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Pequinês



A HISTÓRIA DA RAÇA

Pequinês
Pequinês

Uma história de lealdade e coragem é narrada por autores que se aventuram a narrar um pouco da vida destes pequenos seres.

Contam que em 1860 o Palácio Imperial de Pequim na Cidade Proibida na China, foi invadido e saqueado por tropas franco-inglesas numa ação coordenada pela França e Inglaterra na destituição do poder daquela Dinastia.

Durante a invasão, soldados teriam encontrado centenas de pequenos animais mortos, e estes, mais tarde reconhecidos como ancestrais dos pequineses atuais por historiadores. Surge a idéia de que os chineses preferiam ver seus cães, tidos como sagrados, mortos a vê-los em mãos ocidentais, sobretudo naquelas que invadiam o Palácio de Verão.

Encontrariam, ainda durante a invasão, cinco exemplares vivos devidamente posicionados ao redor, como que a guardar o corpo, da princesa que se suicidara. Em outra literatura, o corpo encontrado seria aquele da tia do Imperador Chinês.

Não nos cabe contestar a história mas o certo é que desta invasão foram levados cinco exemplares do "pequeno cão leão" de volta para a Inglaterra. Eles teriam saído do Palácio como presas de guerra, pelas mãos do Lorde John Hay, Tenente Dunne e do Sir George Fitzroy.

Já na Europa ocidental eles seriam distribuídos e direcionados como descrevemos abaixo sob pretexto de ilustrar a história:

O Lorde John Hay ficou com o macho fulvo para si que chamou de Schlorff e este teria vivido até aos dezoito anos de idade. O Lorde presenteou ainda sua irmã, Duquesa de Wellington com uma fêmea, que recebeu o nome de Hytien.

O tenente Dunne presenteou a Rainha Victória com uma fêmea parti-color, castanho e branco, que recebeu o nome de Looty. O súbito aparecimento desta raça exótica, e o apreço da rainha pela sua fêmea, aliado a sanções comerciais impostas a China, teriam propiciado novas importações, muitas não documentadas, que fariam o número de exemplares aumentar rapidamente no oeste europeu.

As duas últimas fêmeas foram dadas para a Duquesa de Richmond e Gordon que chamou uma delas de Guh e a outra de Meh .

Estas últimas teriam contribuído para estabelecer a raça na Grã-Bretanha dando origem a linha de sangue Goodwood que foi a primeira designação dada a uma criação de pequineses. A reprodução destes durou até o início do século com a contribuição e dedicação de Lady Algernon Gordon Lennox, cunhada da Duquesa.

Outras importações foram realizadas pelo comandante da marinha mercante, Capitão Loftus Allen, que levou para a Inglaterra, um macho para sua esposa em 1893, que chamou de Pekin Peter. Em 1896 retornou com um casal preto, Pekin Prince e Pekin Princess (3,6 kg e 2,7 kg respectivamente). Os animais levados da China naquela época, tinham cerca de 8 polegadas, em média, de altura.

A criação criteriosa européia obteve exemplares de rara beleza e, ao mesmo tempo, decaía a qualidade dos exemplares na China sendo necessário re-importar reprodutores da Europa e Austrália.

Em 1902 foi criado o Clube do Pequinês e em 1919 foi feito o primeiro registro da raça pelo Kennel Clube da Inglaterra.

Em 1909 foi criado o Clube do Pequinês da América, nos EUA, e em 1911, organizado a primeira exposição especializada com 95 exemplares inscritos.

Pequinês
Pequinês

O fato é que este cão excepcional quando analisamos seu temperamento e sua estrutura, vivia recluso na Cidade Proibida e era o grande favorito da família Imperial de Pequim, geralmente andavam na companhia do imperador ou da imperatriz. Por serem considerados sagrados eram proibidos aos plebeus e rouba-los significava punição rigorosa, inclusive com pena de morte.

O aspecto do Pequinês variou pouco ao longo do tempo. A diferença se fundamenta sobretudo na pelagem menos abundante e membros menos arqueados.

Há relatos da existência de pequenos cães de luxo, provavelmente ancestrais deste cão, já em 620 DC e que nos dá indícios do desenvolvimento da raça.

