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Biguá

 

Phalacrocorax brasilianus

Características

Mede 75 cm, seu peso é de 1,3 kg (macho). Plumagem escura-preta, saco gular amarelo. Na época da reprodução apresenta penas brancas beirando a garganta nua e com um tufo branco atrás da região auricular. Imaturos apresentam cor de fuligem.

Habitat

Llagos, grandes rios e estuários

Ocorrência

Do México à América do Sul.

Hábitos

São ótimos mergulhadores, realizando grandes mergulhos, reúnem-se para pescarias coletivas e estratégicas. Todos nadam lado a lado no mesmo sentido, bloqueando um canal ou uma enseada fluvial. Descansam pousando na beira da água, sobre pedras, árvores, estacas. Esticam as asas como os urubus. Não se afastam da costa para se aventurarem ao mar.

Alimentação

Piscívoros, apanham freqüentemente presas sem valor comercial como, por exemplo, peixes providos de acúleos. O suco gástrico do biguá é capaz de desagregar espinhas.

Reprodução

Nidifica sobre árvores em matas alagadas, matas ciliares, às vezes entre colônias de garças. Ovos pequenos cobertos por uma crosta calcária branco-azulada. Incubação em torno de 24 dias.

Ameaças

Poluição

Fonte: www.vivaterra.org.br

Biguá

Nome Popular: Biguá
Nome Científico: Phalacrocorax brasilianus
Classe: Aves
Ordem: Pelicaniformes
Família: Phalacrocoracidae

Biguá

Características

Vivem em bandos, que quando voam formando sua forma tradicional de “V”. Alimentam-se de peixes e crustáceos que capturam em seus mergulhos extremamente habilidosos. Fazem seus ninhos ao longo dos manguezais e florestas próximas a rios e lagunas. No Rio de Janeiro, excepcionalmente também nidificam em ilhas próximas da costa. Põem em média dois ovos, e a incubação leva em torno de vinte e quatro dias.Suas penas não são impermeáveis, como a dos patos e atobás, por isso descansam ao sol depois dos mergulhos, com as asas abertas. Seus principais predadores são ocasionalmente tubarões e aves de rapina.

Biguá

Distribuição Geográfica

Do México a América do Sul. Habitam todo o litoral brasileira, inclusive regiões interiores como o Pantanal e a Amazônia. Também ocorrem em regiões da Argentina e em alguns trechos da costa pacífica da América Latina.

Estado de Conservação: Não é uma espécie ameaçada em virtude da ampla área em que estão distribuídas, no entanto a poluição tanto em derramamentos de óleo, como as toxinas que ingerem de peixes em águas contaminadas (por exemplo, Baía de Guanabara) são seus principais problemas.Também são comuns acidentes com embarcações, redes de pesca, fios e linhas de pipa. Outro fator que também colabora para o declínio de algumas populações é desmatamento em algumas ilhas e mangue, onde antes eram pontos de nidificação dos biguás.

Comentários Gerais

Para pescadores mais antigos os biguás representam o sinal das águas. Os biguás também, ao contrário de outras espécies não instigam tanto a ira dos pescadores, uma vez que consomem peixes pequenos de pouco valor comercial. Na China pescadores treinam biguás para pescarem peixes e entregarem nos barcos.

Fonte: www.zoonit.org.br

Biguá

Phalacrocorax brasilianus

Família

Phalacrocoracidae

Caracterização

Mede 75 cm, seu peso é de 1,3 kg (macho). Plumagem escura-preta, saco gular amarelo; na época da reprodução com penas brancas beirando a garganta nua e com um tufo branco atrás da região auricular. Imaturos apresentam cor de fuligem.

Habitat

Vivem em lagos, grandes rios e estuários, não se afastam da costa para se aventurarem ao mar.

Distribuição

Ocorre do México à América do Sul.

Hábitos

São ótimos mergulhadores, realizando grandes mergulhos, reúnem-se para pescarias coletivas e estratégicas; todos nadam lado a lado no mesmo sentido, bloqueando um canal ou uma enseada fluvial. Descansam pousando na beira da água, sobre pedras, árvores, estacas. Esticam as asas como os urubus.

Alimentação

São piscívoros, apanham freqüentemente presas sem valor comercial como, por exemplo, peixes providos de acúleos; o suco gástrico do biguá é capaz de desagregar espinhas.

Reprodução

Nidifica sobre árvores em matas alagadas, matas ciliares, às vezes entre colônias de garças. Ovos pequenos cobertos por uma crosta calcária branco-azulada. Incubação em torno de 24 dias.

