Facebook do Portal São Francisco
Google+
+ circle
Home  Flamingo  Voltar

Flamingo



Phoenicopterus ruber

Características

São aves grandes. Pernas compridas, finas e vermelhas, possuindo o pescoço longo e o bico bem comprido e curvo, num corpo robusto, abrutalhado, como um “nariz de papagaio”, de cor amarelada e parte terminal negra.

A cor geral da plumagem é rósea com tendências ao vermelho. Rêmiges negras. Em pé, pode medir 1,5 m e pesar em torno de 1,8 Kg. A fêmea é um pouco menor que o macho. As asas são grandes e a cauda é curta. A face é nua.

Habitat

Lagos, lagunas rasas, águas salobras, sem vegetação, à beira-mar e pântanos

Ocorrência

Brasil, Peru, Chile, Uruguai, e Argentina

Flamingo

Hábitos

Vivem em grandes bandos. São aquáticos. São diurnos e noturnos. Quando o flamingo dorme imóvel, mantém uma das pernas encolhida junto ao peito, só a outra, fina e longa, sustenta o corpo com surpreendente estabilidade. Já o pescoço é mais difícil de equilibrar, sobretudo por causa do peso do bico. Para acomoda-lo o flamingo o apóia, curvado, sobre o dorso e encaixa a cabeça entre a asa e o tronco. Mas quando está em atividade, as pernas compridas logo demonstram sua adaptação aos hábitos alimentares do flamingo.

Com elas, o bicho pode vadear águas rasas e parar enquanto revolve a lama do fundo a procura de alimento. O vôo em conjunto em linha oblíqua ou em forma de cunha, produz um rumor que lembra uma trovoada. A ave da frente é a cada momento substituída por outra. Boa parte do tempo os flamingos ficam ao sol entregues à remoção de lama da plumagem. Ao mesmo tempo, impermeabilizam as penas com a substância oleosa que é segregada por uma glândula anal.

Alimentação

Pesca em água rasa com o pescoço curvado para baixo, de tal maneira que a maxila fica voltada para o fundo lodoso. Filtra com o bico o alimento composto de pequenos animais aquáticos, tais como larvas de moscas, moluscos, pequenos crustáceos e algas.

Reprodução

Na primavera, os bandos de flamingos se reúnem em colônias para construírem seus ninhos, cada um deles um cone truncado de lama, amassada com o bico. P ostura de 2 ovos azulados, medindo 85 x 55 mm, e i ncubação durando de 28 a 32 dias. Pela dificuldade em se abaixar, constrói seu ninho em altura de 10 a 40 cm. Os filhotes ao nascerem são brancos, mas após os primeiros dias apresentam cor cinzento-escuro. São ariscos e prevenidos, evitando regiões cobertas, onde se ocultam seus inimigos.

Ameaças

É muito procurado para ser domesticado o que contribui para a captura voltada para o tráfico de animais. A poluição e a destruição do habitat são também ameaças para a espécie.

Fonte: www.vivaterra.org.br

Flamingo


Flamingo

Ordem: Phoenicopteriformes

Família: Phoenicopteridae

Nome popular: Flamingo

Nome em inglês: Scarlet ibis

Nome científico: Phoenicopterus ruber

Distribuição geográfica: Norte do continente e Antilhas até Florida.

Habitat: Lagunas rasas e salobras sem vegetação e beira mar.

Hábitos alimentares: São onívoros mas comem principalmente larvas, moluscos, pequenos crustáceos e algas.

Reprodução: 1 ovo e raramente 2, incubação de 27-31 dias.

Período de vida: Em cativeiro podem viver aproximadamente 40 anos.

Flamingo

Fonte: www.zoologico.sp.gov.br

Flamingo

UMA gritaria estridente enche o ar, ressoando de um lado a outro do lago remoto. Milhares de aves cor-de-rosa caminham nas cintilantes águas verde-esmeralda. No alto, outras descrevem círculos num vôo gracioso, batendo as estreitas asas compridas e deixando entrever coberteiras alares de tom rosa-coral. O enorme ajuntamento de aves de cores exuberantes é uma vista magnífica. É possivelmente o maior espetáculo do mundo alado — os flamingos róseos do vale da Grande Fenda.

Pernaltas e elegantes

Desde os tempos mais remotos o flamingo tem sido admirado por sua bela e delicada silhueta. Gravuras de flamingos, com seu característico pescoço alongado, foram entalhadas em rocha e podem ser vistas em hieróglifos egípcios. A exótica ave era tão admirada que os egípcios a reverenciavam como a encarnação do deus Rá. Desenhos primitivos nas cavernas também retratam o flamingo com seu pescoço delgado e arqueado, e pernas finíssimas e elegantes.

