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Irerê



Dendrocygna viduata

Características

É um pequeno ganso, pois seus tarsos são altos e reticulados. A parte anterior da cabeça é branca, bem como a garganta. Segue-se contrastando vivamente uma grande zona preta que abrange também a parte superior do pescoço, ao passo que a parte inferior deste é ruivo-castanha. As penas do dorso são brunas, com as orlas amareladas. As asas e a cauda são pretas. A barriga é preta no meio, amarela com desenho listrado nos lados.

Habitat

Lagos, pântanos e brejos

Ocorrência

América do Sul

Hábitos

Forma grandes bandos. Tem o hábito de voar à tardinha e à noite, quando passam vocalizando "irerê, irerê...", o que deu motivo a seu nome onomatopéico. C repusculares e noturnos. Nidifica no solo.

Alimentação

Sementes de plantas aquáticas, encontradas no fundo dos brejos rasos e invertebrados.

Ameaças

Caça indiscriminada

Fonte: www.vivaterra.org.br

Irerê

Locais de observação

Brejos, Rios, corixos e baías.

Você encontra essas informações na página 64 do Guia das Aves

Do mesmo porte da marreca-cabocla, ocasionalmente estão juntas nos lugares de pouso e alimentação. Ocupa os mesmos tipos de ambiente e seus hábitos são, igualmente, crepusculares e noturnos. Alimenta-se de sementes de plantas aquáticas, encontradas no fundo dos brejos rasos. A participação de invertebrados na dieta é um pouco maior do que na marreca-cabocla.

Irerê

Nidifica no solo, no meio da vegetação dos campos inundáveis. É possível que a maior parte dos exemplares da planície pantaneira venha de outros regiões. Comparada com a marreca-cabocla, é menos freqüente na planície pantaneira, embora seja a marreca mais comum fora da Amazônia e Pantanal. Quando não é perseguida pela caça, torna-se bastante tranqüila e exemplares selvagens frequentam lagos em parques públicos ou rios nas grandes cidades, como Rio de Janeiro e São Paulo.

Trabalhos de anilhamento mostraram uma capacidade de deslocamento de algumas centenas de quilômetros.

Os dois primeiros nomes comuns v êm do chamado freqüente dado por essa marreca em seus vôos diurnos ou noturnos. É um assobio mais rápido e curto do que o da marreca-cabocla, de três sílabas bem separadas, a primeira mais alta. Outra característica marcante é o branco da cara da ave adulta (foto).

Irerê

No juvenil, as cores são apagadas e a cara é cinza escuro.

O branco do pescoço e face pode ficar menos evidente em locais onde há suspensão de sedimentos, impregnando as penas à medida que a ave afunda o pescoço para apanhar as sementes no chão do brejo.

Ocorre nos mesmos locais da RPPN onde está a marreca-cabocla. Quando voam, a falta de branco na asa e o dorso mais escuro logo a destacam dessa última.

Fonte: www.avespantanal.com.br

Irerê

Ave Típica da África e América do Sul

Comum na África e na América do Sul, o irerê pode ter realizado longas e antigas migrações, que explicariam sua presença nos dois lados do Atlântico.

Ave da família dos anatídeos, o irerê (Dendrocygna viduata) mede 44cm, tem cabeça e pescoço brancos e coloração geral parda e negra. Os flancos são finamente listrados e o bico e os pés têm cor de chumbo. Abundante em quase todo o Brasil, com nomes regionais como marreca-piadeira, no Rio Grande do Sul, viuvinha, no Ceará, e marreca-viúva, na Paraíba, ocorre também na Argentina, Uruguai e Bolívia. Mostra-se mais ativo ao crepúsculo: de dia, costuma pousar nas praias ou descansar em bandos à beira dos brejos e banhados onde procura alimento.

Em território brasileiro, os deslocamentos migratórios do irerê são frequentes. Os machos, em geral monógamos, participam da criação dos filhotes e mostram-se ciosos das fêmeas durante a reprodução. Os ovos ora ficam no chão, ora em ninhos feitos entre a vegetação aquática, ora em ninhos de espécies aparentadas. O período de incubação é de 27 a 29 dias. Ao mesmo gênero do irerê pertencem a marreca-caneleira (D. bicolor) e a asa-branca ou marreca-cabocla (D. autumnalis), comuns no Brasil.