Manifestações sonoras

Voz: o seu grito é "biguá", "oák". O coro de muitos indivíduos soa ao longo como o ruído de um motor.

Bibliografia

Helmt Sick, 1988. "Ornitologia Brasileira".
John S. Dunning, 1987. "South American Birds".

Fonte: www.faunacps.cnpm.embrapa.br

Biguá

Esta é uma ave que já foi mais comum na região de Alphaville, mas que, de vez em quando, ainda aparece e é possível vê-la pousada em um galho ou pedra, com as asas abertas, secando as penas ao vento.

Com cerca de 75 centímetros de comprimento, 1,3 quilo de peso, plumagem escura, pés palmados, pernas curtas e fortes, pescoço longo e flexível e bico recurvado, fino e longo, o Biguá (Phalacrocorax brasilianus) é encontrado do extremo sudoeste dos Estados Unidos até o sul da América do Sul, preferindo águas claras e pouco profundas como rios, lagos, açudes e estuários, mas não se afastam da costa para se aventurarem ao mar.

O Biguá se alimenta de pequenos peixes e crustáceos que captura em baixo da água. Ao contrário de outras aves aquáticas, o Biguá consegue eliminar o ar que fica entre suas penas, o que facilita o mergulho mas as deixa completamente encharcadas. A imensa maioria das espécies que captura para sua alimentação não tem valor comercial e seu suco gástrico é capaz de desagregar espinhas.

Na época da reprodução, o Biguá adquire penas brancas em torno da garganta e pequenos tufos, também brancos, atrás da região auricular. A ave constrói ninhos sobre árvores em matas alagadas e matas ciliares, às vezes entre colônias de garças. Os ovos são pequenos, com casca branco-azulada e os filhotes apresentam cor de fuligem.

Os índios guaranis contam que Mbiguá era um guerreiro que vivia feliz com sua esposa Yerutí em uma aldeia às margens do rio Mirinãy, afluente argentino do rio Uruguai. A beleza de Yerutí despertou a cobiça de Capiberá, que a raptou e fugiu em uma canoa. Mbiguá perseguiu e matou Capiberá, mas Yerutí havia desaparecido. Desesperado, Mbiguá a procurou na mata e ao longo do rio, sem encontrá-la. Apenas o eco respondia a seus chamados. Vencido, Mbiguá se jogou no rio, convencido de que Yerutí havia se afogado. Pouco tempo depois, os índios de sua tribo notaram uma ave de plumagem negra que voava insistentemente sobre as águas do Miriñay. O feiticeiro da tribo explicou então que Mbiguá havia se transformado na ave que continuava buscando sua amada Yerutí.

Fonte: www.sar2.org.br

Biguá

O biguá é uma ave aquática de plumagem escura, cujo nome científico é Phalacrocorax brasilianus. Tem pés palmados, pernas curtas e fortes, pescoços longos e flexíveis e um bico fino e adunco na ponta. Essa ave de 40 cm de corpo e penas negras é abundante em áreas alagadas de todo o Brasil e de outros países da América do Sul. O Pantanal Mato-grossense tem a maior concentração de Biguás do Brasil. Ali, eles costumam aglomerar-se em determinadas árvores para usá-las como poleiro ou para sustentar os ninhos.Normalmente, nidificam em colônias associadas com as das garças e cabeças-secas.

Biguá

Seu nome deve-se aos pés penugentos. Este é o significado do nome "mbiguá" em tupi. Sendo uma ave diurna, pode-se observá-la nas cercanias da água, com as asas abertas à procura de alimento. Sua presa preferida é o peixe bagre. Conta-se que a princípio os biguás não sabiam quebrar o ferrão que estes peixes têm na barbatana e eram prudentes em seus ataques. Mas, com o tempo evoluíram e tornaram-se destros nisso e passaram a procurá-los com maior avidez.

É comum, vê-los com as asas abertas ao sol, durante horas, procurando secar sua plumagem, já que carecem da secreção da glândula uropigia, que produz um tipo de óleo que torna as aves marítimas impermeáveis. Esta também é outra estratégia evolutiva, pois não sendo os biguás impermeáveis, conseqüentemente quando molham suas penas, essas se tornam mais pesadas e não retêm o ar. Sendo assim, estas aves podem mergulhar mais rápido e atingir maiores profundidades. Acrescenta-se ainda, que os ossos dos biguás são pesados e maciços, diferentes das outras aves aquáticas que são leves e perfurados. Com essas adaptações, o Biguá leva vantagem para capturar suas presas, além de deslocar-se sob as águas com muita fluidez.

