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Peixe-Boi

Peixe-Boi
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Roliço, grande, pesado, com jeito de peixe e se alimentando de capim.

Afinal, que bicho é esse?

É o peixe-boi!

Apesar da cara de poucos amigos, ele é um animal bastante dócil que se alimenta apenas de vegetais (é um herbívoro). Habita os rios, estuários e o mar nas regiões intertropicais.

No Brasil, existem duas espécies: o peixe-boi marinho e o peixe-boi amazônico. Sobretudo por causa da caça indiscriminada, o peixe-boi marinho é hoje o mamífero aquático mais ameaçado de extinção no Brasil.

História e Lenda

Os peixes-bois existem há milhões de anos.

O nome sirênios tem origem mitológica. Por causa da cauda e do seu canto (vocalizações), os antigos navegadores associaram o animal com as sereias.

Daí, surgiu o nome de sua ordem: Sirênia.

Fonte: www.projetopeixe-boi.com.br

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Mesmo com "peixe" no nome, ele é um mamífero. É um bicho grande, de corpo arredondado e liso, parecido com uma foca, que vive na água. Por isso a confusão entre peixe (porque vive na água) e boi (porque é um mamífero).

Em vez de patas ou garras, como a maioria dos mamíferos, o peixe-boi possui nadadeiras, como um peixe. Mas só na parte da frente do corpo, pois não possui membros posteriores. Seu rabo também é achatado e largo como de um peixe. A fêmea do peixe-boi é conhecida como peixe-mulher.

Para confundir ainda mais as coisas, o peixe-boi tem dentes: são apenas dentes molares, normalmente seis em cima e seis embaixo. O peixe-boi vive tanto em águas salgadas quanto em águas doces. A espécie Trichechus manatus vive perto dos Estados Unidos, do México e dos mares do Caribe. O Trichechus senegalensis aparece no litoral da África.

Existem duas espécies de peixe-boi no Brasil. Um é o peixe-boi de água doce que vive nos rios da Amazônia (o Trichechus inunguis). Ele come plantinhas e gramíneas e pode chegar a 4 metros de comprimento e pesar até 600 kg (tão pesado quanto um carro!).

Se o peixe-boi de água doce já corre perigo nos rios da Amazônia, seu irmão que vive no mar (Trichechusmanatus) é o mamífero marinho mais ameaçado de extinção no Brasil. Existem apenas 400 deles entre Alagoas e Maranhão.

No século 19, o peixe-boi marinho existia aos milhares, desde o Espírito Santo até o Amapá, mas a caça indiscriminada para aproveitar o óleo, a carne e o couro resistente acabou com seu sossego. Manso e dócil, ele é uma presa fácil. Como a fêmea do peixe-boi tem apenas um filhote a cada três anos, fica cada vez mais difícil para essa espécie tão interessante sobreviver ao homem.

Fonte: www.canalkids.com.br

Peixe-boi

Peixe-Boi
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Uma Vaca Marinha

O lamatim tambem é chamado de peixe boi na Amazônia devido ao seu hábito de pastar plantas aquáticas e o capim inundados pelas enchentes dos rios. Ele pasta como um boi e isso torna sua caça muito fácil para os indígenas. De manhã os caçadores encontram o lugar onde o peixe boi esteve pastando a noite anterior. Então pela tardinha, eles vem numa canoa e esperam. O lamatim não é cauteloso, o barulho que faz ao pastar pode ser ouvido a centenas de metros. É fácil, por isso, pesca-lo com arpão.

Existem 3 espécies de lamatim, duas Americanas e uma espécie Africana que vive nos rios e lagos do Senegal e Congo. O lamatim e um animal preguiçoso que vive em pares ou em grupos pequenos. O filhote nasce debaixo da água, mas é logo trazido pela mãe à superficie. É amamentando até os 18 meses e permanece junto dos pais por outros seis meses.

O peixe-boi é caçado por causa de sua gordura, pele e carne.

Em alguns lugares essa caça tem sido limitada.

FILO: Chordata

CLASSE: Mammalia

ORDEM: Sirenia

FAMILIA: Trichechidae

CARACTERISTICAS: Comprimento: de 2,5 a 4 m mais ou menos.

Peso: 600 quilos

Filhote: l metro, 20 quilos

Cauda: chata e redonda (nadadeira caudal)

Duas nadadeiras peitorais com 4 unhas chatas cada

Gestação: 152 a 180 dias.

Peixe-Boi
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A expedição dos cientistas alcançou o sul da Flórida. No paraíso de turistas, uma criatura de peso se esconde para escapar da morte: o peixe-boi. Ele já foi confundido com sereia, por causa do barulho que faz. Foi assim que enganou os marinheiros de primeira viagem pela América.