Fonte: www.emdiv.com.br

Irerê

Nome científico: Dendrocygna viduata
Quanto mede: 35 cm
Onde vive: vivem na América do Sul e África
Filhotes: até 12 ovos

A marreca-irerê é uma das mais típicas marrecas do sul do Brasil, encontradas na região sendo, muitas vezes, avistada em bandos de quase 150 aves. Estão sempre alertas e prontas a dar alarme com insistente alarido. Possui uma máscara branca na cara, as asas são negras e largas e o bico, assim como os pés, são de coloração acinzentada.

Constrói os ninhos no chão, camuflados por arbustos e tufos de capim, onde podem colocar até 12 ovos.Alimenta-se de sementes e de pequenos invertebrados, os quais procura sempre próximo das margens dos lugares onde vive. Filtra a água e a lama com o bico serrilhado para ingerir pequenos invertebrados.

Fonte: www.curiosidadeanimal.com

Irerê

Rústico e ornamental, o irerê é caracterizado por ser uma ave totalmente selvagem e aquática. Para cria-lo, é necessário que seja em regime de semiliberdade, em propriedades grandes que possuam brejos ou lagoas. Sua criação no sistema de confinamento ainda não foi possível devido à dificuldade de reprodução em cativeiro.

A ave anseriforme, da família dos anatídeos, conhecida também pelos nomes de marreca-do-pará, marreca-apaí, marreca-piadeira, marreca-viúva, paturi, iriri, ou irerê. Seu nome cientifico é Dendrocygna viduata. Vive nos rios e lagoas da África tropical, Antilhas, América do sul. É encontrada em quase todo o território brasileiro e costuma se deslocar das regiões tropicais até a Argentina e Uruguai.

Esta ave é reconhecida por possuir um porte reto, com pernas e pescoço compridos. Chega a medir quarenta e cinco centímetros de comprimento. Têm a cabeça e garganta branca, coloração geral ruivo-castanha e parte superior do pescoço preta.

O irerê, cujo nome é onomatopéico, ou seja, imita o som natural da ave, tem um grito que mais parece um assobio. É uma das vozes mais conhecidas deste país. No entanto, a voz do macho se ouve apenas num período muito curto durante o acasalamento. Nada muito bem e pode ser facilmente domesticado. Porém, as instalações devem ser feitas imitando ao máximo se habitat natural.

Saúde

Assim como todos os palmípedes, o irerê é muito resistente a vários tipos de doenças. Se o criador mantiver a propriedade sempre limpa, com água potável, boa alimentação e higiene, dificilmente, encontrará aves com problemas de saúde. Mas é sempre bom lembrar que aves trazidas de outro planteis ou doentes devem ser isolados do restante da criação, pois podem contaminar rapidamente animais sadios que consomem a mesma água e alimento.

É importante também que as aves sejam devidamente vacinadas e que o proprietário siga todas as instruções de um profissional competente. De acordo com Oswaldo Feierabend, apenas os palmípedes não necessitam da vacina contra a bouba aviaria.

Liberdade

Algumas irregularidades podem ocorrer quando irerês são criados soltos na natureza. Uma delas se refere à reprodução.

Há casos de irerês que fazem postura em ninhos de outras aves.

Mas isso acontece raramente e o produtor não deve se preocupar.

Manejo Alimentar

Os irerês costumam se alimentar de pequenas sementes, folhas, adoram arroz, vermes, larvas de insetos, pequenos crustáceos e plantas flutuantes. Nas regiões do Ceara, preferem comer pequeno caranguejo conhecido como "fartura".

E além de consumirem o que está flutuando na superfície dos lagos, elas mergulham para procurar mais alimentos.

Entretanto, se o criador preferir fornecer ração como complemento, o ideal é que esteja úmida e acompanhada de verduras picadas.

Fonte: www.criareplantar.com.br

Irerê

Dendrocygna viduata

Irerê

Esta espécie é um representante remanescente das solturas realizadas pelo antigo IBDF no parque. Possui distribuição por toda a América do Sul e África (Sibley & Monroe,1990), sendo comum em

muitos estados do Brasil e existindo em boa quantidade na região sul do país. Pode ser encontrada também em Belo Horizonte, na Lagoa da Pampulha, onde já registramos bandos com mais de trinta indivíduos.

Essa marreca constrói seu ninho caprichosamente no chão, pondo ovos em grande quantidade (Dunning & Belton,1986).

Gosta de voar em grupos em formação de “v”; seu canto é interpretado por uns como “i-re-rê” ou por outros como “tsi-ri-ri”(Ferrez, 1992).

É facilmente visualizada na região da Praça das Águas.