Devido ao comércio existente na época, há quem acredite que os ancestrais da raça saíram do Egito rumo ao Tibet pelas mãos mercantes e deste, para a China, já que na época estes países mantinham relações comerciais.

Acredita-se que esta raça tinha mais de 2000 anos de idade quando foi encontrada na China. É evidente que os achados que sustentam esta informação, referem à existência de cães que podem ter originado a raça, e o processo de procriação, reservado às antigas Dinastias Chinesas, levou-o ao aspecto dos cães encontrados naquele ano de 1860.

Depois, com sucessivas seleções de exemplares, aliado ao padrão para a raça estabelecido, chegou-se ao que hoje chamamos de exemplar típico da raça.

Pequinês
Pequinês

No Brasil, à partir da década de cinqüenta, a raça receberia um impulso advindo da importação de exemplares importados para a melhora do plantel nacional, as décadas de 60 e 70 marcam uma verdadeira "febre" pela raça. Muitos lares tinham seu exemplar, típico ou não, mas que dava idéia da dimensão da popularidade da raça no país. Com a criação do Clube Paulista do Pequinês, dirigido pela Sra Yvonne Malanconi Mossi, alguns criadores, entre eles, Dna Belkis, nossa entrevistada, procuravam criar critérios de distinção e divulgação do padrão correto da raça.

Precisamos lembrar, entretanto, que naquela época a televisão, revistas especializadas, e outros veículos de informação não tinham a abrangência que têm hoje.

O que se seguiu foi uma seqüência de acasalamentos que resultaram em descendentes fora daquelas características marcantes e desejadas. A ausência de importações, a formação de criadouros meramente comerciais e a mestiçagem da raça, causaram uma sensível redução no número de cães em exposição e a descaracterização da raça.

Como mesmo modo que cresceu o número de animais, supostamente pequineses, decresceu a partir da década de 70. Outras pequenas raças, naquela época denominadas cães de luxo, foram introduzidas no país, e isto teria contribuído para o escasso número de exemplares que se viu posteriormente.

A cultura dos acasalamentos sem critérios, sem noções de qualidade, terminou por gerar animais mestiços, congênitos e degenerados quando analisamos sob a ótica do rigor técnico. As famílias de cães usadas na procriação, ainda que legítimos, não eram precursoras dos caracteres físicos e genéticos desejados.

Não queremos discorrer sobre erros do passado, apenas cita-los como forma de experiência para o futuro.
A década de 90 marca um novo recomeço para a raça no Brasil com a entrada, em solo nacional, de excelentes animais importados. Falaremos um pouco sobre este período no objetivo do site.
Esperamos ter contribuído para mostrar um pouco da história deste belo e de bom espírito cão, que denominamos pequinês.

A LENDA DE UM AMOR QUASE IMPOSSÍVEL

Uma antiga lenda chinesa faz da origem do Pequinês um conto romântico. A lenda conta que há muitos séculos atrás, um leão encontrou-se com uma pequena macaca, apaixonou-se e com ela quis se casar;

Para isso era necessário apresentar-se diante do deus Hai-ho.

Este disse ao leão:

"Se estás disposto a sacrificar a tua estatura e a tua força por amor a esta macaca, consinto que te cases com ela".

O leão aceitou de boa vontade e o fruto desta união, foi o cão pequinês, que conservou a coragem, o porte orgulhoso e expressão nobre do rei das selvas, unido à graça e ternura no tamanho diminuto de uma macaquinha.

Esta é uma lenda, logo não científica, originária da china, que serve para ilustrar um pouco mais os mistérios que acompanham este cãozinho tão especial.

Não é verdade que o pequinês é muito agressivo?

Não é verdade. Uma das características deste pequeno cãozinho é justamente a docilidade. Numa criação selecionada e criteriosa estes exemplares agressivos não existem pois o temperamento é fator importante na decisão da escolha dos reprodutores.

A valentia desta raça pode ser confundida com agressividade devido à fama difundida nos últimos anos, sobretudo no Brasil. Na verdade o pequinês é uma raça corajosa que freqüentemente se esquece de seu tamanho em relação a cães estranhos e às vezes, de grande porte. Gostam de vigiar o espaço que eles entendem como seu território. Com humanos são meigos e dóceis, porém são reservados com estranhos.
Os cruzamentos inadequados na década de 60 e 70 podem ter gerado exemplares mais agressivos, principalmente quando houve mistura de raças, mas em regra geral o que chamamos de exemplar legítimo da raça não deve ter este comportamento.

olhos dele saltam para fora?