Peixe-Boi
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A 500 quilômetros a noroeste de Miami, o lugar virou uma espécie de "país do peixe-boi". O Rio Cristal, com águas claras e fundo de areia, é o refúgio perfeito para ele, com a proteção de um batalhão de cientistas. A vigilância é discreta, mas permanente, porque o lugar é uma região turística, com iates de luxo e muitos banhistas.

Peixe-Boi
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O peixe-boi é tímido, solitário, prefere as águas mornas onde proliferam algas e jacintos. É na Flórida que ele tem comida à vontade e aconchego durante o inverno americano. O berçário é outra preocupação dos biólogos. O perigo maior é motor das lanchas, que assusta, polui e atropela a paz.

Peixe-Boi
Peixe-Boi

Primeiro foi na terra, há mais ou menos 50 milhões de anos. Estes mamíferos acabaram sendo expulsos por outros gigantes, na briga por comida. Devoradores de folhas, eles acabaram indo encontrar nas águas o sustento para viver até hoje.

Sessenta quilos de ervas marinhas - ração diária de um peixe-boi. A poluição, a mudança de clima e os predadores humanos são os principais inimigos no Rio Cristal e em toda parte. No Brasil, também estão ameaçados.

Na reserva da Flórida, tem até um hospital para os bebês órfãos e os adultos estressados. No local, os doutores estão de olho em todos os movimentos de todos do grupo. Até a respiração é controlada à distância.

Na calmaria do Rio Cristal, o peixe-boi vai conquistando simpatia. Ele é outra jóia da água aqui na Terra.

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Peixe-boi da Amazônia é o menor membro da Ordem Sirenia, alcançando um comprimento de 2,8 a 4,0 m e pesando até 600 kg. Seu couro é extremamente grosso e resistente. A maioria dos indivíduos tem uma mancha branca irregular na região ventral. Esta característica, juntamente com a ausência de unhas nas nadadeiras peitorais, o distingue do peixe-boi da Flórida e da África.

Distribuição

Espécie exclusivamente de água doce, distribuído por toda a bacia Amazônica.

Status

Considerado vulnerável pela IUCN (União Mundial Para a Natureza) e classificado como ameaçado de extinção no Brasil pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis - Ibama, está incluído no Apêndice I (Espécies Ameaçadas de Extinção) da CITES (Convenção sobre Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas da Flora e Fauna Selvagem).

Habitat

Encontrado nos três tipos de águas da Amazônia - branca, preta e clara, durante a estação de cheia deslocam-se para áreas de várzea e igapó (mata inundada) para aproveitar a grande quantidade de alimento. Durante a época seca retornam aos lagos permanentes e canais mais profundos.

Comportamento

Considerado um animal solitário, seu metabolismo é de cerca de 36% do metabolismo previsto para um mamífero terrestre de mesmo porte, o que permite permanecer até vinte minutos embaixo da água. Seus movimentos são lentos e dóceis.

Alimentação

Essencialmente herbívoros, consomem diariamente cerca de 8% do seu peso corporal em plantas aquáticas e semi-aquáticas.

Reprodução

O tempo de gestação é de doze meses e os nascimentos ocorrem no início da enchente, quando grandes quantidades de plantas estão disponíveis. Acredita-se que a maturidade sexual ocorre entre cinco e dez anos. Cada fêmea produz um filhote a cada 2,5 a 5 anos. O filhote pode permanecer com a mãe por mais de dois anos. No dia 8 de abril de 1998 nasceu no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, Erê, o primeiro filhote desta espécie criada em cativeiro, o que demostrou ser possível evitar que o peixe boi da Amazônia desapareça.

Ameaças

No passado os peixes-boi foram muito caçados pela sua carne e couro. Hoje, a caça é feita principalmente pelas populações ribeirinhas exclusivamente pela carne. Além de caça, as principais ameaças são a destruição e a degradação do habitat pela liberação de mercúrio nos rios, agrotóxicos e exploração de gás e óleo. Ocasionalmente filhotes são acidentalmente mortos em redes de pesca. Represas hidrelétricas atuam como barreiras e isolam as populações, limitando a sua variação genética.

Fonte: www.achetudoeregiao.com.br

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Seu nome científico é Trichechus manatus da ordem dos Sirenia e da família Trichechidae. Apesar do nome, o peixe-boi não é peixe, mas um mamífero. Um grande mamífero aquático, que pode atingir 4 metros de comprimento e pesar 600 kilos. Vive nas águas costeiras e em muitos rios da América e da África ocidental.

