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Appaloosa



Histórico

Domados ou Selvagens, os cavalos palouses coloriam as pradarias em galopes de liberdade ou montados pelos guerreiros indígenas que orquestravam o tropel com repetidos brados.

Appaloosa

Não por acaso que a imagem mundialmente se perpetuou da Raça Cavalo Appaloosa é a do cavalo de indíos.

Nas ancas, dorso e cernelha o pincel da criação salpicou cores diferentes, distribuiu pintas escuras sobre a pelagem básica, algumas vezes carregou mais o pincel nas ancas em formato de mantas... As pelagens negra, alazã, castanha, zaina, baia, palomina, tordilha e rosilha ganharam composições como em nenhuma outra raça da espécie eqüina.

Formada a partir dos cavalos introduzidos pelos colonizadores europeus na América, estes animais de plástica inigualável corriam soltos pela bacia do rio Colúmbia e seus afluentes onde foram capturados e domesticados pelos Nez Perce, índios guerreiros que habitavam o vale do rio Palouse, uma região dominada pelos colonizadores franceses. Os Nez Perce domavam os cavalos pintados, usando-os como meio de transporte, montaria de caça e como instrumento de guerra nas constantes batalhas com os brancos.

Ágeis, rústicos, velozes e resistentes, os cavalos pintados dos Nez Perce atraíam a atenção dos colonizadores, atribuindo-se aos franceses o nome que estes animais receberam, La Palouse, numa referência ao rio de mesmo nome, situado, hoje, no Estado do Oregon. Excepcionais para cavalgadas de longas distâncias e na travessia de regiões íngremes e áridas, o cavalo dos Nez Perce foram submetidos a uma rigorosa seleção baseada na resistência, coragem e pelagem pintada. Os indivíduos que não acentuavam estas características eram castrados - para não serem utilizados na reprodução - e utilizados apenas como animal de montaria.

A técnica de seleção, adotada há mais de 100 anos, acabou garantindo a preservação das principais características destes animais, em especial sua variada e exótica pelagem. Apesar de a autoria da primeira seleção da raça na América ser atribuída aos Nez Perce, historiadores acreditam que a origem de cavalos com a pelagem típica do moderno Cavalo Appaloosa é ainda mais antiga. Pinturas rupestres encontradas na Espanha e nas famosas cavernas de Lascaux, na França, desenhadas 18 mil anos antes de Cristo, revelam figuras de cavalos com características semelhantes as do Cavalo Appaloosa. Outros registros de cavalos pintados foram encontrados em pinturas chinesas datadas de 5.000 anos a.C. e em cavalos selecionados na antiga Pérsia há 1.600 anos.

Das batalhas a preservação

Na medida em que os colonizadores foram estabelecendo seus ranchos e implantando a pecuária no Oeste americano, a aptura de cavalos selvagens para utilização na lida se transformou em fator de sobrevivência.

Appaloosa

Cobiçados pelo homem branco, os La Palouse passaram a ser motivo de disputas constantes, notadamente quando foram estabelecidas as rotas comerciais entre o Sul e o Norte, necessitando-se percorrer grandes distâncias a cavalo. Surgiam as batalhas e a vida indígena começou a sofrer grandes alterações. Em 1877, num histórico confronto entre os Nez Perce e a cavalaria americana, os La Palouse serviram de montaria de um povo inteiro numa rota de fuga que percorreu mais de dois mil quilômetros. Quando os Nez Perce se renderam em Montana - Estado americano na fronteira com o Canadá -, os cavalos que sobreviveram aos ataques foram distribuídos entre os soldados, deixados para trás ou simplesmente dispersos.

Crescia a decadência das nações indígenas, e sua reclusão em reservas a partir do início do século XX provocou a quase extinção da população eqüina, especialmente destes cavalos pintados. Espalhados pelo vasto território americano, os animais sobreviventes enfrentaram, ainda, o advento da motorização agrícola e a ramificação das ferrovias. Salvo exceções, o cavalo nos Estados Unidos foi colocado em segundo plano.

No entanto, na busca de resgatar os áureos tempos dos La Palouse e a cultura que a ele era atribuída, apaixonados por estes animais - rancheiros, criadores, descendentes dos Nez Perce e leigos - do Estado de Idaho fundaram, na década de 30, o Cavalo Appaloosa Horse Club - APHC, entidade que se tinha por objetivo maior preservar a história da Raça e garantir seu desenvolvimento. Dentre estes objetivos estava a utilização do cavalo no esporte e lazer, práticas que começaram a crescer na medida em que a mecanização invadiu a zona rural. Criadores, rancheiros, profissionais do cavalo, esportistas, entidades governamentais se envolveram no movimento.

