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Casuar

 

O estranho casuar

Casuar

Com aproximadamente 1,70 m de altura e pesando 60 kg, o Casuar (Casuarius casuarius) consegue ser de difícil observação em seu habitat natural. Originário da região norte da Austrália, Nova Guiné e ilhas adjacentes, se alimenta de frutas, insetos e aranhas.

O casuar possui penas pretas por quase todo o seu corpo, tendo a cabeça e o pescoço azuis. Possui também uma dobra de pele de coloração vermelha no pescoço. Pode defender-se tanto com seu bico afiado como com suas garras que podem chegar a 20 cm de comprimento, motivo pelo qual muitos o comparam aos extintos répteis dromeossaurídeos, como o velociraptor.

A fêmea pode por de 3 a 6 ovos de coloração verde-escuro. Como acontece com o avestruz, os machos chocam os ovos por aproximadamente 21 dias . Os filhotes nascem com uma plumagem bege riscada de marrom e o casal cuida deles.

Uma curiosidade do Casuar é sua crista óssea protuberante, que os ornitólogos descobriram ser usada para abrir caminho entre as matas fechadas durante uma fuga. Eles têm hábitos solitários e raramente foram observados em pequenos grupos. Escondem-se de dia em arbustos cerrados e procura movimentar-se mais ao crepúsculo. Apesar de seu tamanho, consegue nadar muito bem e para fugir pode saltar até 1 m de altura.

Esta ave merece ser conhecida tanto por sua exótica aparência quanto pela idéia que nos faz ter de como eram as terríveis aves pré-históricas que possuíam hábitos semelhantes.

Oriel Nogali

Fonte: www.zoologico.sp.gov.br

Casuar

Nome comum: Casuar
Nome científico: Casuarius casuarius
Nome em inglês: Southern Cassowary
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Casuariiformes
Família: Casuariidae
Altura: até 1,5m
Peso: até 60 kg

O Casuar tem na testa uma crista óssea protuberante, de aspecto estranho e aparentemente sem utilidade. A cabeça e o pescoço são azuis, com barbelas (dobras de gordura) vermelhas no pescoço. Esconde-se de dia em arbustos cerrados e, em geral, sai à noite. Atravessa com rapidez as moitas mais densas, rompendo os galhos com as asas, que tem penas muito resistentes. Chega a saltar quase 1 m e nada bem.

O casuar é uma ave de mau gênio. Fica zangado com facilidade e tem acessos de raiva à menor contrariedade. Ataca o inimigo com seu bico afiado e com as garras, que, nos dedos do lado de dentro, chegam a 20 cm de comprimento. Conhecem-se algumas histórias, muitas sem fundamento, de gente morta em conseqüência desses ataques. A fêmea põe de três a seis ovos grandes, de cor verde-escura.

O macho os choca durante sete semanas. Ao nascer, os filhotes estão cobertos por uma penugem bege, riscada de marrom. O pai e a mãe cuidam deles. A diferença entre as três espécies de casuar existentes está basicamente na cor da barbela. Vivem ao norte da Austrália, Nova Guiné e ilhas adjacentes. Vive só ou em grupos pequenos. Alimenta-se de frutos, insetos e aranhas.

Fonte: www.felipex.com.br

Casuar

Taxonomia

Casuarius casuarius [Linnaeus, 1758].
Citação: Syst. Nat., 10ª ed., p. 155.

Características gerais

Comprimento do corpo: 1,3-1,7 m (1,6-1,9 quando surpreso ou excitado).

Peso: 29-34 kg (?); 58 kg (?).