Flamingo
Flamingos-anões | Flamingos-rosados

Atualmente, existem quatro espécies de flamingos em regiões da África, da América do Sul, do Caribe e da Eurásia. O flamingo-anão é o menor de todos. Ele possui uma bela plumagem rosa-escuro e pernas e pés vermelho-vivos. O flamingo-rosado tem o dobro do tamanho do flamingo-anão e mede 1,40 metro de altura. Todas as espécies têm uma característica em comum — o harmonioso bico ligeiramente curvo na segunda metade, que lhe confere um ar imponente.

Para alçar vôo, a ave bate graciosamente as asas e corre sobre as águas com as pernas ágeis, obtendo assim o impulso necessário para voar. No ar, ela bate as asas majestosamente, estica o longo pescoço e a cabeça para frente e estira as pernas para trás. Calcula-se que haja uma população de quatro milhões de flamingos no vale da Grande Fenda da África.

Uma ave delicada num ambiente hostil

A enorme colônia de flamingos que habita o vale da Grande Fenda se aglomera nos lagos ricos em carbonato de sódio, típicos da região. A concentração de carbonato de sódio é tão grande que a água chega a ser oleosa e causticante. A temperatura ao redor desses lagos pode atingir 65 graus Celsius. O forte cheiro de enxofre e de água salobra ascende das águas borbulhantes, saturando o ar quente. O teor de compostos alcalinos e de sais na água é tão grande que eles se cristalizam, formando crostas de depósitos brancos nas margens.

São poucas as criaturas que conseguem viver em águas tão cáusticas. No entanto, alguns microorganismos — as algas verde-azuladas — conseguem esse feito. O sol quente, tropical, aquece as águas alcalinas, criando condições ideais para a proliferação dessas algas, que dão ao lago um tom esverdeado. Como esmeraldas incrustadas num belo colar, o conjunto desses lagos confere um encanto especial aos vales e montanhas ao longo do vale da Grande Fenda.

É impressionante que uma criatura tão delicada como o flamingo possa sobreviver num ambiente tão inóspito e hostil. E, no entanto, o flamingo se dá muito bem nesse ambiente. Suas pernas esguias são resistentes às águas cáusticas, e os pés palmados fazem com que ele não afunde no lodo mole e viscoso. O flamingo-anão é perfeitamente adaptado para a vida nesse ambiente hostil. O bico é dotado de minúsculas lâminas que aspiram e depois filtram microorganismos concentrados perto da superfície das águas. Para se alimentar, a ave mantém o bico em posição horizontal, virado para trás, logo abaixo da superfície. A língua atua como uma bomba-aspirante-premente, absorvendo a água e fazendo com que ela saia através das lâminas que filtram e retêm os microorganismos.

Ostentação e galanteio

O amanhecer sobre as águas cor de jade apresenta um cenário deslumbrante — o enorme bando de flamingos brilha à luz do sol como chamas de fogo sobre a superfície do lago. As aves ficam bem próximas umas das outras. Com o pescoço esticado, elas marcham imponentes em grupos, jogando o bico de um lado para o outro.

Ao passo que grupo após grupo marcha em direções opostas, o reflexo do sol sobre as asas delicadas forma um mosaico de tons contrastantes de escarlate e rosa. As aves balançam e dançam, abrindo bem as asas e exibindo o tom vermelho-vivo da plumagem. Ostentando suas cores vibrantes, elas correm na água e alçam vôo, depois pousam e recomeçam o ritual. O bando fica tão compacto que as aves não conseguem alçar vôo individualmente; elas precisam esperar que as que ficam nas beiradas voem primeiro. Seus gritos estridentes produzem um clamor ensurdecedor.

Então, de repente, ao anoitecer, as aves levantam vôo em massa e partem. Sulcando o ar numa formação retilínea ou em V, percorrem centenas de quilômetros até chegar ao destino — um lago de carbonato de sódio, ideal para a nidificação e a criação de filhotes. Curiosamente, essa migração ocorre ao mesmo tempo que a dos flamingos dos outros lagos de carbonato de sódio do vale da Grande Fenda.

Patinhos feios

Os flamingos constroem o ninho em lagos remotos e inacessíveis. Esse isolamento é importante, visto que a colônia de nidificação é extremamente sensível. Quando perturbados, os pais podem abandonar os ovos e nunca mais voltar.

Os filhotes não lembram em nada a imponência dos pais

A vida na colônia de nidificação é bem agitada. Os pais constroem o ninho com bastante empolgação. Curvando o longo pescoço, eles recolhem lodo, esterco de ave e penas e constroem uma plataforma cônica de uns 40 centímetros de altura. No alto da plataforma há uma pequena depressão que mantém o único ovo longe do alcance das águas rasas e alcalinas. Logo, centenas de milhares de ovos eclodem ao mesmo tempo. Os pais fazem incessantes viagens de ida e volta ao ninho para alimentar os filhotes famintos.