Fonte: www.pbh.gov.br

Irerê

Irerê

A pesar de não ser das maiores aves, o irerê chama a atenção em rios e lagos, pela beleza. Também pudera. O bico é preto, mas a cabeça e garganta são brancas, como se fosse uma máscara. Já a nuca e a região ventral são pretinhas. O peito é castanho e os lados do corpo são estriados em branco e preto. Os pés-de-pato também são negros.

Esta ave aquática, que cientistas chamam de Dendrocygna viduata, também é conhecida como paturi, marreca picadeira, ou viuvinha. Seu porte é ereto e a fêmea adulta fica um pouco maior que o macho. Irerê atinge até 44 cm de comprimento. No fim da tarde costuma voar em grupos, que se alinham em triângulo.

Com o pescoço esticado e batendo continuamente as asas, chegam a superar oitenta quilômetros por hora. E têm o hábito de descrever círculos, sempre piando, na hora de pousar.

Nosso amigo é mais ativo à noite. É onívoro, quer dizer, come folhas e plantas flutuantes, e também é capaz de devorar insetos e vermes. Quem vê de fora, percebe a ave remexendo a água, mergulhando a cabeça e ficando com o corpo em vertical, em busca da comida. Uma característica é sua voz estridente, que parece gritar i-re-rê.

Na época da reprodução, a fêmea põe uns dez ovos. Ninho de irerê pode ser tanto nas árvores ribeirinhas, como no solo, perto da água. Pai e mãe revezam, tanto no choco, quanto no cuidado com os filhotes. A incubação dura cerca de 28 dias e, ao nascerem, os pequenos apresentam dorso e flancos pardos e ventre amarelado.

Saiba: o belo irerê não é privilégio brasileiro. Ele é encontrado em outros países da América Latina, como Bolívia, Argentina, Uruguai, e também na África.

Fonte: www.aipa.org.br

Irerê

Irerê

Marreca-viuvinha

Dendrocygna viduata

Locais de observação: Brejos, Rios, corixos e baías.

Do mesmo porte da marreca-cabocla, ocasionalmente estão juntas nos lugares de pouso e alimentação. Ocupa os mesmos tipos de ambiente e seus hábitos são, igualmente, crepusculares e noturnos. Alimenta-se de sementes de plantas aquáticas, encontradas no fundo dos brejos rasos. A participação de invertebrados na dieta é um pouco maior do que na marreca-cabocla.

Nidifica no solo, no meio da vegetação dos campos inundáveis. É possível que a maior parte dos exemplares da planície pantaneira venha de outros regiões. Comparada com a marreca-cabocla, é menos freqüente na planície pantaneira, embora seja a marreca mais comum fora da Amazônia e Pantanal. Quando não é perseguida pela caça, torna-se bastante tranqüila e exemplares selvagens frequentam lagos em parques públicos ou rios nas grandes cidades, como Rio de Janeiro e São Paulo. Trabalhos de anilhamento mostraram uma capacidade de deslocamento de algumas centenas de quilômetros.

Os dois primeiros nomes comuns vêm do chamado freqüente dado por essa marreca em seus vôos diurnos ou noturnos. É um assobio mais rápido e curto do que o da marreca-cabocla, de três sílabas bem separadas, a primeira mais alta. Outra característica marcante é o branco da cara da ave adulta (foto). No juvenil, as cores são apagadas e a cara é cinza escuro.

O branco do pescoço e face pode ficar menos evidente em locais onde há suspensão de sedimentos, impregnando as penas à medida que a ave afunda o pescoço para apanhar as sementes no chão do brejo.

Ocorre nos mesmos locais da RPPN onde está a marreca-cabocla. Quando voam, a falta de branco na asa e o dorso mais escuro logo a destacam dessa última.

Fonte: www.avedomestica.com

Irerê

Identificação

Irerê

A máscara branca na face contrastando com o pescoço negro e o bico chumbo torna esta espécie inconfundível.

O peito é castanho e o resto do corpo é finamente estriado em branco e preto. Quando em vôo é possível ver as asas escuras. Provavelmente nosso pato mais bem conhecido, seja pela sua beleza, pelo fato de se aproximar muito das áreas urbanas e pelo seu canto típico.

É a sua vocalização que lhe empresta o nome irerê ou paturi, muito agudo e alto, lembrando o barulho de alguns apitos ou o som de brinquedos de borracha.

É encontrado em quase qualquer corpo d agua ao longo de sua ampla distribuição que vai da Angentina até a América Central e curiosamente também ocorre na África Ocidental.

