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Gavião Carijó



Rupornis magnirostris

Gavião Carijó

Características

Mede 36 cm de comprimento. É a espécie predominante no Brasil. Asas compridas e largas de "pontas abertas" tal como nos urubus, cauda curta, conjunto apropriado para planar em espaços abertos. Os sexos quase sempre se assemelham quanto ao colorido. Macho e fêmea distinguem-se geralmente pelo tamanho, sendo a fêmea maior. É facilmente reconhecido pelo seu ventre estriado, daí o seu nome. É o terror dos galinheiros.

Habitat

Áreas campestres, cerrados, bordas de matas e áreas urbanas arborizadas.

Ocorrência

Do México à Argentina e em todo o Brasil.

Hábitos

Voa no aberto, aos casais, batendo rapidamente as asas e descrevendo círculos chamando a atenção pela característica gritaria que produzem. Na cidade, gosta de pousar em antenas de televisão para observaros terrenos baldios da vizinhança à procura de presas.

Alimentação

Caça grandes insetos, lagartixas, pequenas cobras e pássaros tais como rolas e pardais. Apanha morcegos em seus pousos diurnos.

Reprodução

As fêmeas apresentam os dois ovários desenvolvidos em vez de apenas o esquerdo como nas outras aves. Os ovos são geralmente manchados, de cor muito variável, até dentro de uma mesma postura.

Ameaças

A grande ameaça é a destruição ambiental e caça indiscriminada. As aves de rapina tem um papel indispensável no equilíbrio da fauna como reguladores da seleção. Evitam uma superpopulação de roedores e aves pequenas (como é o caso dos ratos e pombos nos centros urbanos) além de eliminar indivíduos defeituosos e doentes.

Fonte: www.vivaterra.org.br

Gavião Carijó

Rupornis magnirostris

É o gavião mais abundante do Brasil, chegando até mesmo a metrópoles quando há arborização suficiente; caça grandes insetos, lagartixas, pequenas cobras e aves como rolinhas e pardais, sendo capaz de apanhar morcegos em seus pousos diurnos; voa por áreas abertas, aos casais, batendo rapidamente as asas, descrevendo círculos e chamando a atenção pela característica gritaria que produzem (Sick,1985). É identificado pela cabeça, face e gargantas marrons, pelas listras do peito que contrastam com as barras horizontais cor-de-canela no ventre e pelas manchas ferrugíneas nas asas, visíveis durante o vôo (Dunning & Belton, 1986).

Observamos a espécie capturando um pequeno roedor na região do estacionamento próximo ao Portão Sul; acompanhamos também indivíduos de menor porte acompanhados por adultos na área do Parque e na Mata da Baleia, o que seria uma indicação que a espécie está se reproduzindo dentro da área metropolitana.

Fonte: www.pbh.gov.br

Gavião Carijó

Não o persiga, respeite!

Gavião Carijó

O gavião carijó Rupornis magnirostris é uma das espécies mais comuns de nosso país, ocorre em todos os estados, habitando os mais variados ambientes: campos, bordas de mata, áreas urbanas, etc., sendo mais raro em áreas densamente florestadas. Nas últimas décadas este gavião passou a se tornar mais comum nos centros urbanos, se adaptando com sucesso a este ambiente, pois nas cidades a oferta de presas é maior e os seus predadores naturais (outras aves de rapina maiores) são escassos. Mas infelizmente, nos últimos anos, este gavião vem sendo palco de problemas para os moradores, o que é lamentável.

Geralmente, nos meses de Agosto/Setembro período em que começa a época de reprodução dessa ave de rapina, os casais dos ambientes urbanos se instalam em arvores no centro da cidade. Depois de construído o ninho, a fêmea passa o tempo todo nele, chocando ou cuidando dos filhotes enquanto o macho se encarrega de buscar alimento, caçando com maior freqüência. Nesse período ambos os gaviões protegem sua prole e toda a área próxima do ninho contra qualquer invasor (inclusive o homem), emitindo um som de alerta característico para avisar o intruso, e dando vôos rasantes podendo até mesmo atingir o invasor.

O Problema é que às vezes, a árvore escolhida para construir o ninho fica próxima a alguma residência ou até mesmo a algum edifício, fazendo com que os gaviões passem a atacar os moradores, ou qualquer outra pessoa que se aproxime do ninho. Em Maringá-PR no centro da cidade, houve um caso em que gaviões carijós se instalaram em uma árvore em frente a uma residência, onde os moradores simplesmente colocaram uma placa na árvore avisando sobre reprodução da ave naquele local, minimizando assim os tais “ataques” contra as pessoas. Em uma reportagem publicada pelo jornal da globo em setembro de 2006, o caso foi diferente, relatou-se um casal de gaviões carijós que instalaram um ninho ao lado de um edifício, na cidade do Rio de janeiro – RJ, nesse caso os gaviões atacavam os moradores que passavam próximo a árvore ou na varanda dos primeiros andares do prédio, os moradores incomodados com a presença dessas aves solicitaram aos órgãos responsáveis a retirada do ninho, mas felizmente aos gaviões isso não foi feito, e passado o período reprodutivo eles foram embora do local.