Biguá

Como os biguás necessitam de águas limpas para se alimentar, são considerados indicadores biológicos de poluição.

O acompanhamento de suas populações é uma forma de monitorar a alteração da qualidade de ambientes aquáticos em conseqüência de atividades de degradação ambiental, como desmatamentos e uso de agrotóxicos.

LENDA DO BIGUÁ

Entre os índios guaranis é conhecida uma lenda sobre o Biguá. Conta-se que era um índio muito forte e jovem que vivia feliz com sua bela esposa chamada Yerutí, em sua choça, nas proximidades de um grande rio.

Entretanto, a beleza da jovem despertou a cobiça de Capiberá, outro guerreiro índio, possuidor de uma índole muito má.

Aproveitando-se da ausência de Biguá, que havia saído para pescar, raptou Yerutí e levou-a para bem longe, amarrada em uma canoa.

Ao retornar, não encontrando sua amada esposa, foi avisado que seu desaparecimento era obra de Capiberá. Desesperado, parte em busca de seu inimigo. Perseguido por Biguá, Capiberá foi alcançado e morto. Entretanto, sua frustração foi intensa, quando sua companheira não foi encontrada.

Partiu imediatamente, buscando-a por todos os lugares que conhecia. Gritou em altos brados o nome de Yerutí, às margens do rio, no interior da selva, mas somente o eco devolvia seu angustioso chamado.

Vencido pelo cansaço e pela falta de esperança de encontrar sua esposa com vida, jogou-se nas águas profundas do rio, porque suspeitava que justamente ali teria perecido a bela Yerutí. Buscou-a mergulhando profundamente no rio, na selva, mas só o eco devolvia o seu angustioso chamado. Vencido pelo cansaço, começava acreditar que havia perecido sua amada Yerutí.

Depois de algum tempo, seus irmãos da tribo avistaram uma ave negra que voava insistentemente sobre a choça que haviam morado o feliz casal, para em seguida embrenhar-se na selva e se jogar nas águas do inquieto rio.

Ao consultarem o feiticeiro, esse garantiu que o tal pássaro era Mbiguá que transformado em ave seguia buscando sua doce companheira.

Esta é uma linda lenda que nos fala sobre o amor das aves. Os pássaros, sem dúvida, amam como nós e talvez com mais ternura e devotamento.

Em algumas espécies, os casais nunca se separam, pois grande é a intimidade que os une. Todos que conhecem o comportamento das aves na natureza, sabem que não estou poetizando.

Se um se separa do outro distraidamente e desse torna-se oculto, o que dá falta do companheiro trata de perguntar por onde ela anda. Logo se comunicam e, embora não se vejam, cada qual fica tranqüilo, mas nunca antes de repetir a "pergunta" e receber, infalivelmente a "resposta".

Caso algum desalmado caçador venha abater um dos cônjuges, podemos observar uma cena pungente. O viúvo lança seu apelo lamentoso, chama inquieto o seu par, corre por todos os cantos, não tem mais sossego nem cuidado com sua pessoa, não mais se esconde, como que suplicando ao caçador que o mate também, pois sua vida não tem mais sentido.

Bibliografia

As Mais Belas Lendas Brasileiras - Wilson Pinto; Edições Excelsus;SC

Lendas do Rio Grande do Sul - Dante de Laytano; Publicação n. 7, Comissão Estadual de Folclore do Rio Grande do Sul; RJ

Rosane Volpatto

Fonte: www.rosanevolpatto.trd.br

Biguá

Comprimento

70cm

Identificação

Quando pousado ou nadando é impossível de ser confundido com qualquer outra espécie brasileira, mas quando em vôo lembra muito algumas espécies de patos, diferindo pelo bico mais alongado e um tanto curvo na ponta e pelo corpo ser menos volumoso que o dos patos.

Apesar de ser a única ave do grupo dos cormorões que ocorre no Brasil esta espécie se faz presente em virtualmente todo o nosso território, em qualquer local onde haja água e peixes. Ocorre desde o sul do Chile até os E.U.A e ao longo de sua distribuição vive tanto no mar quanto em estuários, rios e lagoas, sejam elas naturais ou artificiais.

É famoso pela sua grande habilidade na pesca. Quando submerso nada com o auxílio dos pés palmados e usa as asas para mudar de direção ou parar. Aparentemente confia mais no tato que na visão para encontrar suas presas, pois fuça a vegetação aquática e as pedras com seu bico a procura de peixes entocados, especialmente peixes de couro como cascudos e bagres, mas também consegue capturar peixes muito mais ágeis como tilápias e carás. Essa habilidade faz com que esta ave seja odiada por pescadores e psicultures.