Medem 1,3 a 1,7 metros de altura (variando de acordo com o sexo do espécime, sendo as fêmeas mais compridas que os machos). O macho pesa 29 a 34 kg e a fêmea cerca de 58 kg. Reconhecem-se pela grande proeminência córnea que possuem no alto da cabeça, a crista óssea, de cor marrom-acinzentada. Possui ótima visão, melhor até que a dos seres humanos (em compensação à má audição). A íris castanha. Apresentam pele nua de cor azul, na cabeça (a parte traseira desta pode apresentar derme esbranquiçada) e no pescoço, no qual exibem duas carúnculas (formações carnosas) de cor vermelha, que varia em grossura e tamanho de exemplar para exemplar; esta é uma das características que o distingue do casuar-de-haste-única. A região da base do pescoço pode apresentar cor avermelhada também. O resto do corpo está coberto por plumas negras bífidas e as asas são muito rudimentares, com as rémiges transformadas em espinhos córneos. As penas destas podem ser vistas, pois são mais claras e mais compridas do que as demais do corpo com aparência de pêlos. As pernas são escamadas e fortes. Os pés têm três dedos, estando o mais interno (o voltado ao outro pé) munido de uma comprida unha, aguda como um punhal. Os casuares perderam (ao longo da evolução biológica) a capacidade de voar, sendo aves corredoras. Não possuem quilha, como as restantes aves, estando o esterno transformado numa placa óssea achatada de nome ratis (em latim), que está na origem da designação de ratitas atribuída às aves corredoras.

Chaves de classificação física: endotérmico; simetria bilateral; bípede.

Dimorfismo sexual: não apresentável.

Ontogenia e Reprodução

A época de nidificação tende a coincidir com a estação seca. O macho delimita um território de 1 a 5 km². Durante a parada nupcial, o macho circula em torno da fêmea enquanto incha a garganta e emite vocalizações. O ninho é construído pelo macho e consiste numa pequena depressão no terreno revestida por caules de gramíneas e folhas. A postura é de três a seis ovos de cor verde brilhante, cabendo apenas ao macho a tarefa de os incubar durante cerca de 50 dias. As crias são nidífugas, isto é, abandonam o ninho precocemente, neste caso, com poucas horas de vida, altura em que já começam a comer sozinhas. Possuem aspecto semelhante ao das moas quando atingem certa idade, com plumagem parecida com pêlos de cor marrom clara. Quando nascem são semelhantes a pintinhos estriados. É também o macho quem acompanha as crias, pois estas ignoram a mãe, durante nove meses, até se tornarem independentes. As fêmeas praticam poliandria sucessiva, isto é, acasalam com mais de um macho na mesma época reprodutora, conseguindo realizar duas ou três posturas durante esse tempo.

Período de incubação: 30-50 dias.
Número de crias: 3-6.
Maturidade sexual: 3-5 anos.
Longevidade: 20 anos (máximo de 39 atingido).

Chaves de características reprodutivas: ovíparo; sexual; dióico; fertilização interna; poliandro.

Ecologia e Comportamento

É uma ave solitária, que caminha lentamente pela floresta, onde encontra seu alimento: fungos, frutos caídos (o qual recolhe como uma galinha cisca o chão), invertebrados como insetos graúdos e vertebrados como lagartos, filhotes de aves (e ovos) e até pequenos mamíferos. Utiliza a boa visão para perceber o perigo, que pode ser um caçador nativo.

Ao perceber o inimigo, corre rapidamente entre a vegetação que não atrapalha tanto, devido ao seu porte. Utiliza o capacete duro para abrir caminho dentre os ramos de espinhos, que deslizam sobre seus grossos fios da plumagem. Possui vantagem sobre o seu inimigo ao atingir um terreno acidentado. Pode saltar obstáculos de até 1,5 m de altura; em terreno raso, chega a desenvolver os 50 km/h. Além disso, é capaz de nadar bem, até no mar. É temido pelos nativos.

Quando forçado a lutar, a ave é um inimigo terrível: salta para a frente com forte impulso e crava no adversário suas poderosas garras.

O casuar é a única ave capaz de matar um homem sem dificuldade: sua patada pode decepar um membro. Tudo no casuar contribui para sua adaptação à vida na selva.

Estrutura social: Solitário.
Dieta: Frutos, fungos, vertebrados e invertebrados.
Predadores principais: Homem.
Chaves de características comportamentais: móvel; nidífuga.
Chaves de características alimentares: onívoro; heterótrofo.

Habitat

Habita florestas úmidas, florestas de galeria e savanas arborizadas.

Bioma terrestre: savana; pântano; floresta tropical.

Distribuição Geográfica

Ocorre na Austrália e Nova Guiné.

Região Biogeográfica: australiano (nativo).

Distribuição Histórica

O casuar-do-sul é uma espécie de ave relativamente primitiva holocênica, proveniente de casuariiformes basais australianos.

Era geológica: Cenozóico; Quaternário; Holoceno (dias atuais).