Os olhos de cães desta raça, assim como os de outra raça qualquer, não tem vontade própria. Logo, podemos dizer que não "saltam" para fora da cabeça.

Uma das características da raça é ter olhos grandes, escuros e arredondados que devem estar perfeitamente alojados na órbita craniana. Podem ser discretamente proeminentes mas não é desejável animais exoftálmicos, ou seja, exibir saliência exagerada do globo ocular.

De qualquer forma é necessário que o dono esteja sempre atento aos cuidados típicos para a raça. Levando-se em conta que eles não tem focinho e são valentes ao extremo com outros cães; uma briga pode ocasionar algum trauma nos olhos e isto não é o que desejamos.

Mantendo os olhos limpos, evitando confrontos, retirando obstáculos perigosos e eliminando o péssimo hábito de suspender o cão pela pele do pescoço não há o que temer em relação a este problema.
Estes cuidados podem ser aplicados a cães de outras raças também.

o pequinês solta muito pêlo?

Esta raça faz muda de pêlo em períodos que variam de uma a duas vezes por ano.

Na verdade notamos uma troca de sub-pêlo em períodos variáveis que podem ser aquele que antecede o cio das fêmeas e a primavera nos machos. Citamos estes períodos com base em exemplares de nossa criação e notamos que quanto maior o volume de subpêlo maior a quantidade perdida na troca.

Questões climáticas podem também reduzir, acelerar ou aumentar a perda do pêlo. A queda de pêlo é natural em cães (até em humanos) mas o comprimento dos fios (longo ou curto) em outras raças pode sugerir que esta característica é exclusiva do pequinês. Não é verdade.

No pequinês a troca se faz a partir da queda por um curto período (em regra) que pode variar de 2 a 4 semanas em média. Uma rotina de escovação neste prazo e um banho ao final ajudam na remoção de pêlos mortos.

Esta característica é deixada em segundo plano quando levamos em conta que o pequinês é um cão tranqüilo, leal, companheiro e não late por qualquer motivo. Não tenha dúvida de que a sua dedicação vai ser recompensada por estes pequenos guardiões e em pouco tempo a mudança de pêlo não terá qualquer importância para você.

macho não cobre naturalmente a fêmea?

Outra inverdade sobre a raça.

Os machos são propensos ao acasalamento natural mas a impaciência dos proprietários ou até a necessidade de preservar a pelagem nos cães espetaculares (exposição) podem interferir no cruzamento dos animais. Relatos de outros criadores de nosso convívio confirmam nossa tese.

Embalamos literalmente a pelagem posterior de machos e fêmeas para impedir acidentes com os longos fios de pêlos durante a cobertura. Também removemos a pelagem da região genital dos exemplares e algumas fêmeas têm a região posterior aparada liberando a vulva para o coito. Mantemos o casal em ambiente limpo e tranqüilo e acompanhamos do preparo ao acasalamento. Macho pequeno em relação à fêmea pode requerer a ajuda do proprietário. Algumas outras variáveis poderiam ser aqui lembradas mas não é o propósito do site.

O médico veterinário pode auxiliar na tomada de decisão pela inseminação artificial mas sugerimos que os proprietários deixem seus cães acasalarem naturalmente. É melhor deixar este procedimento para situações onde a interferência externa seja necessária como é o caso de criações onde há um macho para muitas fêmeas. Novamente concluímos que os cuidados para o pequinês são iguais aos de outras raças com exceção da atenção com a pelagem e o cuidado para não desgastar o macho em tentativas seguidas e infrutíferas de acasalamento.

os filhotes só nascem de cesárea?

Não é verdade. Em nossa rotina de criação não tivemos casos de cesárea mas se tivéssemos não poderia ser considerado como típico da raça. Voltemos a lembrar que o parto natural é típico do pequinês. A impaciência pode precipitar a decisão pela cirurgia mas em nossa criação somos instruídos a acompanhar o parto pacientemente e só intervir através de procedimentos do médico veterinário. Como dissemos, ainda não necessitamos desta ajuda mas não deixaremos de usar este recurso se isto for necessário.

