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Boto Cor-de-Rosa

Inia geoffrensis

Classe: Mammalia

Ordem: Cetacea

Família: Platanistidae

Nome científico: Inia geoffrensis

Nome vulgar: Boto-cor-de-rosa

Categoria: Ameaçada

Ocorre na América do Sul, na bacia do Orenoco e Amazonas. O maior comprimento registrado é de 2,50m, e o peso pode ultrapassar 160kg. Uma das características são os pêlos modificados (vibrissas) sobre a parte superior do bico, que provavelmente têm função tátil.

A coloração pode variar bastante com a idade, atividade e local em que o animal vive e está ligada com a irrigação sanguínea dos vasos subcutâneos.

Basicamente é um animal solitário.

Alimenta-se de peixes, mas pode também ingerir moluscos e crustáceos. A estação de procriação inicia entre outubro e novembro. Com nascimentos que acontecem 8.5 meses depois, em maio e julho quando os níveis de água chegam no limite. Os jovens nascem com 80 cm.

A duração de lactação ninguém tem certeza mas, um indivíduo foi encontrado mamando um ano depois de seu nascimento. População desconhecida, a ameaça deste golfinho são as redes de pesca, caça, a poluição, a destruição do hábitat natural. Sua carne não é apreciada mas, os homens utilizam a sua gordura para óleo de lanternas, os olhos e a genitália para feitiço.

Fonte: www.ambientebrasil.com.br

Boto Cor-de-Rosa

Ao cair da noite na Amazônia, o boto cor-de-rosa deixa os rios e transforma-se em um lindo e sedutor rapaz, que sai em busca de uma garota para namorar. Além de galante e sedutor, o boto dança como ninguém e enfeitiça as meninas indefesas. De madrugada, o namorador volta para o rio, onde se transforma de novo em boto. Essa é uma lenda contada na floresta amazônica para explicar por que tantas meninas têm filhos sem pai: são todos filhos do boto.

Os botos são golfinhos de água doce. Mas apesar de serem parecidos, golfinhos e botos não são iguais. Os golfinhos são acinzentados. Já os botos podem ser pretos, acinzentados ou meio avermelhados, como o boto cor-de-rosa. O bico do boto é mais comprido e possui pêlos na parte de cima.

A principal diferença entre eles é que os golfinhos vivem no mar e os botos, em rios. O boto cor-de-rosa, de nome científico Inia geoffrensis, aparece nos rios da América do Sul, principalmente na Amazônia brasileira e na bacia do rio Orenoco na Venezuela.

Se algum dia você for passear em um rio da Amazônia e ouvir uns gritinhos, preste atenção. Pode ter um boto cor-de-rosa tentando lhe falar alguma coisa...

Uma coisa engraçada sobre os botos é que eles têm olhos bem pequenos e não enxergam muito bem. Para se comunicar e se guiar eles emitem uns gritinhos finos e prestam atenção ao eco dos sons na água.

Além disso, os pêlos do bico também ajudam. Esses pêlos se chamam vibrissas e têm função de tato e de direção, ou seja, servem para o boto saber para onde está indo e sentir o que vem pela frente. As vibrissas ajudam também o boto a achar comida. Ele come peixes, moluscos (como lulas e polvos) e crustáceos (como camarões e caranguejos).

Um boto pode chegar a 2,5 metros de comprimento e pesar 160 quilos. Ao contrário dos golfinhos, que vivem em bandos sempre fazendo bagunça, os botos são animais solitários. Talvez por isso as pessoas acreditem que eles se transformam em rapazes sedutores e namoradores.

O boto cor-de-rosa está ameaçado de extinção no Brasil. Sua carne e seu couro são muito preciosos na região da Amazônia, onde eles continuam sendo caçados. Também há uma grande procura pelos olhos do boto cor-de-rosa, considerados amuletos de amor: as pessoas acreditam que quem tem um olho desses arranja namorado ou namorada fácil, fácil.

Fonte: www.canalkids.com.br

Boto Cor-de-Rosa

É uma das mais conhecidas do Brasil, segundo a qual, o "Dom Juan da Amazônia" encanta homens e mulheres. A cabeça do animal se assemelha á glande humana e a maneira como nada, subindo e descendo, lembra movimentos sexuais. Para muitos, o boto ora é uma bela mulher, ora um atraente rapaz. Quando uma moça fica grávida, logo se atribui às artes do boto. De acordo com os habitantes, na Amazônia existem dois tipos de boto. O preto, conhecido como Tucuxi, salva os náufragos. Ao vermelho são creditadas peripécias, como sinais inexplicáveis de maternidade e fugas femininas. Dizem que o boto chega a levar a escolhida para um palácio no fundo dos rios. Na figura da mulher leva os caboclos à loucura.

