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BALEIA JUBARTE

Criado em 1988 por oceanógrafos do Parque Nacional Marinho de Abrolhos, o Projeto Baleia Jubarte realiza pesquisas de comportamento, foto identificação, monitoramento do turismo e registro de encalhes de baleias em toda a área próxima ao parque. A baleia jubarte, também chamada de corcunda ou preta, freqüenta a região na época de acasalamento e procriação, em função de suas águas claras e tépidas.

A caça de baleias é proibida por lei no Brasil (desde 1987) e na maioria dos países. No entanto, esta e outras espécies continuam ameaçadas de extinção, pois durante séculos a caça indiscriminada reduziu drasticamente as baleias de todos os oceanos.
De uma população inicial estimada em 150 mil jubartes, restam hoje cerca de 25 mil, em todo o mundo. ME, agora, elas sofrem ameaças da poluição dos mares, do aumento do tráfego de embarcações nos oceanos e do turismo descontrolado em suas áreas de alimentação e reprodução.

Além do Projeto Jubarte, existem vários outros monitorando e estudando as seis outras espécies de baleias que freqüentam a costa brasileira. São elas: Bryde, Minke, Sei, Fin, Franca-do-Sul e Azul. Os recursos dos oceanógrafos de Abrolhos vêm de empresas privadas e estatais, além de doações e venda de material de divulgação.

Fonte: www.preservarepreciso.pampasonline.com.br

BALEIA JUBARTE

A baleia-jubarte, também chamada baleia corcunda ou preta é conhecida por seu temperamento dócil, pelas acrobacias que realiza (saltos, exposição de cabeça e nadadeiras, etc.) e por um desenvolvido sistema de vocalização. A baleia-jubarte possui nadadeiras peitorais muito grandes, que podem chegar a medir o equivalente a quase um terço de seu comprimento total. Por isso o nome do gênero Megaptera (mega: imensa; e pterus: asa). Possuem coloração escura no dorso e clara no ventre.

As fêmeas, um pouco maiores que os machos, podem alcançar 16m de comprimento e pesar 40 toneladas, sendo que os filhotes nascem com cerca de 4m após 12 meses de gestação.

A cabeça é coberta de pequenas calosidades redondas e o borrifo é espalhado, em forma de balão.

Fonte: projetobaleias.com.br

BALEIA JUBARTE

NOME POPULAR: Baleia-jubarte, Baleia-de-corcova, Baleia-preta, Baleia-corcunda ou Balei-cantora
NOME CIENTÍFICO: Megaptera novaeangliae
TAMANHO: 13 a 14 metros de comprimento
PESO: 25 a 30 toneladas

Entre todas as baleias a jubarte é a mais maciça e menos esbelta. Devido às suas linhas, consideradas pouco hidrodinâmicas, por isso a baleia não tenha um desempenho tão bom quanto as outras, nada a uma velocidade de 6 a 12km/h. Durante muito tempo sofreu intensa predação, por viver grande parte da vida ao longo das costas marítimas. Sua caça foi proibida em 1966, porém ainda hoje está ameaçada de extinção. Além da caça, ainda enfrenta os problemas de poluição nos mares e até colisões com grandes embarcações.

Para amamentar, a jubarte sobe à superfície, seu filhote abocanha o mamilo, mas é incapaz de sugar: o leite é esguichado em sua boca, quando crescem fêmea e macho chegam ao mesmo tamanho. Sua distribuição é muito vasta, e as populações obedecem ao mesmo tipo de migração, na estação fria, procuram águas tropicais; na estação quente, vão para águas polares. Possui hábitos costeiros. São encontradas em todos os oceanos, no Brasil, distribuem-se desde o Rio Grande do Sul até o Arquipélago de Fernando de Noronha, sendo que sua maior concentração ocorre no Parque Nacional de Abrolhos, na Bahia. Seu período de gestação é de aproximadamente 12 meses, com o nascimento de 1 filhote, que possui em média 5 metros e podem pesar até 2 toneladas.

Formam grupos de 2 a 3 indivíduos, no entanto é comum encontra-las sozinhas. Nos períodos de migração, não se alimenta e consome as reservas de grossas camadas de gordura que armazena nas áreas de alimentação, próximas dos pólos. Alimenta-se principalmente de krill (pequeno camarão) e de outros crustáceos além pequenos peixes.

Possui nadadeiras peitorais grandes, que podem chegar a medir quase um terço de seu comprimento total. A nadadeira dorsal é pequena e fica em cima de uma corcova. A nadadeira caudal tem bordas recortadas e padrão da superfície ventral variável. A cabeça é coberta de pequenas calosidades redondas, e o borrifo é espalhado, em forma de balão.

Fonte: www.pick-upau.org.br

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