Quando os pequenos já conseguem andar, os pais de repente os abandonam e vão para outra parte do lago, onde as algas verde-azuladas são mais viçosas e mais abundantes. Ali, longe dos pedidos incessantes dos filhotes, os pais se alimentam e recuperam as energias. A grande ninhada de filhotes é então reunida num berçário por algumas aves adultas. Sob os cuidados dessas “babás”, os filhotes barulhentos são conduzidos pelos charcos de água salobra até onde estão os pais. Surpreendentemente, no meio de toda essa confusão barulhenta, os pais reconhecem seus filhotes e continuam a cuidar deles.

Os filhotes são desengonçados e não lembram em nada a imponência dos pais. As pernas e o pescoço são curtos, o bico é reto e a plumagem é branca. Depois de um tempo as pernas começam a crescer, o pescoço vai ficando mais longo e curvo, e o bico passa a formar o ângulo característico dos flamingos. O filhote desajeitado leva de dois a três anos para se transformar numa bela ave adulta de asas flamejantes. Ela então encontrará um parceiro e integrará os grandes bandos de flamingos róseos que tanto embelezam os lagos de sódio carbonato do vale da Grande Fenda.

A beleza e a graça do flamingo é um exemplo notável de projeto inteligente. Observar essa bela criatura na natureza é uma experiência fascinante e inspira gratidão e amor pelo maravilhoso Criador, Jeová Deus.

Fonte: www.watchtower.org

Flamingo

O flamingo é uma ave pernalta e corpulenta de bico poderoso e beleza inconfundível, que pode ser observada em vários locais do território do Centro e Sul de Portugal. Pode ainda ser encontrado em todos os países do Sul da Europa e do Norte de África, bem com em alguns territórios mais a Oriente.

As suas grandes patas são de cor rosácea, e as suas penas podem ser brancas ou cor de rosa, podendo por vezes atingir uma coloração quase laranja.

Esta ave pode ser observada nos estuários dos rios Tejo, Sado, Arade e Guadiana, existindo também grandes bandos na Ria Formosa.

Para poder observar estes animais, nunca deve aproximar-se muito, já que ao mínimo ruído começarão a correr, para ganhar velocidade, voando depois para zonas onde se sintam seguras.

Os flamingos são aves migradoras, voam até ao norte de África, quando os dias arrefecem no sul da Europa, para voltarem na Primavera seguinte.

O flamingo alimenta-se de pequenos crustáceos, peixes e bivalves, razão pela qual procura as zonas onde a água tem pouca profundidade e as zonas de lama ou sapais.

As fêmeas fazem ninhos altos onde depositam dois ovos, que vão demorar cerca de 30 dias a eclodir.

Os flamingos podem atingir os 1,3 m de altura e pesar cerca de 12 kg

Fonte: bicharada.net

Flamingo

O flamingo já foi descrito como um ganso espetado no alto de duas longas pernas e realmente o animal é estranho, com as patas de dedos muito longos, para não afundar na lama, as pernas fininhas e compridas, o corpo rosa quase vermelho e um bico grosso, torto para baixo e com uma espécie de rede do lado de dentro.

Para comer, o flamingo enfia o bico na água rasa das lagoas, até enchê-lo de água e usa a língua como uma bomba, para empurrar a água contra as barbatanas que filtram os bichinhos, os quais o flamingo engole em seguida. Essas barbatanas e a maneira de filtrar o alimento são extremamente semelhantes às das baleias que se alimentam de plâncton, e os ornitólogos acham curioso como dois animais tão diferentes evoluíram de uma forma quase idêntica no que se refere à nutrição.

O ninho dessa ave parece um penico de barro, bem alto, onde a fêmea põe um ovo só. É um ninho tão estranho que foi desenhado numa rocha do Rio Grande do Norte pelos índios que lá viviam há 5 mil anos, mas no Brasil o flamingo só se reproduz no Amapá e três dias depois de o filhote ter nascido ele já abandona o ninho e passa a andar atrás dos pais, procurando comida. Quando o flamingo se alimenta na natureza, ingere muitas algas ricas em carotenóides, o que lhe dá a cor avermelhada, mas, logo que é levado para o cativeiro e passa a receber alimentação artificial, começa a desbotar.

Fonte: www.jperegrino.com.br

Flamingo

O Flamingo-comum é uma das mais graciosas e estranhas aves da fauna mundial, resultado inesperado da adaptação aos meios aquáticos que frequenta. Não havendo registos de nidificação em Portugal, é comum nalgumas zonas húmidas do nosso País.

Flamingo

IDENTIFICAÇÃO E CARACTERÍSTICAS

O flamingo-comum (Phoenicopterus ruber) é uma ave pernalta que pertence à família Phoenicopteridae e à Ordem dos ciconiformes. É a ave mais alta da nossa fauna, podendo ultrapassar o metro e meio. Em média os machos são um pouco maiores e têm o pescoço mais comprido do que as fêmeas. A envergadura dos flamingos varia entre os 140 e os 165cm. A sua plumagem apresenta uma variação considerável entre o rosa pálido e um rosa mais intenso. As penas de cobertura das asas são cor de rosa vivo e as penas de voo são pretas. As patas, tal como o bico, com excepção da ponta que é preta, são igualmente cor de rosa. Os juvenis têm o pescoço e as patas mais curtos e a plumagem que inicialmente é castanho-acinzentado vai, à medida que o indivíduo se aproxima da maturidade, sendo substituída por uma plumagem branca e finalmente rosada.

