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Bull Terrier



Bull Terrier

O Bull Terrier é um cachorro muito forte e ativo, com muita disciplina e disposição.

Ele ficou muito famoso na Inglaterra por ser um cão de briga, mas agora as brigas não são mais permitidas e o animal passou a ser comercializado no mundo inteiro, inclusive no Brasil.

Uma característica forte do Bull Terrier é sua ligação profunda com o dono. Tal característica, torna o animal um verdadeiro cão de guarda. É interessante adestrá-lo logo quando pequeno, principalmente em casas com crianças.

O seu pelo é curto, duro e brilhante e as cores podem ser branco, branco com manchas, preto ou tricolor.

Fonte: filhotes.linkgratis.com.br

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As características do Bull Terrier, tal qual o conhecemos hoje, foram fixadas a mais ou menos um século, e em sua origem, encontramos muito do Bulldog Inglês, que foi criado para lutar contra touros, em exibições públicas.

Alguns criadores, buscando exemplares mais ágeis, e lutadores imbatíveis, cruzaram o Bulldog com o antigo Terrier Inglês Branco, muito difundido na época.

Os primeiros exemplares mostraram-se muito volumosos, e diferentes entre sí. Mais tarde, através de cruzamentos com o Dálmata e terriers ingleses brancos, o Bull Terrier tornou-se o cão ágil e forte que conhecemos hoje.

O Bull também foi usado para caçar ratos, e hoje em dia é um grande guarda e um ótimo companheiro.

É um cão de constituição sólida, ativo, simétrico, de expressão profunda, decidida. Obediente e tolerante frente à disciplina.

Os olhos são fundos, pequenos, amendoados, o mais escuros possível, de olhar penetrantes. As orelhas são eretas, finas, próximas entre si. A cauda não é muito curta, de inserção não muito alta. A pelagem é curta, compacta, reluzente, um pouco dura ao tato.

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Fonte: www.guiaderacas.com.br

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Bull Terrier

Um cão forte, compacto, resistênte, musculoso e simétrico. Com sua expressão viva, determinada e inteligente ele é caracterizado por sua cabeça em forma de ovo.

O Bull tem uma enorme energia e vitalidade, adora o dono, mostra-se fiel, amigo e protetor, está sempre pronto para brincar e com as crianças costuma ser carinhoso e cuidadoso, faz relacionamentos duradouros com todas as pessoas da família, ele é atencioso e demonstra isso com muito afeto, é um amigo inseparável e cativante para qualquer hora, responsável por momentos de inigualável alegria na casa onde vive.

Fonte: www.anauam.com.br

Bull Terrier

Bull Terrier

Origem: Grã-Bretanha 
Data de origem: séc. XIX 
Esperança de vida: 15 anos 
Classificação: Terriers 
Altura: 53 para 56 cm 
Peso: 24 para 28 Kg

História

O aparecimento do "gladiador da raça canina" remonta a 1830, altura em que foi cruzado um Bulldog com um Old English Terrier, dos quais herdou, para além da influência genética, o nome: Bull Terrier. Sabe-se que posteriormente a raça foi apurada com o contributo de outras linhagens, mas não existe uma opinião unânime em relação a estas. Sugere-se o Dálmata, o Pointer Espanhol, o Greyhound e o Foxhound.

Esta estirpe foi inicialmente utilizada para a luta de touros (bull bating) que foi proibida na Inglaterra, por volta de 1835. Os Bull Terriers passaram a participar nas lutas de cães, altura em que a sua reputação atingiu o auge, já que se dizia que eram capazes de morrer na arena só para agradar o seu dono. Quando este "desporto" foi proibido, a raça passou a estar confinada aos ringues de exposição, sendo ainda utilizada como cão de guarda, caçadores de ratos e guardador de rebanhos.

O primeiro clube da raça surge em 1887 e, no ano seguinte, é publicado o primeiro standard da raça. Em 1895, os Bull Terrier são reconhecidos pelo Kennel Club americano.

Em 1860, começa a ser apurada uma nova variante desta estirpe - os Bull Terrier brancos - provavelmente resultado do cruzamento com um English Terrier brancos. Os créditos de tal desenvolvimento ficam a dever-se a James Hinks que, em Birmingham, se empenhou na obtenção de uma espécie mais atraente.

Rompendo com a alcunha de "gladiadores", estes cães passaram a ser conhecidos por "Cavaleiros Brancos" dado o seu perfil gentil e aparência nobre. Esta variante acabou por prevalecer em relação à versão colorida, dominando os ringues de exposição, no séc. XIX.

