Facebook do Portal São Francisco Twitter do Portal de Educação Curtir
Home   Voltar

Colhereiro

Ajaja ajaja

Características

É uma ave belíssima e muito procurada pelos traficantes. Mede cerca de 87 cm e sua envergadura é de 130 cm. Possui plumagem rósea, adquirida após o terceiro ano de vida, caracteriza-se pela forma do bico, que é largo e achatado tendo a forma de uma “colher”, daí vem o nome de – colhereiro. Machos e fêmeas são similares, mas possuem algum dimorfismo sexual, ou seja, machos são maiores e adquirem muda nupcial, apresentando tons fortes de rosa nas asas durante o período de acasalamento.

Habitat

Praias lamacentas do litoral e dos rios, manguezais, brejos, lagos, veredas e matas ciliares

Ocorrência

Desde a região neotropical dos Estados Unidos até o nordeste da Argentina, no Brasil ocorrem grandes populações na região do Pantanal, mas está amplamente distribuído em todo território nacional.

Hábitos

Vivem em bandos a procura de alimentos em pontos de pouca profundidade, mergulhando e sacudindo a "colher" do bico lateralmente, peneirando a água. Voam com o pescoço levemente curvado para baixo, com as asas em forma de concha, misturando-se com outras espécies

Alimentação

Pequenos peixes, insetos, moluscos e crustáceos, cracas e principalmente larvas.

Reprodução

Durante o período de reprodução nidifica no alto das árvores, formando colônias, é nessa época que proporcionam um grande espetáculo, tingindo as árvores de rosa. As fêmeas colocam geralmente três ovos que depois de 24 dias de incubação nascem os filhotes, são alimentados pelos pais até saírem do ninho. Quando saem do ninho já estão emplumados, mas em tons de branco. Normalmente o casal permanece junto dos filhotes dentro do ninho.

Ameaças

Desconhecimento da atual população, destruição do habitat e o tráfico de animais.

Fonte: www.vivaterra.org.br

Colhereiro

Uma das mais espetaculares aves do Pantanal, o colhereiro destaca-se pelas cores vivas do exemplar adulto . O bico é amarelado, sendo que na época da reprodução aparece uma bolsa na base, esverdeada. As penas da cauda são amareladas, geralmente recobertas pelas penas rosas do ventre.

A ave juvenil, no entanto, sai do ninhal com uma plumagem rosa claro, quase branca e durante um período de 5 anos vai mudando, pouco a pouco, para a plumagem adulta. A cabeça e pescoço, emplumados no início da vida, vão perdendo as penas e adquirindo as características adultas.

Além dessas cores espetaculares, o colhereiro carrega uma outra característica única. O bico do adulto, ao contrário das outras íbis, é reto, largo e achatado, terminando em uma ponta arredondada e mais larga. Esse formato lembra uma colher e é a razão do nome comum.

Fonte: www.flickr.com

Colhereiro

Platalea (=Ajaia) ajaja

Colhereiro

Período Reprodutivo

Julho a outubro

Locais de observação

Brejos, Cambarazal, Mata ciliar rio Cuiabá, Mata ciliar rio São Lourenço, Rios, corixos e baías.

Uma das mais espetaculares aves do Pantanal, o colhereiro destaca-se pelas cores vivas do exemplar adulto (foto). O bico é amarelado, sendo que na época da reprodução aparece uma bolsa na base, esverdeada. As penas da cauda são amareladas, geralmente recobertas pelas penas rosas do ventre.

Colhereiro

A ave juvenil, no entanto, sai do ninhal com uma plumagem rosa claro, quase branca e durante um período de 5 anos vai mudando, pouco a pouco, para a plumagem adulta. A cabeça e pescoço, emplumados no início da vida, vão perdendo as penas e adquirindo as características adultas.

Além dessas cores espetaculares, o colhereiro carrega uma outra característica única. O bico do adulto, ao contrário das outras íbis, é reto, largo e achatado, terminando em uma ponta arredondada e mais larga. Esse formato lembra uma colher e é a razão do nome comum. Em vôo, o colhereiro mantém a cabeça um pouco mais alta do que o pescoço, para deixar o bico direcionado para a frente. Ao nascer, o filhote de colhereiro possui um bico semelhante ao de outras íbis jovens, assumindo a sua forma característica ainda no ninhal.

Colhereiro

O bico do colhereiro possui uma série de terminações nervosas na ponta, as quais permitem detectar os movimentos de suas presas na água. Pesca pequenos peixes, crustáceos, insetos e moluscos. Para apanhar o alimento, faz como o cabeça-seca. Mantém o bico semi-aberto e submerso, ao mesmo tempo em que anda e faz movimentos de cabeça em semicírculo. Alimenta-se tanto solitariamente, como em grupos. A coloração do colhereiro é adquirida a partir de pigmentos encontrados em suas presas, em especial os crustáceos. Em cativeiro, caso não tenha uma dieta capaz de fornecer os pigmentos, tornam-se rosa muito claro ou mesmo esbranquiçados.

Nidifica em colônias mistas com outras aves, associando-se em especial com o cabeça-seca. Seus ninhos costumam ficar na parte mais interna e baixa das árvores, sendo uma das últimas das espécies coloniais a reproduzir-se. Como o cabeça-seca, a altura da cheia anterior afeta a disponibilidade de alimento e a reprodução em uma determinada colônia.

Colhereiro

Com a subida das águas, a partir de novembro, as condições de alimentação no Pantanal diminuem para o colhereiro e ele reduz sua presença ou desaparece da planície pantaneira. Embora a principal população reprodutora da espécie esteja no Pantanal e um grupamento significativo tenha sido anilhado, ainda não se conhecem os movimentos dessa ave. Devido à sua forte associação ao cabeça-seca, seja nos locais de reprodução, seja nas áreas de alimentação, é possível que migre para o sul, como aquela espécie. Colhereiros anilhados em colônias do sul do Brasil foram encontrados a centenas de quilômetros de sua origem, mostrando sua capacidade de vôo.

Na região da RPPN, o colhereiro nidifica no ninhal da Moranguinha e em uma grande colônia mista no Pantanal de Barão de Melgaço (fora dos limites da reserva), bem como nas colônias de Poconé. Pode ser visto cruzando toda a reserva em seus vôos matinais e vespertinos, desde o ponto de dormida para os locais de alimentação e vice-versa. No período reprodutivo, faz seus vôos altos no meio do dia, quando vai levar comida para os filhotes ou trocar o choco com o parceiro. Suas principais áreas de alimentação na RPPN estão na região do Riozinho e nos corixos demandando o rio Cuiabá, a partir do interior da reserva. Ocasionalmente, aparece nas baías e nas praias do rio Cuiabá, bem como nos alagados do centro da RPPN.

Fonte: www.avedomestica.com

voltar 123avançar
Sobre o Portal | Politica de Privacidade | Fale Conosco | Anuncie | Indique o Portal