Quem ainda não ouviu falar nas incríveis façanhas do boto? Não é nem preciso ser paraense ou ainda da região amazônica para lhe conhecer as proezas. O boto já estreou inclusive no cinema, e aqui e ali cineastas amadores fazem novas películas abordando este ser mítico regional.

O boto tem a faculdade de transformar-se em homem e, nesta condição, seduzir as moças interioranas que costumam dançar nas festas de beira de rio. Como seduz também as que vão tomar banho sozinhas nos rios amazônicos, principalmente se estiverem menstruadas. Como conquista também as que se atrevem a andar em pequenas canoas...

O boto, diferentemente de outras lendas e mitos que não são encontrados facilmente, são perfeitamente identificáveis e até mesmo classificados cientificamente, sendo a "designação comum aos cetáceos odontocetos pertencentes às famílias dos delfinídeos (marinhos) e platanistídeos (fluviais)", segundo o mestre Aurélio. Já Carlos Rocque ensina que pode ser identificado como Inia geoffrensis o boto branco e Steno tucuxi o boto tucuxi.

Sobre botos existem mil e uma histórias e mil e uma crenças. Quando uma mulher moradora às margens dos rios da região engravida, não sendo casada nem possuindo companheiro, é certo que se dirá que seu filho é do boto. A fama de conquistador lhe é atribuída e, além de procurar as mulheres jovens e bonitas, casadas ou não, freqüenta festas onde realiza novas conquistas. Às diversões comparece sempre de chapéu à cabeça, diz-que para esconder um orifício que facilmente o identifica como boto. Bem apessoado, anda elegantemente vestido e faz parte da tradição dizer que tem sempre uma espada à cintura. Porém, acabando o encanto, na hora que tem que se transformar novamente em boto, se verá que todos os acessórios que usa são habitantes das águas: a espada é um poraquê, o chapéu é uma arraia, o sapato é um acari, cascudo ou bodó (um tipo de peixe), o cinto é um arauaná (outro tipo de peixe)...

Dizem que em naufrágios o boto procura socorrer os náufragos. Segundo uma versão, ajudaria apenas as mulheres, até para manter sua fama de conquistador... Noutra, ajuda indiferentemente homens e mulheres. Não são poucas as pessoas que, ao escaparem de morrer afogadas, atribuem - além de a Nossa Senhora de Nazaré - ao boto o seu salvamento.

Os órgãos sexuais, quer do boto quer da sua fêmea, são muito utilizados em feitiçarias, visando a conquista ou domínio do ente amado. Porém o mais utilizado mesmo é o olho do boto, que é considerado amuleto dos mais fortes na arte do amor. Dizem mesmo que, segurando na mão um amuleto feito do olho de boto, tem que ter cuidado para quem olhar, pois o efeito é fulminante: pode atrair até mesmo pessoas do mesmo sexo, que ficarão apaixonadas pelo possuidor do olho do boto, sendo difícil desfazer o efeito...

Contam-se várias histórias em que maridos desconfiados de que alguém estava tentando conquistar suas mulheres, armaram uma cilada para pegar o conquistador. A cilada geralmente acontece à noite, onde o marido vai a luta com seu rival e consegue feri-lo com uma faca, ou a tiros ou com arpão... Mas o rival, mesmo ferido, consegue fugir e atirar-se n'água. No dia seguinte, para surpresa do marido e demais pessoas que acompanharam a luta, aparece o cadáver na beira d'água, com o ferimento de faca, ou de tiros ou ainda com o arpão cravado no corpo, conforme a arma utilizada, não de um homem, mas pura e simplesmente... de um boto!

Fonte: www.amazonialegal.com.br

Boto Cor-de-Rosa

O Boto Cor-de-Rosa é um dos mamíferos aquáticos mais característicos da Amazônia. Cresce até 2,5 metros de comprimento e pode pesar até 90 quilos.

É da família dos cetáceos (Platanistidae), que antigamente teve grande distribuição pelo mundo, inclusive nos oceanos.

