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Pardal



Classe: Aves
Ordem: Passeriformes
Família: Ploceidae
Nome científico: Passer domesticus
Nome vulgar: Pardal
Categoria: Não consta

O pardal é originário da Europa e foi trazido de Portugal para o Rio de Janeiro, em 1906. Foi também levado para outros países e o sucesso da sua expansão foi tal, que é mesmo considerada a espécie de ave terrícola mais amplamente distribuída no mundo. É um pássaro atento e desconfiado, resistindo bem às perseguições e sempre ocupando novas áreas. Para expandir-se geograficamente conta também com a colaboração dos seres humanos que os conduzem através de embarcações, estrada de ferro e de rodagem.

Alimentação

Sementes, insetos, brotos de árvores e restos de alimentos deixados pelos seres humanos.

Nidificação

O ninho é uma construção esférica com entrada lateral, frouxa e mal acabada, de capins, algodões e outras fibras, excepcionalmente feito pelo macho. Este ninho é colocado em cavidades e fendas, afastadas do solo, em árvores, telhados, postes de iluminação pública e semáforos, utilizando também ninhos de outras aves. Os 4 ovos manchados são incubados pelo casal durante 12 dias. Os filhotes são alimentados com pequenos artrópodes e abandonam o ninho com cerca de 10 dias de idade, quando passam por uma dieta vegetariana. Com freqüência os filhotes retornam ao ninho para nele dormir, durante algum tempo.

Hábitat

Cidades

Tamanho

15,5 cm

Fonte: www.ambientebrasil.com.br

Pardal

O pardal é a mais familiar das aves, encontrando-se em todos os locais habitados por pessoas, no campo ou na cidade.

Apresenta dismorfismo sexual, tendo o macho tons castanhos mais escuros e a fêmea uma lista supraciliar clara.

O macho distingue-se ainda da fêmea por uma coroa cor de chocolate e um bibe preto que se alarga pelo peito. Costuma formar grandes bandos, que podem atingir as 500 unidades.

Mede entre 14 e 15 cm e alimenta-se de restos de comida, de sementes e de insectos. Reproduz-se em fendas de edifícios ou em buracos de árvores. Põe 3 a 5 ovos cinzentos manchados, que são incubados sobretudo pela fêmea, durante 11/14 dias.

Fonte: www.bragancanet.pt

Pardal

O pardal é a ave mais fácil de observar em Portugal e também no resto da Península Ibérica. Pode ser encontrado noutros países da Europa, mas aí a concorrência com outras aves, como o tordo, não lhes confere tanto protagonismo.

As vilas e cidades são o habitat preferido destas aves, apesar de poderem ser encontrados também no campo, em grande abundância.

As migalhas, insectos e minhocas são a base da sua alimentação, e os núcleos habitacionais proporcionam todo esse alimento. As chaminés e os beirais das casas proporcionam locais ideais para a sua reprodução, que acontece na Primavera.

Nas zonas densamente arborizadas, podemos encontrar numerosos bandos destes barulhentos animais, que alegram os fins de tarde, voando de árvore em árvore até ao anoitecer.

É muito fácil distinguir o macho da fêmea. O macho, tem a cabeça e parte das asas castanhas escuras, sendo o resto do corpo de um tom pardo, acastanhado, ao passo que a fêmea apresenta em todo o corpo uma coloração uniforme, de cor castanho esverdeada.

Ao contrário do que se pode pensar, estas aves são extremamente frágeis e todos os anos o número de aves mortas durante o Inverno é muito grande. No entanto, a sua facilidade em reproduzir-se faz com que esse factor perca alguma importância. Em algumas zonas mais frias, é frequente os habitantes colocarem pequenos reservatórios com manteiga, onde os pardais vão buscar parte da sua gordura corporal para combater o frio intenso.
Os pardais podem medir até 15 cm

Fonte: bicharada.net

Pardal

Pardais tendem a forragear comida no solo e usam um movimento saltando quando não estão em vôo. O vôo deles é direto, sempre agitando as asas e nenhum período de vôo livre.

Esta ave robusta, com seu bico curto e cônico, é uma criatura bastante familiar em todas as cidades. Existem mais de 60 espécies relacionadas na Europa, Ásia, África e América. O pardal instalou-se nos primeiros povoados há muito tempo atrás e hoje vive bem tanto no campo, quanto nas cidades.

