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Soros

Os soros antiofídicos são substâncias contra veneno, eficazes como tratamento em casos de picada de cobras. Existem soros específicos para cada gênero de cobras. Estes são:

ANTIBOTRÓPICO, usado em casos de envenenamento por jararacas (Gênero Bothrops);

ANTICROTÁLICO, usado em casos de envenenamento por cascavel (Gênero Crotalus);

ANTILAQUÉTICO, usado em casos de envenenamento por surucucu (Gênero Lachesis);

ANTIELAPÍDICO, usado em casos de envenenamento por corais (Gênero Micrurus) do grupo dos Elapíneos;

ANTIBOTRÓPICO/CROTÁLICO (antigo antiofídico), para os casos de picadas por jararacas ou cascavéis;

ANTIBOTRÓPICO/LAQUÉTICO, para as picadas por jararacas e surucucus.

Os soros são produzidos a partir da imunização do cavalo, injetando-se nele o veneno específico da cobra em períodos de dias alternados para que ele crie anticorpos.

Ao final de mais ou menos 2 meses, faz-se a sangria do animal para verificar se ele criou anticorpos, ou seja, substâncias que neutralizam o veneno.

Este processo é repetido novamente até que os níveis de anticorpos sejam suficientes. Ao final do processo, após a preparação, o soro passa por testes químicos e biológicos até ser considerado apto para o uso humano.

Este processo dura em torno de seis meses.

Soro para uso em animais

Da mesma forma que existe soro para uso em seres humanos, existe o soro para uso em animais, caso eles sejam picados por cobras venenosas. O soro para uso humano, adquirido pelo Ministério da Saúde, não deve ser aplicado em animais. Existem no Brasil alguns laboratórios particulares que produzem soro para uso em animais. Essa produção é controlada pelo Ministério da Agricultura.

Fonte: www.saude.rj.gov.br

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