Muitas vezes forma grupos enormes, de centenas de indivíduos, que cercam grandes cardumes de peixes, empurrando-os para as margens e para as partes mais rasas dos lagos para que não tenham para onde fugir.

Parte de sua capacidade de mergulhar vem do fato de ao contrário da maioria das aves, suas penas não serem muito impermeáveis. A implicação negativa deste fato é que após cada mergulho o biguá precisa secar-se, abrindo suas asas enquanto toma sol. Quando está com calor também abre as asas e costuma vibrar o papo parar se refrescar com o ar que circula nesta região.

Apesar de poder ser visto sozinho durante o dia raramente dorme isolado pois quase sempre forma grandes ninhais, mesmo fora da época de reprodução e é para estes ninhais que as aves voam todos os dias ao entardecer, as vezes em grandes grupos em formação de ``V´´, geralmente voando rentes à água. Os ninhais podem reunir milhares de indivíduos, que ao depositarem suas fezes ricas em ácido úrico sobre as arvores nas quais se empoleram acabam matando suas folhas, o que em grandes escalas pode acabar com boa parte da vegetação na região dos ninhais.

Na época da reprodução o bico se torna mais claro e podem aparecer algumas penas brancas na base do bico e garganta. O casal constrói o ninho no topo de uma árvore alta no ninhal com gravetos frouxamente entrelaçados. Podem ser postos até 3 ovos, mas geralmente só um ou dois filhotes sobrevivem. Os pais se revezam na alimentação dos filhotes.

Fonte: www.giau.ib.unicamp.br

Biguá

Período Reprodutivo

Janeiro a julho

Locais de observação

Mata ciliar rio Cuiabá, Mata ciliar rio São Lourenço, Rios, corixos e baías.

Grande ave aquática, adulto totalmente escuro, com o juvenil pardo. No período reprodutivo, como na foto, os adultos apresentam os cantos do bico delimitado por penas brancas, bem como uma mecha de penas da mesma cor atrás do olho. Os olhos são verde claros com raias quase brancas.

Biguá

É um parente distante dos pelicanos. Alimenta-se exclusivamente de peixes. Sua forma de pescaria é especial. Nada ativamente atrás dos peixes sob a água e, para facilitar seu deslocamento subaquático, as penas perdem parte da sua impermeabilidade, molhando-se. Dessa forma, para poder voar depois dos longos mergulhos, ficam pousados nas margens ou em árvores próximas à água, com as asas abertas ao sol. Nos seus vôos pós-mergulhos longos, precedem seu deslocamento até locais expostos com um comportamento curioso.

Biguá

Ficam nadando na superfície e batendo as asas seguidamente, para secá-las um pouco e ganhar sustentação.

Esses vôos de saída da água são lentos e difíceis, ao contrário do que ocorre quando estão com as penas secas. Normalmente, deslocam-se em várias altitudes, desde próximo à água até grandes alturas. Nos vôos matinais para chegar a locais de pesca, costumam voar em bandos com formato de V, semelhantes a patos, sendo muitas vezes confundidos com esses. A observação detalhada logo separa os dois, devido ao ritmo de batimento de asas e formato geral da ave, onde a cauda é mais longa proporcionalmente ao corpo do que nos patos.

Biguá

Seu período reprodutivo no Pantanal inicia-se ainda no período de cheias, quando ocupam os ninhais coletivos e produzem um alarido semelhante ao de porcos. Ano após ano reocupam áreas tradicionais e na região da reserva existem dois ninhais ativos. O maior está na baía da Moranguinha. Ocupados a partir do mês de fevereiro como locais de pouso noturno, em alguns anos começam a nidificar em seguida. Uma de suas áreas prediletas de alimentação é o Riozinho, onde podem ser vistas linhas de vôo contínuas desde os ninhais até baixarem nas águas, para uma pesca individual ou coletiva. No final de julho, é possível encontrar concentrações de centenas de biguás no Riozinho, alguns praticando a pesca coletiva. Nessa modalidade de pesca, o bando de biguás vai nadando na superfície de maneira coordenada e, ocasionalmente, mergulham algumas aves. Vão, pouco a pouco, encurralando um cardume junto à margem ou em um braço de corixo mais raso, quando todos mergulham juntos e pescam seus peixes.

