
O falcão peregrino é considerado o "Príncipe das aves de caça", sendo uma das espécies mais apreciadas para os lances de altanaria devido à velocidade dos seus ataques em voo picado.
Deve o seu nome "peregrino" aos hábitos nómadas e às suas peregrinações errantes, sobretudo na fase adolescente. Está representado por numerosas subespécies em todos os continentes.
Teriam sido os Citas, povo ariano que para si disputaria a honra de considerar-se o mais antigo da Terra que, além de contar com a glória da domesticação do cavalo, primeiro estabeleceria a livre aliança entre os homens e as aves de presa melhor dotadas, por forma a caçarem em mútua colaboração, mas em completa liberdade, situado cada qual no seu meio.
Fonte: olhares.aeiou.pt

Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Falconiformes
Família: Falconidae
Nome científico: Falco peregrinus
Comprimento: até 45 cm
Cauda: estreita e comprida
Cor: azul-acinzentada com listras escuras; coroa preta na cabeça;
cauda com pontas brancas; pintas na barriga, que é esbranquiçada
Período incubação: 1 mês
Ninhada: 3 ovos
Apesar de ser um caçador destemido, muito valorizado pelos falcoeiros, o falcão-peregrino nunca se defende de outras aves.
O milhafre e outras aves de rapina muitas vezes esperam o falcão-peregrino matar uma vítima para tomar-lhe a presa. O falcão peregrino ocorre na Europa, Ásia, Austrália e América.
Durante o inverno, os falcões europeus migram para a África.
O falcão peregrino prefere o campo aberto, as praias e pântanos perto de colônias de aves aquáticas e ribeirinhas. É encontrado também em cidades grandes.
Em geral põe seus ovos num penhasco, muitas vezes sem ninho. Os ovos são incubados pelo casal de pais. O falcão peregrino tem o bico superior denteado, próprio dos falcões. Alimenta-se quase exclusivamente de outras aves, que ele alcança facilmente no vôo. É uma das mais rápidas aves de velocidade seu mergulho chega a 288 Km/h.
O choque que a presa leva ao ser atingida em pleno vôo pelas garras do peregrino é tão forte que morre instantaneamente. A quantidade de peregrinos tem diminuído rapidamente nos últimos anos.
Fonte: www.felipex.com.br
FILO: Chordata
CLASSE: Aves
ORDEM: Falconiformes
FAMÍLIA: Falconidae
NOME CIENTÍFICO: Falco peregrinus
Comprimento: até 45 cm
Cauda: estreita e comprida
Cor: azul-acinzentada com listas escuras; coroa preta na cabeça;
cauda com pontas brancas; pintas na barriga, que é esbranquiçada.
Batida rápida das asas.
Período de incubação: 1 mês
Ninhada: 3 ovos
Apesar de ser um caçador destemido, muito valorizado pelos falcoeiros,
o falcão-peregrino nunca se defende de outras aves.
O milhafre e outras aves de rapina muitas vezes esperam o falcão-peregrino matar uma vítima para lhe tomar a presa.
O falcão peregrino aparece na Europa, Ásia, Austrália e América. Durante o Inverno, os falcões europeus migram para a África. O falcão peregrino prefere o campo aberto, as praias e pântanos perto de colónias de aves aquáticas e ribeirinhas. É encontrado também em cidades grandes.
Em geral põe seus ovos num penhasco, muitas vezes sem ninho. Os ovos são incubados pelo casal de pais. O falcão peregrino tem o bico superior denteado, próprio dos falcões.
Alimenta-se quase exclusivamente de outras aves, que ele alcança facilmente no voo. É uma das mais rápidas aves de velocidade, o seu mergulho chega a 288 Km/h. O choque que a presa leva ao ser atingida em pleno voo pelas garras do peregrino é tão forte que morre instantaneamente. A quantidade de peregrinos tem diminuído rapidamente nos últimos anos.
Fonte: www.minerva.uevora.pt
O falcão peregrino, o mais rápido dos seres vivos, é certamente uma das mais espectaculares e admiradas aves da fauna mundial. Conheça algumas das suas características comportamentais e ecológicas e junte-se rapidamente ao coro de admiração.
De todos os predadores alados provavelmente nenhum combinará de uma forma tão notável, um tão elevado grau de especialização, uma tão grande beleza e capacidades de voo tão extraordinárias como o falcão peregrino (Falco peregrinus).
Autêntica jóia viva da Natureza, o seu voo picado permite-lhe
atingir velocidades inacessíveis a todos os outros seres vivos, e o
simples vislumbre da sua característica silhueta recortada contra o
azul do céu é suficiente para aterrorizar a maior parte das
aves.
Desde tempos imemoriais que as suas faculdades impressionaram o Homem. No
antigo Egipto simbolizava o Deus Hórus e, entre os falcoeiros, desde
a antiguidade até ao presente, permaneceu sempre como a mais cobiçada
das aves, valorizada pelas suas capacidades de caça e formosura ímpar.