Pardais e agricultores são inimigos porque o pardal causa grandes prejuízos nos pomares e plantações de cereais. Nas cidades, essas aves se reúnem ao entardecer em bandos muito barulhentos, que não se aquietam até que a noite chegue.

Pardais formam pares monógamos para cada estação de procriação. São construídos ninhos entre fevereiro e maio. Na época do acasalamento o macho procura um lugar adequado. Este lugar pode ser o oco de uma árvore no campo, o beiral de um telhado ou a saliência de um edifício na cidade.

Pardal-fêmea, que tem a penugem do peito mais acinzentada e a penugem das costas mais clara. (foto: David Jones)

Com o território estabelecido, ele chama uma fêmea que esteja próxima. Enquanto mostra-lhe a casa, ele eriça a penugem negra do pescoço. Se ficar satisfeita, a fêmea entra no ninho e a família está constituída. São construídos ninhos de vegetação seca, penas, cordas, e papel. São gerados de um a quatro ovos por vez, incubados durante 10 a 14 dias. Depois que os ovos forem chocados, machos e fêmeas alimentam o jovem por regurgitação.

DADOS

NOME COMUM: Pardal
NOMES EM INGLÊS: House Sparrow
NOME CIENTÍFICO: Passer domesticus
FILO: Chordata
CLASSE: Aves
ORDEM: Passariformes
FAMÍLIA: Pioceidae
TAMANHO: 15 cm contando a cauda

COR

Cabeça e pescoço cinza-chumbo. Listra branca sobre as asas. Peito e ventre brancos.

ALIMENTAÇÃO

Pardais comem vários tipos de sementes e complentam a dieta com alguns insetos, frutas e migalhas de pão.

DISTRIBUIÇÃO

O Pardal é distribuído mundialmente, mas é nativo da Europa e da África Setentrional. Foi introduzido na América do Sul, Austrália, Nova Zelândia e América do Norte na segunda metade do século XIX.

Fonte: www.libreria.com.br

Pardal

Nome científico: Passer domesticus
Quanto mede: 15 cm
Onde vive: em todos os locais habitados
Filhotes: postura de 3 a 5 ovos – incubação até 14 dias

O pardal é a mais familiar das aves, encontrando-se em todos os locais habitados por pessoas, no campo ou na cidade. Costuma formar grandes bandos, que podem atingir as 500 unidades. Mede entre 14 e 15 cm e alimenta-se de restos de comida, de sementes e de insetos.

Reproduz-se em fendas de edifícios ou em buracos de árvores. Põe 3 a 5 ovos cinzentos manchados, que são incubados sobretudo pela fêmea, durante 11 - 14 dias.

Fonte: www.linkscampeoes.com.br

Pardal

É a ave da cidade por excelência, dificilmente vivendo longe das habitações. Alimenta-se principalmente de todo tipo de restos de alimentos humanos.

Mas também pega insetos, que procuram nos galhos ou mesmo capturam em vôo.

As pessoas em geral não gostam muito do pardal, talvez por ele ser meio feioso, com pouco colorido e por ter uma voz monótona, sem nenhuma graça. Às vezes resolvem morar debaixo dos telhados, incomodando os moradores.

Mas é bonito ver bandos imensos chegando de tardinha para dormirem juntos numa árvore frondosa.

Pardal

O pardal é uma ave útil: funciona como um lixeiro, eliminando detritos que serviriam para a proliferação de baratas ou ratos. Da mesma forma eliminam grande número de insetos.

O ninho é um amontoado de capim geralmente feito em alguma cavidade, debaixo de telhados, ou até nos canos onde são afixados os semáforos, no meio do movimento das ruas! O pardal é injustamente acusado de espantar as outras aves. Na verdade nós é que as espantamos, eliminando áreas verdes, poluindo o ar, fazendo barulho... O pardal é o bode espiatório disto tudo.

