
Nome comum: dançador ou tangará
Nome em inglês: Blue Manakin
Nome científico: Chiroxiphia caudata
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Passeriformes
Família: Pipridae
Comprimento: 9 a 16 cm conforme a espécie
Altura na cernelha: até 1,60 m
Ovos: dois
De todas as aves, o dançador macho é, sem dúvida, a que passa mais tempo se exibindo para as fêmeas. Durante quase todo o ano ele pode ser visto saltando de galho em galho ou, conforme a espécie, dançando no chão. As fêmeas, atraídas por essas exibições, escolhem um parceiro. Logo depois do acasalamento, vão-se embora, enquanto o macho retoma sua dança para seduzir outras fêmeas.
Há dezenas de espécies de tangarás nas florestas tropicais da América, das Antilhas e ao sul do Brasil. São passarinhos pequenos e rechonchudos, de plumagem pardacenta nas fêmeas e brilhantemente colorida nos machos. Comem principalmente frutos, mas também pequenos insetos e até aranhas. A dieta variada facilita a procura de alimento, dando tempo aos machos para se dedicar às suas exibições.
É a fêmea que constrói, numa moita, um pequeno ninho de folhas e musgo, atapetado de teias de aranha. Aí põe dois ovos, que choca durante três semanas. Os filhotes são alimentados principalmente com insetos para crescerem mais depressa.
Fonte: www.felipex.com.br
De todas as aves, o dançador (ou tangará) macho é, sem dúvida, a que passa mais tempo se exibindo para as fêmeas. Durante quase todo o ano ele pode ser visto saltando de galho em galho ou, conforme a espécie, dançando no chão. As fêmeas, atraídas por essas exibições, escolhem um parceiro. Logo depois do acasalamento, vão-se embora, enquanto o macho retoma sua dança para seduzir outras fêmeas.
Há dezenas de espécies de tangarás nas florestas tropicais da América, das Antilhas e ao sul do Brasil. São passarinhos pequenos e rechonchudos, de plumagem pardacenta nas fêmeas e brilhantemente colorida nos machos.
Comem principalmente frutos, mas também pequenos insetos e até aranhas. A dieta variada facilita a procura de alimento, dando tempo aos machos para se dedicar às suas exibições.
É a fêmea que constrói, numa moita, um pequeno ninho de folhas e musgo, atapetado de teias de aranha. Aí põe dois ovos, que choca durante três semanas. Os filhotes são alimentados principalmente com insetos (como todos os frugívoros) para crescerem mais depressa.
FILO: Chordata
CLASSE: Aves
ORDEM: Passeriformes
FAMÍLIA: Pipridae
Comprimento: 9 a 16 cm
(conforme a espécie)
2 ovos
Fonte: www.g6-team.com
Distribuição: Região Sudeste e Sul.
Postura: 2 ovos.
Habitat: Matas fechadas.
Incubação: 19 dias.
As fêmeas e os jovens são verde-oliva; os machos jovens logo apresentam vermelho na cabeça mas só atingem a plumagem adulta com dois anos de idade.
Só é possível a reprodução em viveiros bem arborizados e grandes. É necessário ter uma ou duas fêmeas e seis a sete machos. O Tangará é famoso pelas danças que executa. Vários machos, num galho, sempre à esquerda da fêmea (ou um imaturo) para pousar no fim da fila.
Na época de reprodução, os machos ficam bem agressivos e ocorrem brigas. A feitura do ninho, incubação e trato dos filhotes são responsabilidades da fêmea.
Outras Formas: No nordeste (Chiroxiphia pareola), todo negro, com o dorso azul e o topete vermelho.
Tamanho: 15 cm.
Fonte: ambientehoje.wordpress.com

Reprodução: Foto Luiz Cláudio Marigo
Mede 13 cm, adicionando-se mais 2 cm ao prolongamento das retrizes medianas. O macho é um azul celeste e cauda pretas tendo, no alto da cabeça, uma coroa vermelha brilhante. Na cauda, as duas penas centrais projetam-se além das outras. A fêmea é verde escura, reconhecida por um ligeiro prolongamento da cauda. Os machos imaturos são totalmente verde-oliva, mas alguns jovens podem ser distinguidos das fêmeas devido ao vermelho na fronte, que adquirem antes da troca de plumagem do restante do corpo.
Habita as matas densas. Vivem no estrato médio da mata. E também são encontrados à beira de núcleos urbanos do sudeste do país, o que contribui para a sua populariedade.
Pode ser encontrado na Bahia, São Paulo, Rio de Janeiro até o Rio Grande do Sul.