Pode ser encontrado até mesmo em lagos poluídos. Assim como outros marrecos alimenta-se basicamente de plantas submergidas e gramíneas nas margens dos lagos, mas também come invertebrados aquá- ticos, pequenos peixes e girinos. É mais ativo nos crepúsculos e a noite.

Não é raro ouvir o piado desta ave a noite sobrevoando até mesmo grandes cidades em bandos.

Chega a formar bandos de várias dezenas de indivíduos, principalmente duran te as migrações sazonais que realiza no sul do país.

O ninho é construído no chão. A fêmea bota de 8 a 14 ovos, sendo que o macho pode ajudar a chocar. Ambos cuidam dos filhotes.

Fonte: www.bdc.ib.unicamp.br

Irerê

Dendrocygna viduata

Ordem: Anseriformes
Família: Anatidae

O irerê é a marreca silvestre mais comum na cidade. De dia pousa na água ou na margem de lagos, em bandos que podem ter dezenas de indivíduos. Sobrevoa a cidade de noite, e também de manhã cedo, quando é possível ver no céu os bandos em formação, inclusive no clássico V.

O nome popular vem do assobio agudo, íriri, íriri, ouvido à passagem dos bandos.

O ninho é uma depressão no solo, escondida entre o capinzal, onde a ave põe até quinze ovos, de cor branco-suja.

Alimenta-se de noite, em lagos e brejos, onde come sementes, talos de capins e plantas aquáticas, além de presas animais (moluscos, insetos, crustáceos). Em alguns parques come a ração de aves aquáticas ornamentais.

Habita áreas verdes com lagos (parques do Carmo, Ibirapuera e do Estado). Onde há aves domésticas, descansa junto com patos, marrecos e gansos. A passagem noturna de bandos é ouvida em toda a cidade, o ano todo.

Martha Argel

Citação bibliográfica

Argel, M., 2001. Irerê (Dendrocygna viduata).

Fonte: www.marthaargel.com.br

Irerê

Irerê

Comum na África e na América do Sul, o irerê pode ter realizado longas e antigas migrações, que explicariam sua presença nos dois lados do Atlântico.

Ave da família dos anatídeos, o irerê (Dendrocygna viduata) mede 44cm, tem cabeça e pescoço brancos e coloração geral parda e negra. Os flancos são finamente listrados e o bico e os pés têm cor de chumbo. Abundante em quase todo o Brasil, com nomes regionais como marreca-piadeira, no Rio Grande do Sul, viuvinha, no Ceará, e marreca-viúva, na Paraíba, ocorre também na Argentina, Uruguai e Bolívia.

Mostra-se mais ativo ao crepúsculo: de dia, costuma pousar nas praias ou descansar em bandos à beira dos brejos e banhados onde procura alimento.

Em território brasileiro, os deslocamentos migratórios do irerê são freqüentes.

Os machos, em geral monógamos, participam da criação dos filhotes e mostram-se ciosos das fêmeas durante a reprodução. Os ovos ora ficam no chão, ora em ninhos feitos entre a vegetação aquática, ora em ninhos de espécies aparentadas.

O período de incubação é de 27 a 29 dias. Ao mesmo gênero do irerê pertencem a marreca-caneleira (D. bicolor) e a asa-branca ou marreca-cabocla (D. autumnalis), comuns no Brasil.

Fonte: www.biomania.com.br

Irerê

Dendrocygna viduata

Irerê

Habita lagoas, banhados, campos inundáveis e açudes.

Alimenta-se de sementes, folhas, larvas de insetos e pequenos crustáceos. Mede 44 centímetros. Possui hábitos crepusculares.

Voa em brandos ou aos casais. Constrói o ninho no chão, em pequenas moitas de capim.

Fonte: www.frigoletto.com.br

Irerê

Irerê
Foto de Claudio M. Lopes

Ave anseriforme, da família dos anatídeos, a vive nas margens dos rios e lagoas.

A parte anterior da cabeça e a garganta são de cor branca; o occipício é preto; dorso superior amarelado, raiado de escuro; dorso inferior, cauda, rêmiges, meio do peito e barriga, pretos; coxas e flancos listrados de branco.

Fonte: olhares.aeiou.pt

Irerê

Irerê

Ave da família do ganso. Vive na África tropical, nas Antilhas e na América do Sul. Habita rios e lagos.

Sua cabeça é branca e preta, o dorso superior amarelado e o resto do corpo preto, com as coxas e os flancos listrados de branco.

O nome tupi irerê procura imitar o som de sua voz.

Também é conhecido como assobiadeira, apai, marreca-do-pará e marreca-viúva.