DISTRIBUIÇÃO E ABUNDÂNCIA

A distribuição do flamingo-comun estende-se desde as Galápagos até à Índia, passando pelas Caraíbas, pela bacia do Mediterrâneo, pelas costas de África e pelo próximo e médio Oriente. Na Europa, a espécie distribui-se quase exclusivamente pelos países da orla mediterrânea. O seu comportamento reprodutor apresenta uma plasticidade bastante grande como resposta à abundância de recursos, podendo em alguns anos não se chegar a reproduzir nos locais historicamente mais favoráveis. As principais colónias europeias, que podem reunir 20 000 indivíduos, situam-se no Sul de França, na Camargue. Em Espanha, os flamingos também se têm reproduzido, de forma mais ou menos regular, desde o delta do Ebro até ao Guadiana. Em 1990, só na lagoa de Fuentedepiedra, na Andaluzia, 13 316 casais produziram 10 417 crias.

Flamingo

Em Portugal, os flamingos ocorrem principalmente na faixa costeira da metade Sul do país, com destaque para os estuários do Tejo e do Sado, a ria de Faro e o sapal de Castro Marim. Em menor número, ocorrem em algumas lagoas costeiras, como a de Óbidos ou Santo André e também em albufeiras do interior do Alentejo.

Apesar de estarem presentes em Portugal durante todo o ano, nunca foi possível confirmar a nidificação da espécie no nosso país.

A população nacional conta com um elevado número de indivíduos imaturos não reprodutores. O efectivo populacional europeu reflecte a dinâmica que se estabelece com as populações do Norte da África, daí que os valores possam oscilar grandemente. Crê-se que a população nidificante europeia se situe entre os 15 e os 35 mil indivíduos, mas o total dos flamingos do Mediterrâneo Ocidental pode atingir os 80 000.

Em Portugal, as variações inter-anuais são também bastante acentuadas, atingindo-se picos da ordem dos 3 milhares de indivíduos.

ESTATUTO DE CONSERVAÇÃO

Apesar de se tratar de uma espécie bastante sensível à poluição das águas e à perturbação, particularmente durante o período de nidificação, a população de flamingos está a aumentar em alguns países da Europa. Esse facto fica provavelmente a dever-se à circunstância das principais colónias se situarem em áreas protegidas. Em todo o caso, os habitats utilizados pela espécie são altamente perecíveis, e por isso ela está classificada na Europa como uma SPEC 3, espécie cuja população global não está concentrada na Europa, mas que tem um estatuto de conservação desfavorável nesse continente. Para este estatuto, contribui ainda o facto da população europeia estar altamente concentrada num número reduzido de locais, sendo por isso muito mais vulnerável.

HABITAT

O flamingos frequentam estuários, salinas, tanques de pisciculturas e lagoas costeiras ou interiores de água doce, salgada e até alcalina. De uma forma geral, alimentam-se em águas pouco profundas, mas podem também fazê-lo nos sedimentos, ou em água com mais de um metro de profundidade.

Flamingo

ALIMENTAÇÃO

A alimentação dos flamingos atingiu o expoente máximo da perfeição adaptativa de um método também utilizado por outras espécies de aves: a filtragem da água. As mandíbulas dos flamingos estão dotadas de umas pequenas estruturas rígidas, lamellae, e a sua língua é espessa e carnuda, com protuberâncias. Para se alimentarem, os flamingos imergem parte do bico, ou mesmo a totalidade da cabeça. Com o bico semicerrado, a língua descreve movimentos extremamente rápidos para a frente e para trás, a uma velocidade de cerca de 17 movimentos por segundo, actuando como um êmbolo que bombeia água através das lamellae, que retêm as partículas em suspensão na água. Posteriormente, as protuberâncias da língua raspam o alimento e este é ingerido. Neste processo, os flamingos ingerem insectos, crustáceos, moluscos, anelídeos, protozoários, diatomáceas, algas, sementes, plantas e até pequenos peixes.