Fonte: www.ib.usp.br

Pardal

Nome Científico: Passer Domesticus
Classe: Aves
Ordem: Passariformes
Família: Pioceidae
Distribuição: É encontrado em quase todo o mundo, exceto os polacos.
Habitat: Comuns em cidades, florestas, campos, zonas de cultivo, parques e jardins.
Nome comum: Pardal

Pardal

Características

Apresenta Cabeça e pescoço acinzentados, lista branca sobre as asas, peito e ventre de cor branca. Mede cerca de 15 centímetros, contando com a cauda. Os ninhos são construídos entre fevereiro e maio. A fêmea põe de um a quatro ovos e a incubação é feita tanto pela fêmea quanto pelo macho, com duração de até quatorze dias. Alimentam-se de sementes, insetos, frutas e migalhas de pão.

Os pardais e os agricultores não têm uma relação muito amigável, pois a ave causa prejuízos a pomares e plantações de cereais. Nas cidades é comum vê-los em bandos barulhentos ao entardecer e só se aquietam quando chega a noite.

Fonte: www.fiocruz.br

Pardal

Nome Científico: Passer domesticus
Reino: Animalia
Phylum: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Passeriformes
Família: Passeridae

Passer domesticus (Linnaeus, 1758).

Nome comum

House-sparrow (Inglês)
Pardal (Português)

Descrição morfofisiológica

Indivíduos da espécie Passer domesticus medem aproximadamente 15 cm de comprimento (entre 14 e 16 cm), sendo que a amplitude entre as asas mede entre 19-25 cm. Há dimorfismo sexual na espécie. Os machos apresentam duas plumagens: Durante a primavera: apresentam cor acinzentada na região do píleo e na fronte; cor preta no loro e na garganta (formato de um babador); cor marron com riscos prestos nas asas e região dorsal; cor cinza-claro ou branca no rosto, peito e abdomen. As penas coberteiras e as remiges apresentam cor preta no centro e as pontas são em tons queimados. O bico é preto e os pés são cinza-rosado. Durante o outono: cor preta no loro; garganta com coloração apagada ou quase que inexistente. A plumagem no outono é menos evidente; a mandíbula superior é preta e a mandíbula inferior é preta-amarelada. As fêmeas apresentam cor acinzentada no píleo; marron nos loros, fronte e bochechas; supercílios em tom esbranquiçado. As remiges e a região dorsal são similares a dos machos. Indivíduos jovens apresentam as mesmas características das fêmeas.

Vivem em média 12 anos. Apresentam asas curtas, cauda de porte médio e cabeça relativamente grande. São gregários, e constróem seus ninhos em grupos. Dificilmente contruirão seus ninhos em árvores. Formam pares monogâmicos durante cada época de reprodução. Os ninhos são construídos entre os meses de fevereiro e março, feitos de vegetação seca, penas, fios, e papel. Os ovos são postos durante qualquer época no período reprodutivo. Tanto machos quanto fêmeas chocam os ovos. Esse período demora entre 10 e 14 dias. Tanto machos quanto fêmeas alimentam os filhotes regorgitando o alimento préviamente capturado e digerido.

Fonte: www.institutohorus.org.br

Pardal

Pardal

Pardal-comum
Passer domesticus

Uma das mais abundantes espécies da nossa avifauna, e, provavelmente, a mais conspícua, desde há muito que o pardal-comum se estabeleceu em ambientes urbanos, sendo bastante fácil de detectar.

Identificação

O facto de coexistir com o homem no mesmo ambiente faz com que as suas características sejam facilmente apreciadas. Os machos e as fêmeas apresentam plumagens diferentes, sendo o primeiro caracterizado pelo babete preto, a testa e a coroa cinzentas, os loros escuros e o dorso acastanhado com marcas escuras. As fêmeas não possuem babete nem os lorosescuros, apresentando a plumagem acastanhada e uma lista creme desde o olho à nuca. O bico é grosso, como é próprio das aves granívoras.

Pardal

Abundância e calendário

O pardal-comum é bastante abundante ao longo do território, sendo geralmente ubíquo em zonas humanizadas, tanto em grandes cidades como em aldeias ou lugarejos habitados.

Ocorre durante todo o ano, podendo formar bandos de grandes dimensões, especialmente em zonas agricultadas ou em
dormitórios de parques urbanos.
Onde observar

Sendo provavelmente a espécie mais observada em Portugal, não resulta difícil detectá-la, sendo obviamente preferivel procurá-la em ambientes humanizados, onde se deixa observar a menos distância.

