as zonas costeiras da Europa Ocidental, desde a Escandinávia até à costa atlântica francesa, com pequenas bolsas na costa mediterrânica francesa e no Norte de África; o núcleo oriental estende-se desde a Grécia e Turquia para leste, ao longo da costa do Mar Negro, penetrando depois pela Ásia Central. A maior parte da população europeia reprodutora está concentrada nos países do Norte (Suécia: 8.000-12.000 casais; Noruega: 2.000-5.000; Dinamarca: 3.000), bem como no Reino Unido (10.600), Alemanha (10.000) e Países Baixos (6.000-9.000). Nos locais de invernada destaca-se o noroeste europeu que concentra cerca de 250.000 aves, e ainda o leste Mediterrânico e o Mar Negro (60.000 aves) e o Mediterrâneo Ocidental (15.000 aves). Em Portugal o Pato-branco é um invernante pouco comum e de ocorrência localizada, constituindo o Estuário do Tejo o principal local de invernada conhecido, onde o número médio de indivíduos entre 1987 e 1994 foi de 33. No ano de 2000 foi registado um casal reprodutor nas salinas de Castro Marim.

ESTATUTO DE CONSERVAÇÃO

A nível europeu tem-se registado um incremento tanto no número de casais reprodutores, como na área de distribuição do Pato-branco. Assim, na Europa esta espécie goza de um estatuto de conservação favorável; em Portugal tem estatuto de raro. Está incluído nas convenções de Berna (Anexo II) e de Bona (Anexo II).

FACTORES DE AMEAÇA

Esta é uma espécie muito sensível aos rigores do Inverno, registando-se com frequência elevadas taxas de mortalidade nas populações do noroeste europeu durante vagas de frio. Embora se encontre actualmente em expansão na Europa, a destruição gradual das zonas húmidas neste continente poderá levar à perda de habitat de alimentação e de nidificação desta espécie, constituindo por isso um potencial factor de ameaça no futuro.

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HABITAT

A escolha do habitat, principalmente na época reprodutora, é determinada pela presença de água salgada ou salobra: o Pato-branco está assim presente tanto em costas marítimas e mares interiores, como em estuários, lagoas costeiras e complexos de salinas. Para a alimentação necessita de áreas de produtividade biológica elevada, nomeadamente substratos arenosos ou lodosos inundados regularmente por águas pouco profundas.

ALIMENTAÇÃO

Alimenta-se em grupos de diferentes dimensões em zonas de água pouco profunda ou zonas lodosas, sendo pouco frequente observar aves desta espécie em alimentação em zonas secas, como prados. Predomina a alimentação animal, sobretudo insectos, moluscos e crustáceos, mas como alimento complementar podem ingerir algas e rebentos de plantas dos pântanos salgados.

REPRODUÇÃO

A formação dos casais ocorre em Março, mês em que as grandes concentrações de aves que permaneceram no mesmo local durante todo o Inverno começam a dispersar. O Pato-branco nidifica em cavidades, geralmente em dunas, aproveitando antigas tocas de coelho ou de raposas, ou então sob arbustos cerrados. Os dois membros do casal procuram todos os anos novos locais para incubar, fazendo longas marchas a pé em redor dos territórios de alimentação. As posturas, com 8 a 10 (3-12) ovos, são iniciadas em finais de Abril ou em Maio e a incubação, feita apenas pela fêmea, prolonga-se por cerca de 30 dias. As crias atingem a idade de emancipação entre os 45 e os 50 dias de idade, mas as famílias tendem a permanecer juntas cerca de 9 semanas.

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MOVIMENTOS

Esta é uma espécie migradora, parcialmente migradora e dispersiva. A maioria da população do noroeste da Europa efectua, entre Junho e Setembro, uma migração de muda desde as áreas de nidificação até ao Waddenzee, na costa alemã. A migração outonal só tem início depois da migração de muda e para as aves dos Países Baixos e do Reino Unido leva-as imediatamente de volta às áreas de reprodução. As populações que nidificam a leste das áreas de muda, tendem a invernar nas costas do Mar do Norte, no leste de França e até mesmo no Reino Unido. A migração de regresso para as áreas de nidificação inicia-se em Março. As populações do sudoeste da Europa são maioritariamente sedentárias.

CURIOSIDADES

Como já foi referido, o Pato-branco é um invernante pouco comum em Portugal, sendo por isso importante assinalar a presença de 850 aves desta espécie no Estuário do Tejo no mês de Dezembro de 1995.

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LOCAIS FAVORÁVEIS DE OBSERVAÇÃO

Em Portugal, os locais onde o Pato-branco ocorre com maior regularidade são os Estuários do Tejo e do Sado e as salinas de Castro Marim, sendo a sua observação favorável nos meses de Dezembro, Janeiro e Fevereiro.

BIBLIOGRAFIA

Elias G.L., Reino L.M., Silva T., Tomé R. e P. Geraldes (Coods.) (1998). Atlas das Aves Invernantes do Baixo Alentejo. Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves, Lisboa.

Sauer, F. (1983). Aves Aquáticas. Editorial Publica.

Schricke V.,. Blet J.N e J.J. Brochier (1992). Les canards. Faune sauvage. Hatier.

Snow D.M. e C.M. Perrins (Eds.) (1998). The birds of the Western Palearctic. Concise Edition; vol. 2 Non passerines. Oxford University Press.

Teresa Catry

Fonte: www.naturlink.pt

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