Depois que se comprovou que é um grande devorador de plantas aquáticas, começou a ser solicitado para manter limpos canais e cursos de água com vegetação excessiva. Foram, por exemplo, colocados peixes-boi na hidrelétrica de Tucuruí, no Estado brasileiro do Pará, para reduzir a vegetação submersa. Chega a consumir por dia cerca de 30 kilos de plantas.

Peixe-Boi
Para comer a vegetação submersa, apóia-se no fumdo com
as barbatanas, dando a impressão de que está andando.

Peixe-Boi
Costuma durmir no fundo das águas,
mas sobe à superfície a intervalos regulares, para respirar.


A mãe é muito ligada ao filhote:
brinca com ele e às vezes carrega-o nas costas.

O peixe-boi tem o focinho muito móvel; com os lábios, apanha as plantas e as leva para a boca

Fonte: www.geocities.com

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Peixe-Boi
Peixe-Boi

O peixe-boi pertence à Ordem Sirênia e é o único mamífero aquático herbívoro. Ele vive na água, mas precisa vir à superfície em intervalos de 2 a 5 minutos para respirar. A espécie marinha (Trichechus manatus) pode medir 4 metros e pesar até 800 quilos! O peixe-boi amazônico (Trichechus inunguis) é menor: atinge 2,5 metros e pesa até 300 quilos. Além disso, ele é mais escuro e tem o couro liso. Uma outra diferença em relação a seu parente marinho é que o exemplar da Amazônia não tem unhas nas nadadeiras peitorais. É também o único dos sirênios exclusivo de água doce. O peixe-boi da Amazônia é uma espécie endêmica, ocorrendo apenas nos sistemas do rio Amazonas, no Brasil e do rio Orinoco, no Peru.

O peixe-boi é um animal de vida longa. Estudos revelam que o peixe-boi vive até 50 anos, podendo, em alguns casos, chegar a 60 anos. Ao longo do tempo, o homem tem sido, em grande parte, o responsável pelo encurtamento da vida desse animal. A caça indiscriminada fez do peixe-boi o mamífero aquático mais ameaçado de extinção no Brasil. Além da caça deliberada, outros fatores de extinção são a morte acidental em redes de pesca, o encalhe de filhotes órfãos e a degradação ambiental.

De acordo com a IUCN, International Union for the Conservation of the Nature, todas as espécies de sirênios ainda existentes correm riscos de extinção.

No Brasil, o peixe-boi é protegido por lei desde 1967 - Lei de Proteção à Fauna, No. 5197. A caça e a comercialização de produtos derivados do peixe-boi é crime pode levar o infrator a até 2 anos de prisão.

Anatomia

O peixe-boi marinho tem a pele rugosa, com a cor variando entre cinza e marrom-acinzentado. A cabeça fica bem junto ao corpo. Pode-se quase afirmar que ele não tem pescoço, apesar de conseguir movimentar a cabeça em todas as direções.

Ele tem olhos bem pequenos, mas enxerga bem, sendo capaz até mesmo de reconhecer cores.O nariz está bem em cima do focinho, com duas grandes aberturas. Mas o peixe-boi não tem orelhas. Os ouvidos são apenas dois pequenos orifícios um pouco atrás dos olhos. Mesmo assim, pode ouvir muito bem. Além de escutar os ruídos ao seu redor, ele também pode se comunicar através de pequenos gritos chamados vocalizações. Esta comunicação é muito importante entre a mãe e o filhote. A mãe é capaz de reconhecer o seu filhote entre muitos outros apenas pela vocalização.

Sua boca é grande: os lábios de cima são amplos e se movimentam na hora de pegar o alimento.

No focinho, o peixe-boi tem muitos pêlos, chamados vibrissas ou pêlos táteis. Eles são muito sensíveis ao movimento ou ao toque, tal como acontece com os bigodes dos gatos. Mas ele também possui pêlos ao longo de todo o corpo.

Por ser um animal aquático, no lugar das patas dianteiras o peixe-boi tem duas nadadeiras. São as nadadeiras peitorais, com unhas arredondadas nas pontas. Em vez das patas traseiras, possui uma grande nadadeira no final do corpo. É a nadadeira caudal.

Para nadar, o peixe-boi impulsiona sua nadadeira caudal, usando as duas nadadeiras peitorais para controlar os movimentos. Apesar de bastante pesado, consegue ser bem ágil dentro d'água, fazendo muitas manobras e ficando em várias posições. Normalmente, ele nada a uma velocidade reduzida, entre 4 e 10 km/h, podendo, no entanto, alcançar, num mergulho curto, até 25 km/h.

Por ser um mamífero, o peixe-boi precisa ir à superfície para respirar. Como os outros mamíferos, ele respira pelos pulmões, que só funcionam com ar, não com água, como as brânquias dos peixes. Nos seus mergulhos normais fica apenas de 1 a 5 minutos debaixo d'água. Já em repouso, pode permanecer até 25 minutos submerso sem respirar.