Todavia, começaram a surgir problemas de saúde nas variantes brancas (por exemplo a surdez e o albinismo), o que motivou alguns criadores a desenvolver linhas de criação coloridas, por forma a superar estes constrangimentos. Ted Lyon é um dos nomes geralmente associados a este feito.

Neste contexto, no início do séc. XX, o Bull Terrier é cruzado um Staffordshire Bull Terrier mas, só em 1936, é que foi reconhecida pelo Kennel Club americano como uma variedade distinta. Existe ainda uma outra variedade - o Bull Terrier Miniatura - que se diz ter sido criada para ajudar o seu parente maior na caça aos ratos. Esta variante foi reconhecida pelo Kennel Club britânico em 1939. Actualmente, esta raça goza de elevado prestígio, sendo representada por clubes de todo o mundo.

Descrição

O Bull Terrier é um cão de porte médio, sem limites definidos, minímos ou máximos, quer para peso como para altura.

A sua pelagem é curta, dura e brilhante e as cores permitidas são o branco (que pode apresentar manchas pretas ou tigradas na cabeça) tigrado, ruivo e preto unicolor e tricolor.

A sua cabeça é comprida e oval, sem chanfro demarcado, e apresenta-se curva até à extremidade do nariz. Os olhos são pequenos, escuros, dispostos obliquamente e triangulares, de expressão viva e inteligente. As orelhas são pequenas e triangulares, assumindo sempre uma posição erecta como se estivesse sempre alerta. O pescoço é longo, entroncado e os ombros são musculosos. O corpo tem a forma de barril e é maciço. Os membros são curtos, sendo os anteriores verticais e os posteriores musculosos e com quartos a direito. As patas são redondas e compactas e a cauda é curta e mantida na horizontal.

Temperamento

O Bull Terrier é hoje um animal de estimação fiel e devoto ao seu dono. Não aprecia ser deixado sozinho e, tal como em muitas outras raças, a ansiedade sentida manifesta-se nas jarras partidas.

A sua fina inteligência aliada à sua forte personalidade (por vezes um pouco obstinada) leva a que estes cães não sejam aconselhados a donos sem experiência. Na verdade, eles necessitam de ser educados desde pequenos pelo membro dominante da família, por forma a serem totalmente inseridos, caso contrário, podem desenvolver comportamentos que não são típicos da raça. A relação que desenvolvem com as crianças é boa, se estas o respeitarem. O Bull Terrier é ainda um óptimo cão de guarda.

Observações

A esperança média de vida destes cães pode atingir os 15 anos e são considerados geralmente saudáveis. A surdez é infelizmente um problema que ocorre com alguma frequência. Com menor ocorrência registam-se problemas de coração e luxações da patela.

A manutenção do seu pêlo é uma tarefa simples que deve ser realizada uma ou duas vezes por semana.

A prática diária de exercício físico é muito importante que seja respeitada por forma a sentirem-se bem física e psicologicamente. Uma a duas horas por dia é o tempo médio aconselhável.

Estes animais preferem climas moderados a quentes e adaptam-se bem a viver em espaços menos amplos. São ainda bons apreciadores dos petiscos, o que torna necessária alguma vigilância ao seu peso.

Curiosidade

Este "gladiador da raça canina" teve um doce momento de estrelato quando representou um papel no filme "Babe - um porquinho atrapalhado na cidade".

Fonte: animais2.clix.pt

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O Bull Terrier é uma das mais antigas raças de Terriers de que se tem notícia, tendo seu nome registro por estudiosos já em 1822. Era conhecido com ‘cão gladiador’ por seu uso no questionável esporte de combates entre cães. Felizmente, em 1835 o parlamento inglês proibiu as lutas entre cães, mas, ao contrário do que se imaginava, os Bull Terriers não desapareceram. O primeiro registro oficial da raça data de 1860, quando o primeiro exemplar de Bull Terrier foi levado a uma exposição.

A partir daí a raça foi se popularizando e deixando de lado seu passado nas rinhas, era utilizado como um excelente cão de guarda, função na qual poderia aproveitar melhor seus dotes físicos: força e grande agilidade.

Em 1920, o padrão da raça foi alterado, permitindo Bulls com pelagem colorida. Nos Estados Unidos, até hoje, os exemplares brancos são julgados em separado dos exemplares coloridos.

