Jacutinga

Jacutinga

CARACTERÍSTICAS

Jacutinga
Jacutinga

Classe: Aves

Ordem: Galliformes

Família: Cracidae

Nome científico: Pipile jacutinga

Nome vulgar: Jacutinga

Categoria: Vulnerável

Características

Possui plumagem negra brilhante, com manchas brancas nas asas e as penas do píleo (alto da cabeça) também são brancas, além de bastante alongadas e eriçáveis. Face toda emplumada de negro, com região perioftálmica (em volta do olho) nua, de cor branco-gesso. A base do bico é azulada.

A barbela (saliência da pele na garganta) é larga e provida de pouquíssimas penas. É vermelha em sua porção posterior, enquanto que a anterior é dividida em uma área lilás superior e outra azul brilhante inferior. O colorido da barbela torna-se bastante acentuado durante o período reprodutivo, enquanto que fora deste, as cores ficam esmaecidas e mesmo a barbela encolhe.

O macho é mais robusto e sua barbela e bico são mais coloridos.

Habitat

Mata alta, abundante em palmitos cujos frutos são seu alimento predileto. Na serra do mar realiza migrações altitudinais seguindo a frutificação das palmeiras, cujos frutos amadurecem mais cedo em altitudes inferiores.

Alimentação

Parte expressiva de seu alimento consiste nos frutos dessas palmeiras, como o palmito e o licuri (Syagrus). Deles, ela retira a polpa no papo e regurgita, em seguida, os duros coquinhos que sobram. Por isso, acredita-se ter papel relevante na disseminação de várias espécies vegetais. Também se alimenta de frutas e insetos. São monogâmicos (possuem somente um/a parceiro/a) e o macho alimenta a fêmea.

Medidas

700 a 780 mm - Asa: 360 - Cauda: 286 - Bico: 36 - Tarso: 65.

Nidificação

Podem fazer posturas sobre galhos grossos, ramificações de troncos e rochas, quase sem material de construção.

Reprodução

2 a 3 ovos brancos resistentes, com convexidade igual nas duas pontas.

Incubação

28 dias.

Os filhotes já nascem com os olhos abertos e movimentam-se livremente, apesar de sempre acompanhados pela mãe, abrigando-se sob sua cauda ou suas asas. Mesmo empoleirados, enquanto seu tamanho lhes permite, abrigam-se embaixo das asas da mãe durante o seu desenvolvimento.

Peso: 1,1 a 1,4 Kg.

Comprimento: 74 a 78 cm.

Ocorrência Geográfica

Espécie nativa da Floresta Atlântica distribuindo-se pela região sudeste do Brasil, do sul da Bahia ao Rio Grande do Sul. Era encontrada na Serra do Mar, em locais acidentados, semeados de rochas cobertas por mata espessa, onde nidificava. Ocorre também na Argentina, Paraguai e Uruguai.

Cientista que descreveu: Spix, 1825

Categoria/Critério

Ameaçada devido à caça, ao tráfico e à inclemente destruição de seu habitat natural. Vulnerável (classificação da UICN). Listada no Anexo I da CITES.

Fonte: www.ambientebrasil.com.br

Jacutinga

Jacutinga
Jacutinga

A Jacutinga (Pipile jacutinga), é uma ave da família dos Cracídeos de ocorrência na Mata Atlântica no Brasil, mede cerca de 75 cm, alimenta-se de frutos e alguns invertebrados; sendo até as décadas de 1950 e 1960, relativamente comum nesse habitat.

O desmatamento e a caça predatória, reduziram drasticamente as suas populações, sendo atualmente uma espécie em vias de extinção.

Diversos programas de reprodução em cativeiro têm sido bem sucedidos, com a reintrodução sistemática dessas aves na natureza.

Essa ave efetua migrações altitudinais, acompanhando a frutificação de diversas árvores da floresta, principalmente as dos palmiteiros; sendo que, a exploração predatória dessa palmeira, cujos frutos são um dos principais alimentos da Jacutinga, também tem contribuido para a sua decadência populacional.