Voam bem, mas usualmente não deixam a mata frondosa, alguns revelam-se verdadeiros acrobatas quando exibem-se nas cerimônias pré-nupciais; os movimentos tornam-se mais ligeiros nos machos, menores e mais leves na fêmea.
Pegam formigas para friccioná-las nas asas e na base da cauda, utilizam as formigas na higiene da plumagem, esfregando os insetos vivos nas asas para gozar o efeito do ácido fórmico, atividade que é tratada como "formicar-se".
Comem bagas, frutas, tiram pequenos pedaços. Apanham pequenos insetos, vermes e aranhas nas folhas.
No período de reprodução, os dançadores machos executam verdadeiras danças diante das fêmeas. Vários enfileiram-se num galho e exibem-se, um de cada vez, diante da fêmea. Depois de executarem o ritual, cada macho vai ao fim da fila e espera a sua vez para exibir-se novamente.
A fêmea tem o seu próprio território ao redor do ninho. Constroem uma cestinha rala que é fixada a uma forquilha, muitas vezes por negros micélios de fungos, que podem prender o ninho como uma cortina, quebrando o seu contorno e mimetizando-o; utilizam teias de aranhas, em boa qualidade para colar o material da construção a qual muitas vezes está situada a uma altura relativamente grande, perto d'água e até sobre ela.
Põe dois ovos, são de fundo pardacendo com desenho pardo-escuro. A incubação é executada com dedicação pela mãe, é de 18 dias e os filhotes abandonam o ninho em 20 dias, quando começam a se alimentar e a se defender sozinhos.
As suas manifestações sonoras cerimoniais é marcada com forte "drüwed". A musiquinha começa num "tiu-tiu", passa para um "trá-trá", com os tangarás voando, fazendo evoluções e pousando nos galhos um junto ao outro, depois que cada um termina a sua parte na dança, que costuma durar de quinze minutos a meia hora. Após a dança, ou antes dela, o macho às vezes persegue uma fêmea, emitindo uma série de "trrrrs".
A espécie dsipõe de um assobio de advertência: "dwüd", dwüod".
O termo "tangará" deriva do tupi "ata" - andar, "carã" - em volta; seria equivalente ao "Saltarin" castelhano.
Bibliografia
Helmt Sick, 1988. "Ornitologia Brasileira".
Marco Antonio de Andrade, 1997. "Aves Silvestres - Minas Gerais".
Fonte: www.faunacps.cnpm.embrapa.br
O Tangará-dançarino (Chiroxiphia caudata) é uma ave belíssima, que chama atenção não apenas pelo seu colorido, mas também por um ritual de dança muito bem sincronizado que os machos realizam para a fêmea na época do acasalamento.
Durante a dança de acasalamento, diversos machos, às vezes até seis, com um dominante, fazem uma dança muito bem coordenada, que dura de 30 segundos até dois minutos, podendo ser repetida diversas vezes.
As fêmeas e os jovens são verde-oliva; os machos jovens logo apresentam vermelho na cabeça mas só atingem a plumagem adulta com dois anos de idade.
Ocorre em toda região Sudeste
Fonte: www.faunabrasil.com.br

O tangará dá um toque latino-americano á América do norte durante a primavera e o verão. A maior parte das 200 espécies de tangarás vive nas na América Central e do Sul, embora existam 4 espécies que procriam nos Estados Unidos e Canadá.
O macho, durante a época de acasalamento, apresenta cores brilhantes, enquanto as fêmeas são menos vistosas. Depois da temporada de acasalamento, a plumagem do macho torna-se parecida com a da fêmea.A maioria dos machos de tangará Norte-Americano são vermelhos, mas o tangará que habita as montanhas do Oeste dos EUA é amarelo com asas pretas e rastro vermelho.
Muitas das espécies Sul-americanas de tangarás estão entre as aves de colorido mais vivo. Há tangarás menores que um pardal e outros maiores que uma pega. Todos têm bico cônico. O tangará raramente pousa no chão, passando a maior parte do tempo em árvores ou arbustos. Alimenta-se de frutas, grãos, sementes e insetos. Algumas espécies vivem em bandos; outros são solitárias. O nome tangará vem do tupi tãga 'rá.
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Passeriformes
Família: Thauripidae
Comprimento: de 12 a 20 cm.
Ninho: em forma de taça rasa, construído nos galhos de árvores.
Ovos: 3 ou 4 por vez
Bico cônico, triangular na base
Algumas espécies têm um trinado agradável.
Fonte: www.achetudoeregiao.com.br