Peixe-Boi
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Evolução e Classificação

O peixe-boi pertence a Ordem Sirênia, os Sirênios são os únicos mamíferos aquáticos herbívoros, habitam ambientes rasos dos rios, estuários e do mar. Estão em número reduzidos pelo mundo.

A Ordem Sirenia é composta por duas famílias: A Dugongidae(dugongo e vaca marinha) e a Trichechidae (peixes-bois). A Dugongidae possui duas espécies, Dugong dugon (dugongo) e Hidrodamalis gigas (vaca marinha de Steller, extinta em 1768), e a Trichechidae por três espécies: Trichechus senegalensis (peixe-boi africano) Trichechus manatus (peixe-boi marinho), Trichechus inunguis (peixe-boi amazônico), sendo as duas últimas espécies encontradas no Brasil.

A espécie Trichechus manatus esta dividida em duas subespécies Trichechus manatus latirostris que é encontrado na América do Norte e Trichechus manatus manatus que habita as águas da América Central e do Sul.

Acredita-se que os Sirênios originaram-se no Velho Mundo (Eurásia e/ou África), apesar da existência de fósseis mais antigos encontrados na Jamaica, tendo sido registrado sua primeira aparição no meio da época do Eoceno, 55 milhões de anos.

Os Sirênios possuíram um ancestral comum com o elefantes e o hyrax (pequeno mamífero semelhante ao coelho) a cerca de 75 milhões de anos, recentemente confirmado por pesquisadores.

Evoluíram de ancestrais quadrúpedes de vida anfíbia, na sua evolução adquiriram perfil pisciforme, órgãos externos de equilíbrio e propulsão hidrodinâmicos. Entre os mamíferos placentários atuais, os Sirênios foram talvez os primeiros a se adaptarem inteiramente ao meio aquático, sendo hoje em dia os únicos herbívoros aquáticos entre os mamíferos.

Bio-ecologia

A distribuição do peixe-boi na natureza, seu modo de alimentação, e o que comem, a época do ano e como ocorre a sua reprodução, e o seu comportamento uns com os outros e com outros animais são a ecologia desta espécie.

Distribuição

No Brasil, existem duas espécies de peixes-bois: o peixe-boi marinho (Trichechus manatus) e o peixe-boi da Amazônia (Trichechus inunguis).

O peixe-boi marinho pode ser encontrado no Nordeste e Norte do país.

Já o peixe-boi amazônico só existe na bacia do rio Amazonas, no Brasil, e no rio Orinoco, no Peru.

No passado, podiam ser encontrados em toda a costa, do Espírito Santo ao Amapá. Por causa da caça indiscriminada desde a época da colonização do Brasil e o avanço da ocupação do litoral, este animal se encontra seriamente ameaçado de extinção. Hoje, eles aparecem apenas no Amapá, Pará, Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e Alagoas, tendo desaparecido no Espírito Santo, Bahia e Sergipe.

No Nordeste, a presença é descontínua. O peixe-boi não é encontrado no litoral sul de Pernambuco, norte de Alagoas e em parte do litoral do Ceará.

Podem ser definidas três áreas de ocorrência na costa atlântica brasileira:

do Oiapoque à praia de Cacimbinhas, em Guriú, no Ceará.

de Barro Preto, Iguape, no Ceará, a Olinda, em Pernambuco.

da Barra de Santo Antônio, em Pernambuco, ao Pontal do Peba, em Alagoas.

A facilidade de captura levou o peixe-boi a ser caçado de forma indiscriminada. Hoje, ele é o mamífero aquático mais ameaçado de extinção no Brasil, de acordo com o Plano de Ação para os Mamíferos Aquáticos elaborado pelo IBAMA em 1997. No Brasil, é protegido por lei desde 1967 (lei de Proteção à Fauna n.º 5197/67). A caça é considerada um crime inafiançável sujeito à pena de dois anos de prisão.

O peixe-boi marinho é a espécie mais conhecida entre os sirênios, sobretudo a subespécie da Flórida, nos Estados Unidos. As duas subespécies, a americana, Trichechus manatus latirostris, e a brasileira, Trichechus manatus manatus, enfrentam problemas quanto à conservação em virtude da degradação do habitat, poluição dos sistemas fluviais e marinhos, trânsito intenso de embarcações motorizadas (na Flórida, são freqüentes os animais feridos pelas hélices das lanchas), caça indiscriminada e pesca de subsistência e acidental.