Na idade média a posse destas aves chegou a ser autorizada apenas aos
príncipes e duques da corte, funcionando como um indicador de estatuto
social.
O falcão peregrino é uma ave de médio porte,
corpo compacto, pescoço curto e cabeça arredondada com grandes
olhos negros. A sua cauda é curta, ao contrário das suas asas,
longas e ponteagudas, e das patas estreitas e longas. As suas penas das asas
são rígidas e as restantes estão bem justas ao corpo,
pelo que toda a sua fisionomia se encontra bem adaptada às suas performances
de voo.
As suas dimensões variam consideravelmente consoante a subespécie
e, para além disso, apresenta também um acentuado dimorfismo
sexual, sendo o macho bastante menos corpulento do que fêmea. Na Península
Ibérica, o comprimento total andará entre os 40 e os 50 cm e
o peso médio de um macho e fêmea adultos rondará os 600
e os 900 gramas, respectivamente.
As suas capacidades únicas permitiram-lhe colonizar os mais diversos
tipos de habitat, desde os desertos quentes até à tundra, revelando
todavia preferência pelas zonas abertas. São conhecidos territórios
de falcão peregrino em muitas zonas costeiras até aos 4000 m
nos Himalaias, estando presente em todos os continentes e latitudes, sendo
uma espécie cosmopolita o que revela o seu sucesso adaptativo.
Em todo o mundo são reconhecidas mais de 20 subespécies, sendo
o Falco peregrinus brookei, a subespécie presente em Portugal. No entanto,
durante o Inverno verifica-se uma entrada temporária de falcões
oriundos do norte da Europa . Foi este tipo de comportamento migratório,
característico de algumas populações, que deu origem
ao seu nome de peregrino.
O falcão peregrino é uma espécie ornitófaga, isto
é, alimenta-se quase exclusivamente de aves. Mas apesar de ser um especialista,
a sua acção predatória pode incidir sobre um número
notavelmente alargado de presas. Dentro dos limites do seu território
de caça, praticamente nenhuma outra ave se encontra totalmente isenta
do risco de vir a figurar na ementa do falcão peregrino.
Estão documentadas capturas de espécies tão pequenas
como chapins ou tão grandes como gansos, e mesmo de outras rapinas
como corujas, gaviões ou águias-de-asa-redonda. Um estudo realizado
na Alemanha nos anos setenta, permitiu a elaboração de uma lista
de presas que ascendeu a 210 espécies diferentes de aves. Por tudo
isto, no nosso País, provavelmente apenas a abetarda, as cegonhas,
grous, flamingos e as maiores rapinas, se poderão dar ao luxo de ignorar
a presença do falcão peregrino.
Na maior parte dos casos, as suas presas são aves de pequeno a médio
porte e a lista de capturas de um determinado indivíduo é até
certo ponto um reflexo da composição da avifauna existente no
seu território. Contudo, se tivéssemos de escolher a sua presa
de eleição, esta seria certamente o pombo-da-rocha (Columba
livia), que frequentemente constitui mais de 50% da dieta do falcão.
Este facto dever-se-á não apenas à abundância de
pombos, como ao facto destes constituírem uma refeição
altamente energética e de dimensões óptimas. Para além
disso, o seu voo rápido e rectilíneo, revela-se particularmente
vulnerável ao tipo de caça praticado pelo falcão peregrino.
Uma das suas estratégias de caça consiste em subir nas correntes de ar quente (térmicas) a grande altura, por vezes a mais de 1500 m em relação ao nível do solo, deixando-se então cair sobre a presa avistada, num ângulo mais ou menos pronunciado e por vezes em queda livre vertical, com as asas aerodinamicamente coladas ao corpo, e controlando magistralmente a sua velocidade quer abrandando ligeiramente com as asas entreabertas, quer acelerando ainda mais com a ajuda de curtos e rápidos batimentos das asas.
O voo picado do falcão peregrino constitui sem dúvida uma das proezas mais extraordinárias do mundo animal, e quem teve o privilégio de assistir a tal espectáculo nunca o esquecerá.
A determinação da velocidade atingida no seu voo picado, e que o torna recordista absoluto e incontestado do reino animal, tem sido motivo de prolongada discussão entre vários autores. Foram já calculadas velocidades máximas instantâneas da ordem dos 350 km/h, e há quem defenda que em determinadas circunstâncias possa mesmo ultrapassar os 400 km/h, mas diversos autores consideram estes valores exagerados. No entanto, é consensual que na maioria dos seus ataques em picado, a velocidade máxima atingida situar-se-á entre os 200 e os 250 km/h.