Esta nova realidade foi fundamental para o renascimento do Cavalo Appaloosa. Buscava-se a seleção de animais fortes, ágeis, corajosos, mas que também que tivessem nos genes a capacidade de transmissão da pelagem exótica típica da Raça. No programa de seleção estabelecido a partir dos anos 30, foram feitas infusões de sangue de cavalos das Raças Árabe, Puro-Sangue-Inglês e, predominantemente do Quarto de Milha.

Destes cruzamentos nasceu, no conceito dos americanos, um tipo de cavalo com características únicas como a pelagem pintada, os cascos rajados, a pele malhada e a esclerótica branca, ou seja, aquela membrana que reveste o globo ocular.

Nas décadas seguintes os Cavalo Appaloosas começaram a desenvolver aptidões para diferentes provas eqüestres, notadamente as chamadas western como Apartação, Rédeas, Laço de Bezerro, Laço em Dupla baseadas na lida dos ranchos, além de Baliza, Tambor, etc. As habilidades do Cavalo Appaloosa como cavalo funcional e de esporte passaram a ser cultivadas em eventos públicos, especialmente nos rodeios, vitrine maior das competições dos rancheiros americanos.

Resgatado da quase extinção, o Appalosa rompeu as fronteiras dos Estados Unidos a partir dos anos 50, se estabelecendo em outros países e continentes, sendo selecionado atualmente no Canadá, Venezuela, Austrália, Alemanha, Itália, Espanha, Israel e Brasil. Em nosso País chegou há quase três décadas, se expandiu a partir do Estado de São Paulo e já se consagra como o segundo maior e mais importante plantel mundial.

Padrão Racial

Aprenda a identificar as características morfológicas básicas do cavalo Cavalo Appaloosa

Appaloosa

O Cavalo Appaloosa é um animal de sela, sendo desta forma útil nos trabalhos rurais, nos trabalhos com gado e também apresenta grande habilidade em velocidade a curtas distâncias.

APARÊNCIA

Animal de porte médio, expressando resistência, agilidade e tranqüilidade. Quando não está em trabalho deve conservar-se calmo, mantendo a própria força sob controle. Na posição em estaca mantém-se reunido, apoiado sobre os quatro pés, podendo partir rapidamente em qualquer direção.

PELAGEM

Admite-se que o Cavalo Appaloosa possa apresentar pelagem alazã, alazã tostada, baia de alazã, palomina, baia, preta, zaina, castanha, tordilha, rosilha, lobuna, podendo ter ou não variação na pelagem.

Variações na Pelagem:

LEOPARDO

Refere-se ao animal branco com manchas ou pintas da pelagem básica em todo o corpo, inclusive na cabeça, pescoço e membros.

MANTA

Área branca sólida, geralmente sobre a região dos quartos, mas sem se limitar sobre a mesma. Na manta normalmente encontra-se pintas ou manchas da pelagem básica.

PINTAS OU MANCHAS

Pontos brancos geralmente sobre a região dos quartos, mas sem se limitar sobre a mesma, podendo apresentar-se com pintas da pelagem básica.

NEVADO

Refere-se ao animal que apresenta uma mistura de pêlos brancos e pêlos da cor básica geralmente sobre área dos quartos, podendo ser até por todo o corpo. Assemelha-se a flocos de neve caídos sobre a pelagem básica, podendo apresentar pintas da pelagem básica na mesma área.

PELE

A pele despigmentada é uma característica importante para o Cavalo Cavalo Appaloosa, sendo um indicativo básico e decisivo na raça. Tem a aparência "mesclada", de área pigmentada e área não pigmentada, diferente da pele cor-de-rosa. Esta pele mesclada pode ser encontrada em várias partes do corpo. Além da área ocular, focinho, pode ser encontrada na região retal, no períneo, nos genitais e úbere das fêmeas.

ANDAMENTO

Harmonioso em reta, natural, baixo. O pé é levantado livremente e recolocado de uma só vez no solo, constituindo-se no trote de campo.

ALTURA

São animais cuja altura média é de 1,50 m.

PESO

500 kg, em média.

CABEÇA

Pequena e leve, com fronte ampla e de perfil retilíneo. As faces, também denominadas ganachas, são cheias, grandes e muito musculosas.

Vistas de lado são chatas, discretamente convexas e abertas de dentro para fora quando vistas de frente, o que proporciona serem bem mais largas que a garganta. Desta forma, a flexão da cabeça é muito acentuada, permitindo grande obediência às rédeas. Em posição normal, a cabeça deve ligar-se ao pescoço em ângulo de 45°.

ORELHAS

Pequenas, alertas, bem distanciadas entre si, e com boa movimentação.

OLHOS

Grandes e devido ao fato da fronte ser ampla, bem afastados entre si permitindo um amplo campo visual, tanto para a frente como para traz, ao mesmo tempo, com o mesmo olho. A área ocular que rodeia a córnea, esclerótica branca, é mais evidente que em outras Raças. Nos outros animais, a esclerótica branca é visível se ocorrer movimento do globo ocular para os lados, para cima, para baixo e se a pálpebra for levantada.