Estado de Conservação

É uma espécie vulnerável (segundo a União Internacional para a Conservação da Natureza). Tem sido ameaçada pela destruição do habitat e pela caça.

Exemplares vivos: não estimada (atualmente instável).

Subespécies

A grande variação, ambos pássaros cativos e espécimes de museus, dão crescimento à um número grande de subespécies propostas, baseadas no tamanho das carúnculas, no formato da crista e da coloração do pescoço. Após pesquisas modernas, em particular recentemente na população australiana em torno da Praia da Missão, em Queensland, estas subespécies foram descartadas e, devido ao nível de subespécies ainda ser erradamente aplicado por alguns jardins-zoológicos aos seus exemplares cativos, a diversidade é então posta como riqueza genética da espécie. O status trinomial, certamente devido ao nível genético pelas populações isoladas, permanece coisa do futuro em vista dos exemplos limitados atualmente avaliados. Já foram descritas Casuarius casuarius casuarius, C. casuarius tricarunculatus, C. casuarius bistriatus, C. casuarius lateralis, C. casuarius sclaterii, C. casuarius johnsonii, C. casuarius aruensis e C. casuarius bicarunculatus.

Aqui estão apresentadas as divisões em subespécies mais aceitas:

Descrição Distribuição

Casuarius casuarius casuarius [Linnaeus, 1758] - Syst. Nat., 10ª ed., p. 155.

Casuar-da-nova-guiné

Casuar-da-nova-guiné

A subespécie originária das ilha da Nova Guiné, é mais reservada que o casuar-australiano.

Nova Guiné.

Casuarius casuarius johnstonii [ - ]
Casuar-australiano

Casuar

Também chamado de casuar-do-sul, esta subespécie é originaria do norte australiano.

È o terceiro animal mais perigoso da fauna australiana, a seguir do crocodilo-de-água salgada e da cobra-taipan.

Observações e Etimologia

As vezes é classificado cientificamente como Casuarius bicarunculatus (devido as duas carúnculas pendentes no seu pescoço). É a mais conhecida das espécies de casuares, e a mais difundida em jardins-zoológicos, tendo uma população cativa estimada em 260 exemplares (sendo a maioria dos exemplares vindos da Nova Guiné). Foi primeiramente levado à Europa por navegadores holandeses em 1597, subseqüentemente chamado de ''casuar-de-ceram'' em referencia a sua ilha de origem presumida. Casuarius provavelmente devido ao seu nome nativo, ''quasar''.

Nomes vulgares: casuar-do-sul (português); causar-de-haste-dupla (português); casuar-de-dois-carúnculos (português); casuar-de-capacete (português); casuar-grande (português); casuar-azul (português); casuar-comum (português); cassowary (inglês); double-wattled-cassowary (inglês); southern-cassoway (inglês); common-cassowary (inglês); quasar.
Sinônimos: Casuarius bicarunculatus (espécie sinônima).

Referências Bibliográficas

Os Bichos, ©1972-1973 Casa Editrice A. M. Z. e Produzioni Editoriali D´Ami. Volume 2. Págs: 300-301.
The Cassowary in Captivity. Richard Perron B. Sc. International Zoo News Nº. 240 Vol. 39/7 [1992].
Zoonomen. Alan P. Peterson, M.D., ''Struthioniformes''. Avaliado on-line em: http://www.zoonomen.net

Fonte: br.geocities.com

Casuar

Casuar

Casuarius casuarius

Um inimigo perigoso

0 casuar tem na testa uma crista óssea protuberante, de aspecto estranho e aparentemente sem utilidade. A cabeça e o pescoço são azuis, com barbelas (dobras de gordura) vermelhas no pescoço. Esconde-se de dia em arbustos cerrados e, em geral, sai à noite. É incapaz de voar, mas se dá bem no chão. Atravessa com rapidez as moitas mais densas, rompendo os galhos com as asas, que têm penas muito resistentes. Chega a saltar quase 1m e nada bem. O casuar é uma ave de mau gênio. Fica zangado com facilidade e tem acessos de raiva à menor contrariedade. Ataca o inimigo com seu bico afiado e com as garras, que, nos dedos do lado de dentro, chegam a 20 cm de comprimento. Conhecem-se algumas histórias, muitas sem fundamento, de gente morta em conseqüência desses ataques. A fêmea põe de três a seis ovos grandes, de cor verde escura. O macho os choca durante sete semanas. Ao nascer, os filhotes estão cobertos por uma penugem bege, riscada de marrom.