Fonte: pt.wikipedia.org

Jacutinga

Jacutinga
Jacutinga

A jacutinga é uma das aves mais impressionantes da Floresta Atlântica. Espécie pertencente à família Cracidae, caracteriza-se por possuir a plumagem negra brilhante, com manchas brancas nas asas. Igualmente, as penas do alto da cabeça (píleo) são brancas, além de bastante alongadas e eriçáveis. Possui a face toda emplumada de negro, com região perioftálmica nua, branco-gesso. Ainda, possui a base do bico azulada. A barbela, provida de pouquíssimas penas é vermelha em sua porção posterior, enquanto que a anterior é dividida em uma área lilás superior e outra azul brilhante, inferior. O colorido da barbela torna-se bastante acentuado durante o período reprodutivo, enquanto que fora deste, as cores ficam esmaecidas e mesmo a barbela encolhe.

Distribuição

Habitante típico da região Sudeste do Brasil, era encontrada na região da Serra do Mar em qualquer altitude, em locais acidentados, semeados de rochas e cobertos por mata espessa, onde nidificava (Sick, 1985). Em decorrência da caça, do tráfico de animais selvagens e da inclemente destruição de seu habitat natural, notadamente a Floresta Atlântica, a espécie desapareceu da maioria dos locais onde era encontrada habitualmente.

Atualmente, apesar de admitir-se que a espécie tenha sua distribuição para o Brasil desde o sul da Bahia até o Rio Grande do Sul, é na verdade de ocorrência bastante pontual.

Reprodução

Como os demais representantes da família, são monogâmicos, ou seja: possuem apenas um parceiro. Podem fazer posturas sobre galhos grossos, ramificações de troncos e rochas quase sem material de construção . Os ovos são brancos e o período de incubação é de 28 dias. Os filhotes já nascem com os olhos abertos, e movimentam-se livremente apesar de sempre acompanhados pela mãe, abrigando-se sob sua cauda ou suas asas.

Mesmo empoleirados, enquanto seu tamanho lhes permitir, abrigam-se embaixo das asas da mãe durante o seu desenvolvimento. Criação em cativeiro - Como a maior parte das espécies de Cracidae (com raras exceções), Pipile jacutinga é monogâmica, ou seja, machos e fêmeas têm apenas um parceiro.

Bastante difundida no Brasil atualmente, a manutenção de Cracidae em cativeiro, visando sua reprodução tem se mostrado um sucesso, com várias espécies tendo se reproduzido e algumas, como o mutum-do-sudeste (Crax blumenbachii) só escaparam da extinção em razão de serem alvo de projetos de reprodução em cativeiro.

Quanto à jacutinga contudo, apesar do status de espécie ameaçada, apenas recentemente tem sido alvo de trabalhos de reprodução em cativeiro com objetivos definidos. No passado, apesar de ter sido uma espécie bastante reproduzida em cativeiro por criadores particulares, por diversas vezes foram promovidos cruzamentos com outras espécies de Pipile, procedimento este que em nada beneficiou a espécie por ter produzido animais híbridos. Felizmente isso é passado e atualmente aqueles que mantêm jacutinga sabem da importância de se desenvolver a reprodução dessa espécie em cativeiro, primando pela manutenção da qualidade genética das aves.

Fonte: www.felipex.com.br

Jacutinga

Jacutinga
Jacutinga

Classe: Aves

Ordem: Galliformes

Família: Cracidae

A jacutinga é uma das aves mais impressionantes da Floresta Atlântica. Espécie pertencente à família Cracidae, caracteriza-se por possuir a plumagem negra brilhante, com manchas brancas nas asas. Igualmente, as penas do alto da cabeça (píleo) são brancas, além de bastante alongadas e eriçáveis. Possui a face toda emplumada de negro, com região perioftálmica nua, branco-gesso. Ainda, possui a base do bico azulada. A barbela, provida de pouquíssimas penas é vermelha em sua porção posterior, enquanto que a anterior é dividida em uma área lilás superior e outra azul brilhante, inferior. O colorido da barbela torna-se bastante acentuado durante o período reprodutivo, enquanto que fora deste, as cores ficam esmaecidas e mesmo a barbela encolhe. (Sick, 1985).