Essa característica é muito peculiar no Cavalo Appaloosa, desde que não esteja combinada marca grande e extensa de cara (por exemplo, frente aberta e "malacara").

NARINAS

Grandes.

BOCA

Pouco profunda, permitindo grande sensibilidade às embocaduras.

FOCINHO

Pequeno.

GARGANTA

Estreita, permitindo grande obediência às rédeas.

PESCOÇO

Comprimento médio e de forma piramidal, sem desvios de bordos, seja inferiores ou superiores. Deve-se inserir-se no tronco em ângulo de 45°, porém, bem destacado do mesmo. Somente a junção entre o pescoço e a cernelha deve ser gradual.

A musculatura é bem pronunciada, tanto visto de lado, como de cima. As fêmeas têm pescoço proporcionalmente mais longo, garganta mais estreita e desenvolvimento muscular menor. O Cavalo Appaloosa, quando em trabalho, mantém a cabeça baixa, podendo assim usá-la melhor, e permitindo ao cavaleiro uma perfeita visão sobre ela.

TRONCO

Da cernelha ao lombo, deve ser curto e bem musculado, não "selado" especialmente nos animais de lida. Isto permite mudanças rápidas de direção e grande resistência ao peso do cavaleiro e arreamentos. De perfil, é aceitável o declive gradual de 50 a 80° da garupa a base da cernelha. O vértice da cernelha e a junção do lombo com a garupa devem estar aproximadamente no mesmo nível.

CERNELHA

Bem definida, de altura e espessura média.

DORSO

Bem musculado, ao lado das vértebras e, visto de perfil, com discreta inclinação de traz para frente. Tendo aparência semi-chata, o arreamento comum deve cobrir toda essa área.

LOMBO

Curto, com musculatura acentuadamente forte.

GARUPA

Longa, discretamente inclinada, para permitir ao animal manter os posteriores normalmente embaixo da massa corpórea (engajamento natural).

PEITO

Profundo e amplo. O peito visto de perfil, deve ultrapassar nitidamente a linha dos antebraços, estreitando-se porém no ponto superior da curvatura, de forma a diferenciar-se nitidamente do pescoço. Vista de frente, a interaxila tem forma de "V" invertido, devido a desenvolvida musculatura dos braços e antebraços.

TÓRAX

Amplo, com costelas largas, próximas, inclinada e elásticas. O cilhadouro deve ser bem mais baixo que o codilho.

MEMBROS ANTERIORES

ESPÁDUA

Deve ter ângulo de aproximadamente 45° , denotando equilíbrio e permitindo a absorção dos choques transmitidos pelos membros.

BRAÇOS

Musculosos, interna e externamente.

ANTEBRAÇOS

O prolongamento da musculatura interna dos braços proporciona ao bordo inferior do peito, quando visto de frente, a forma de "V" invertido, dando ao cavalo aparência atlética e saudável. Externamente a musculatura do antebraço também é pronunciada, o comprimento do antebraço é um terço a um quarto maior que a canela.

JOELHOS

Vistos de frente são cheios, grandes e redondos; vistos de perfil, retos e sem desvios.

CANELAS

Não muito curtas. Vistas de lado, são chatas, seguindo o prumo do joelho ao boleto; vista de frente igualmente sem desvios.

QUARTELAS

De comprimento médio, formato aproximadamente semi circular com talões bem afastados, sem desvios.

CASCOS

De tamanho médio, formato aproximadamente semi circular, com talões bem afastados, sem desvios. Somente o animal Cavalo Appaloosa terá cascos com listras verticais claras e escuras bem pronunciadas e nitidamente definidas em membros sem calçamentos. Em outras raças, as listras verticais, em geral, são resultado de um ferimento na coroa acima do casco do animal ou estão presentes em membros com calçamento.

MEMBROS POSTERIORES

COXAS

Longas, largas, planas, poderosas, bem conformadas, fortemente musculadas, mais largas que a garupa.

SOLDRA

Recoberta por musculatura bem destacada, poderosa.

PERNAS

Muito musculosas. Essencialmente importante é o desenvolvimento muscular homogêneo, tanto interna quanto externamente.

JARRETES

Baixos. Por traz, são largos, limpos aprumados; de perfil, largos, poderosos estendendo-se em reta até os boletos.

CANELAS

Mais largas, discretamente mais longas e mais grossas que as anteriores. De lado, são chatas, são convenientes canelas mais curtas, tornando o jarrete mais próximo ao solo, permitindo voltas rápidas e paradas curtas.

QUARTELAS

Discretamente mais fortes que as anteriores, porém com a mesma inclinação.

