
O maior dos martim-pescadores. Mede 42 cm de comprimento, pesando em torno de 305 a 341 g. É inconfundível pelo porte avantajado, bico enorme, comprido e pontudo. Sua plumagem é azulada nas partes superiores, sendo a barriga de coloração ferruginosa. Apresenta um colar branco bem visível. O macho tem o peito também ferrugíneo, mas na fêmea, o peito tem uma faixa escura e outra branca.
Áreas próximas a água de açudes, lagoas, represas, córregos, lagunas, manguezais e à beira mar.
Em zonas tropicais e subtropicais, indo da Terra do Fogo ao Alaska.
Pousa sobre troncos secos e pedras à beira d'água, em árvores altas, em fios e moirões. Vive a maior parte do tempo solitário. Visto pousado em algum galho seco sobre a água olhando atentamente à espera de algum peixe. Daí mergulham e saem com o peixe no bico, que vão comer em outro lugar.
Peixes
Nidifica em barrancos ou rochas. Vivem aos casais na época da reprodução. O casal se reveza na execução de longas galerias tortuosas, de um a dois metros de comprimento onde são postos de dois a quatro ovos, arredondados e de um branco puro, diretamente no substrato. O casal reveza-se a cada vinte e quatro horas.
Em média os ovos eclodem em 22 dias. Os filhotres nascem nus e cegos e abandonam o ninho em 35 dias.
Os proprietários de pesqueiros não acham nada agradável a visita do martim-pescador, mas é necessário o mínimo de sacrifício para evitar a destruição desta espécie, pois seu habitat natural está desaparecendo com aterros de cursos d'água, pela poluição e presas saturadas de inseticidas.
Fonte: www.vivaterra.org.br

www.flickr.com
Nomes populares: martim-pescador-grande, matraca, martim-cachá.
Ordem: Coraciiformes
Família: Alcedinidae
Nome científico: Ceryle torquata.
Da América Central à Terra do Fogo, inclusive em todo o território da América do Sul.
Pousa em galhos e rochas à beira de grande corpos d'água, como rios largos, lagos, lagunas, manguezais e beira-mar.
A partir de pousos elevados, espreita a passagem de presas como peixes, grandes insetos e crustáceos. Ao avistar algo, lança-se com rapidez, mergulha e captura o animal com o bico, como se vê na praia. Pode também pairar sobre a água para localizar as presas.
Vive em casais, nidificando em galerias de até 2 m de profundidade que escava em barrancos. A fêmea põe de 2 a 4 ovos brancos e lustrosos, que incuba revezando-se com o macho. Os filhotes permanecem no ninho por 35 dias ou mais, recebendo dos pais a alimentação composta por peixes miúdos.
42 centímetros de comprimento total, peso entre 305 e 341 gramas; o bico, enorme, tem 8 centímetros de comprimento.
Citação bibliográfica
Argel-de-Oliveira, M. M., 1991. Martim-pescador-grande. Jornal da Praia, suplemento do Jornal da Tarde, edição de 14 de janeiro: 8. (Série Pássaros [sic] do litoral e da mata atlântica)
Martha Argel
Fonte: www.marthaargel.com.br
Nome científico: Caryle torquata
Família: Alcedinidae
Ordem: Coraciiformes
Distribuição geográfica: do México
à Terra do Fogo e em todo o Brasil
Tamanho: 42 cm
Pode ser encontrado à beira de lagos, rios, represas, manguezais, açudes e à beira-mar. De hábito solitário, costuma ficar empoleirado em um galho alto, sempre próximo à água, de onde pode observar as redondezas e sair para pescar.
Do seu poleiro parte diretamente para mergulhos rápidos, em busca de sua presa ou voa rasante sobre a água, assim que a vê. Algumas vezes alimenta-se de insetos que ficam sobre a água e pequenas rãs.
Tem um grito forte, característico, que o denuncia mesmo em vôo.
Enquanto o macho tem o peito de cor ferrugem, na fêmea esta área é cinza-azulado, o que nos ajuda a identificá-los facilmente.
Os casais fazem seus ninhospróximos uns dos outros, escavando longas galerias nos barrancos, perto das águas. A fêmea põe de dois a quatro ovos brancos e arredondados. A incubação dura cerca de 22 dias, sendo esta tarefa dividida entre o macho e a fêmea. Os filhotes são alimentados com pequenos peixes e ficam no ninho até completarem 35 dias ou mais.
Fonte: www.animalworld.com.br

Maior martim-pescador brasileiro, mede 42 centímetros. Vive perto de grandes rios, lagoas, manguezais e à beira-mar.
Pousa em galhos, fios ou estacas acima da água, de onde mergulha para capturar peixes ou rãs.
Faz o ninho em buracos nos barrancos de rios ou estradas.
Fonte: www.frigoletto.com.br
Ordem: Coraciiformes
Família: Alcedinidae
Comprimento: 40 cm
O martim-pescador se alimenta de peixes, capturados dentro d’água. Observa suas presas desde um alto poleiro. Na ausência de um poleiro de observação, o martim-pescador pode pairar no ar peneirando, como fazem alguns gaviões.
Constroem o ninho em barranco, escavando-o com auxílio dos pés, um túnel horizontal, mede de 1 a 2 metros de comprimento onde são postos cerca de 4 ovos.
Os membros do casal incubam os ovos; eles se revezam nesta tarefa a cada 24 horas.
Fonte: www.portogente.com.br
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Coraciiformes
Família: Cerylidae
Género: Ceryle
Espécie: C. torquata
O Martim-pescador-grande (Ceryle torquata) é uma espécie de martim-pescador natural da região do México até a chamada Terra do Fogo, no extremo sul da América. Tais aves chegam a medir até 42 cm de comprimento, possuindo a cabeça e dorso cinza-azulados, nuca e garganta brancas, partes inferiores castanhas.
Também são conhecidas pelos nomes de ariramba-grande, caracaxá, cracaxá, martim-cachá, martim-cachaça, martim-grande e matraca.
Fonte: pt.wikipedia.org