Também conhecido como pássaro-preto ou melro, mede 21,5 cm de comprimento. Trata-se de um dos pássaros de voz mais melodiosa do Brasil. Há quem confunda a graúna com o atrevido chopim ( Molothrus bonariensis ), famoso por parasitar o ninho de várias espécies (ex.:tico-tico). Enquanto o Chopim é elegantíssimo, esguio e traja cintilantes vestes de tom violáceo, a graúna é negra mesmo e de porte mais avantajado, além de saber nidificar, não se descuidando da criação da ruidosa prole. Coloração negra uniforme e brilhante.
Campos de cultura, pastos e plantações com árvores isoladas, mortas, remanescentes da mata.
Em todo Brasil não-amazônico
Onívoro (sementes, insetos e brotos de árvores.
Reproduz-se na primavera-verão
Fonte: www.vivaterra.org.br
Ave da família dos icterídeos (Gnorimopsar chopi), a mesma do chopim e do corrupião. Notável pela plumagem preta e seu canto forte e melodioso.
O canto da graúna, emitido com o corpo em posição ereta e acompanhado de vibração das asas, é um dos mais fortes e melodiosos dentre os de todos os pássaros brasileiros. Causa especial impressão quando entoado em bando, como acontece com freqüência no interior do país.
Pássaro da família dos icterídeos, a mesma do chopim, do xexéu e do corrupião, a graúna (Gnorimopsar chopi) é toda preta, com um brilho sedoso na plumagem. Mede de 21,5 a 25,5cm de comprimento e ocorre em todo o Brasil, exceto a Amazônia. A graúna do Nordeste (G. chopi sulcirostris), também chamada de melro, é maior e mais reluzente que a forma típica encontrada no sul, leste e oeste do país (G. chopi chopi), que recebe várias outras designações regionais, como pássaro-preto, vira-bosta e vira-campo.
A graúna vive em pastos e plantações, freqüentando árvores isoladas. Alimenta-se principalmente de grãos e frutas. Nidifica em árvores ocas, quando não aproveita ninhos de outras aves, como o pica-pau, ou buracos em barrancos. Os ovos, até quatro por postura, são incubados em 14 dias só pela fêmea, mas o macho a ajuda a cuidar dos filhotes, cujo tempo de permanência no ninho é de 18 dias em média.
Fonte: passaroazul.br.tripod.com
21,5 a 25,5 cm. Excluindo-se a Amazônia, onde está presente apenas no leste do Pará e Maranhão, é encontrado em todo o restante do País. Encontrado também no Peru, Bolívia, Paraguai, Argentina e Uruguai. É comum em áreas agrícolas, buritizais, pinheirais, pastagens e áreas pantanosas. Sua presença está associada a palmeiras. Vive normalmente em pequenos grupos que fazem bastante barulho. Pousa no chão ou em árvores sombreadas.
Faz ninho em árvores ocas, troncos de palmeiras, ninhos de pica-pau, em mourões, dentro do penacho de coqueiros e nas densas copas dos pinheiros, utilizando também ninhos abandonados de joão-de-barro. Ocupa buracos também em barrancos e cupinzeiros terrestres. Às vezes faz um ninho aberto, situado em uma forquilha de um galho distante do tronco, em uma árvore densa e alta. Conhecido também como pássaro-preto, chupão (Mato Grosso), arranca-milho, chopim e graúna (derivado do tupi "guira-una" = ave preta).
Praticamente todo o Brasil, exceto a região amazônica.
Média 4 ovos.
Pastos, plantações (especialmente de milho e arroz), campos.
14 dias.
Não há dimorfismo sexual, pois machos e fêmeas cantam. Os jovens são como os adultos.
Não há relatos de reprodução em cativeiro. Há dificuldades na formação do casal. As tentativas de reprodução deveriam ser feitas em viveiros de 1 m de largura X 2 m de altura X 3 m de profundidade.
No Nordeste ocorre a Graúna (Gnorimopsar chopi sulcirostris), bem maior que o Pássaro Preto. Devido ao nome chopi, presente na identificação científica, essa espécie recebe erroneamente o nome de Chopim ou Gaudério é da espécie Molothrus bonariensis: o macho é azul escuro de tonalidade metálica, e a fêmea é marrom bem escuro.
Aninha em buracos de árvores.
Fonte: www.flickr.com