O pai e a mãe cuidam deles. A diferença entre as três espécies de casuar existentes está basicamente na cor da barbela. Vivem ao norte da Austrália, Nova Guiné e ilhas adjacentes.

Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Casuariiformes
Família: Casuariidae

Características

Altura: 1,5m
Peso: até 60kg

Vive só ou em grupos pequenos

Alimenta-se de frutos, insetos e aranhas

Fonte: www.achetudoeregiao.com.br

Casuar

Nomes comuns em inglês:

Cassowary do sul

Descrição

Habitat

Encontrado tipicamente em uma altura de 0 a 618 medidores (0 a 2.028 pés). 1

Bioma: Terrestre

Ecologia: É um habitante solitário e sedentariamente da floresta húmida, usando ocasionalmente florestas do savanna, manguezais e plantações adjacentes da fruta. Sua dieta compreende pela maior parte a fruta caída, embora razoavelmente undiscriminating7. (Referência. 64607)

Lista de habitat: 1.6Forest - Planície húmida subtropical/tropical vegetação subtropical/tropical de 1.7Forest - dos manguezais acima do nível 2.1Savanna da maré elevada - 14.3Artificial/Terrestrial seco - plantações.

Taxonomia

Domínio: Eukaryota () - Whittaker & Margulis, 1978
Reino: Animalia () - Linnaeus, 1758 - animais
Subkingdom: Bilateria () - (Hatschek, 1888) Cavalier-Smith, 1983
Filial: Deuterostomia () - Grobben, 1908
Infrakingdom: Chordonia () - (Haeckel, 1874) Cavalier-Smith, 1998
Phylum: Chordata () - Bateson, 1885 - Chordates
Subfilo: ()- Cuvier Vertebrata, 1812 - animais vertebrados
Infraphylum: Gnathostomata () - Auct. - Animais vertebrados Jawed
Superclass: Tetrapoda () - Goodrich, 1930
Classe: Aves () - Linnaeus, 1758 - pássaros
Subclass: Neornithes () - Gadow, 1893
Infraclass: Eoaves ()
Ordem: Struthioniformes () - Latham, 1790 - avestruzes
Suborder: Casuarii ()
Família: Casuariidae () - Kaup, 1847
Tribo: Casuariini ()
Género: Casuarius () - Brisson, 1760
Nome específico: casuarius - (Linnaeus, 1758)
Nome científico: - Casuarius do Casuarius (Linnaeus, 1758)

Sinónimos inequívocos

Casurius do Casuarius (Linnaeus, 1758)

Notas

Status conhecido: Nome aceitado. O exame minucioso taxonomic o mais atrasado: 27-Dec-2005

Bibliografia

Baillie, J. e Groombridge, B. (compiladores e editores) 1996. lista vermelhas de 1996 IUCN de animais ameaçados. IUCN, glândula, Switzerland.
Citações da referência do pássaro. Os números introduzidos nos clientes do texto acima (geralmente em bold(realce)) referem referências. Para uns detalhes mais adicionais nestas referências, estalar sobre a ligação internacional do BirdLife acima para ir ao cliente específico da espécie no Web site do BirdLife. Em alguns casos, particular nas notas taxonomic, as referências são mencionadas usando os nomes do autor. Os detalhes para estes podem ser encontrados no Web site internacional do BirdLife nos seguintes dois lugares: Para referências do A-L. Para referências do MZ.
International do BirdLife. 2000. Pássaros ameaçados do mundo. Lince Edicions e International do BirdLife, Barcelona, Spain e Cambridge, Reino Unido.
International do BirdLife. 2004 pássaros ameaçados do mundo 2004. CD-ROM. International do BirdLife, Cambridge, Reino Unido.
Colar, New Jersey, Crosby, M.J. e Stattersfield, A.J. 1994. Pássaros para prestar atenção a 2. A lista do mundo de International ameaçado do BirdLife dos pássaros. Ltd de Bros da página (Norwich), Reino Unido.

Fonte: zipcodezoo.com

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