Hoje seus membros são limitados a poucos rios de água doce, inclusive o Amazonas/Solimões e o Orinoco. O Boto Cor-de-Rosa vive especialmente em águas relativamente rasas, onde procura, de preferência, peixes de couro tais como o tamuatá e o bagre.

Também não dispensa tartarugas jovens, recém saídas do ovo.

A protuberância na cabeça é um tipo de captador, utilizado para receber os reflexos dos sons que fazem parte do sistema de sonar que utiliza para navegar e encontrar sua comida. Assim, consegue nadar até dentro da floresta inundada na época da cheia e se locomover sem problemas nas águas turvas da região.

Fonte: www.cdpara.pa.gov.br

Boto Cor-de-Rosa

Inia geoffrensis

Boto Cor-de-Rosa

O lendário boto cor-de-rosa nada calmamente nas escuras águas do Rio Negro. Um animal pré-histórico, um ancestral vivo dos golfinhos atuais.

Fonte: www.amazonia.org.br

BOTO COR-DE-ROSA

Boto Cor-de-Rosa

Nome científico

Inia geoffrensis

Onde vive

Amazônia brasileira e na bacia do rio Orenoco, na Venezuela

Quanto pesa

Pode ultrapassar 160kg

Filhotes

1 por gestação

Os botos são golfinhos de água doce, aparecem nos rios e não nos mares. Mas, apesar de serem parecidos, golfinhos e botos não são iguais.

Os golfinhos são acinzentados. Já os botos podem ser pretos, acinzentados ou meio avermelhados, como o boto cor-de-rosa. Seu bico é mais comprido e apresenta pêlos na parte de cima.

Ocorre na América do Sul, na bacia do Orenoco e Amazonas.

O maior comprimento registrado é de 2,50 metros. Uma das características são os pêlos modificados, as vibrissas, sobre a parte superior do bico, que provavelmente têm função tátil.

A coloração pode variar bastante com a idade, atividade e local em que o animal vive e está ligada com a irrigação sanguínea dos vasos subcutâneos. Basicamente é um animal solitário.

Alimenta-se de peixes, mas pode também ingerir moluscos e crustáceos.

Fonte: www.linkscampeoes.com.br

Boto Cor-de-Rosa

Classe: Mamíferos

Ordem: Cetacea

Família: Iniidae ou Platanistidae

Tamanho: O maior comprimento é de 2,50 m.

Peso: Pode ultrapassar 160 kg.

Descrição: Pelos modificados sobre a parte superior do bico, que tem função tátil. A coloração pode variar bastante de acordo com a idade, atiuvidade e local em que o animal vive.

Distribuição: América do Sul, na bacia do Orenoco e Amazonas.

Comportamento: É um animal muito solitário. Alimentação: Alimenta-se de peixes, moluscos e crustáceos.

Reprodução: Costuma estar relacionado com o ciclo anual do rio. Os nascimentos ocorrem quando o rio começa a baixar. A gestação dura entre 10 e 12 meses. A fêmea dá a luz apenas a 1 cria. O Boto utiliza um sonar para capturar suas presas. Não vive em áreas fixas, se aventurando à procura de alimento.

Fonte: www.animalnet.com.br

Boto Cor-de-Rosa

Conhecido através de lendas do folclore brasileiro, o boto-cor-de-rosa ocorre em toda a Bacia Amazônica e do Orinoco, tanto no Brasil, quanto na Colômbia, Guiana, Equador, Peru e Bolívia.

Chegam a 2,8 metros na idade adulta e apresentam coloração rosa e acinzentada.

Deslocam-se sozinhos ou em pequenos grupos. Alimentam-se principalmente de peixes. Geram apenas um filhote após cerca de 10 meses.

No Amazonas, a lenda do boto que se transforma em belos rapazes para seduzir as moças ribeirinhas ainda é mencionada até hoje nos casos de filhos de paternidade desconhecida.

A genitália das fêmeas e dos machos continua sendo vendida ilegalmente como amuletos para a procura do amor perfeito.

Além desta ameaça, a destruição do ecossistema amazônico e a construção de barragens são as maiores ameaças à sobrevivência desta espécie.

Fonte: www.projetoatlantis.com.br

Boto Cor-de-Rosa

Boto Cor-de-Rosa

Nome Científico
Inia geoffrensis

Alimentação
Alimenta-se de peixes, mas também pode ingerir moluscos e crustáceos.

Habitat
Bacias dos rios Amazonas e Orinoco.

Distribuição Geográfica
América do Sul.

Fonte: www.sueza.com.br

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