Outra mudança importante no padrão da raça aconteceu em 1941, quando o The Kennel Club inglês estabeleceu limites mínimos para a raça e os exemplares abaixo desse mínimo seriam registrados como raça independente: Bull Terrier Miniatura.

Se o Bull Terrier experimentou grande crescimento de sua popularidade internacional no período da 2a Guerra, aqui no Brasil essa ascensão é bem mais recente, mas promete ser explosiva. Só para termos uma idéia, em 1995, segundo dados da revista Cães e Cia, eram registrados 156 filhotes por ano e em 1999, de acordo com a CBKC, foram registrados 594 filhotes.

Personalidade

Bull Terrier

O Bull Terrier é um cão com uma enorme energia e vitalidade, para quem sempre é hora de uma brincadeira. Muito ligado ao seu dono e à família, é um cão que gosta de acompanhar qualquer que seja a atividade.

É essa ligação profunda entre os Bulls e seus donos que faz deles excelentes cães de guarda, mas ao mesmo tempo, possessivos de seu território, o que pode trazer alguns problemas de convívio com outros cães e animais. Normalmente, o convívio só é possível se o filhote for acostumado desde cedo com a interação com outros animais.

Como todo Terrier, os Bulls podem ser bastante teimosos e até mesmo desobedientes, por isso, é extremamente recomendável que o filhote receba aulas de obediência tão cedo quanto possível e, mais do que isso, que as aulas sejam extremamente interessantes, caso contrário, ele facilmente perderá o interesse nelas.

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Na escala de obediência elaborada por Stanley Coren e publicada em seu livro ‘A Inteligência dos Cães’, o Bull Terrier aparece em 66ª posição entre as raças pesquisadas.

São cães bastante ativos e sua constituição física permite que sejam excelentes atletas e companheiros em longas caminhadas e corridas.

Podem ser excelentes companhias para crianças, mas deve-se tomar um certo cuidado porque apesar de serem extremamente tolerantes, são cães pesados e podem machucar sem querer durante uma brincadeira mais forte.

Com pessoas desconhecidas, o Bull não costuma ser hostil, mas também não será amistoso no primeiro encontro.

O Filhote

Bull Terrier

Assim como os cães adultos, os filhotes são também um poço de energia e atividade e precisam de uma boa supervisão porque como parecem estar sempre procurando ‘alguma coisa’ para fazer, se forem deixados sozinhos por longos períodos podem ser bastante destrutivos.

De maneira geral, não são cães que se possa deixar sozinhos num apartamento ou abandonados num jardim da casa.

Caso o futuro dono more em apartamento mas tenha muito tempo para dedicar-se às atividades esportivas de seu cão, o Bull Terrier pode ser uma boa opção, porque além de seu porte ‘pequeno’ é um cão que late pouco e cujo pelo curto demanda pouca manutenção.

Problemas Comuns à Raça

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Um dos principais problemas da raça é a surdez, de um ou ambos ouvidos. Durante muito tempo este problemas foi atribuído à coloração branca, e até em função disso, foram permitidos os exemplares coloridos.

Referências

Revista Cães e Cia
Os Cães, editora Melhoramentos
Coleção Nossos Amigos, os Cães
Site Lord Cão

Fonte: www.dogtimes.com.br

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Outros nomes

English Bull Terrier

Origem

Grã-Bretanha

Cão de trabalho; defesa.

Aspecto geral

O bull terrier é forte, musculoso e muito activo, mas também corajoso e inteligente. O seu focinho arqueado é característico da raça, bem como a sua cabeça oval.

Comportamento

O bull terrier é um guerreiro por natureza, dotado de coragem extrema e muito inteligente. Apesar destas características, com um dono disciplinador e persistente e com competências pessoais para lidar com um cão desta raça, o animal torna-se obediente à voz de comando e conhece bem os seus limites.

Esta raça é de grande fidelidade para com os donos, sejam eles adultos ou crianças. Muito territorialista com estranhos, não permite intromissões no seu espaço ou naquele que lhe compete guardar.

Com outros cães, terá sempre uma relação difícil, principalmente com cães estranhos e entre machos.

O bull terrier precisa de muita atenção. Será bom para o dono que nunca ignore um cão desta raça, senão vai tornar-se um problema em casa.

Tamanho

Os machos adultos atingem uma altura média de 55 cm, sendo as fêmeas um pouco mais pequenas.

Peso

Os machos adultos atingem por vezes um pouco mais de 25 kg; as fêmeas ficam por volta dos 20 kg.

Cores mais comuns

Tigrado, tigrado e branco, preto, branco ou castanho, e branco malhado de castanho ou preto.