Infelizmente devido a casos assim que são bastante comuns no Brasil, os gaviões são vistos como “ameaçadores” perigosos para as pessoas, e não são todas que sabem lhe dar com a natureza, o que acabam incentivando a destruição de ninhos e perseguição com essas aves. E para piorar a situação, muitas das reportagens que relatam casos desses, colocam essas aves de rapina como “vilões” o que piora ainda mais a fama dos gaviões. Apesar do gavião-carijó ser uma espécie comum, a perseguição contra esses animais pode gerar uma série de desequilíbrios ecológicos.

Gavião Carijó
Filhote de Gavião carijó no ninho. Peabiru-PR. 2006. WMS.

Mas o gavião-carijó assim como a maioria das aves de rapina, traz uma série de benéficos para as pessoas e são de extrema importância ecológica, pois fazem controle das populações de pequenas aves e mamíferos, em particular os roedores nocivos às colheitas e a saúde, mantendo o equilíbrio da fauna. Quando ocorrer casos assim, não persiga nem mate essas aves, evite se aproximar do ninho, os gaviões estão apenas tentando aproveitar o pouco que sobra das arvores dos centros urbanos onde antes era seu habitat natural para se reproduzir. Respeite a natureza, os invasores somos nós!!

Willian M. S.

Fonte: www.avesderapinabrasil.com

Gavião Carijó

Rupornis magnirostris

Caracterização

Mede 36 cm. Asas compridas e largas de "pontas abertas" tal como nos urubus, cauda curta, conjunto apropriado para planar em espaços abertos. Os sexos quase sempre se assemelham quanto ao colorido. Macho e fêmea distinguem-se geralmente pelo tamanho, sendo a fêmea maior.

Habitat

Aparecem até em áreas campestres desprovidas de qualquer arborização.

Distribuição

Ocorrem do México à Argentina e em todo o Brasil.

Hábitos

Voa no aberto, aos casais, batendo rapidamente as asas e descrevendo círculos chamando a atenção pela característica gritaria que produzem.

Alimentação

Caça grandes insetos, lagartixas, pequenas cobras e pássaros tais como rolas e pardais; apanha morcegos em seus pousos diurnos.

Reprodução

As fêmeas apresentam os dois ovários desenvolvidos em vez de apenas o esquerdo como nas outras aves.

Os ovos são geralmente manchados, de cor muito variável, até dentro de uma mesma postura.

Manifestações sonoras

Durante o acaalamento emitem seus gritos, semelhantes em várias espécies, o gavião-carijó vocaliza durante todo o ano.
Voz: "wiiä" (corresponde ao canto), "ät-ät-gi, gi, gi, gi, gi"

Inimigos

A grande ameaça é a destruição ambiental e caça indiscriminada.

Preservação

As aves de rapina tem um papel indispensável no equilíbrio da fauna como reguladores da seleção. Evitam uma superpopulação de roedores e aves pequenas (como é o caso dos ratos e pombos nos centros urbanos) além de eliminar indivíduos defeituosos e doentes.

O gavião-carijó é a espécie menos atingida pelas atividades humanas, podendo ser encontrado em áreas urbanas, é encontrado dormindo em janelas de prédios em cidades bem urbanizadas.

Bibliografia

Helmt Sick, 1988. "Ornitologia Brasileira"

Fonte: www.faunacps.cnpm.embrapa.br

Gavião Carijó

Gavião Carijó

Comprimento

18cm

Identificação

Há grande diferença entre os adultos e os imaturos, sendo que os últimos podem ser confundidos com vários outros gaviões, pois apresentam a coloração marrom-carijó

Já os adultos apresentam a ponta do bico negra com a base amarelada, a cabeça e a parte superior das asas são amarronzadas, mas tornam-se cinzas a medida que a ave amadurece. O peito é ferruginoso, a barriga e as pernas são brancas e finamente barradas com listras ferrugíneas.

A base da cauda é branca, mas vai se tornando barrada em direção à extremidade. Existem duas listras negras bem visíveis na extremidade da cauda. Quando em vôo suas asas são largas e de comprimento médio. A coloração básica da parte inferior das asas é o bege estriado com finas listras escuras.