REPRODUÇÃO

Os flamingos são uma espécie monogâmica que acasala com o mesmo indivíduo para toda vida. O inicio da época de nidificação depende muito das condições climatéricas e da satisfação de determinados requisitos, o que em geral sucede em finais de Abril. Os ninhos, em regra feitos de lama, são construídos em colónias que podem reunir muitos milhares de indivíduos, estando em média a 35 cm uns dos outros. Ambos os sexos constroem o ninho. As posturas são quase sempre de 1 ovo e apenas excepcionalmente de 2 ovos. A incubação é feita pelos dois progenitores e a eclosão dá-se entre 28 a 31 dias depois da postura. Após a eclosão, as crias abandonam o ninho, mas mantém-se nas imediações durante 10 dias, altura a partir da qual são reunidas em "creches" de muitos juvenis da mesma idade. Durante este período, ambos os progenitores conseguem distingir a sua cria e apenas alimentam o seu descendente. Apesar de aprenderem a voar perto do septuagésimo quinto dia de vida, é natural que ainda fiquem na "creche" até por volta do cem dias de vida. Findo este período, as crias tornam-se rapidamente independentes, mas só se reproduzirão 2, 3 ou mesmo 4 anos mais tarde.

MOVIMENTOS

A população europeia de flamingos não apresenta nenhum padrão de migração claro. Enquanto que alguns indivíduos de uma mesma colónia se mantêm no local onde nasceram, outros descrevem viagens de vários milhares de quilómetros. Um indivíduo anilhado na Andaluzia foi controlado em Chipre, e outros anilhados na Camargue foram avistados na Mauritânia e no Senegal.

Em Portugal são frequentemente observados flamingos com anilhas espanholas.

Flamingo

CURIOSIDADES

Para um grande número de portugueses os flamingos são aves exóticas que pertencem apenas à fauna de países longínquos. No entanto, não só são razoavelmente abundantes no nosso país, como às vezes é possível observa-los mesmo a partir de perímetros urbanos, como do de Lisboa.

ONDE OBSERVAR

As maiores concentrações de flamingos no nosso país ocorrem no Estuário do Tejo, onde é possível observá-los em vários locais, desde Sacavém até ao Montijo. Dentro desta área vastíssima, a Reserva Natural do Estuário do Tejo, e as salinas do Samouco são os melhores locais para se encontrarem flamingos. Neste último local são frequentemente visíveis a partir de ponte Vasco da Gama.
Também na margem Norte do Sado, na zona da Gâmbia, Mourisca e Mitrena se podem fazer boas observações.

No Algarve, o sapal de Castro Marim é talvez o melhor local para se encontrarem estas aves e a melhor estratégia talvez seja perscrutar o sapal e as salinas, com o auxilio de binóculos, e a partir de um ponto alto, em busca de aves cor de rosa ou brancas com um metro e meio de altura.

Alexandre Vaz

Fonte: www.naturlink.pt

Flamingo

Flamingo

O flamingo (Phoenicopterus spp.) é uma ave pertencente à família Phoenicopteridae da ordem Ciconiiformes, anteriormente Phoenicopteriformes.

Alguns autores separam o flamingo-andino e o flamingo-de-James em um gênero aparte, Phoenicoparrus, por causa de certas diferenças no bico.

Os flamingos são aves pernaltas, de bico encurvado, que medem entre 90 e 150cm de altura;

A sua plumagem pode ser bastante colorida em tons de rosa vivo;

São animais que se alimentam de algas e pequenos crustáceos através de filtração;

Os flamingos são aves gregárias, que vivem em bandos numerosos junto a zonas aquáticas;

Algumas espécies conseguem inclusivamente habitar zonas de salinidade extrema, como os lagos africanos do Vale do Rift;

O flamingo é a ave nacional de Trinidad e Tobago.

ESPECIES

Flamingo-comum

Partes da África, sul e sudoeste da Ásia, sul da Europa, (mais difundido)

Flamingo-pequeno

África (eg Vale do Rift) até noroeste da Índia (mais numeroso)

O flamingo (Phoenicopterus spp.) é uma ave pertencente à família Phoenicopteridae da ordem Ciconiiformes, anteriormente Phoenicopteriformes.

Alguns autores separam o flamingo-andino e o flamingo-de-James em um gênero aparte, Phoenicoparrus, por causa de certas diferenças no bico.

Os flamingos são aves pernaltas, de bico encurvado, que medem entre 90 e 150cm de altura;

A sua plumagem pode ser bastante colorida em tons de rosa vivo;

São animais que se alimentam de algas e pequenos crustáceos através de filtração;

Os flamingos são aves gregárias, que vivem em bandos numerosos junto a zonas aquáticas;

Algumas espécies conseguem inclusivamente habitar zonas de salinidade extrema, como os lagos africanos do Vale do Rift;

O flamingo é a ave nacional de Trinidad e Tobago.

ESPECIES

Flamingo-comum

partes da África, sul e sudoeste da Ásia, sul da Europa, (mais difundido)

Flamingo-pequeno

África (eg Vale do Rift) até noroeste da Índia (mais numeroso)

Flamingo-chileno

Região temperada da América do Sul

Flamingo-de-James

América do Sul

Flamingo-andino

América do Sul (exclusivamente nos Andes chilenos)

Flamingo-americano

Caribe, Ilhas Galápagos

Pés

Estão frenquentemente em um só pé. Não se sabe inteiramente a razão por este comportamento. Uma teoria comum é que dobra um pé abaixo do corpo para conservar o calor do corpo, mas esta nunca foi provada.