Esperança média de vida

Entre 11 e 13 anos

Fonte: bicharada.net

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DO GLADIADOR AO LORDE

Bull Terrier

O Bull Terrier, ao contrário do que muitos pensam, é uma raça que não foi efetivamente criada para combates. A ligação que a raça tem com os antigos Bulldogs de arena remonta aos seus ancestrais, e o Bull Terrier já na sua concepção foi idealizado com um único propósito de participar de exposições de beleza.

Para que possamos entender melhor esse processo, temos que conhecer o antigo Bulldog. Era um cão descendente dos molossos, que era usado para enfrentar feras em arenas tais como touros (daí o nome Bull), ursos, leões e até escravos. Esse animal foi desenvolvido na Inglaterra através de cruzamentos que selecionavam os animais mais ferozes e fortes, e teve seu apogeu entre 1700 e 1800. O Bulldog era rústico, geralmente prognata e pesava até 50 Kg.

Em 1835, o Parlamento Britânico proibiu o combate entre cães e touros e inicia-se um processo de desenvolvimento das raças originárias dos antigos Bulldogs. Como a cultura de combates estava arraigada de maneira muito forte nos ingleses, não demorou para que surgissem os combates clandestinos. Como era muito difícil promover combates com touros, devido ao tamanho, os apostadores iniciaram o combate entre dois cães. Pela própria experiência, notaram o melhor desempenho dos Bulldogs menores. Além disso, os cães menores eram mais fáceis de transportar e comiam menos, fato extremamente relevante e pouco a pouco os cães puderam ser adquiridos não só por açougueiros como era no passado.

Alguns criadores começam então a cruzar os Bulldogs com Greyhounds, Pointers e Terriers locais, encontrando a melhor fórmula utilizando os Terriers devido a sua irritabilidade e tenacidade. Temos então a união da força, agilidade e temperamento. Em 1850, um lorde chamado James Hinks, inicia a aproximação da elite, até então afastada de combates clandestinos. Como admirador dos cães Bull and Terrier, decidiu inserir mais alguns cruzamentos a fim de melhorar a aparência tosca e principalmente desenvolver um cão inteiramente branco. Essas duas características permitiria que os nobres pudessem ter cães ferozes iguais aos da plebe, porém que poderiam ser claramente diferenciados pela cor alva, denotando o bom trato.

James Hinks iniciou seu trabalho inserindo aos Bulldogs raças com o Pointer Espanhol, Terriers locais e até Dálmatas. Somente em 1862, o Bull Terrier é apresentado oficialmente como raça em exposição. Nessa época os cães tinham a orelha amputada para mantê-las eretas, o que foi. Outro fator que foi modificado com a evolução foi a cor branca. No início do século, o sucessivo cruzamento entre exemplares brancos ocasionou o surgimento de degenerações como surdez, dermatites e perda de substância óssea. Em 1950, o criador Raymond Oppenheimer convence o Clube Britânico a aceitar cores como Brindle (Rajado) e mais tarde Baios, Pretos e Tricolores.

O SEGREDO: O VISUAL E O TEMPERAMENTO ÚNICO

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O Bull Terrier é com certeza a raça com traços mais marcantes, a começar pela cabeça em formato ovóide, que é única. Aliado a isso temos os olhos injetados e triangulares e o famoso Down Face, que era inicialmente o Stop pouco definido e que foi gradativamente sendo extinto até se transformar em uma curva.

O tronco do Bull Terrier é arredondado em forma de barril, e uma das únicas características dos terriers que ainda é notável é a hiper-atividade. O padrão da raça não delimita peso máximo, somente exigindo que haja proporcionalidade e máxima substância óssea e muscular.
O único limite de altura é na variação chamada Bull Terrier Miniatura, onde os machos não devem ultrapassar 35,5cm de altura na cernelha. As cores preferidas pelos criadores são o Brindle (rajado), devido a sua maior rusticidade em relação a pele, e o branco com marcação Pirata (mancha ao redor de um olho), devido ao apelo comercial.