Entre Douro e Minho

Presente junto das localidades, pode ser visto facilmente nos estuários do Minho e do Cávado e também no Parque da Cidade do Porto.

Trás-os-Montes

Pode ser visto em Miranda do Douro, nas aldeias da serra da Coroa e nas cidades de Chaves, Vila Real e Bragança, entre muitos outros locais.

Litoral centro

Não existem zonas onde a espécie seja escassa, pelo que ocorre bem distribuida e em elevadas densidades um pouco por toda a região, nomeadamente junto das localidades, como Coimbra, Figueira da Foz e Óbidos, e também em zonas húmidas como a ria de Aveiro e o baixo Mondego.

Beira interior

Distribui-se bastante bem pelo território, podendo ser visto em Vilar Formoso, nas aldeias da região do Sabugal, em Segura, na aldeia do Sabugueiro (serra da Estrela) e nas aldeias do Tejo Internacional.

Lisboa e vale do Tejo

Bastante comum por toda a região, sobretudo nas grandes zonas urbanas como em Lisboa e junto da costa do Estoril.

Ocorre em bandos de grande dimensões no estuário do Tejo em associação com outras espécies, especialmente no Inverno.

Pode também ser visto com facilidade no cabo Espichel e no sítio das Hortas.

Alentejo

Ao longo de toda esta região está presente em grande número, inclusive nas planícies mais abertas de Castro Verde e Évora, e nas zonas secas de Mértola e Moura- Mourão, para além de muitos outros locais e localidades. É fácil observá-lo de perto em
Castelo de Vide e Marvão.

Algarve

Extremamente bem distribuída ao longo desta região, desde as cotas mais altas da serra de Monchique, até ao cabo de São Vicente e zonas salinas da reserva de Castro Marim, sendo mais comum nas localidades. Também é frequente na Quinta do Lago.

Fonte: www.avesdeportugal.info

Pardal

Período Reprodutivo: julho a dezembro
Locais de observação: Campo.

Pardal

Você encontra essas informações na página 241 do Guia das Aves

Ave européia introduzida no Rio de Janeiro no início do século XX, com o intuito de ajudar na redução dos mosquitos da cidade. Embora o pardal coma insetos, sua base alimentar principal são grãos, de modo que é pouco efetivo no controle de populações desses invertebrados. Colonizou grande parte do Brasil por meios próprios ou auxiliado por mãos humanas. Atingiu as grandes cidades da Amazônia antes das ligações terrestres serem estabelecidas.

Por depender dos ambientes urbanos, semi-urbanizados ou áreas de cultivo, acompanha a colonização do centro-oeste das últimas décadas. No Pantanal, está presente nas grandes cidades e nas sedes de fazendas. Nos locais com agricultura, afasta-se mais das casas, embora retorne a elas todos os dias para dormir ou reproduzir-se.

Ao contrário do que é popularmente dito, não afasta o tico-tico das redondezas das casas. Esse último diminui ou some à medida que a urbanização aumenta, fazendo desaparecer o ambiente e as presas de que necessita.

O pardal é gregário o ano todo, formando bandos mais expressivos após o período reprodutivo. Porém, em alguns lugares do país já se reproduz o ano inteiro. O macho, com seu característico desenho negro na cabeça e garganta, além das listras marrons laterais, canta continuamente em um beiral de casa ou outro local coberto. A fêmea, atraída pelos chamados, é intensamente disputada com outros machos (às vezes com bicadas e pancadas de asa). Decidida a disputa, começa a pegar capins para construir o ninho, auxiliada pelo macho. Ambos cuidam da prole e, havendo condições, várias ninhadas saem seguidamente.

Prolifera de tal modo que pode ser a ave mais comum em uma cidade.

Fonte: www.avespantanal.com.br

Pardal

Pardal
Pardal, ave européia,
introduzida no Brasil para eliminar insetos e vermes.

Nome comum de numerosas aves de pequeno porte, especialmente as da família Fringillidae, que compreende também o tentilhão. São conhecidas cerca de 700 espécies, a maioria concentrada no hemisfério Norte.

