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Baleia Jubarte



 

Baleia Jubarte

A baleia jubarte, também chamada baleia corcunda ou preta é conhecida por seu temperamento dócil, pelas acrobacias que realiza (saltos, exposição de cabeça e nadadeiras, etc.) e por um desenvolvido sistema de vocalização. A baleia jubarte possui nadadeiras peitorais muito grandes, que podem chegar a medir o equivalente a quase um terço de seu comprimento total. Por isso o nome do gênero Megaptera (mega: imensa; e pterus: asa). Possuem coloração escura no dorso e clara no ventre.

As fêmeas, um pouco maiores que os machos, podem alcançar 16m de comprimento e pesar 40 toneladas, sendo que os filhotes nascem com cerca de 4m após 12 meses de gestação.

A cabeça é coberta de pequenas calosidades redondas e o borrifo é espalhado, em forma de balão.

Fonte: projetobaleias.com.br

Baleia Jubarte

Baleia Jubarte

NOME POPULAR: baleia jubarte, Baleia-de-corcova, Baleia-preta, Baleia-corcunda ou Balei-cantora
NOME CIENTÍFICO: Megaptera novaeangliae
TAMANHO: 13 a 14 metros de comprimento
PESO: 25 a 30 toneladas

Entre todas as baleias a jubarte é a mais maciça e menos esbelta. Devido às suas linhas, consideradas pouco hidrodinâmicas, por isso a baleia não tenha um desempenho tão bom quanto as outras, nada a uma velocidade de 6 a 12km/h. Durante muito tempo sofreu intensa predação, por viver grande parte da vida ao longo das costas marítimas. Sua caça foi proibida em 1966, porém ainda hoje está ameaçada de extinção. Além da caça, ainda enfrenta os problemas de poluição nos mares e até colisões com grandes embarcações.

Para amamentar, a jubarte sobe à superfície, seu filhote abocanha o mamilo, mas é incapaz de sugar: o leite é esguichado em sua boca, quando crescem fêmea e macho chegam ao mesmo tamanho. Sua distribuição é muito vasta, e as populações obedecem ao mesmo tipo de migração, na estação fria, procuram águas tropicais; na estação quente, vão para águas polares. Possui hábitos costeiros. São encontradas em todos os oceanos, no Brasil, distribuem-se desde o Rio Grande do Sul até o Arquipélago de Fernando de Noronha, sendo que sua maior concentração ocorre no Parque Nacional de Abrolhos, na Bahia. Seu período de gestação é de aproximadamente 12 meses, com o nascimento de 1 filhote, que possui em média 5 metros e podem pesar até 2 toneladas.

Formam grupos de 2 a 3 indivíduos, no entanto é comum encontra-las sozinhas. Nos períodos de migração, não se alimenta e consome as reservas de grossas camadas de gordura que armazena nas áreas de alimentação, próximas dos pólos. Alimenta-se principalmente de krill (pequeno camarão) e de outros crustáceos além pequenos peixes.

Possui nadadeiras peitorais grandes, que podem chegar a medir quase um terço de seu comprimento total. A nadadeira dorsal é pequena e fica em cima de uma corcova. A nadadeira caudal tem bordas recortadas e padrão da superfície ventral variável. A cabeça é coberta de pequenas calosidades redondas, e o borrifo é espalhado, em forma de balão.

Fonte: www.pick-upau.org.br

Baleia Jubarte

Baleia Jubarte

Características Principais

A baleia Jubarte possui nadadeiras peitorais muito grandes, que podem chegar a medir o equivalente a quase um terço de seu comprimento total. A nadadeira dorsal é pequena e fica em cima de uma corcova.

A nadadeira caudal tem pordas recortadas e padrão da superfície ventral variável. A cabeça é coberta de pequenas calosidades redondas, e o borrifo é espalhado, em forma de balão.

Tamanho

O comprimento médio é de 12 a 15 metros.

Peso

Varia entre 25 a 30 toneladas

Gestação e cria

Aproximadamente doze meses, nasce apenas uma cria com cerca de 5,0 metro. Os filhotes nascem com 1 a 2 toneladas.

Alimentação

Krill (pequeno camarão) e pequenos peixes.

Distribuição

Possui hábitos costeiros. Ocorre em todos os oceanos, no Brasil, distribuem-se desde o Rio Grande do Sul até o Arquipélago de Fernando de Noronha, sendo que sua maior concentração ocorre em Abrolhos-BA.

Ameaças

Captura acidental em redes de pesca, colisão com barcos e navios, poluição dos mares e a destruição do habitat são as principais ameaças à baleia jubarte.

Status

Vulnerável.

Fonte: www.lbm.com.br

Baleia Jubarte

Baleia Jubarte

Origem do nome científico

Do grego mega (grande), pteron (asa, ou nadadeira), e do latim novus (nova) e angliae (Inglaterra) – significando “grandes asas da Nova Inglaterra).

Hábitat

Costeiro

Distribuição

Espécie cosmopolita, ocorrendo desde as águas polares às tropicais. A migração dessa espécie das áreas de alimentação em altas latitudes para as áreas de reprodução e cria em baixas latitudes, é uma das maiores conhecidas entre os mamíferos aquáticos.