Fonte: www.petmanias.com

Flamingo

Flamingo

O flamingo (Phoenicopterus ruber) é uma ave pernalta e corpulenta de bico poderoso e beleza inconfundível, que pode ser observada em vários locais do território do Centro e Sul de Portugal. Pode ainda ser encontrado em todos os países do Sul da Europa e do Norte de África, bem com em alguns territórios mais a Oriente.

As suas grandes patas são de cor rosácea, e as suas penas podem ser brancas ou cor de rosa, podendo por vezes atingir uma coloração quase laranja.

Esta ave pode ser observada nos estuários dos rios Tejo, Sado, Arade e Guadiana, existindo também grandes bandos na Ria Formosa.

Para poder observar estes animais, nunca deve aproximar-se muito, já que ao mínimo ruído começarão a correr, para ganhar velocidade, voando depois para zonas onde se sintam seguras.

Os flamingos são aves migradoras, voam até ao norte de África, quando os dias arrefecem no sul da Europa, para voltarem na Primavera seguinte.

O flamingo alimenta-se de pequenos crustáceos, peixes e bivalves, razão pela qual procura as zonas onde a água tem pouca profundidade e as zonas de lama ou sapais.

As fêmeas fazem ninhos altos onde depositam dois ovos, que vão demorar cerca de 30 dias a eclodir.

Os flamingos podem atingir os 1,3 m de altura e pesar cerca de 12 kg

Fonte: olhares.aeiou.pt

Flamingo

O flamingo é uma das espécies mais emblemáticas da nossa fauna. A sua plumagem rosada, em conjunto com o seu porte elegante, torna esta ave muito atractiva e inconfundível.

Apesar do seu aspecto exótico, o flamingo não é uma ave de origem alóctone.

A sua área de distribuição abrange o sul da Europa, a Ásia ocidental e a maior parte de África. Contudo, a espécie apenas se reproduz num número muito reduzido de locais, fazendo-o colonialmente. A nidificação não ocorre todos os anos, dependendo, entre outros factores, dos níveis de água, que podem ser favoráveis ou não.

O tom dominante da plumagem dos flamingos é o cor-de-rosa, sendo este tom particularmente intenso nas coberturas das asas, que apenas são visíveis em voo. Assim, é quando as aves levantam voo que a sua observação se torna mais impressionante. Alguns estudos realizados sobre a alimentação dos flamingos revelaram que a cor da plumagem está relacionada com a alimentação. Em particular, o tom rosado advém da ingestão e da metabolização de pigmentos carotenóides. Já os juvenis são acinzentados, sem nuances de rosado – estas surgem à medida que as aves passam para o estado adulto.

O flamingo é uma ave fortemente ligada ao meio aquático e por isso ocorre invariavelmente em zonas húmidas. Os habitats mais apreciados são os estuários, as salinas, as lagoas costeiras, os arrozais encharcados e também as aquaculturas. As aves alimentam-se geralmente em zonas de águas pouco profundas ou de lodos expostos, mas no caso das aquaculturas, quando a água é mais profunda, os flamingos podem, por vezes, ser vistos a nadar. Sendo uma ave gregária, o flamingo raramente surge isolado – pelo contrário, a espécie surge geralmente em bandos de várias dezenas ou mesmo centenas de aves. No estuário do Tejo, um dos locais do país onde surgem as maiores concentrações de flamingos, os bandos de flamingos formam por vezes uma linha cor-de-rosa à distância, sendo esta hoje uma visão frequente na zona de Alcochete e noutros pontos em redor do estuário.

De raro a muito comum

A aparente abundância do flamingo em Portugal é um fenómeno relativamente recente. Com efeito, e embora na primeira metade do século XX o flamingo tenha sido, ao que parece, bastante comum em certas zonas do país, a informação disponível indicia que, na década de 1970, o flamingo era considerado muito raro ou mesmo excepcional em Portugal. Foi em meados da década de 1980 que começaram a surgir os primeiros bandos de dimensão assinalável (algumas centenas) no estuário do Tejo. Em 1988, os flamingos já podiam ser vistos com regularidade ao longo de quase todo o ano, mas notava-se ainda um aumentos dos efectivos na Primavera (Maio) e no Outono (Outubro). Nos anos que se seguiram começaram a ser vistos bandos de flamingos no estuário do Sado e, progressivamente, noutras zonas húmidas do litoral sul, mas só a partir do virar do século é que a sua presença passou a ser regular na Beira Litoral. Hoje em dia, a espécie é uma presença regular na maioria das zonas húmidas costeiras a sul do Douro e pode ser vista às portas de Lisboa, na zona do chamado Parque do Tejo (no extremo norte do Parque das Nações).

