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Combatente



 

Combatente

Nome comum: Combatente
Nome científico: Philomachus pugnax
Nome em inglês: Ruff
Nome em espanhol: Combatiente
Nome em italiano: Combattente
Nome em francês: Combattant varie
Nome em alemão: Kampfläufer
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Scolopacidae
Tamanho do macho: de 27 a 30 cm
Tamanho da fêmea: de 19 a 25 cm
Cor: Muitas combinações de cores.

O combatente é um tipo de maçarico-europeu. Na época e acasalamento, os machos se reúnem numa área própria, que dividem em territórios. Ali eles se exibem, cada um mostrando sua plumagem exuberante.

Eles são capazes de inflar a plumagem do pescoço, formando um colar majestoso e multicolorido. As fêmeas não têm a crista e o colar próprio dos machos. Reúnem-se em torno do local onde os machos se exibem e abaixam-se. Isso indica que estão prontas para o acasalamento. Sempre há um macho dominador que se acasala com a maior parte das fêmeas. Os ninhos são escavados no chão. As fêmeas botam 3 a 4 ovos e se sentam sobre eles durante 17 a 19 dias.

Depois do choco os machos perdem a plumagem especial. Seu aspecto, então, fica bem semelhante ao de qualquer outro maçarico. Os indivíduos dos dois sexos vivem separados fora da época de acasalamento. Como acontece com a maior parte dos pernaltas, os maçaricos podem ser encontrados freqüentemente em pântanos e alagadiços. Alimentam-se de insetos, vermes e algas de água doce. No outono, migram para o sul. Alguns chegam à Austrália. A migração é feita principalmente à noite.

Fonte: www.felipex.com.br

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A raça combatente asil Rajah Murgh é a mais antiga entre todas raças de animais domésticos, e referida no Código de Manu, documento em urdu escrito há mais de mil anos antes de Cristo (1). Foi selecionada sob excepcional rigor pela alta hierarquia maometana buscando atingir um ser guerreiro de elevado vigor e resistência. A palavra asil, de origem árabe, significa “nobre”. Somente atingiram o grau de asil, segundo o conceito documental dos antigos criadores árabes, o puro cavalo árabe da região do Nedjeb e as raras linhagens de galos Rajah Murgh (2).O termo era usado originalmente para designar as lendárias linhagens de galos e galinhas Rajah Murgh, unicas capacitadas a combater ferozmente por vários dias, vencendo ou morrendo lutando. Durante o século XX o conceito foi desvirtuado e veio a referir-se também a qualquer galo combatente oriundo de países árabes, principalmente indiano ou paquistanês. Desta maneira, para tornarmos mais simples e didática esta nota, consideraremos que o termo asil define uma raça ampla, que abriga muitas linhagens, sendo que o nome de cada linhagem deverá ser informado logo após a palavra asil, exemplo: asil Calcutta, asil Hyderabad, asil Madras, asil Rajah Murgh. Em terceiro lugar, poderemos nomear sublinhagens ou variedades, normalmente padronizadas e dispersas em determinado espaço geográfico, como por ex: asil rajah murgh variedade argentina.

Nesta nota o asil padrão é definido como o Rajah Murgh, devido ser apontado pelos velhos tratadistas que o consideravam forma ancestral e original.A sua tipologia ou standard é aplicável para outras linhagens de asil, que devem observar suas características fenotípicas em geral. Hoje, em sua região de origem, não há informações concretas da existência de exemplares de Rajah Murgh em estado funcional, cuja seleção drástica, acredito, foi afetada pelas transformações culturais, econômicas e sociais ocorridas no ultimo século. Alguns interessados criadores no mundo obtiveram galos oriundos dessas antigas linhagens e vem criando, sob padrão de seleção variável e, em alguns casos até discutíveis, e com isso arduamente tentando preservar as características genéticas de tão nobre raça. Não querendo discorrer excessivamente sobre o assunto, fornecerei aqui características mínimas relevantes que devem estar presentes em um espécime rajah murgh.

É uma ave de tamanho pequeno, onde o galo em boas condições físicas pesa de 2,2 a 2.5 kg e a galinha 1,8 kg. Apresenta cabeça triangular quando vista de lado, com potente bico de tamanho médio. A íris é preferencialmente clara e, muitas vezes, apresenta tom azulado. A linha de inserção do crânio ao pescoço apresenta uma leve depressão originando o que poderíamos chamar de “coquinho”. As asas tem contorno frontal arredondado e não são erguidas, diferentemente da raça combatente Shamo que apresenta os ombros altos em relação ao costado.