Registros

Do Rio Grande do Sul ao Piauí e arquipélago de Fernando de Noronha

Lista de Identificação / Principais características:

· Coloração negra no dorso e ventre mesclado de branco e preto

· Corpo robusto e grande

· Cabeça arredondada, com uma única quilha central

· A cabeça e mandíbulas apresentam um número variável de protuberâncias arredondadas, chamadas de tubérculos

· Nadadeira dorsal altamente variável (de quase ausente a altamente falcada), frequentemente apresentando marcas e cicatrizes. Localizada acima de uma pequena corcova, a qual se torna particularmente notável quando a baleia arqueia bastante o dorso antes de realizar um mergulho profundo

· Nadadeiras peitorais longas (quase 1/3 do comprimento total) e estreitas, com bordas recortadas e coloração predominantemente branca

· Nadadeira caudal com bordas serrilhadas. O padrão de coloração da superfície ventral da nadadeira caudal é variável indo do preto ao branco passando por padrões intermediários. Esse padrão de coloração e os recortes das bordas variam individualmente, criando um desenho de cauda único para cada animal

· Piolhos-de-baleia, rêmoras e cracas podem ser encontrados aderidos na superfície da pele

· Barbatanas: 270 – 400 em cada lado, de cor negra com cerca de 60cm de comprimento. Na face interna, presença de franjas curtas, grossas e escuras

· Pregas ventrais: 14 – 22. Estendem-se da extremidade da mandíbula ao umbigo e são mais largamente espaçadas do que nas demais baleias

· Borrifo: Visível, distinto e denso. Alcança de 2,5m a 3m de altura. Usualmente largo com relação a sua altura

Comprimento máximo

12m/16m

Peso

90 ton

Comportamento

São tipicamente observadas solitárias ou em pequenos e instáveis grupos tanto nas áreas de alimentação quanto nas áreas de reprodução. No inverno e primavera os machos de baleias-jubarte cantam canções compridas e complexas cuja principal função presume-se que seja para atrair as fêmeas. Todas as baleias de uma mesma população cantam essencialmente a mesma canção e embora a forma e o conteúdo de todos os sons mudem de tempos em tempos, as baleias de alguma maneira coordenam essas mudanças.

Os machos competem agressivamente pelo acesso as fêmeas o que resulta em “grupos competitivos” que podem por horas envolverem-se em batidas de cauda e cabeça e colisões. Os machos também formam coalizões, mas pesquisas tornam-se necessárias para entender a significância e composição dessas alianças. Certamente os machos permanecem nas áreas de reprodução por mais tempo que as fêmeas na tentativa de obter repetidas cópulas, ao passo que as fêmeas grávidas retornam para as áreas de altas latitudes rapidamente onde irão se alimentar por alguns meses objetivando prepararem-se para o custoso período energético da lactação.

Arqueia o dorso antes de um mergulho profundo projetando a nadadeira caudal acima da superfície da água. Uma das baleias mais acrobáticas, salta, bate com as nadadeiras peitorais e caudal na superfície da água, várias vezes numa série. Frequentemente coloca a cabeça acima da superfície da água. Muitas vezes, exibe ambas as longas nadadeiras peitorais acima da superfície ficando com o ventre para cima.

Frequentemente exibe por longos períodos o pedúnculo e a nadadeira caudal, especialmente nas áreas de reprodução e cria. O propósito desses comportamentos possuem diferentes funções, dependendo do contexto social ou comportamental. Curiosa, pode aproximar-se de embarcações.

Na baía da Ilha Grande são observados com maior frequência indivíduos adultos solitários.

História Natural

O período de gestação varia de 11 a 11,5 meses. A maturidade sexual é alcançada em ambos os sexos aos cinco anos de idade. Filhotes tornam-se independentes das mães quando alcançam de 8 a 10m, o que geralmente ocorre no final do primeiro ano de vida. O intervalo entre as crias é de dois anos.

Comprimento no nascimento

4 – 4,6m

Peso

680 kg

Longevidade

Pelo menos, 50 anos.

Predadores naturais

Baleia Jubarte

São comumente atacadas por orcas, o que é atestado pelas marcas de dentes frequentemente encontradas nas baleias-jubartes. No entanto, parece que ataques fatais são geralmente confinados em animais muito jovens. A predação não parece ser um fator significante na organização social dessas baleias. Grandes tubarões também podem predar especialmente indivíduos mais jovens

Dieta: Krill e outros pequenos crustáceos e peixes

Ameaças: Enredamento, degradação do hábitat, distúrbios humanos, poluição química, sonora e proveniente do lixo flutuante (como por exemplo ingestão de tampas de refrigerantes Pet, como já registrado na Bahia)

Outros nomes vernaculares: Baleia-corcunda, baleia-cantora, baleia-preta, baleia-jubarta

Fonte: www.projetogolfinhos.com.br

Baleia Jubarte

Criado em 1988 por oceanógrafos do Parque Nacional Marinho de Abrolhos, o Projeto Baleia Jubarte realiza pesquisas de comportamento, foto identificação, monitoramento do turismo e registro de encalhes de baleias em toda a área próxima ao parque. A baleia jubarte, também chamada de corcunda ou preta, frequenta a região na época de acasalamento e procriação, em função de suas águas claras e tépidas.

A caça de baleias é proibida por lei no Brasil (desde 1987) e na maioria dos países. No entanto, esta e outras espécies continuam ameaçadas de extinção, pois durante séculos a caça indiscriminada reduziu drasticamente as baleias de todos os oceanos.
De uma população inicial estimada em 150 mil jubartes, restam hoje cerca de 25 mil, em todo o mundo. ME, agora, elas sofrem ameaças da poluição dos mares, do aumento do tráfego de embarcações nos oceanos e do turismo descontrolado em suas áreas de alimentação e reprodução.

Além do Projeto Jubarte, existem vários outros monitorando e estudando as seis outras espécies de baleias que frequentam a costa brasileira. São elas: Bryde, Minke, Sei, Fin, Franca-do-Sul e Azul. Os recursos dos oceanógrafos de Abrolhos vêm de empresas privadas e estatais, além de doações e venda de material de divulgação.

Fonte: www.preservarepreciso.pampasonline.com.br

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