Há vários locais, como o México, a Venezuela e Belize, onde o peixe-boi marinho parece ser abundante ou onde ainda há grande quantidade de habitat disponível. Mas é preciso que se estabeleçam regras urgentes de proteção. Os estudos históricos mostram que o número de peixes-bois tem declinado acentuadamente em muitos países da América do Sul e Central, particularmente em Honduras, Costa Rica, Panamá e Brasil.

Peixe-Boi
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Alimentação

O peixe-boi se alimenta apenas de vegetais. Um exemplar marinho de 300 quilos pode comer até 30 quilos de capim por dia.
Por que será que o peixe-boi tem esse nome? "Peixe" porque vive na água. "Boi" por ser um mamífero que se alimenta apenas de vegetais. Como os bois, é um herbívoro.

O peixe-boi marinho pode passar até 8 horas do dia comendo. Alimenta-se principalmente de um tipo de capim, o capim-agulha, que cresce em grande quantidade perto da praia.

Além do capim, pode comer aguapés, algas e folhas dos mangues. O peixe-boi prefere a vegetação mais macia, pois precisa mastigar bem a comida e tem apenas os dentes da parte de trás da boca, os molares.

Ele come tanto as folhas quanto as raízes. Para isso, desenterra a planta com as nadadeiras e a leva à boca.Os lábios superiores, que têm pêlos muito duros, ajudam a segurar as folhas e raízes. Os lábios também dobram as plantas, levando-as para dentro da boca.

Um peixe-boi marinho pode comer o equivalente a 10% do seu peso por dia. Um animal de 300 quilos, portanto, chega a ingerir até 30 quilos de vegetais. Alimentando-se assim, ele controla o crescimento das plantas aquáticas e, com suas fezes, fertiliza as águas que freqüenta, contribuindo para a produtividade do ambiente. As fezes servem de nutrientes para pequeninas algas (chamadas fitoplâncton) que existem na água. Estas algas são o alimento de animais muito pequenos (os zooplâncton) que, no final, são o alimento dos peixes, completando assim uma cadeia alimentar.

Em cativeiro, como na Sede Nacional do Projeto Peixe-Boi, em Itamaracá, Pernambuco, os peixes-bois comem o capim-agulha e algas, coletados diariamente no mar. Os filhotes órfãos que são encontrados nas praias do Nordeste ainda precisam mamar quando chegam ao Projeto, pois se separaram da mãe muito cedo. Por isso, eles são alimentados com mamadeiras preparadas com leite especial sem lactose (os peixes-bois têm alergia a lactose), enriquecido com sais minerais e vitaminas.

Reprodução

É preciso olhar com muita atenção para perceber as diferenças entre macho e fême a no peixe-boi. A reprodução da espécie é lenta e a mãe cuida do filhote durante os dois primeiros anos de vida.

Os peixes-bois não têm nenhuma diferença sexual externa fácil de ser notada. Por isso, devemos observar o ventre do animal e procurar em que posição estão o umbigo, a abertura genital e o orifício retal.

Na fêmea, a abertura genital (a genitália) fica mais próxima do orifício retal, enquanto no macho (no caso, o órgão genital) fica mais próxima do umbigo. O órgão genital só sai da abertura genital no momento do acasalamento. No resto do tempo, está sempre "guardado".

O acasalamento se dá com o macho por baixo e a fêmea por cima, num tipo de "abraço". É aí que o macho externa seu órgão genital e faz a penetração na fêmea.

Vários machos podem copular com uma mesma fêmea, o cio dura um longo período, mas apenas um deles irá fecundá-la.

A reprodução da espécie é lenta, pois o período de gestação das fêmeas é longo: 13 meses. Depois, a mãe amamenta o filhote durante dois anos.
Por causa disso, a fêmea tem apenas um filhote a cada quatro anos, pois ela só volta a entrar no cio outra vez um ano depois de desmamar.

O mais comum é que a fêmea do peixe-boi tenha apenas um filhote, mas há casos de nascimentos de gêmeos, até mesmo em cativeiro, como já aconteceu na Sede Nacional do Projeto Peixe-Boi, em Itamaracá, Pernambuco.

Nos primeiros dias de vida, o filhote alimenta-se exclusivamente do leite da mãe. O leite materno é importante para o desenvolvimento do filhote: é um alimento completo que o ajuda no crescimento e funciona como uma vacina, protegendo-o nos primeiros tempos de vida. Durante o período de amamentação é possível notar as mamas na fêmea. Elas ficam uma de cada lado, bem abaixo da nadadeira peitoral.

Mas é já a partir dos primeiros meses de vida que o peixe-boi começa a ingerir vegetais, seguindo o comportamento da mãe. O filhote, aliás, recebe todos os cuidados da mãe. Muito zelosa, é ela quem o ensina a nadar, a subir até a superfície para respirar e também a alimentar-se de plantas.

