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Papagaio de Cara Roxa

Papagaio de Cara Roxa
Amazona Brasiliensis
(Linnaeus, 1758)

As informações mais recentes sobre esta espécie mostram que está restrita às matas litorâneas remanescentes no sudeste e no sul do Brasil.

Constrói seus ninhos em árvores de ilhas florestadas como as da baía de Paranaguá, no Paraná. Mede cerca de 36 centímetros e pouco se sabe sobre seus hábitos.

Na década de 80, sua imagem foi usada para ilustrar selos. Hoje em dia é, provavelmente, a espécie de papagaio mais ameaçada do Brasil.

Fonte: www.ibge.gov.br

Papagaio de Cara Roxa

Características

Mede cerca de 36 cm e possui a plumagem predominantemente verde com a testa e loros vermelhos, cabeça com lados azuis, garganta roxa.

As coberteiras e penas terciárias possuem a borda amarela, retrizes com a ponta amarela, bico cor de chifre. Dorso verde e ponta da cauda com lista amarela.

Habitat

Endêmico da Mata Atlântica.

Ocorrência

Originalmente este papagaio ocorria desde o estado de São Paulo até o Rio Grande do Sul, estando hoje restrito a uma pequena faixa no litoral sudeste paulista e na baía de Paranaguá - PR.

Hábitos

Vivem em casais, podendo também formar bandos.

Alimentação

Frutas, sementes e flores.

Reprodução

Período de reprodução é entre setembro à fevereiro. Nidifica em ocos de árvores altas, especialmente de palmeiras, geralmente em áreas de mata densa ou em locais inundados. A fêmea coloca geralmente entre 2 a 4 ovos e a incubação dura cerca de 26 dias, nascendo no máximo 3 filhotes que são alimentados pelos pais até saírem do ninho

Ameaças

Consta na lista oficial de animais ameaçados de extinção do IBAMA. A captura tanto de adultos quanto jovens para o tráfico de animais é a principal ameaça para a espécie. A destruição da Mata Atlântica, para extração de madeira e implantação da agropecuária também representa uma séria ameaça.

Por ocorrer em uma área não muito extensa e estar extremamente associado às formações florestais numa faixa muito estreita, as populações do papagaio-de-cara-roxa sofreram um declínio acentuado e desde a década de 60 a espécie já é considerada ameaçada de extinção.

Fonte: www.vivaterra.org.br

Papagaio de Cara Roxa

Papagaio de Cara Roxa
Papagaio de Cara Roxa

O Papagaio de Cara Roxa é nascido e criado nas matas e ilhas do litoral de Iguape, Cananéia, Ilha Comprida, Guaraqueçaba e Paranaguá. Todas estas cidades juntas representam apenas um pedaçinho do Planeta Terra.

Mas é somente aí que ele vive. De manhã e a tarde é comum vê-lo cruzando o céu destas cidades, gritando com o seu bando.
Agora ele corre o risco de desaparecer das matas para sempre e de só existir nesta figura. Os caçadores apanham seu filhote. Destróem seu ninho. Derrubam a mata. A caça e a venda desta ave é proibída por lei!

Ele quer continuar vivendo aqui. Como você, que também é filho desta terra. E ambos têm este direito.
Mostre o seu orgulho por esta cidade:

Permita que esta criatura inteligente, nosso único papagaio, continue voando livre por estes céu!

Fonte: www.ambiente.sp.gov.br

Papagaio de Cara Roxa

Papagaio de Cara Roxa
Papagaio de Cara Roxa

Amazona brasiliensis

Também chamado papagaio Chauá, mede uns 35 centímetros, é verde com a cabeça alternando tons vermelhos na fonte, roxos no alto da cabeça e azuis nas faces.

Os últimos papagaios-de-cara-roxa que existem no mundo - cerca de 4.500, segundo os cientistas - vivem na Floresta Atlântica brasileira, na faixa do litoral Norte de Santa Catarina ao Sul de São Paulo, com destaque para o litoral paranaense. Por isso, são considerados pelo Ibama uma espécie ameaçada de extinção. Vivem em bandos, mas são monogâmicos. Uma vez por ano, a fêmea bota dois ou três ovos.

Os filhotes vivem com os pais durante o primeiro ano de vida. Só depois de alguns anos formam casais, para muito tempo depois começaram a reproduzir. Alimentam-se de frutos, folhas, sementes e flores ( corta: e do néctar) da mata nativa do litoral. Por ser tão restrito ao seu habitat, é uma ave vulnerável, já que qualquer alteração do ambiente pode ser-lhe extremamente arriscada. Ameaçam-no, em particular, o desmatamento e a caça para o tráfico. Nove em cada grupo de dez papagaios capturados, morrem antes de ser vendidos.

Fonte: www.pr.gov.br

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