CASCOS

Menores que os anteriores, oblongos. Somente o animal Cavalo Appaloosa terá cascos com listras verticais claras e escuras bem pronunciadas e nitidamente definidas em membros sem calçamentos. Em outras raças, as listras verticais, em geral, são resultado de um ferimento na coroa acima do casco do animal ou estão presentes em membros com calçamento.

CAUDA

Medianamente inserida, elegante com pêlos grossos. Podem, por ventura, apresentar-se mais ralas que as outras Raças.

Obviamente, toda a estrutura, o arranjo, bem como o desenvolvimento ósseo e muscular do animal devem ser levados em consideração. Ainda assim, atenção especial deve ser dada ao trem posterior, uma vez que dele dependem basicamente os atributos peculiares do Cavalo Appaloosa:- partida rápida, velocidade, paradas curtas e voltas rápidas.

RECOMENDAÇÕES

1. Os animais que apresentarem problemas hereditários como monorquidismo, criptorquidismo, hérnia inguinal, hérnia umbilical, portadores de HYPP (Paralisia Hipercalemica Periódica), assim como qualquer outra anomalia genética, não são aconselhados a serem utilizados na reprodução, conforme determina as normas do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

2. Que os acasalamentos objetivando a Criação do Cavalo Cavalo Appaloosa, tenha um dos genitores cumprindo o dispositivo no art. 17, Cap. IV, em seu § 3º. Item 3.

Características do Cavalo Appaloosa

DESPIGMENTAÇÃO DA PELE

Appaloosa

A pele despigmentada é uma característica importante para o Cavalo Appaloosa, sendo um indicativo básico e decisivo na Raça. Tem a aparência "mesclada", de área pigmentada e área não pigmentada, diferente da pele cor-de-rosa. Esta pele mesclada pode ser encontrada em várias partes do corpo. Além da área ocular, focinho, pode ser encontrada na região retal, no períneo, nos genitais e úbere das fêmeas.

ESCLERÓTICA BRANCA EVIDENTE

Appaloosa

A área ocular que rodeia a córnea, esclerótica branca, é mais evidente que em outras Raças. Nos outros animais, a esclerótica branca é visível se ocorrer movimento do globo ocular para os lados, para cima, para baixo e se a pálpebra for levantada. Essa característica é muito peculiar no Cavalo Appaloosa, desde que não esteja combinada marca grande e extensa de cara (por exemplo, frente aberta e "malacara")

CASCOS RAJADOS

Appaloosa

Somente o animal Cavalo Appaloosa terá cascos com listras verticais claras e escuras bem pronunciadas e nitidamente definidas em membros sem calçamentos. Em outras raças, as listras verticais, em geral, são resultado de um ferimento na coroa acima do casco do animal ou estão presentes em membros com calçamento.

Pelagem da Raça Cavalo Appaloosa

Appaloosa

Conheça as exóticas pelagens do Cavalo Appaloosa

Manta- área branca sólida, geralmente sobre a região dos quartos, mas sem se limitar sobre a mesma. Na manta normalmente encontram-se pintas ou manchas de pelagem básica.

Leoparda

Refere-se ao animal branco com manchas ou pintas escuras em todo o corpo, inclusive nos membros, pescoço e cabeça.

Nevada

Refere-se ao animal que apresenta uma mistura de pêlos brancos e pêlos da cor básica, geralmente sobre a área dos quartos. Assemelha-se a flocos de neve caídos sobre a pelagem básica.

Pintas ou Manchas

Pontos claros ou escuros sobre uma parte do corpo, geralmente sobre a garupa.

importante

Animais que apresentarem manchas brancas maiores que 14 (quatorze) cm em regiões isoladas do corpo e pelagem pampa, serão registrados, porém ficarão vetados à reprodução.

A Raça Appaloosa no Brasil

Comanche´s Double foi o primeiro animal registrado no Brasil. Passados mais de 25 anos, a Raça já tem no País o segundo maior plantel do mundo, com mais de 25 mil animais registrados e espalhados por várias regiões.

No início da década de 70 chegou ao Brasil o primeiro exemplar de Appaloosa. Foi trazido ao pé de uma égua Quarto de Milha numa importação feita pelo criador paulista Carlos Raul Consonni. Mas coube a outro criador, Jorge Rudney Atalla, de Jaú/SP, o mérito de ter o registro nº 1 da Raça no País: Comanche’s Double, importado em 1975.

Appaloosa

O animal era exposto nas mostras do Quarto de Milha e impressionava. Atalla acabou sendo o cicerone de vários criadores em viagens para os Estados Unidos, em visitas a diversos Haras selecionadores de Appaloosa. As viagens renderam as primeiras importações e o desejo de se fundar uma entidade própria para a Raça.

