Facebook do Portal São Francisco Twitter do Portal de Educação Curtir
Home  Baleia Cachalote  Voltar

BALEIA CACHALOTE

A baleia-cachalote é facilmente reconhecível pela forma quadrada de sua cabeça, que corresponde a 40% de seu corpo. Na parte superior frontal da cabeça localiza-se o órgão que produz o espermacete, uma substância oleosa cuja densidade pode variar do líquido ao sólido e que serve para controlar a estabilidade em mergulhos profundos e garantir sua flutuabilidade.

Possui uma coloração escura uniforme, que vai do cinza ao marrom, com pele enrugada, principalmente na parte posterior do corpo. Um de seus inimigos naturais são as orcas.

O período de gestação é de, aproximadamente, onze meses, com o nascimento de apenas 1 filhote, com cerca de 4m e pesando 1 tonelada. Fêmeas adultas atingem 12m e os machos 18m. O peso médio do macho é de cerca de 45 toneladas, e o da fêmea 20 toneladas.

Fonte: projetobaleias.com.br

BALEIA CACHALOTE

Baleia Cachalote

NOME POPULAR: Baleia-cachalote
NOME CIENTÍFICO: Physeter macrocephalus
TAMANHO: 14 a 20 metros de comprimento
PESO: 30 toneladas

A baleia-cachalote é facilmente reconhecível pela forma quadrada de sua cabeça, que corresponde a 40% de seu corpo. Na parte superior frontal da cabeça localiza-se o órgão que produz o espermacete, uma substância oleosa cuja densidade pode variar do líquido ao sólido e que serve para controlar a estabilidade em mergulhos profundos e garantir sua flutuabilidade. Seus mergulhos podem chegar até 2.000 metros de profundidade, podendo ficar submersa por até 1 hora. Possui uma coloração escura uniforme, que vai do cinza ao marrom, com pele enrugada, principalmente na parte posterior do corpo. Um de seus inimigos naturais são as orcas.

Alimenta-se principalmente de polvos e lulas-gigantes, que vivem em águas profundas, além de raias, tubarões, peixes e crustáceos. Quando observada de perto com atenção pode-se notar em sua pele marcas de ventosas deixadas por suas vítimas, porém, também alimentam-se de atum e raias, tudo isso digerido facilmente por sua mandíbula que possui cerca de cinqüenta dentes. Na época de acasalamento, o macho reúne várias fêmeas.

Pode ser encontrada em todos os oceanos, entre 60º N e 70º S. No entanto, só os machos percorrem grandes distâncias para chegarem aos extremos do globo.

O período de gestação é aproximadamente de 11 onze meses, com o nascimento de apenas 1 filhote, com cerca de 4 m e pesando 1 tonelada.

Uma outra espécie conhecida como Cachalote-anão (Kogia simus), apesar do nome parecido (português), não tem muito haver com a Cachalote tradicional.

A Cachalote-anão apresenta a boca posicionada ventralmente, parecida com a de um tubarão. Na cabeça, existe o órgão do espermacete, similar ao da cachalote. Possui pequenos sulcos irregulares na região da garganta. Podem chegar até 3.5 m e pesam em torno de 210 kg. Sua gestação é igual a da Cachalote tradicional, diferenciado apenas no tamanho de sua cria que chega a 1.2 m. Alimenta-se de lulas e podem ser encontradas em zonas tropicais.

Esta espécie originou um famoso romance americano em 1851, "Moby Dick". Em 1820, o baleeiro Essex foi atacado por uma cachalote enfurecida e afundou rapidamente. Nunca se imaginara que uma baleia pudesse reagir aos pescadores que a perseguiam. O que se seguiu ao naufrágio foi uma longa provação pelas águas do Pacífico: amontoados em três botes, os marujos navegaram durante três meses, experimentando os horrores da inanição e da desidratação, da doença, da loucura e da morte, chegando à prática do canibalismo.

O episódio, que inspirou Herman Melville a escrever Moby Dick, ficou registrado em relatos feitos pelos sobreviventes. Baseado em ampla pesquisa e fontes inéditas, o historiador Nathaniel Philbrick reconstitui todos os detalhes da tragédia, dando vida aos testemunhos com seu vasto conhecimento em assuntos marítimos.

Dos meandros da economia baleeira, às técnicas de navegação a vela e o comportamento das baleias, no coração do mar, reúne informações minuciosas sobre cada aspecto da história. Uma aventura que desafia o leitor a refletir sobre os limites da capacidade de sobrevivência humana.

Fonte: www.pick-upau.org.br

voltar 123avançar
Sobre o Portal | Politica de Privacidade | Fale Conosco | Anuncie | Indique o Portal