Comportamento

Estudos feitos até agora não comprovaram nenhum tipo de organização social entre os peixes-bois. Eles não tentam dominar uns aos outros, não possuem um senso de posse de território, dificilmente se comportam de forma agressiva entre si e vivem quase sempre solitários.

O único relacionamento que se mantém firme por algum tempo na espécie é o que existe entre mãe e filhote (que dura dois anos).
Até no período do cio da fêmea a formação de grupos de vários machos em torno dela é temporária.

Apesar de parecerem tão sós, os peixes-bois podem se alimentar juntos num mesmo local.

Em cativeiro, os peixes-bois também podem brincar entre si, principalmente usando a boca e o focinho, dando "beijos" ou apenas roçando um no outro, rolando o corpo ou dando abraços com as nadadeiras peitorais.

Fonte: www.etall.hpg.ig.com.br

Peixe-Boi

Peixes-boi ( família Trichechidae , gênero Trichechus ) são grandes, totalmente aquáticos, principalmente herbívoros mamíferos marinhos às vezes conhecidos como vacas marinhas .Há três espécies aceitas de vida dos Trichechidae, representando três das quatro espécies vivas na ordem Sirenia : o peixe-boi da Amazônia ( Trichechus inunguis ), o West Indian peixe-boi ( Trichechus manatus ), eo Oeste Africano peixe-boi ( Trichechus senegalensis ). Eles medem até 13 pés (4,0 m) de comprimento, pesar até £ 1.300 (590 kg), e tem pá-como flippers. O nome manatí vem do Taíno , um pré-colombianas pessoas do Caribe , que significa "mama".

Taxonomia

Peixes-boi compreende três das quatro espécies vivas na ordem Sirenia. O quarto é o hemisfério oriental do peixe-boi . O Sirenia são pensados para ter evoluído a partir de mamíferos quadrúpedes de terras com mais de 60 milhões de anos atrás, com os parentes vivos mais próximos, sendo o Proboscidea ( elefantes ) e Hyracoidea ( hyraxes ).

Descrição

Esqueleto de Peixe-boi
Um esqueleto de um peixe-boi e bezerro,
em exposição no Museu de Osteologia , Oklahoma City, Oklahoma

Peixes-boi tem uma massa de 400 a 550 kg e média de 2,8 a 3,0 metros com máximos de 3,6 metros e 1.775 kg observados (os fêmeas tendem a ser maiores e mais pesados).Quando nasceu, peixes-boi do bebê têm um peso médio de 30 kg. Eles têm uma grande, flexível, preênsil lábio superior. Eles usam o lábio para reunir comida e comer, bem como usá-lo para as interações sociais e de comunicação. Peixes-boi têm focinhos mais curtos do que os seus companheiros de sirênios , os dugongos.

Suas pequenas, amplamente espaçados olhos têm pálpebras que fecham em uma forma circular. Os adultos não têm incisivos ou caninos dentes, apenas um conjunto de dentes da bochecha, que não são claramente diferenciados em molares e pré-molares . Exclusivamente entre os mamíferos, estes dentes são continuamente substituídas ao longo da vida , com dentes novos crescente na parte de trás dos dentes mais velhos que caem para fora mais para a frente na boca. Em um determinado momento, um peixe-boi geralmente não tem mais de seis dentes em cada arcada de sua boca.

Como cavalos, eles têm um estômago simples, mas uma grande ceco, em que eles são capazes de digerir material vegetal resistente. De um modo geral, os seus intestinos ter um comprimento típico de cerca de 45 metros, o que é invulgarmente longo para os animais do seu tamanho.

História de vida

Metade de um dia peixe-boi é gasto dormindo na água, pavimentação de ar regularmente em intervalos não superiores a 20 minutos. Peixes-boi passam a maior parte do resto do tempo pastando em águas rasas em profundidades de 1-2 metros (3,3-6,6 pés). As Florida subespécies ( T. m latirostris. ) tem sido conhecida a viver até 60 anos.

Natação

Em média, os peixes-boi nadam a cerca de 5 a 8 quilômetros por hora .No entanto, eles têm sido conhecida a nadar a até 30 quilômetros por hora em rajadas curtas.

Inteligência

Os peixes-boi são capazes de compreender tarefas de discriminação, e mostrar sinais de aprendizagem associadas complexo e memória de longo prazo avançada. Eles demonstram discriminação complexa e de aprendizagem da tarefa semelhante ao golfinhos e pinípedes em acústicos estudos e visuais.

Reprodução

Peixes-boi geralmente reproduzem uma vez a cada dois anos, a gestação dura cerca de 12 meses, e leva mais 12 a 18 meses para desmamar o bezerro. Apenas um único bezerro nasce em um momento e para além de mães com seus filhotes ou machos após uma fêmea receptiva, peixes-boi geralmente são criaturas solitárias.

