
Ara nobilis
46 cm
Da Venezuela e Suriname ao Brasil, em Mato Grosso, Goiás, São Paulo, Rio de Janeiro e estados do nordeste.
Postura de 2 a 4 ovos - incubação 24 dias
A maracanã é, realmente, uma ararinha. A pele nua em volta dos olhos é característica típica de seu grupo.
É a única arara com as pontas das asas completamente verdes e não azuis como as demais. Portanto, a identificação no campo é fácil.
Come coquinhos silvestres e frutos, principalmente o caroço, que tritura com seu possante bico.
Fonte: www.curiosidadeanimal.com

Cerradão, Cerrado.
Como na ararinha, o verde domina a plumagem do corpo. Quando as condições de luz permitem, nota-se que o tom é mais claro dessa espécie em relação à anterior. É também menor. Pousada ou em vôo, a principal característica a distingui-la é o branco da parte superior do bico, o qual se conecta ao branco da pele nua ao redor dos olhos. Como a parte de baixo do bico é negra e o resto da cabeça verde, forma-se uma grande área de branco puro na cabeça.
Por baixo das asas em vôo, aparece uma mancha vermelha próxima à ponta. Essas penas vermelhas, algumas vezes, são visíveis com a asa fechada, sob a forma de um ponto ou mancha vermelha na dobra da mesma.
Embora seja freqüente nas matas ribeirinhas e matas secas do Pantanal, é muito menos comum que a ararinha. Como essa, vive aos casais no período reprodutivo e forma grupos após essa fase. Seus grupos, no entanto, são maiores e mais barulhentos do que os da ararinha. Em vôo, os gritos de contato são mais agudos e constantes.
Faz seus ninhos em ocos de árvores, com postura de 4 ovos. Choca durante 24 dias e os filhotes voam com os pais após o segundo mês de vida. Buscam seu alimento na copa das árvores, apanhando frutos e flores.
É observada nos seus longos deslocamentos matinais e vespertinos entre os pontos de dormida e alimentação, os quais cobrem toda a área da reserva. Pode ser mais facilmente encontrada nas matas ribeirinhas dos rios Cuiabá e São Lourenço, bem como nos cerradões da parte norte da RPPN.
O nome maracanã é tupi, sendo comum a várias espécies de araras pequenas em todo o Brasil. Ficou famoso com a denominação do maior estádio de futebol do mundo, no Rio de Janeiro, oriundo do nome do riacho Maracanã, localizado em suas proximidades.
Fonte: www.avespantanal.com.br

A Arara-nanica (Ara Nobilis) é uma espécie pouco preocupante.
A Ara Nobilis , é a mais pequena de todas as araras, medindo cerca de 30cm. Possuem cor vermelha na ponta das asas, tendo o resto do corpo coberto predominantemente com verde, e uma plumagem azul na zona da cabeça .As partes inferiores das asas e da cauda têm cor amarela A face é de cor branca e desprovida de penas , pelo que pode ficar com um tom mais encarnado quando o animal se encontra excitado, devido ao maior fluxo sanguíneo. O Bico é preto.
Norte do Brasil e Venezuela.
Sobretudo florestas secundárias e em terrenos de cultivo adjacentes a zonas florestadas.
Na natureza costumam nidificar em cavidades em árvores. As fêmeas põem geralmente 4-5 ovos em cada postura, sendo a incubação de cerca de 25 dias. As crias abandonam o ninho aos 2 meses. A característica mais marcante no que toca à reprodução , é que regra geral podem reproduzir em comunidade, mantendo-se sociaveis .
Sementes e frutas.
Fonte: www.mediabirds.info

Ordem: PSITTACIFORMES
Família: Psittacidae
Reconhecem-se, actualmente, três subespécies nesta espécie sul-americana, entre as quais Ara nobilis nobilis, que se encontra no Leste da Venezuela, nas Guianas e no Norte do Brasil e que está representada no Zoo de Lisboa. As outras duas subespécies distribuem-se pelo Nordeste e Centro do Brasil, o Sudeste do Peru e o Nordeste da Bolívia. As araras-nanicas vivem em savanas dos tipos “cerrado” e “catinga”, em florestas de galeria, zonas pantanosas com palmáceas (dos géneros Mauritia ou Orbignya), em florestas secundárias e em terrenos de cultivo adjacentes a zonas florestadas.
Medem apenas 30 cm de comprimento, sendo as mais pequenas representantes das araras. Não existe dimorfismo sexual. A plumagem tem cor predominantemente verde-viva, mas a fronte é azulada e apresentam uma mancha vermelha na parte superior da dobra das asas (“ombro”). As partes inferiores das asas e da cauda têm cor amarela. Possuem pele nua de cor branca, nas faces. O bico é preto. As patas são zigodáctilas (têm dois dedos virados para a frente e dois dedos virados para trás; em geral, as aves apresentam três dedos virados para a frente e um para trás).
Podem verificar-se movimentos dispersivos em função da disponibilidade de alimento.
Alimentam-se de sementes, flores, frutos, bagas e plantas de cultivo.
Nidificam em ocos de árvores e em termiteiras arbóreas. A postura é de cerca de quatro ovos, que são incubados durante 24 dias apenas pela fêmea. As crias são altriciais (totalmente dependentes dos pais durante os primeiros tempos de vida). Os juvenis só saem do ninho depois dos dois meses de idade.
A espécie não está globalmente ameaçada (segundo a União Internacional para a Conservação da Natureza). Pertence ao Apêndice II da CITES. É relativamente abundante na sua área de distribuição e não tem sofrido pressões causadas pela destruição do habitat ou pelas capturas para o comércio ilegal de aves de cativeiro.
Fonte: www.zoo.pt