O intento virou realidade em 27 de Novembro de 1977 quando nasceu a ABCCAppaloosa - Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Appaloosa, reconhecida pelo Ministério da Agricultura. Entre os fundadores estavam Jorge Rudney Atalla, Carlos Raul Consonni, Toni Persone, Antonio Luiz Teixeira de Barros Jr., Sérgio Augusto Zonno, Mário Sérgio Vasques e as empresas Comercial e Agropecuária Borborema Ltda. e Paisa Pinfildi Agropecuária. O Stud Book contava, inicialmente, com 45 animais, principalmente de origem importada. Dois anos depois o número de produtos já havia sido triplicado, e na década seguinte - marcada pelo apogeu da eqüinocultura brasileira - o Appaloosa já tinha conquistado várias regiões do País.

Appaloosa

Os anos 90 reforçaram a seleção e evolução da Raça, notadamente com o aumento das importações, possibilitando programas criteriosos de cruzamentos, restringindo-se os acasalamentos com alguns agrupamentos de indivíduos e priorizando-se os de Appaloosa entre si. Pureza racial passou a ser palavra de ordem.

Já neste novo século, a prioridade está em promover cruzamentos direcionados com os animais da Raça Quarto de Milha e Puro-Sangue-Inglês, bem como possibilitar o incremento da Raça com a viabilidade de uso de sêmem nacional e importado, bem como, de embriões, nacional e importado, em quantidade a critério do criador.

Atualmente, o Appaloosa já conta no Brasil com mais de dois mil criadores e proprietários espalhados por todas as regiões do País.

Eles são detentores de um plantel estimado em mais de 25 mil animais que se distribuem em maior número pelo Estado de São Paulo, seguido pelo Paraná, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Goiás, Bahia e Distrito Federal. Objetivando a formação do plantel a partir das características morfológicas da Raça, a seleção inicial da tropa brasileira se baseou em linhagens de Conformação.

A partir do final dos anos 80, com o crescente interesse pelas provas funcionais, intensificou-se a seleção de animais de competição. A primeira prova exclusiva do Appaloosa no Brasil aconteceu em 1987. Começavam a ser instituídos os eventos oficiais como o Campeonato Nacional, o Congresso Pan-Americano, o Potro do Futuro, o Futurity Appaloosa, o Potro de Ouro e os Campeonatos Regionais criados em diferentes Estados do País com a proposta de fomentar e promover a Raça, símbolo de um povo nativo que ajudou a escrever a história do continente norte-americano.

Fonte: www.appaloosa.com.br

Appaloosa

O gene que faz o cavalo malhado é tão antigo quanto o próprio eqüídeo mas, o crédito pela criação de uma raça distintiva de pelagem mosqueada cabe modernamente aos índios Nez Percé da América do Norte, que vivem no noroeste Nez Percé da AMérica do Norte, que viviam no noroeste do atual estado do Oregon. Suas terras incluíam o vale do rio Palouse (ou Palousy), e foi o rio que deu nome aos cavalos.

Geneticamente, os animais tinham sangue Árabe, Berbere e a fusão destes com os autóctones, ibéricos, o Andaluz. Os animais que traziam na sua carga genética esta peculiaridade de pelagem, provavelmente eram descendentes de Árabes de origem persa.

Todos os eqüinos das Américas descendem dos cavalos reintroduzidos pelos conquistadores ibéricos. Os indígenas norte- americanos capturaram eqüinos trazidos pelos exércitos espanhóis que invadiram o México.

A raça desenvolveu-se no século XVIII, com base nos cavalos trazidos pelos espanhõis. Nesse lote havia exemplares de pelagem salpicada descendentes remotos de cavalos da África Central. Os Nez Percé, que eram grandes criadores de cavalos, praticavam rigorosas políticas seletivas. Finalmente obtiveram um cavalo capacitado para qualquer trabalho, de aspecto inconfundível, além de essencialmente prático.

Em 1877, a tribo e a manada quase foram exterminadas quando o governo da União ocupou as reservas. Todavia, em 1938, com a fundação do Appaloosa Horse Club, em Moscow, Idaho, a raça começou a renascer das cinzas. Seu registro é hoje o terceiro mais numeroso do mundo.

No Brasil, a raça foi introduzida pelo criador Carlos Raul Consoni, na década de 70, em São Paulo.

Um Appaloosa é identificado, de imediato, pelas pintas que apresenta na sua pelagem, usualmente concentradas numa região do corpo, como a garupa, mas pode apresentar-se com pintas em todo o corpo.

Em termos de estrutura, é semelhante ao Quarto de Milha de lida, ou seja, um animal mais troncudo do que longilíneo, apresentando sólida ossatura. Os olhos possuem esclerótica branca em torno da íris; a cabeça de desenho refinado, com caráter distintivo; a pele do nariz conspicuamente mosqueada; possue lineamente compacto, com quarto robusto, resultado da introdução de sangue quarto de milha; os membros são adequados, um pré-requisito de qualidade e os cascos são duros, em geral com listras verticais. Altura: de 1,42 a 1,52m.