A sua técnica de caça assenta sobretudo na velocidade com que desfere o ataque, no entanto, esta varia consideravelmente entre indivíduos, e em função do tipo e comportamento da presa, assim como das condições climatéricas, com especial destaque para o vento. Nem sempre o ataque consiste num voo picado directo sobre a presa, já que muitas vezes realiza um picado ligeiramente atrasado, passando por detrás da ave para vir a capturá-la pouco depois, surgindo por baixo desta e aproveitando o seu ângulo morto de visão.
Frequentemente os falcões agarram as suas presas em voo no final dos seus picados, mas a situação mais clássica e de maior espectacularidade dá-se quando fazendo uso da sua incrível velocidade, abatem as presas simplesmente com o impacto, através de uma pancada dada com as patas recolhidas ou com a ajuda de uma das garras usada como uma lâmina mortal.
Na maior parte dos casos, a presa tomba imediatamente mortalmente ferida, largando um tufo de penas, e é por vezes recolhida antes mesmo de cair no solo.
A violência do impacto é de tal ordem, que muitas das aves deste modo abatidas apresentam geralmente asas partidas, contusões múltiplas, ou cortes profundos e mais ou menos extensos infligidos pelas garras do falcão em pontos vitais. São mesmo conhecidos casos em que a infeliz presa é decapitada em voo, o que diz bem do poder deste excepcional predador, o falcão peregrino.
Pedro Vaz Pinto
Fonte: www.naturlink.pt

É uma ave de rapina diurna de médio porte, com uma envergadura de 89 a 120 cm, sendo as fêmeas maiores e mais pesadas que os machos (dimorfismo sexual).
Apresenta uma forma típica de falcão, com asas pontiagudas e um desenho corporal compacto e aerodinâmico. O dorso apresenta um tom cinzento-azulado enquanto que o ventre e a zona interna das asas apresentam tonalidades claras com barras escuras. Identifica-se facilmente através da sua cabeça preta cinza com um “bigode “ escuro e um queixo branco.
O Falcão-peregrino distribui-se por todos os continentes à excepção da Antártida, sendo a sua população europeia estimada em cerca de 7600 a 11000 casais reprodutores. As populações do norte são migradoras podendo percorrer cerca de 14500 km, daí o seu nome comum “Falcão-peregrino”. No nosso país esta espécie está presente durante todo o ano e foi considerado como ”Vulnerável” no Livro Vermelho dos Vertebrados.
Prefere habitats em zonas montanhosas e vales fluviais podendo igualmente ser encontrado em cidades. Cria em saliências rochosas nas encostas escarpadas e de difícil acesso.
Alimenta-se de aves de pequeno a médio porte, lançando-se em voo picado e alcançando, por vezes, uma velocidade próxima dos 300km/h! Devido à sua abundância, tamanho e comportamento, o Pombo-das-rochas (Columba livia) pode chegar a compor mais de 50% da sua dieta. Estruturas como os pombais tradicionais poderão proporcionar uma base alimentar bastante importante a estas aves de rapina.
As populações desta espécie sofreram um elevado declínio nos anos 50 e 60 devido à utilização de pesticidas organoclorados (DDT) na agricultura, estas substâncias acumuladas de ave para ave, presas potenciais desta espécie, provocaram o enfraquecimento da casca do ovo e consequente insucesso reprodutivo dos indivíduos. A sua proibição permitiu alguma recuperação da espécie nos últimos anos. Sendo igualmente sensível a perturbações no período de nidificação, a presença humana poderá levar ao abandono do ninho, inviabilizando o sucesso reprodutivo.
Fonte: www.palombar.org

O falcão-peregrino é uma ave de rapina, de porte médio. Quando ele vai caçar, sua velocidade de vôo chega a 288 quilômetros por hora! Uau! Já pensou nisso? É muito mais rápido que uma montanha-russa! Ele pode ser encontrado em todos os continentes, menos na Antártida ( pois não é parente do pingüim...) Prefere morar em áreas montanhosas ou perto do mar, mas às vezes mora em grandes cidades, como o Rio de Janeiro e Nova York. Na América do Sul, ele só aparece como um "visitante", ou seja: é uma espécie migratória, portanto não constrói ninhos por aqui.
Mede entre 38 e 53 centímetros de comprimento, com envergadura (comprimento das asas abertas) de 89 a 119 centímetros. Ele é tão magrinho que só chega a 1 quilo e meio, no máximo! Quando vai caçar, sua estratégia é muito interessante: voa rondando a presa, "fingindo" que nem a viu lá do alto, com aquela visão poderosíssima. Depois, mergulha lá do alto, com sua velocidade enorme, e pega a presa de surpresa! Geralmente prefere caçar aves menores, como pombos ou andorinhas, ou mamíferos pequenos, como esquilos. É a espécie favorita para a arte da falcoaria.
Fonte: zoomania.spaceblog.com.br