Os pardais alimentam-se, em geral, de sementes, mas na época em que fazem ninhos também comem insetos. Constroem-nos no solo, em tufos de gramíneas, em moitas ou em arbustos, mas raramente em locais distantes do chão. O ninho do pardal é uma estrutura compacta e bem construída, formada de gramíneas, fibras vegetais e, ocasionalmente, pequenos ramos e galhos. A fêmea põe quatro ou cinco ovos.

Os pardais das Américas vivem em quase todos os ambientes. Os pardais-cantadores são encontrados em áreas de arbustos, os pardais-manchados habitam as florestas, os pardais-palustres vivem em zonas pantanosas, os pardais-vespertinos se reúnem nas campinas e os da espécie Amphispiza belli são achados em regiões desérticas. Existem também os que habitam as cidades. O pardal-doméstico e o pardal-das-árvores são originários da Europa e encontrados nas zonas temperadas de todo o mundo.

O pardal foi introduzido no Brasil com a finalidade de eliminar insetos e vermes. Era proveniente da Europa. Casais de pardais foram soltos no Rio de Janeiro e daí se espalharam por várias regiões do Brasil, reproduzindo-se intensamente e tornando-se nocivos à lavoura, uma vez que se alimentam quase exclusivamente de grãos e sementes.

Fonte: www.klickeducacao.com.br

Pardal

Pardal

Nome comum: Pardal
Nome em inglês: House Sparrow
Nome em italiano: Passero
Nome em francês: Moineau domestique
Nome em espanhol: Gorrión común
Nome em alemão: Haussperling
Nome científico: Passer domesticus
Filo: Chordata
Classe: Aves
Família: Pioceidae
Ordem: Passariformes
Tamanho: 15 cm com cauda
Cor: Cabeça e pescoço cinza-chumbo. Listra branca sobre as asas. Peito e ventre brancos

Alimentação

Pardais comem vários tipos de sementes e completam a dieta com alguns insetos, frutas e migalhas de pão.

Distribuição

O Pardal é distribuído mundial (excluindo os polacos). É nativo da Europa e Norte a África. Foi introduzido no Sul da África, América do Sul, Austrália, Nova Zelândia, e América. Sua introdução em ocupação na América Norte ocorreu em 1851, quando um grupo de 100 pássaros da Inglaterra foi lançado em Brooklyn, Nova Iorque.

Hábitos

Pardais tendem a forragear comida no solo e usam um movimento saltando quando não estão em vôo. O vôo deles é direto, sempre agitando as asas e nenhum período de vôo livre.

Reprodução

Pardais formam pares monógamos para cada estação de procriação. São construídos ninhos entre fevereiro e maio.

Na época do acasalamento o macho procura um lugar adequado. Este lugar pode ser o oco de uma árvore no campo, o beiral de um telhado ou a saliência de um edifício na cidade. Com o território estabelecido, ele chama uma fêmea que esteja próxima.

Pardal

Enquanto mostra-lhe a casa, ele eriça a penugem negra do pescoço. Se ficar satisfeita, a fêmea entra no ninho e a família está constituída. São construídos ninhos de vegetação seca, penas, cordas, e papel. Um a quatro ovos. Machos e fêmeas incubam os ovos para períodos pequenos de alguns minutos cada. Incubação dura durante 10 a 14 dias. Depois que os ovos forem chocados, machos e fêmeas alimentam o jovem por regurgitação.

Predadores naturais: Muitos falcões e corujas caçam e alimentam de Pardais. Outros predadores conhecidos que se alimentam dos filhotes e ovos incluem gatos, cachorros, raccoon, e muitas serpentes.

Esta ave robusta, com seu bico curto e cônico, é uma criatura bastante familiar em todas as cidades. Existem mais de 60 espécies relacionadas na Europa, Ásia, África e América. O pardal instalou-se nos primeiros povoados há muito tempo atrás e hoje vive bem tanto no campo quanto nas cidades. Pardais e agricultores são inimigos porque o pardal causa grande prejuízos nos pomares e plantações de cereais. Nas cidades, essas aves se reúnem ao entardecer em bandos muito barulhentos, que não se aquietam até que a noite chegue.

Fonte: www.felipex.com.br

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