
Mede 29,5 cm de comprimento. O macho apresenta uma faixa ferrugínea no peito, a qual é verde na fêmea. Conhecido também como ariramba-verde e martim-gravata (Rio Grande do Sul). Dorso verde metálico, asas escuras com manchas brancas, colar no pescoço branco começando na base do bico e cabeça negra com bico fino e comprido.
Beiras de rios, lagos, lagunas, manguezais e outros corpos d'água, geralmente com margens ensolaradas.
Em todo o Brasil e também do México à Argentina.
Pousa em galhos expostos ao sol (em alturas variáveis de 2 a 10 m), onde passa a maior parte do tempo observando a água. Raramente paira no ar antes de mergulhar.
Peixes de 3,5 a 11 cm.
Faz ninho no interior de buracos com cerca de 1,5 m de profundidade, em barrancos às margens das águas. Põe de 3 a 4 ovos.
Destruição do habitat e poluição.
Fonte: www.vivaterra.org.br

Esta espécie e a seguinte (C. americana) são muito semelhantes no padrão de colorido, diferindo principalmente quanto ao tamanho.
Peixes. Para pescá-los utilizam um poleiro baixo, rente à água rasa, e daí capturam os pequenos peixes que surgem na superfície. Alimentam-se também de camarões de água doce e, ocasionalmente, de anuros e larvas aquáticas de insetos.
Nesta espécie, o casal freqüentemente permanece junto durante anos. Na época de reprodução, o macho e a fêmea escavam o ninho num barranco que margeia um riacho ou próximo a ele; o túnel mede de 1 a 2 m e termina na câmara onde são postos os ovos que medem cerca de 34 x 27 mm. A incubação é tarefa da fêmea no período noturno e partilhada pelo casal durante o dia. Os filhotes abandonam o ninho com 29 ou 30 dias de idade.
Beira de lagos, lagoas, açudes e rios.
29,0 cm
Fonte: www.seed.pr.gov.br
Nome científico: Chloroceryle Amazona
Ordem: Coraciiformes
Família: Alcedinidae
Gênero: Chloroceryle

O maior dos martins-pescadores verdes, porém menor que o Megaceryle torquata (martim-pescador-grande).
Frequenta águas interiores, rios e lagoas grandes, sendo pouco comum ao longo da orla marítima. Voa rente ao espelho d'água.
Empoleira-se em galhos baixos ocultos por folhagem densa, passando desapercebido, pois na penumbra sua plumagem esverdeada assume tonalidades escuras.
Captura peixes e crustáceos, podendo pairar no ar para mergulhar em áres abertas. Alisa as penas do píleo com o encontro das asas e balança a cauda verticalmente como outros martins-pescadores.
O macho oferece alimento à fêmea durante a corte.
Nidifica em túneis escavados em barrancos com 1,60 m de profundidade. Como o C. americana (martim-pescador-pequeno), o macho permanece no ninho durante o dia e a fêmea, à noite. (Tamanho: 30 cm)
Trecho retirado de: SIGRIST, Tomas. Aves do Brasil - Uma visão artística. Editora Avis Brasilis, 2006
Fonte: www.rancholimoeiro.com
Familia: Alcedinidae
Comprimento: 29,50 cm
Presente em todo o Brasil e também do México à Argentina.
Comum em beiras de rios, lagos, lagunas, manguezais e outros corpos d'água, geralmente com margens ensolaradas.
Pousa em galhos expostos ao sol (em alturas variáveis de 2 a 10 m), onde passa a maior parte do tempo observando a água. Raramente paira no ar antes de mergulhar. Captura peixes de 3,5 a 11 cm.
Faz ninho no interior de buracos com cerca de 1,5 m de profundidade, em barrancos às margens das águas. Põe de 3 a 4 ovos. O macho apresenta uma faixa ferrugínea no peito, a qual é verde na fêmea.
Conhecido também como ariramba-verde e martim-gravata (Rio Grande do Sul).
Fonte: www.guiapescaelazer.com.br