Ecologia

Gama e habitat

Peixe-boi Gama e Habitat
Distribuição aproximada de Trichechus ;
T. manatus em verde;T. inunguis em vermelho; T.senegalenis em laranja

Peixes-boi habitam as águas rasas, pantanosas áreas costeiras e rios do Mar do Caribe e do Golfo do México ( T. manatus , West Indian peixe-boi ), a Bacia Amazônica ( T. inunguis , peixe-boi da Amazônia ), e na África Ocidental ( T. senegalensis , Oeste peixe-boi africano ).

Peixes-boi West Indian desfrutar de águas mais quentes e são conhecidos por reunir em águas rasas, e freqüentemente migram através de água salobra estuários de água doce molas . Elas não podem sobreviver abaixo de 15 ° C (60 ° F). Sua fonte natural de calor durante o inverno é quente, primavera-rios alimentados.

Peixe-boi
Flórida peixes-boi pode mover-se livremente entre salinidade extremos.

West Indian

A costa do estado da Geórgia é geralmente a faixa norte dos peixes-boi West Indian porque a sua baixa taxa metabólica não protegê-los em água fria. A exposição prolongada a temperaturas de água abaixo 68 ° F (20 ° C) pode trazer "síndrome de estresse fria" e da morte.

Durante os meses de inverno, peixes-boi, muitas vezes reúnem perto das saídas de água quente de usinas de energia ao longo da costa da Flórida, em vez de migrar para o sul como uma vez, fazendo com que algumas conservações de se preocupar que eles se tornaram muito dependentes dessas áreas artificialmente aquecidas. A estação de tratamento de água principal na Guiana tem quatro peixes-boi que mantêm canais de armazenamento claras de ervas daninhas, há também alguns nas lagoas do Parque Nacional, emGeorgetown, Guiana.

Estudos sugerem peixes-boi da Flórida deve ter algum acesso à água potável para a adequada osmorregulação.

Estimativas populacionais precisas do peixe-boi da Flórida ( T. manatus ) são notoriamente difíceis e foram chamadas cientificamente fraco, [ 13 ] com muito diferentes contagens de ano para ano, algumas áreas mostram aumentos e diminuições de outros, com muito pouca evidência forte de aumentos exceto em duas áreas. Contagens de peixe-boi são altamente variáveis, sem uma maneira precisa de estimar números:. Na Flórida, em 1996, uma pesquisa de inverno 2639 peixes-boi encontrado, em 1997, uma pesquisa descobriu janeiro 2229, e uma pesquisa de fevereiro encontrados 1706.Uma pesquisa de âmbito estadual sinóptico em janeiro 2010 encontrou 5.067 peixes-boi que vivem na Flórida, o que é uma contagem de novo recorde.

População de viabilidade de estudos realizados em 1997 descobriu que a diminuição sobrevivência de adultos e eventual extinção é um resultado provável futuro para peixes-boi da Flórida, sem proteção adicional.

Restos fósseis de ancestrais Florida peixe-boi datam de cerca de 45 milhões de anos.

Amazônia

O peixe-boi amazônico de água doce ( T. inunguis ) habita o rio Amazonas e seus afluentes, e nunca se aventura em água salgada.

Oeste Africano

Eles são encontrados em marinho costeiro e habitats estuarinos, e em sistemas de água doce de rios ao longo da costa oeste da África a partir do rio Senegal para o sul para o rio Kwanza , em Angola , incluindo as áreas em Gâmbia ,Libéria , Guiné-Bissau , Guiné , Serra Leoa , Costa do d'Ivoire , Gana , Mali , Nigéria , Camarões , Gabão , República do Congo e República Democrática do Congo.

Eles vivem tão longe rio acima no rio Níger como Gao, no Mali.

Comunicação

Eles emitem uma ampla gama de sons utilizados na comunicação, especialmente entre as vacas e suas crias. Adultos comunicar a manter contato e durante comportamentos sexuais e de reprodução. O gosto e o cheiro, além de visão, audição e tato, também podem ser formas de comunicação.

Dieta

Peixes-boi são herbívoros e comem mais de 60 espécies diferentes de plantas, tais como manguezais folhas, grama tartaruga, e os tipos de algas. Utilizando o seu lábio superior dividido, um peixe-boi adulto vai comer normalmente até 10% do seu peso corporal (cerca de 50 kg) por dia. Peixes-boi têm sido conhecida a comer pequenas quantidades de peixes de redes. [ 16 ]

Predação

No geral, a predação não apresenta uma ameaça significativa para a sobrevivência de qualquer espécie do peixe-boi.