O flamingo pode actualmente ser observado em Portugal ao longo de todo o ano, mas até hoje a espécie nunca se estabeleceu como nidificante no nosso país. As colónias mais próximas situam-se no sul de Espanha e de França. No caso de Espanha, existe um importante núcleo nidificante na Laguna de Fuente de Piedra (província de Málaga) e um outro em Doñana (província de Huelva), enquanto que em França a espécie nidifica na zona da Camargue.

O padrão migratório desta espécie é complexo e não é bem conhecido, mas sabe-se que uma grande parte dos indivíduos que são vistos no nosso país provém destas colónias, havendo numerosos casos de observações em Portugal envolvendo indivíduos que foram anilhados nesses locais.

Onde observar o flamingo

Actualmente esta ave rosada pode ser vista na maior parte das zonas húmidas costeiras a sul do rio Douro. Seguindo a costa de norte para sul, os locais onde a espécie é observada com mais regularidade são os seguintes:

Ria de Aveiro

É frequente encontrar bandos nas salinas a pouca distância da cidade

Estuário do Mondego

Bandos de flamingos podem ser vistos a pequena distância nas salinas da ilha da Morraceira

Lagoa de Óbidos

Menos numerosos que nos locais anteriores, o flamingo pode ser visto junto à foz do rio Real e no braço da Barrosa

Estuário do Tejo

Reúne as maiores concentrações de flamingos em Portugal, que amiúde ultrapassam as 2000 aves.

Estuário do Sado

A par do estuário do Tejo, é um dos locais onde as concentrações ultrapassam frequentemente o milhar de indivíduos

Lagoa de Santo André

Observam-se pequenos bandos com alguma regularidade

Ria de Alvor

Geralmente presente em números reduzidos, mas por vezes juntam-se aqui várias centenas de flamingos

Estuário do Arade

É um dos locais mais mal documentados, mas sabe-se que os flamingos ocorrem com alguma regularidade neste local

Lagoa dos Salgados

Situada perto de Armação de Pêra, é frequentada por pequenos bandos em diferentes épocas do ano

Ria Formosa

A zona do Ludo, perto do aeroporto de Faro, é um bom local para observar esta espécie

Reserva de Castro Marim

Reúne concentrações importantes durante todo o ano, sendo de assinalar a proximidade deste local à vizinha colónia situada nas marismas do Guadalquivir (coto de Doñana).

No interior do território, o flamingo é menos frequente mas por vezes observam-se bandos na lagoa dos Patos (Alvito) ou em açudes perto de Montemor-o-Novo.

Ficha técnica

Nome vulgar: Flamingo
Nome científico: Phoenicopterus roseus
Dimensão: 120-145 cm; envergadura 140-170 cm

Descrição

Caracteriza-se pela plumagem rosada; o pescoço é muito longo e as patas também longas; o bico é espesso e anguloso.

Espécies semelhantes

Inconfundível; as outras espécies de flamingos não ocorrem habitualmente na Europa.

Habitat

Principalmente estuários, lagoas costeiras e salinas; ocasionalmente açudes no interior do território.

Distribuição

Os estuários do Tejo e do Sado e a reserva de Castro Marim reúnem habitualmente muitas centenas de flamingos; outros locais onde a espécie ocorre regularmente, em números variáveis, incluem a ria de Aveiro, o estuário do Mondego, a lagoa de Óbidos, a ria de Alvor e a ria Formosa.

Estatuto migratório

Errático e dispersivo; a espécie pode ser vista em Portugal em todos os meses do ano, sabendo-se que aqui ocorrem indivíduos provenientes das colónias espanholas e francesas, mas o padrão de migração desta espécie não se encontra totalmente esclarecido.

Gonçalo Elias

Fonte: jornal.quercus.pt

Flamingo

Flamingo

Phoenicopterus roseus

Paixão pelas multidões

Uma colônia de flamingos pode ter até 1 milhão de pares de aves. Isso acontece sobretudo com as duas espécies mais comuns, o flamingo grande, e o flamingo menor da África e índia. Nos Andes da América do Sul, vivem outras duas espécies, mas não são tão numerosas. Seu modo de comer faz com que os bandos de flamingos se amontoem em estreitas faixas nas margens dos lagos e lagunas. Para comer, a ave mete se na água com suas pernas compridas, a cabeça virada para baixo, tocando a superfície. Ela chupa a água através de uma franja no bico; a franja só deixa passar objetos pequenos, que são retidos quando a água é expelida. Algumas baleias comem dessa mesma forma. O flamingo grande come também pedaços maiores de comida, como minhocas e caracóis, que ele cava no lodo.

No ritual de acasalamento participam centenas de machos ao mesmo tempo; em seguida, cada par de flamingos faz um pequeno monte de lama no qual é posto um único ovo. Os pais se revezam no choco. Ao nascer, o filhote de flamingo parece um gansinho coberto de penugem cinza. Ele deixa o ninho depois de dois ou três dias; seu bico ainda não tem filtro, e os pais precisam alimentá-lo por várias semanas.

Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Ciconiiformes
Família: Phoenicopteridae

Características

Flamingo grande

Altura: 123 centímetros
Asas de bordas pretas
Bico: curvado no meio
Período de incubação: 1mês

Fonte: www.achetudoeregiao.com.br

Flamingo

Flamingo

Cor do flamingo vem da alimentação

O flamingo é uma bela ave e suas penas chamam bastante atenção em função de sua coloração. Suas plumas são em tons rosados e vermelhos em função de sua alimentação.

Essa ave costuma se alimentar de pequenos crustáceos, plâncton, insetos e moluscos. A sua cor é explicada por essa alimentação que é rica em carotenóides, substância que proporciona essa coloração. Para procurar seus alimentos, os flamingos buscam locais com pouca profundidade nas águas.

Para comer, seu bico é adaptado para retirar a água que suas presas têm. Com isso, filtra apenas o que deseja comer.

Fonte: www.petfriends.com.br

Flamingo

Tamanho: de 90 centímetros a 1,5 metro de altura.
Peso: cerca de 12 quilos.
Tempo de vida: de 15 a 20 anos.
Alimentação: crustáceos, mariscos e algas.
Onde vive: perto de lagos, pântanos e mares.

Flamingo

Eles são bem compridos e sustentam o peso do corpo – de até 12 quilos – em duas pernas bem fininhas, que terminam em pés palmados, ou seja, com dedos unidos por uma membrana: igual aos pés dos patos e gansos.

Os flamingos possuem pescoço curvo e um bico grosso, torto para baixo. No corpo, apresentam penas que variam do vermelho-brilhante ao rosa pálido, com exceção de algumas penas pretas que cobrem suas asas.

Hora do lanche

Na hora que a fome aperta, os flamingos enfiam o bico nas águas rasas dos lagos, pântanos e mares. Quando abre a boca, seu bico se enche não só de comida, mas também de água, lama e areia.

Com a ajuda da língua, o flamingo empurra essa mistura em direção aos pêlos que possui na borda do bico. Os pêlos funcionam como um filtro e barram a passagem da lama e da areia. Feito isso, a água e o alimento – geralmente crustáceos, mariscos e algas - são engolidos.

Em grupo

Os flamingos gostam de viver em grupos. Aliás, é comum vê-los convivendo entre milhares de membros.

Eles se acasalam uma vez ao ano. Na época do acasalamento, constroem ninhos de lama em lugares bem altos. Geralmente, as fêmeas põem apenas um ovo e se alternam com o macho para mantê-lo aquecido. Depois de 30 dias, em média, ele se abre.

Passados três dias do nascimento, o filhote abandona o ninho e passa a andar atrás dos pais procurando comida.

Você Sabia?

A coloração das penas do flamingo, que varia do vermelho-brilhante ao rosa pálido, é resultado da sua alimentação à base de crustáceos. Se a região em que vive for rica em crustáceos, mais forte será o tom de vermelho.

Quando se sentem ameaçados, os flamingos correm para ganhar velocidade e voar para um local mais seguro.

Fonte: www.klickeducacao.com.br

Flamingo

Flamingo
Flamingo

FLAMINGO

Existem no mundo cinco espécies de flamingos, sendo que no Brasil ocorre apenas o flamingo-chileno (Phoenicopterus chilensis), que pode ser observado no sul do País.

O Zoológico de São Paulo mantém 2 espécies que podem ser diferenciadas principalmente pelo tamanho e pela coloração. O flamingo-chileno é de menor porte e com tom de rosa mais claro, enquanto o flamingo-rosa (Phoenicopterus ruber), considerado o maior das cinco espécies, é de cor rosa mais intensa.

São animais de hábitos migratórios que podem voar aproximadamente 500 quilômetros por dia em busca de alimento e locais para nidificação (construir ninhos).

Vivem em grandes colônias que variam de três a seis mil pares! Assim, reproduzem-se em grupos, botando apenas um ovo que nasce em média após 29 dias.

Entre 3 a 6 anos atingem a maturidade sexual e podem viver longos períodos tanto em vida livre (33 anos) como em cativeiro (44 anos).

Os flamingos são animais filtradores que vivem próximos a água de onde provém sua dieta, composta principalmente de vegetação e invertebrados aquáticos.

Em grande parte desses invertebrados está presente uma substância chamada cataxantina que confere ao animal a coloração rosada. Na falta dessa substância, as penas tornam-se esbranquiçadas.

Na Fundação Zoológico de São Paulo, esses animais são alimentados com uma dieta adaptada, mas que fornece todos os nutrientes necessários, sendo composta por: sardinha e verdura picadas, angu de milho, queijo de soja, ração triturada e uma pequena porcentagem de cataxantina artificial em pó ou coloral proveniente de semente de urucum.

Fonte: www.terra.com.br

Sobre o Portal | Política de Privacidade | Fale Conosco | Anuncie | Indique o Portal