É um dos gaviões mais comuns no Brasil, ocorrendo nos mais variados am- bientes, ausentando-se somente nas florestas mais densas.

Pode ser facilmente visto pousado em árvores altas ou postes nas beiras de estradas. Costuma voar em casais, fazendo movimentos circulares enquanto os dois vocalizam em dueto.

Sua ampla distribuição geográfica também se reflete nos seus hábitos alimentares generalistas, pois conseme desde insetos até aves e lagartos. Procura os abrigos diurnos de morcegos para atacá-los enquanto dormem. Ataca ninhos de outras aves e por isso é ferozmente perseguido por suiriris e andorinhas.

O casal constrói um ninho de gravetos revestido por folhas, geralmente no topo de uma árvore grande. A fêmea bota 2 ovos que incuba sozinha durante um mês, período no qual o macho a traz alimento. Quando está reproduzindo pode tornar-se agressivo, atacando até mesmo seres humanos que se aproximem de seu ninho.

Fonte: www.bdc.ib.unicamp.br

Gavião Carijó

Gavião Carijó

A cabeça é clara, bem como o dorso, onde aparecem listras mais escuras.

Buteo (=Rupornis) magnirostris

Período Reprodutivo: maio a novembro

Locais de observação: Brejos, Cambarazal, Cerradão, Cerrado, Mata ciliar rio Cuiabá, Mata ciliar rio São Lourenço, Mata Seca, Rios, corixos e baías.

O gavião mais freqüente em todo o Brasil, ocorrendo mesmo nas áreas arborizadas do interior das grandes cidades, como São Paulo e Rio de Janeiro.

Gavião Carijó

Apresenta uma grande variação de cores na plumagem, conforme a região do país. Em qualquer uma, no entanto, destaca-se o peito finamente barrado da barriga e a cauda com várias faixas claras (4 ou 5), em contraste com as faixas cinza escuro ou negras (foto). Esse barrado do peito dá origem ao nome comum mais freqüente, gavião-carijó. O outro nome comum, notável no Pantanal, é uma corruptela de rapina, devido ao hábito das galinhas darem alarme de sua presença, ao sobrevoar um terreiro. Embora essa reação ocorra com qualquer outro gavião ou ave com silhueta idêntica em vôo, popularmente acredita-se que é o predador dos pintinhos, rapinando a criação doméstica.

Gavião Carijó

Outra característica de plumagem comum a todas as populações é o tom avermelhado das longas penas da asa. Pouco visível quando pousado, ao voar destaca-se essa cor da asa, mesmo quando está sobrevoando alto. Sua silhueta, a grande altura, é caracterizada pelas asas relativamente curtas e arredondadas, onde as penas da ponta estão levemente separadas entre si, além da cauda longa e estreita. Macho e fêmea são idênticos, exceto pelo menor tamanho do macho, característica notável só com o casal pousado próximo.

Quando saem do ninho, as aves juvenis possuem uma plumagem especial, diferente dos adultos. Pode-se até pensar que trata-se de outra espécie de gavião. O peito e barriga são claros, com riscas verticais amarronzadas no peito e pontos coloridos na barriga, sem o padrão de listras transversais do adulto. A cabeça é clara, bem como o dorso, onde aparecem listras mais escuras. A cauda possui um número maior de faixas claras e escuras, sendo mais estreitas do que na plumagem adulta. Em vôo, por baixo, as longas penas das asas são mais finamente barradas de negro do que na ave adulta.

Gavião Carijó

Ocorre em toda a RPPN. Freqüentemente, caça pousado em um galho a média ou baixa altura, de onde atira-se sobre a presa. Apanha desde insetos até cobras, lagartos, outras aves e pequenos mamíferos. Extremamente territorial, anuncia sua presença circulando em vôos altos, aproveitando as correntes de ar quente. Nessas ocasiões, mais comuns no período reprodutivo, emite o grito territorial, uma espécie de risada longa e ascendente, repetida várias vezes. Quando o casal está em vôo de patrulha territorial, um responde ao outro durante vários minutos.

Além desse chamado, possui um grito de alerta característico, emitido assim que qualquer intruso chega ao território. A transcrição desse alarme é “pinhé”, dado de forma rápida e clara.

Existe um outro gavião, o carrapateiro, cujo alarme é semelhante.

A diferença entre ambos está na clareza e rapidez do chamado.