Relação aos seres humanos

Peixe-boi

Peixe-boi

Ameaças

As principais causas de morte para as vacas marinhas são humanos assuntos relacionados, como a destruição de habitat e objetos humanos e causas naturais, tais como temperaturas e doenças.

Maré vermelha

Outra causa de mortes é a maré vermelha , um termo utilizado para a proliferação, ou "blooms", das algas marinhas microscópicas da espécie Karenia brevis , um membro dos dinoflagelados que produz brevetoxins que podem ter efeitos tóxicos sobre o sistema nervoso central sistemas de criaturas na área da proliferação de algas .

Em 1996, uma maré vermelha foi responsável por 151 mortes peixe-boi. A epidemia começou em 5 de março e se estendeu até 28 de abril, eliminando cerca de 15% da população conhecida de peixes-boi ao longo da costa ocidental do sul da Flórida. Em 1982 , outro surto resultou em 37 mortes, e em 2005, 44 mortes foram atribuídas às flores.

Ameaças adicionais

Peixes-boi ocasionalmente ingerem artes de pesca (anzóis, pesos de metal, etc), enquanto a alimentação. Estes materiais estrangeiros não aparecem para prejudicar os peixes-boi, com exceção de linha monofilamento ou corda, o que pode entupir sistema digestivo de um peixe-boi e, lentamente, matá-lo.

Peixes-boi também pode ser esmagado em estruturas de água de controle (fechaduras de navegação, comportas, etc), se afogam em tubulações e bueiros , e ocasionalmente são mortos por emaranhamento em artes de pesca. Enquanto os seres humanos têm permissão para nadar com peixes-boi em uma área de Florida, houve inúmeras acusações de assédio de pessoas e perturbando os peixes-boi.

O peixe-boi Africano de ameaças significativas são apenas devido à caça, perda de habitat e outros impactos ambientais. Eles ocasionalmente se ilhadas com a seca dos rios no final da estação chuvosa.

Conservação

Todas as três espécies de peixe-boi estão listadas pela World Conservation Union como vulnerável à extinção.

É ilegal sob a lei federal e Flórida para ferir ou prejudicar um peixe-boi. Eles são classificados como "em perigo", de tanto o Estado e os governos federais.

O MV Liberdade Estrela e MV Liberty Star , navios utilizados pela NASA para rebocar ônibus espacial foguetes sólidos de volta para o Centro Espacial Kennedy , são movidos apenas por jatos de água para proteger a população do peixe-boi em extinção que habita as regiões do Rio Banana onde os navios são baseados .

Brasil proibiu a caça em 1973, em um esforço para preservar a espécie. Mortes por ataques de barcos ainda são comuns.

Caça

Peixe-boi

Peixes-boi eram tradicionalmente caçados pelos índios caribenhos. Quando Cristóvão Colombo chegou à região, a caça já era um comércio estabelecido, embora isso seja menos comum hoje em dia.

O método de caça primário foi para o caçador se aproximar em uma canoa, oferecendo isca para atraí-lo perto o suficiente para temporariamente atordoar-lo com um golpe na cabeça perto de um poste de remo-like. Muitas vezes, a criatura não virar, deixando-o vulnerável a ataques posteriores.

A partir de couros peixe-boi, nativos americanos fizeram escudos de guerra, canoas e sapatos , apesar de peixes-boi foram predominantemente caçados por sua carne abundante.

Mais tarde, os peixes-boi foram caçados por seus ossos, que foram usados para fazer "poções especial". Até os anos 1800, os museus paga até US $ 100 para os ossos ou oculta. Embora a caça foi proibida em 1893, a caça furtiva continua até hoje.

Cativeiro

Peixe-boi
Um peixe-boi no SeaWorld, na Flórida

O mais antigo peixe-boi em cativeiro é Snooty , no Sul da Flórida Museu . Ele nasceu no Miami Seaquarium em 21 de julho de 1948 e veio para o sul da Flórida Museu em Bradenton, Flórida , em 1949.

Peixes-boi também pode ser visto em vários jardins zoológicos europeus, como o Tierpark , em Berlim , o Zoológico de Nuremberg , em ZooParc de Beauval na França e no Aquário de Gênova , na Itália.

Eles também estão incluídos nos planos para um novo National Wildlife Conservation Park , em Bristol, Inglaterra , que está prevista para abrir em 2012 com os peixes-boi como uma adição em 2015.

Cultura

O peixe-boi tem sido associada ao folclore em sereias . nativos americanos terra os ossos para tratar asma e dor de ouvido. No Oeste Africano folclore, eles eram considerados sagrados e pensado para ter sido uma vez humana.Matar uma era tabu e penitência exigida.

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Fonte: en.wikipedia.org

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