Outro característica marcante é a personalidade forte do Bull Terrier. A aversão a outros animais é um traço que somente após a segunda metade do século XX os criadores começaram a tentar abrandar. Essa aversão fortíssima, herdada dos Bulldogs ainda se mostra bastante presente em várias linhagens, e é curioso assistir um cão extremamente dócil com qualquer pessoa se transformar num cão raivoso diante de outro animal. Devido a isso, alguns criadores se enganam ao acreditar que a raça foi desenvolvida para isso. Mesmo cães que foram criados juntos podem vir a se atacar, portanto é interessante conhecer esse aspecto ao adquirir um filhote. Alguns cães são tão temperamentais, que lembram a individualidade dos gatos. Aprendem com facilidade, mas só executam um comando quando querem, dando a impressão de pouca inteligência. Alguns chegam ao ponto de aprender abrir maçanetas, mas recusam-se a dormir no local designado pelo simples fato de estar longe do dono, por exemplo.

Com o dono e pessoas da família é extremamente apegado sem ser carente, e pode ser indicado para crianças, desde que maiores de 06 anos, pois devido a sua força, pode causar algum acidente.

O CRESCIMENTO DA RAÇA NO BRASIL

Bull Terrier

Apesar de já ser criado por alguns imigrantes europeus e argentinos a algumas décadas, o Bull Terrier teve um enorme avanço alavancado pela fama do Pit Bull. Apesar da aparência completamente distinta, existe a questão da aversão a outros cães que resulta em dois fatos: a confusão por parte dos leigos e a eventual utilização da raça em combates ilegais. Outro fator que pode confundir os desavisados é o porte baixo e atarracado que lhe confere certo respeito.

Atualmente temos uma boa participação de Bull Terriers em pista, onde esses exemplares são condicionados e selecionados para esse único propósito.
Outra função que o Bull pode desempenhar de forma excelente, desde que condicionado e adestrado, é a de segurança do condutor. Devido ao seu tamanho médio pode muito bem ser levado até dentro de automóveis e caso haja necessidade, pode atuar com sua possante mandíbula.

Por essa série de características únicas, o Bull Terrier mantém hoje de um lado um público apaixonado e do outro pessoas que ficam perplexas ao vê-lo. Isso resulta numa popularização lenta, porém sólida dessa formidável raça.

Fonte: www.petbr.com.br

Bull Terrier

História da raça

História da Raça Bull Terrier

No ano de 1800, na Inglaterra, as brigas de cães estavam na moda. Organizavam-se combates de cães contra ursos, touros, leões, macacos, ratos, em fim tudo tipo de animais tanto selvagens como domésticos.

Qualquer cão que demonstrasse coragem e valentia servia para entrar no ringe da morte, aonde além das vidas jogava-se muito a dinheiro.

O predomínio do Buldogue Inglês em todas elas era evidente. Mas estamos falando de um cão muito diferente ao Buldogue de nossos dias tanto no aspecto físico como no psicológico.

A única coisa que ainda conserva o mesmo é o seu nome.

Em 1835, o parlamento Inglês proibiu as brigas entre animais. As brigas contra os touros (Bull-baitings), e contra os ursos (bear-baitings), tinham os seus dias contados, o mesmo que contra outros animais de grande porte.

Raça Bull Terrier

As brigas entre cães por serem mais fáceis de se encobrir, continuaram mantendo-se clandestinamente. (dog-fightings).

Seu reinado durou até 1862, quando um criador da Cidade de Birmingham chamado James Hinks, apresentou na exposição de Londres (Cremone Dog Show) a sua cadela "Puss" fruto do cruzamento do "Bull and Terrier" com "White English Terrier". Para ganhar um pouco de elegância e estética, ele tinha introduzido na linha de sangue o "Dálmata".

Alguns anos mais tarde, depois da intervenção de outras raças como o "Greyhound", o "Foxhound" e o "Spanish Pointer", Hinks criou uma nova raça a que chamou "Bull Terrier". Daí em diante a raça ganhou amantes e apaixonados em vários países do mundo ganhando a notoriedade que hoje mantém em inúmeros centros de criação.

Esta é uma foto que se conserva de James Hinks, considerado como o primeiro criador da raça.

Padrão da raça Bull Terrier

APARÊNCIA GERAL

De construção forte, musculoso, bem balanceado, ativo com uma expressão viva, determinada e inteligente. Uma característica única é sua cana nasal descendente e a cabeça em forma de ovo. Independente do tamanho, os machos devem parecer masculinos e as fêmeas femininas.

COMPORTAMENTO / TEMPERAMENTO

O Bull Terrier é o gladiador das raças caninas, corajoso e fogoso. De temperamento equilibrado e fácil de ser disciplinado. Embora obstinado, é particularmente bom com as pessoas.

CABEÇA

Longa, forte e profunda até o final do focinho, jamais grosseira. Vista de frente, tem a forma de ovo e é completamente cheia; sua surperfície é livre de cavidades ou recortes. O perfil se curva suavemente para baixo, do topo do crânio até a ponta da trufa.