Fonte: www.klickeducacao.com.br

Irerê

Irerê

Nome popular

Marreco Irerê

Nome científico

Dendrocygna viduata

Grupo a que pertence

Vertebrados / Aves.

Tamanho

Aproximadamente de 37 a 45 cm de comprimento e 60 a 65 de envergadura.

Peso

Aproximadamente de 1 a 3 quilos, quando adulto.

Eclosão

De 21 a 23 dias.

Alimentação

É onívoro e se alimenta de invertebrados aquáticos, insetos, raízes e sementes de plantas aquáticas e, ocasionalmente, anfíbios e pequenos peixes.

Hábitos de vida

É uma ave totalmente migradora que se alimenta na água.

Características do corpo

É de pequeno porte, possui uma "máscara" branca e possui penas em seu corpo todo.

Gabriel Carramate

Fonte: www.cecgodoy.pro.br

Irerê

Irerê

Família

Anatidae

Espécie

Dendrocygna viduata

Comprimento

41 a 46 cm.

Presente localmente em todo o Brasil e desde a Costa Rica até a Bolívia, Argentina e Uruguai, sendo encontrado também na região tropical da África e em Madagascar. Comum em lagoas com gramíneas, pantanais, campos alagados e, ocasionalmente, em lagoas de água salobra. Durante o dia permanece agrupado em bandos compactos no chão, à beira de banhados e campos inundáveis.

Raramente pousa em árvores, sendo mais ativo durante o crepúsculo. Quando espantado, permanece sobrevoando em círculos o local onde estava, vocalizando sem parar.

Faz ninho com folhas no chão, em pântanos ou em árvores ocas, pondo até 9 ovos branco-amarelados. Conhecido também como marreca-piadeira (Rio Grande do Sul), assobiadeira, chega-e-vira, sirirí, paturi, paturi-i, marreca-do-pará, marreca-viúva (Paraíba) e viuvinha (Ceará).

Fonte: avebranca.com.br

Irerê

Nome científico

Irerê

Dendrocygna viduata

Família

Anatidae

Hábitat

Beira de lagoas, campos inundáveis, brejos, pântanos, açudes, represas.

Alimentação

Gramíneas

Reprodução

Nidificam no chão em pequenas moitas de capim, em campos ou pastagens. Após o nascimento, os filhotes vão em direção à água, acompanhados pelos pais. A quantidade de ovos varia; já foram encontrados casos de ninhos com até 9 ovos de cor clara.

Características gerais

De porte ereto, máscara branca (isenta nos mais jovens), flancos finamente listrados e asas largas negras, sem branco, bico e pés plúmbeos.

Mais ativos no crepúsculo, à noite sobrevoam cidades, assobiando, principalmente durante as chuvas. Durante o dia, descansam em bandos compactos, ficando de pé à beira de banhados e campos inundáveis onde se alimentam. Pousam também nas praias à beira-mar.

Fonte: eros.ucs.br

Irerê

Irerê

Comum na África e na América do Sul, o irerê pode ter realizado longas e antigas migrações, que explicariam sua presença nos dois lados do Atlântico.

Ave da família dos anatídeos, o irerê (Dendrocygna viduata) mede 44cm, tem cabeça e pescoço brancos e coloração geral parda e negra. Os flancos são finamente listrados e o bico e os pés têm cor de chumbo. Abundante em quase todo o Brasil, com nomes regionais como marreca-piadeira, no Rio Grande do Sul, viuvinha, no Ceará, e marreca-viúva, na Paraíba, ocorre também na Argentina, Uruguai e Bolívia. Mostra-se mais ativo ao crepúsculo: de dia, costuma pousar nas praias ou descansar em bandos à beira dos brejos e banhados onde procura alimento.

Em território brasileiro, os deslocamentos migratórios do irerê são freqüentes. Os machos, em geral monógamos, participam da criação dos filhotes e mostram-se ciosos das fêmeas durante a reprodução. Os ovos ora ficam no chão, ora em ninhos feitos entre a vegetação aquática, ora em ninhos de espécies aparentadas. O período de incubação é de 27 a 29 dias. Ao mesmo gênero do irerê pertencem a marreca-caneleira (D. bicolor) e a asa-branca ou marreca-cabocla (D. autumnalis), comuns no Brasil.

Fonte: www.minasnorte.com.br

Irerê

Irerê

Nome Popular: IRERE / PATURI
Nome Científico: Dendrocygna viduata
Categoria: Aves Ornamentais
Subcategoria: Aves Aquáticas

Fonte: www.fazendavisconde.com.br

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