Um ponto importante e único são os tarsos – os Rajah Murgh, tanto a fêmea como o macho, apresentam a parte frontal deles com a presença de tres linhas de pequenas escamas que correm no sentido longitudinal, formando as características tres quinas. A frente da canela é plana. As escamas, principalmente nos machos com mais de 18 meses, apresentam-se algo erguidas, coriáceas e rígidas (3).

Machos e fêmeas apresentam pequena crista tríplice e quanto menor melhor. Não apresentam barbelas ou outros acessórios faciais, que são rudimentares. A garganta é larga.

A cauda do galo Rajah Murgh acompanha a linha do dorso, com penas retrizes lanceoladas e rígidas, o mais retas possíveis.

Devemos selecionar os galos Rajah Murgh dentro de seus padrões cromáticos de plumagem que são: a preta, a preto-vermelha, a vermelha escura, a vermelha clara, os pintados (exclusivamente de preto e branco) e os cinzas. Os antigos tratadistas asseguram que estas são as cores dos melhores combatentes.

Outro aspecto comportamental do Rajah Murgh é que quando o coçamos com os dedos próximo da região da cloaca eles iniciam a debicar-se.

Os pintos promovem aguerridas contendas em torno dos 30 dias de idade, ocorrendo mortes e serias injurias nos envolvidos, motivo este que exige do criador o conhecimento da biologia destas aves e sua estrita vigilância.

O asil foi a base da moderna avicultura de corte, devido à sua conformação física avantajada e peito maciço. Varias pesquisas cientificas também mostram a elevada rusticidade e resistência dos Rajah Murgh a parasitos e doenças avícolas. Manter sua diversidade genética a salvo é procedimento coerente ao homem esclarecido e sabiamente preocupado com o futuro dos plantéis avícolas e das gerações que irão nos suceder.

BIBLIOGRAFIA SUMMARIZED:

1. ATKINSON, H., 1990. Cockfighting and Game Fowl. 253p. Nimrod Press Ltd. PO Box 1, Liss,

Hants, GU33 7PR, England.

2. FINSTERBUSCH, C.A., 1929. Cock Fighting All Over The World. 471p. Grit &

Steel, Gaffney, S.C. USA.

3. KHAN, N. , 1883. Murgh-Nama. 18p. Journal and Proceedings from Asiatic Society of Bengal

(New Series), Vol. VI, No 2, 1910.

4. DERANIYAGALA, S. Informações escritas personalizadas para Adelino A Duarte.

5. PESQUISA BIBLIOGRÁFICA , reunindo informações de numerosas fontes, avaliadas como de origem adequada ao rigor que o trabalho exige, e não listadas aqui pela não necessidade do momento.

Adelino Augusto Duarte

Fonte: www.acercsp.org

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Combatente

O espectáculo de ver dois machos de combatente em luta apenas pode ser visto nas zonas de reprodução, mas na Primavera surgem por vezes em Portugal alguns machos envergando já a plumagem nupcial.

Identificação

Em plumagem nupcial, esta é uma limícola de aspecto singular: os machos envergam uma enorme coleira colorida, que pode ser branca, vermelha ou preta. Em plumagem não nupcial, tanto os machos como as fêmeas são acastanhados, com um padrão malhado no dorso.

Combatente

As penas dorsais estão frequentemente levantadas, dando às aves um ar “despenteado”. Os machos são consideravelmente maiores que as fêmeas, sendo a diferença evidente quando se misturam. As patas são esverdeadas ou alaranjadas e o
bico é preto e fino.

Abundância e calendário

O combatente ocorre em Portugal principalmente como migrador de passagem, em trânsito das zonas de invernada africanas para os territórios de reprodução, situadosna Europa Central. A espécie surge por vezes em números consideráveis, com bandos que podem exceder a centena, sobretudo nos meses de Março, Abril, Agosto e Setembro. No Inverno é mais irregular, conhecendo-se diversos registos, provenientes do sul do país.

Onde observar

Embora associado a zonas húmidas costeiras, o combatente observa-se sobretudo em arrozais e salinas e não tanto nos estuários.

Lisboa e vale do Tejo – o estuário do Tejo, particularmente as lezírias da Ponta da Erva, é um dos melhores locais do território para observar o combatente.

Alentejo – existem registos regulares no estuário do Sado e na lagoa dos Patos, tanto nas migrações como no Inverno .

Algarve – tal como a maioria das outras limícolas, pode ser vistonas zonas húmidas costeiras, como a ria de Alvor, a ria Formosa e o sapal de Castro Marim.

Fonte: www.avesdeportugal.info

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