O Appaloosa moderno é reprodutor, mas também animal de competição (corrida e salto), notável pela resistência, vigor e boa índole.

Praticamente qualquer fundo básico sobre o qual se apresentem as pintas, que podem ser claras ou escuras, para contrastar. Há cinco pelagens oficiais de Apaloosa: blanket (cobertor), marble (mármore), leopard (leopardo), snowflake (floco de neve) e frost (geada). O Appaloosa é dócil, ágil e vigoroso, um excelente animal de lida, além de ser cultivado por simples motivos estéticos.

Appaloosa

Fonte: www.saudeanimal.com.br

Appaloosa

Apesar dos Espanhóis terem trazido o Appaloosa para a América, foi uma tribo de índios a responsável pelo desenvolvimento da nova raça no continente americano. Essa tribo habitava a região conhecida como "Palouse", por onde passa o rio de mesmo nome e ocupa o estado de Washington. Daí o nome da raça.Em 1974 foi registrado o nascimento do primeiro animal no Brasil.

Appaloosa

Altura Média de 1,42m à 1,62m
Pelagem A principal característica da raça é de ter a pelagem nevada ou salpicada do escuro, com manta branca sobre o lombo, garupa e posteriores
Porte Médio
Cabeça Perfil subcôncavo; olhos grandes e ambiciosos, mostram muito mais branco que nas outras raças. Orelhas pequenas, bem distanciadas e implantadas e com uma boa movimentação. Narinas grandes.
Andadura Trote
Temperamento Dócil, veloz, vigoroso, robusto, resistente
Aptidões Considerado um dos cavalos mais versáteis, é utilizado nas corridas planas, salto, prova de rédeas, Tambores e Balizas, Hipismo Rural e lida com gado

Fonte: www.hipismobrasil.com.br

Appaloosa

Como comprovam pinturas ou desenhos de cavalos com pintas ou manchas, feitos há l8 mil anos a.Cristo, em cavernas da Espanha e na França, em Lascaux e Peche-Merle, esse cavalo já existia no período pré-histórico. Ele chegou à América, vindo da Europa, trazido para a costa americana (USA), pelos espanhóis, que aqui chegaram para colonizar o novo continente.

 Appaloosa

Como essa raça de cavalos se encontrava, principalmente, na região do rio Pallose, na França, os franceses a ele se referiam como "La Palloose" e sua denominação passou a ser Appaloosa. Para os peles-vermelhas americanos, a chegada do cavalo à América foi um acontecimento que, podemos afirmar, revolucionou os seus costumes.

  Appaloosa

Os indígenas da tribo Nez Perce, porém, foram os que mais aproveitaram esses eqüinos, pois eles preenchiam todos os requisitos por eles desejados: eram inteligentes, ágeis, velozes e, principalmente, muito resistentes, o que tornava esses animais indispensáveis nos serviços gerais, nas caçadas e nas lutas contra outras tribos e contra os colonizadores brancos, na época, europeus. Foram eles, no entanto, que mais concorreram para a seleção e melhoria da raça, pois só deixavam entrar, na reprodução, os melhores animais e até castravam os machos que não apresentassem as melhores características funcionais e raciais, ou seja, o seu exterior e a sua capacidade física, bem acima da média.

 Appaloosa

A seleção pela sua pelagem era, também, de grande importância, não só pela sua beleza e originalidade, mas também, porque ela se constituía em uma verdadeira camuflagem, um mimetismo com o ambiente em que se encontrava, na natureza, o que facilitava a atuação nas caçadas e também nas guerras, quando entravam nas batalhas.

Foram esses fatores, entre outros, que muito concorreram para que o Appaloosa se tornasse esse excelente eqüino que temos hoje em dia: bonito, inteligente, versátil, veloz e muito rústico e resistente. O cavalo Appaloosa é, realmente, um belo animal.

Ele pode apresentar uma pelagem leopardo, com pintas escuras por todo o corpo e que variam de tamanho. Elas ficam localizadas sobre um fundo branco. Ele pode ser, também, ruão, com uma cor resultante da mistura de pêlos claros e escuros, espalhados por todo o corpo. Além dessas cores, ele pode ser, também , nevado ou salpicado de escuro e apresentar uma bonita manta branca no lombo, garupa e membros posteriores, apresentando uma enorme variedade em suas tonalidades, cores e tamanhos, variando estes, de pequenos pontos pretos a pintas brancas que podem atingir a doze centímetros de diâmetro.

Ao contrário dos cavalos da maioria de outras raças, que possuem a esclerótica escura circundando os seus olhos, o Appaloosa a tem na cor branca.. Ele apresenta, ainda: pele despigmentada em algumas regiões do corpo , como focinho e genitais e os cascos rajados.