Fonte: www.avedomestica.com

Gavião Carijó

Nome Popular: Gavião Carijó, Indaié, Gavião Pega Pinto
Nome Científico: Rupornis magnirostris
Classe: Aves
Ordem: Falconiformes
Família: Accipitridae

Gavião Carijó

Características

É o gavião mais abundante de nosso país, chegando a habitar as grandes metrópoles desde que sejam arborizadas o suficiente.Vivem sozinhos ou em pares, que sobrevoam as cidades, campinas e matas em busca de pássaros como pombos e pardais, morcegos, roedores, pequenos répteis e insetos. Fazem seus ninhos em árvores, mas como estão bem adaptados a ambientes povoados é comum que nidifiquem em contruções humanas.

Distribuição Geográfica

Ocorrem do México à Argentina e em todo o Brasil.

Estado de Conservação

Não é uma espécie ameaçada, uma vez que ocupa uma grande área de distribuição geográfica e está perfeitamente adaptado à vida nas cidades.

Comentários Gerais

No Brasil o gavião representa masculinidade, um indivíduo esperto, vivo, fino e propenso a conquistas amorosas. Já na França o gavião representa a mulher que comanda o casamento, uma vez que a fêmea em muitas espécies é maior que o macho.O gavião também é tido como símbolo de força, poder e nobreza.Na China era visto como forma de inteligência, a ponto de se criar lendas como que se essas aves ensinassem truques e métodos para os imperadores. No Egito assim como o falcão, era a representação do Sol.

Concluímos então que se formos analisar todas as simbologias e representações atribuídas aos gaviões, já temos um bom motivo de se respeitar e preservar essas aves uma vez que é importantíssima para várias culturas, mas se formos entendê-los do ponto de vista ecológico sua importância é ainda maior.São os principais controladores de pragas como insetos e roedores, e nas grandes cidades também contribuem no controle das populações de pássaros como pombos e pardais.

Mesmo assim, todos os anos inúmeras espécies de gaviões, incluindo o gavião carijó, são vítimas da ignorância de muitas pessoas que desconhecem todo seu valor. Do mesmo modo como com outras aves de rapina, eles ocasionalmente atacam animais domésticos como galinhas e pássaros engaiolados, sendo então alvo dos proprietários furiosos que desrespeitam a lei, e os caçam.Também são vítimas de acidentes com linhas de pipa, e em regiões rurais muitas vezes adoecem por ingerirem animais impregnados por pesticidas.

Sendo então é preciso que se mude a mentalidade, e deixemos de lado a ignorância e os preconceitos e reconheçamos o valor dessas magníficas aves.

Fonte: www.zoonit.org.br

Gavião Carijó

Rupornis magnirostris

Ordem

Falconiformes

Família

Accipitridae

É o gavião mais comum na cidade, sendo visto sozinho ou em casais. Seus gritos são bastante característicos: quando pousado emite um qui ééé! agudo e áspero, e em vôo é mais comum que grite quiquiquiquiqué!, quiquiquiquiqué!, enquanto plana em círculos. Pousado, pode ser atacado por aves menores, como o beija-flor-tesourão, o bentevi e o siriri, quando elas o detectam entre a folhagem.

O ninho é volumoso, feito com gravetos perto do topo de árvores altas. Põe dois ou três ovos.

Come principalmente insetos grandes (besouros, gafanhotos, grilos), mas também pequenos vertebrados (lagartixas, filhotes de aves, roedores).

Em São Paulo ocorre em áreas verdes, como o Instituto Butantã e os parques do Carmo, Ibirapuera, Independência e Previdência, e também em bairros arborizados (Aclimação, Chácara Flora, Jardim América), onde chega a se reproduzir (como no Planalto Paulista).

Citação bibliográfica

Argel, M., 2001. Gavião-carijó (Rupornis magnirostris).

Martha Argel

Fonte: www.marthaargel.com.br

Gavião Carijó

Gavião Carijó

Nome científico: Rupornis magnirostris
Quanto mede: 36 cm
Onde vive: ocorre do México à Argentina e em todo o Brasil.

Asas compridas e largas de "pontas abertas", tal como nos urubus, cauda curta, conjunto apropriado para planar em espaços abertos. Macho e fêmea quase sempre se assemelham quanto ao colorido.

Distinguem-se geralmente pelo tamanho, sendo a fêmea maior. Voa no aberto, aos casais, batendo rapidamente as asas e descrevendo círculos chamando a atenção pela característica gritaria que produzem. Caça grandes insetos, lagartixas, pequenas cobras e pássaros tais como rolas e pardais; apanha morcegos em seus pousos diurnos.

Os ovos são geralmente manchados, de cor muito variável, até dentro de uma mesma postura. A grande ameaça é a destruição ambiental e caça indiscriminada. O gavião-carijó é a espécie menos atingida pelas atividades humanas, podendo ser encontrado em áreas urbanas, dormindo em janelas de prédios em cidades bem urbanizadas.

Fonte: www.curiosidadeanimal.com

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