Habitante típico da região Sudeste do Brasil, era encontrada na região da Serra do Mar em qualquer altitude, em locais acidentados, semeados de rochas e cobertos por mata espessa, onde nidificava (Sick, 1985). Em decorrência da caça, do tráfico de animais selvagens e da inclemente destruição de seu habitat natural, notadamente a Floresta Atlântica, a espécie desapareceu da maioria dos locais onde era encontrada habitualmente. Atualmente, apesar de admitir-se que a espécie tenha sua distribuição para o Brasil desde o sul da Bahia até o Rio Grande do Sul, é na verdade de ocorrência bastante pontual.

Como os demais representantes da família, são monogâmicos, ou seja: possuem apenas um parceiro. Podem fazer posturas sobre galhos grossos, ramificações de troncos e rochas quase sem material de construção (SICK, 1985). Os ovos são brancos e o período de incubação é de 28 dias. Os filhotes já nascem com os olhos abertos, e movimentam-se livremente apesar de sempre acompanhados pela mãe, abrigando-se sob sua cauda ou suas asas. Mesmo empoleirados, enquanto seu tamanho lhes permitir, abrigam-se embaixo das asas da mãe durante o seu desenvolvimento.

Como a maior parte das espécies de Cracidae (com raras exceções), Pipile jacutinga é monogâmica, ou seja, machos e fêmeas têm apenas um parceiro. Bastante difundida no Brasil atualmente, a manutenção de Cracidae em cativeiro, visando sua reprodução tem se mostrado um sucesso, com várias espécies tendo se reproduzido e algumas, como o mutum-do-sudeste (Crax blumenbachii) só escaparam da extinção em razão de serem alvo de projetos de reprodução em cativeiro. Quanto à jacutinga contudo, apesar do status de espécie ameaçada, apenas recentemente tem sido alvo de trabalhos de reprodução em cativeiro com objetivos definidos. No passado, apesar de ter sido uma espécie bastante reproduzida em cativeiro por criadores particulares, por diversas vezes foram promovidos cruzamentos com outras espécies de Pipile, procedimento este que em nada beneficiou a espécie por ter produzido animais híbridos. Felizmente isso é passado e atualmente aqueles que mantêm jacutinga sabem da importância de se desenvolver a reprodução dessa espécie em cativeiro, primando pela manutenção da qualidade genética das aves.

Fonte: geocities.yahoo.com.br

Jacutinga

Jacutinga
Jacutinga

Nome científico: Pipile jacutinga.

Nome em inglês: Piping guan.

Ordem: Galliformes.

Família: Cracidae.

Habitat: Florestas.

Distribuição geográfica: Do Rio Grande do Sul a Bahia, centro e norte do Brasil, norte da Argentina e Paraguai.

Características: Mede aproximadamente de 75 a 78 centímetros. A cor geral é preta-azulada, com branco no alto da cabeça e a base do bico azul esbranquiçado. A região em volta dos olhos é azulada, e a garganta, sem pena, é vermelha. Possui crista.

Incubação: Dura cerca de 28 dias.

Número de ovos: 02 a 03.

Alimentação: Frutas, vegetais e insetos.

Curiosidade: Comportamento metódico. Pela manhã alinha as penas com o bico. Com os primeiros raios de sol sai em busca de alimentos, descendo ao chão. Ao escurecer, busca mais alimento e depois, procura o pouso, sempre na árvore mais alta. Pertence a avifauna mais antiga deste hemisfério.

Alerta: Espécie ameaçada de extinção. É muito perseguida, pelo prazer da caça e pelo sabor de sua carne.

Fonte: www.rio.rj.gov.br

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