Com a derrota e a dispersão dos índios americanos da tribo Nez Perche, a partir de l877, também os seus cavalos, os belos Appaloosas se espalharam pelo país e teriam provavelmente desaparecido, se não fosse o grande interesse que, nas décadas de 20 e de 30, ressurgiu pelos cavalos de esporte. Por esse motivo e nessa época, os criadores americanos voltaram a criar o Appaloosa, entusiasmados pela beleza, pela rapidez e pela força desses cavalos, o que os tornava excelentes animais para corridas, rodeios, saltos, adestramento e, também, nas lides nas fazendas e na apartação do gado.

Devido a esse novo entusiasmo por essa raça, a maior preocupação dos criadores era a sua melhoria. Para isso, foram nela introduzidos os sangues das raças árabe, puro sangue inglês e de quarto-de-milha. O resultado desses cruzamentos , o Appaloosa, é um excelente cavalo, de porte médio, ótimo exterior, harmonioso e muito ágil e que já pode ser encontrado em todo o mundo, inclusive no Brasil, onde é muito apreciado.

Fonte: www.cowboysappaloosa.com.br

Appaloosa

A raça Appaloosa constitui um tipo muito característico, identificado pela sua pelagem e outros detalhes que distingue da maioria das variedades da espécie eqüina.

Teve sua origem numa região que compreende os estados do noroeste dos Estados Unidos e sudoeste do Canadá, onde era criada e selecionada pelos índios. A maior concentração desses cavalos encontra-se na área do Rio Paloose, no Estado de Oregon. A expressão La Paloose converteu-se em Appaloosa oficialmente adotada pela Associação Americana, sediada em Mocow, no Estado de Idaho.

O cavalo Appaloosa é extremamente versátil, com possibilidades de utilização em quaisquer condições de clima e topografia. Prospera tanto nas regiões montanhosas como nas áreas planas e estéreis.

Muito rústico adapta-se bem em qualquer região de nosso País . Por sua pelagem, destacam-se em desfiles, exibições e passeios. Também é muito usado como cavalo de serviço.

A pelagem provém do antigo cavalo indígena, mas consideráveis infusões de Sangue Árabe, Puro Sangue Inglês e Quarter refletiram-se na boa conformação da presente raça Appaloosa.

Animal de porte médio, ágil e harmonioso, prestando-se para sela, saltos, corridas esportivas e lida com o gado. Originariamente utilizado como cavalo de guerra pelos índios americanos, distingui-se pela sua agilidade e resistência, qualidade que vem sendo mantida pelos seus selecionadores.

A raça appaloosa foi introduzida no Brasil no último decênio através de animais importados da América do Norte.

Observação

Manchas com mais de 14 cm desclassificam o animal para a composição da raça.

Fonte: www.criareplantar.com.br

Appaloosa

O gene que faz o cavalo sarapintado é tão antigo quanto o próprio eqüídeo (havia cavalos malhados na China e na Pérsia), mas o crédito pela criação de uma raça distintiva por sua pelagem cabe modernamente aos índios Nez Persé da América do Norte, que vivem no noroeste do atual estado do Oregon. Suas terras incluíam o vale do rio Palouse, que foi o rio que de nome aos cavalos.

Criação

A raça desenvolveu-se no século XVIII, com base nos cavalos trazidos pelos espanhóis. Nesse lote havia exemplares de pelagens sarapintadas descendentes remotos de cavalos da África Central. Os Nez Persé, que eram grandes criadores de cavalos, praticavam rigorosas políticas selectivas.

Finalmente obtiveram um cavalo capacitado para qualquer trabalho, de aspecto inconfundível, além de essencialmente pratico. Em 1877, a tribo e a sua bela manada quase foram exterminados quando o governo da união ocupou as reservas. Todavia em 1938, com a formação do Appaloosa Horse Club, em Moscow, Idaho, a raça começou a renascer das cinzas. Seu registro é hoje o terceiro mais numeroso do mundo.

Características

Appaloosa moderna é reprodutor, mas também animal de competição (corridas e saltos) pela consistência, vigor e boa índole. A cinco pelagens oficiais da Appaloosa: Blanket (cobertor), marble (mármore), leopard (leopardo), snowflake (floco de neve) e frost (geada).

Influências

Espanhol: Acrescentou força, resiliência, adaptabilidade - e a pelagem mosqueada.

Altura

Entre 1,47 e 1,57m.

Cores

Sarapintado

Usos

Sela

Fonte: www.felipex.com.br

Appaloosa

INCONFUNDÍVEL BELEZA

Appaloosa

História

Surgiu na Europa há pelo menos 18 mil anos e veio para a América com os colonizadores espanhóis. A raça foi aprimorada pela tribo de índios Nez Perce, que habitava a região do rio Palouse, no Oregon (EUA).

