
Ele corre ligeiro, nada como um peixe, voa como uma flecha.
Paira a grandes alturas e mergulha sobre a presa como um avião bombardeiro. Com sua plumagem marrom-escura, peito claro e penas negras, o estercorário é uma autêntica ave do mar.
Vive sozinho longe da terra e vem para a costa somente na época do acasalamento. É encontrado ao largo da Islândia, das ilhas Shetland e da Escócia. No hemisfério sul, os estercorários fazem seus ninhos ao longo da costa da Antártida, do Chile, sul da Argentina e Nova Zelândia. Outros procriam no Ártico e, mais raramente, no sul da Europa.
O estercorário se alimenta de aves pequenas, peixes, vermes e insetos. Come também os peixes mortos que vão dar nas praias, além de algas e liquens. Pequenas colônias chegam à costa em meados de maio. O macho e a fêmea se revezam para chocar os ovos.
Os filhotes nascem no começo de julho e são alimentados pelos pais com moluscos, vermes e ovos.
À medida que os filhotes vão crescendo, sua dieta muda para peixe picado, aves e roedores. Se o alimento for escasso, comem frutos e insetos. Os filhotes são muito cautelosos. Em caso de perigo, eles se escondem, enquanto os adultos atacam o inimigo.
FILO: Chordata
CASSE: Aves
ORDEM: Charadriiformes
FAMÍLIA: Stercorariidae
Comprimento:até 61 cm
Ovos: 2 de cada vez
Período de incubação: 28 a 30 dias
Existem 4 espécies
Fonte: www.achetudoeregiao.com.br

Nome comum: Estercorário
Nome em inglês: Great Skua
Nome em francês: Grand Labbe
Nome em espanhol: Págalo grande
Nome em italiano: Stercorario maggiore
Nome em alemão: Grote Jager
Nome científico: Catharacta skua
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Charadriiformes
Família: Stercorariidae
Comprimento: até 61cm
Incubação: 28 a 30 dias
Existem 4 espécies
Ele corre ligeiro, nada como um peixe, voa como uma flecha. Paira a grandes
altitudes e mergulha sobre a presa como um avião bombardeiro. Com uma
plumagem marrom-escura, peito claro e penas negras, o estercorário
é uma autêntica ave do mar. O estercorário se alimenta
de aves pequenas, peixes, vermes e insetos. Come também os peixes mortos
que vão dar nas praias, além de algas e liquens. Pequenas colônias
chegam à costa em meados de maio. O macho e a fêmea se revezam
para chocar os ovos. Os filhotes nascem no começo de julho e são
alimentados pelos pais com moluscos, vermes e ovos. À medida que os
filhotes vão crescendo, sua dieta muda para peixe picado,
aves e roedores. Se o alimento for escasso, comem frutos e insetos. Os filhotes
são muito cautelosos. Em caso de perigo, eles se escondem, quanto os
adultos atacam o inimigo.
Fonte: www.felipex.com.br

Classificação: Ordem Charadriiformes, Família
Stercorariidae
Nome em inglês: grat skua
Nas costas brasileiras, encontram-se diversos exemplares, os seus representantes austrais.
É ave oceânica, de pernas curtas e com membranas natatórias.
Fonte: www2.petrobras.com.br

Características – de pernas curtas e com membranas nadatórias, pelagem escura marron. Não chegam a ser aves de rapina, contudo são termidas pelas outras aves marinhas.
Habitat – regiões costeiras
Ocorrência – Sul do Brasil
Hábitos – ave oceânica
Alimentação – peixes e detritos
Ameaças – poluição
Fonte: www.vivaterra.org.br

Catharacta skua
Ordem Charadriiformes, Família Stercorariidae
Great skua
Nas costas brasileiras, encontram-se diversos exemplares, os seus representantes austrais.
É ave oceânica, de pernas curtas e com membranas natatórias.
Fonte: www.antares.com.br

Stercorarius parasiticus
Classificação: Ordem Charadriiformes, Família
Stercorariidae
Nome em inglês: parasitic jaeger, artic skua
Tamanho: 47cm
Ave oceânica, pousa com frequência na água e descansa sobre pedaços de madeira flutuantes. Procedente do hemisfério setentrional, é visitante regular da costa brasileira.
De costumes rapineiros, voa rápido e rente ao mar e apanha alimento que flutua, como peixes mortos e detritos; ameaça outras aves, como os trinta-réis, forçando-as a vomitar ou a largar as presas que apanham em pleno ar, às vezes, abate aves.
Existem outras gaivotas-rapineiras:
Bibliografia:
Sick, H. 1997. Ornitologia Brasileira. Volume Único, Editora Nova Fronteira.
Fonte: www.informaves.hpg.ig.com.br