REGIÃO CRANIANA

Crânio

O topo do crânio é quase plano de orelha a orelha.

REGIÃO FACIAL

Trufa

Deve ser preta, bem inclinada para baixo na ponta. Narinas bem desenvolvidas.

Lábios

Bem ajustados e limpos.

Maxilar / Dentes

Mandíbula profunda e forte. Dentes saudáveis, bem ajustados, fortes, de bom tamanho, com uma perfeita, regular e completa mordedura em tesoura.

Olhos

De aparência estreita, obliquamente colocados e triangulares; bem profundos, pretos ou marrons o mais escuro possível, de maneira a parecer quase preto, com uma expressão penetrante. A distância, dos olhos até a ponta do nariz, deve ser, perceptivelmente maior que a dos olhos ao topo do crânio. Olhos azuis ou parcialmente azuis são indesejáveis.

Orelhas

Pequenas, finas e colocadas próximas. O cão deve portá-las rigidamente eretas.

PESCOÇO

Muito musculoso, longo, arqueado, afinando dos ombros à cabeça e livre de pele solta.

TRONCO

Bem arredondado, com nítido arqueamento das costelas e grande profundidade da cernelha ao esterno, de maneira que este fique mais próximo do solo.

Dorso

Curto, forte, com a linha superior atrás do nível da cernelha arqueando ligeiramente sobre o lombo.

Lombo

Largo e bem musculoso.

Peito

Largo, quando visto de frente.

Linha inferior

Da ponta do esterno ao ventre, forma uma graciosa curva para cima.

CAUDA

Curta, inserida baixa e portada horizontalmente. Grossa na raiz afinando para a ponta.

MEMBROS

Anteriores

Devem ter uma forte ossatura redonda, a mais forte e robusta possível, de maneira que o cão possa ficar solidamente plantado e devem ser perfeitamente paralelos. Em cães adultos, o comprimento dos anteriores deve ser aproximadamente igual à profundidade do peito.

Ombros

Fortes e musculosos, sem serem carregados. Escápulas largas, planas e colocadas bem próximas da caixa torácica. Devem apresentar, debaixo para cima, uma nítida inclinação em seus bordos anteriores, formando um ângulo quase reto com o braço.

Cotovelos: retos e fortes.
Metacarpos: retos.
Posteriores: paralelos, quando vistos por trás.
Coxas: musculosas.
Joelhos: articulação bem angulada.
Jarretes: bem angulados.
Metatarsos: curtos e fortes.

PATAS

Redondas e compactas, com dedos bem arqueados.

MOVIMENTAÇÃO

Quando em movimento, o cão parece ter todas as suas partes bem integradas, cobrindo o solo com passos fáceis e regulares e com um típico ar garboso. No trote, os membros trabalham em planos paralelos. Quando a velocidade aumenta, as pegadas convergem para o eixo central. Os anteriores apresentam um bom alcance e os posteriores fornecem uma boa propulsão, pela ação compassada das ancas e pela flexão dos joelhos e jarretes.

PELE

Bem aderente.

PELAGEM

Pêlo: curto, assentado, denso, áspero ao toque e brilhante. O subpêlo pode estar presente no inverno.

COR

Nos brancos, pura pelagem branca. A pigmentação da pele ou marcações na cabeça não devem ser penalizadas. Nos coloridos, a cor predomina sobre o branco. O tigrado é preferido. Tigrado escuro, vermelho, castanho e tricolor são aceitáveis. Pequenas marcas na pelagem branca são indesejáveis. Manchas azuis e fígados são altamente indesejáveis.

TAMANHO

Não há limites para a altura e o peso, mas o cão deve dar a impressão de máxima substância para seu tamanho, em coerência com as suas qualidades e sexo.

FALTAS

Qualquer desvio dos termos deste padrão deve ser considerado como falta e penalizado na exata proporção de sua gravidade.

NOTA

Os machos devem apresentar os dois testículos, de aparência normal, bem desenvolvidos e acomodados na bolsa escrotal.

BULL TERRIER MINIATURA

O padrão do Bull Terrier Miniatura é o mesmo que o do Bull Terrier, com a seguinte exceção:

TAMANHO

A altura não deve exceder 35,5 cm. Deve dar uma impressão de substância ao tamanho do cão. Não há nenhum limite de peso. O cão deve ser, a todo momento, bem balanceado.

Fonte: www.clubedobullterrier.com.br

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