Características

Ágeis, rústicos, velozes e resistentes, usados em longas distâncias e travessia de regiões íngremes e áridas. Têm pelagem exótica, sendo que sob sua cor básica aparecem pintas salpicadas, mais intensas na anca.

Aptidão

Utilizado em atividades de trabalho no campo e é destaque em provas de trabalho como: laço, rédeas, tambor e baliza, apartação, working cow horse e muitas outras.

No Brasil

O registro n° 1 da raça é de Comanche´s Double, importado em 1975. Hoje, o país tem o segundo maior plantel do mundo: são 25 mil cavalos registrados, distribuídos em mais de 3 mil criadores.

Fonte: www.mercadodecavalos.com.br

Appaloosa

A raça "Appaloosa", que aportuguesamos para Apalusa, desenvolveu-se na época da colonização do Nordeste dos Estados Unidos, tendo desempenhado um papel importante na luta contra os índios e no desenvolvimento da criação de gado.

Além de sua conformação e aptidão próprias para a montaria (rodeio, equitação, desfile e carreiras), a característica principal desta raça é sua pelagem típica, hereditária. Sobre uma pelagem fundamental variável, mais freqüentemente escura, possui uma malha branca grande que se estende do dorso, para a garupa, sobre a qual aparecem dispersas malhas de cor fundamental, arredondadas ou ovais, de até 10 cm de diâmetro.

A pele também apresenta pequena mancha escuras e os cascos são raiados de cima para baixo de negro e branco.

Em torno da íris vê-se o branco da esclerótica, como no olho humano. A denominação da raça parece ter sido dada pelos índios "Nez percé", nos estados americanos de Oregon e Washington, onde a raça se originou.

A denominação "Appaloosa" é tida como corruptela do "palus" (francês), porque acharam a malha parecida com um terreno palustre coberto de neve, com umas moitas aparecendo esparramadas.

A expressão "Appaloosa" foi empregada para denominar esta particularidade hereditária, ocasionalmente presente em outras raças e comumente designada por "nevado".

A sociedade preservadora da raça só foi fundada em 1938, havendo ainda muita liberalidade no registro de animais, porém, para desfile, exposições, carreira, os animais devem possuir a pelagem típica e todas as qualidades de um bom cavalo de sela, principalmente para vaqueiro. Só em 1968 foram registrados mais de 10.000 animais ocupando o 3º lugar em expansão, logo depois do PSC.

Sua pelagem esquisita de cavalo "de índio" chama realmente a atenção.

Fonte: www.revistadaterra.com.br

Appaloosa

Origem

Introduzidos no Continente Americano pelos conquistadores espanhóis os Mustangs manchados de branco-salpicado nas regiões do dorso, lombo e garupa foram utilizados pelas tribos dos indígenas Nex Perce, às margens do rio Pelouse no noroeste dos E.U.A.. após a derrota dos indígenas em 1877, os cavalos foram leiloados e somente a partir de 1938 passaram a ser selecionados no Oeste dos Estados Unidos, cruzando-os com o Quarter-Horse e Puro Sangue Inglês.

Appaloosa

Características

Altura média de 1.50m, temperamento vivo, bom caráter, cabeça com fronte ampla, perfil reto, orelhas pequenas, olhos grandes, boca pouco profunda, pescoço médio em linha superior e inferior retas. Dorso e lombo curtos e garupa levemente inclinada, espádua bem inclinada, membros fortes bem musculados, e cascos médios.

Pelagem básica é o ruão, admitindo-se todas as outras, desde que as menchas preencham o padrão que envolve seis pelagens básicas: a glacial, leopardo, floco de neve, mármore, manta manchada e manta branca.

Aptidões

Corridas curtas, esportes hípicos diversos e lida com o gado.

Fonte: www.horseonline.com.br

Appaloosa

O APPALOOSA é o cavalo que, montado pelos pele-vermelhas, sempre chamou atenção pela força, agilidade, coragem e pelagem de rara beleza.

Trata-se de uma raça que remonta à antigüidade, conforme inscrições em cavernas européias da ordem de 18 mil anos antes de Cristo.

Os espanhóis levaram os primeiros exemplares para os Estados Unidos e a raça foi selecionada pela tribo indígena Nez Perce, da região do Rio Palouse, no Estado do Oregon, de onde veio o nome "Appaloosa".

A partir dos anos 20, a raça experimentou uma enorme expansão graças ao interesse dos americanos por animais ligeiros e fortes, fosse para o trabalho ou o esporte, com a vantagem de possuir inconfundível beleza de sua pelagem.

Com isso, surgiu o Club do Cavalo Appaloosa, fundado em 1938, que passou a utilizar-se de infusões de sangue das raças Puro Sangue Inglês e Quarto de Milha que, comprovadamente, foram melhorantes para se alcançar o seu moderno Tipo atual.

Fonte: anarcomusic.sites.uol.com.br

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