Biguá

Depois de setembro, reduzem seus números na região da reserva, embora exemplares isolados possam ser observados ao longo de todo o ano no local. Muito freqüente no rio Cuiabá, corixos e baías associados a esse sistema, é menos comum no rio São Lourenço, provavelmente devido à falta de baías e corixos desse último na área da reserva. Também as águas do São Lourenço são geralmente mais turvas, em função dos sedimentos vindos da região de Rondonópolis, o que pode dificultar a visão dos biguás sob a água.

Biguá

Fonte: www.avespantanal.com.br

Biguá

Nome Vulgar: Biguá
Nome Científico: Phalacrocorax brasilianus
Classe: Aves
Gênero: Phalacrocorax
Espécie: brasilianus

Descrição

Ave aquática, mergulha em busca de peixes e permanece um bom tempo debaixo d'água, indo aparecer de novo bem lá na frente, mostrando apenas o pescoço para fora d'água.

Para facilitar seus mergulhos, suas penas ficam completamente encharcadas, eliminando o ar que fica entre as penas e dificulta os mergulhos.

Para secá-las é comum vê-los pousados com as asas abertas ao vento. Quase sempre visto em grandes bandos voando próximo d'água, em formação em "V". Quando voam se assemelham a patos, sendo às vezes considerados como tais equivocadamente.

Fazem grandes ninhais junto a garças e outras aves ribeirinhas. Suas penas, patas e bico são inteiramente negras.

Origem: Renctas

Fonte: www.diagnostico.org.br

Biguá

Phalacrocorax brasilianus

O biguá é uma ave comum nos rios, lagoas e litoral do Brasil. Mergulha bem e captura peixes com o bico de ponta curva (diferente do bico do biguatinga, que é reto e pontiagudo). Alimenta-se sobretudo de peixes, mas também de rãs, de crustáceos e de insetos aquáticos.

O biguá nada com o corpo semi-submerso e desloca-se sob a água unicamente com o auxílio dos pés, que possuem amplas membranas natatórias e utiliza a cauda como leme.

Nidifica em colônias, onde constrói ninho de gravetos sobre árvores, geralmente em matas alagadas, podendo associar-se a colônias de outras aves aquáticas.

Mede de 58 a 73 cm de comprimento e vive desde o sul dos EUA até a Argentina – e em todo o Brasil.

Curiosidades

Uma biguá pode chegar a pesar 1,8 kg.

Os biguás realizam pescarias coletivas. Grandes grupos nadam lado a lado, na mesma direção, bloqueando um rio ou canal e mergulhando para apanhar os peixes que tentam furar o bloqueio. No Pantanal já observei pescarias coletivas no rio Paraguai, com mais de 500 aves juntas.

Os biguás podem mergulhar a mais de 20 metros de profundidade.

A postura é de 3 a 4 ovos e o período de incubação é de cerca de 30 dias.

Tanto biguás como biguatingas encharcam suas penas totalmente durante os mergulhos, ao contrário de mergulhões e marrecas. Após várias horas de mergulhos, descansam sobre alguma rocha ou galhada, mantendo as asas abertas para secar ou para garantir a termo-regulação.

Haroldo Palo Jr.

Fonte: canalazultv.ig.com.br

Biguá

Biguá-Tinga

São aves de cauda, pescoço e bico longos, cabeça muito pequena, pernas curtas e pés palmados.

Nos machos, a maior parte da plumagem é preta ou cinza-escura.

O dorso é castanho, com estrias claras, as asas têm penas branco-prateadas e o peito e a garganta são castanho-claros.

Nas fêmeas a coloração geral é mais clara.

Vivem solitários ou aos pares nas proximidades de rios, lagoas e banhados.

Voam bem e são excelentes nadadores e mergulhadores.

Freqüentemente são vistos em posição característica, pousados com as asas abertas.

As glândulas uropigeanas, que produzem óleo utilizado pelas aves para impermeabilizar as penas, não são tão desenvolvidas nesses animais quanto nas demais aves aquáticas.

Assim sendo, já que não dispõem desse impermeabilizante em quantidade suficiente, devem secar-se ao ar, depois de cada mergulho.

Alimentam-se, principalmente, de peixes, mas também apreciam insetos, crustáceos, anfíbios e pequenos lagartos.

Na época da reprodução reúnem-se em bandos nos ninhais e constróem seus ninhos no alto das árvores ou utilizam-se dos que encontram desocupados.

Botam, em média, 4 ovos alongados e brancos.

Os filhotes são alimentados por regurgitação de peixes e de outras presas apanhadas pelos pais.

Fonte: www.portalpantanal.com.br

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