Também não injetamos qualquer medicamento de apoio ou procedimentos que forcem a aceleração do tempo do trabalho de parto. Pensamos na criação associada à qualidade de vida dos nossos pequineses.

Outro ponto a ser lembrado é com relação ao tamanho da cabeça dos filhotes. Por serem grandes sugerem que ficarão impedidas de atravessar o espaço vaginal que se abre no momento das contrações. Pensamos que se a fêmea não é capaz de ter naturalmente seus filhotes devido a este fator, o uso destes reprodutores deve ser avaliado por um especialista. Em tese o tamanho e a consistência óssea do crânio dos recém nascidos deveria ser tal que permitisse a passagem pelo canal vaginal.

Quando macho e fêmea têm mais ou menos o mesmo porte a incidência de complicações no parto fica reduzida. A inclusão de regras rígidas neste tópico pode gerar interpretações erradas mas, salvo exceções, os partos são naturais.

Outros acontecimentos sugerem anomalias ou má formação por herança genética ou outros fatores. Uma discussão mais aprofundada requer a participação efetiva de um médico veterinário. Todas estas ponderações podem ser usadas para outras raças.

Para nós estas considerações são suficientes para responder a pergunta formulada.

o pequinês antigo era diferente?

De maneira geral não, mas depende de que pequinês você está falando.

Comparamos algumas características:

· Os dois (antigo e novo) têm ruga sobre o nariz (trufa).

· Os dois quando vistos de frente lembram um leão com uma face reta.

· As faces de ambos lembram a forma de um quadrado ou um envelope (retangular).

· As franjas eram longas nos dois grupos.

· Os olhos antigos são iguais aos do novo pequinês.

· A boca, o nariz e os olhos são o mais escuros e brilhantes possíveis.

· Os membros anteriores são arqueados nos dois grupos.

· Tanto o novo quanto o antigo tem um andado característico.

· Vista de lado a face de ambos têm uma linha reta imaginária entre a testa e o queixo.

De maneira geral não existem diferenças estruturais tão acentuadas como as que foram sugeridas quando recebemos esta pergunta. Ainda que o cruzamento entre parentes gere animais consangüíneos ou a escolha dos reprodutores seja inadequada, esperamos encontrar todas estas características com algumas nuances diferentes. Talvez um pouco menos de pêlo, franjas mais curtas, menor volume de subpêlo principalmente nas fêmeas.

Não existem as classificações abaixo para o pequinês:

Pêlo longo e pêlo curto

·· Esperamos que todos tenham pêlo longo

Sem focinho e focinho curto

·· Todos devem ter o nariz na linha da face, suporta-se um pouco da trufa aparente (que é uma falta) mas sem focinho.

Pequinês Argentino

·· Não são diferentes de nossos pequineses, aliás, alguns excelentes exemplares do Brasil foram trazidos da Argentina.

Finalmente queremos salientar que o conjunto de características aliado a uma análise do pedigree contribui muito para uma escolha acertada do seu exemplar de pequinês.

Cães sem pêlo, focinho aparente, andar duro e sem o "rebolado" da raça, orelhas pequenas e altas, pernas retas e paralelas são indícios de reprodutores inadequados para criação. No entanto a opção é daquele que busca o filhote e a nós cabe somente esclarecer a questão. O exemplar consangüíneo ou mestiço não deve ser menosprezado enquanto um animal de estimação mas não há garantias de que venham a produzir os exemplares que você busca.

Sugerimos que não usem estes pequineses chamados "inadequados" para formação de um plantel de reprodutores mas não menospreze estes pequenos seres alheios a tudo o que discutimos aqui.

Esteja sempre atento a supostos criadores que estão nitidamente explorando o cão como "nicho de mercado" e não demonstram respeito à raça e ao animal. Sugerimos isto para todas as raças de todas as espécies.

ele está em extinção no Brasil?

Não é verdade, mas esta pergunta exige algumas ponderações deste criador. Por seguidas vezes fomos consultados sobre esta questão. Simplificamos a resposta dizendo que aqueles que formavam o plantel antigo foram minguando mas novos exemplares importados estão dando novo fôlego à criação da raça no Brasil.

Neste espaço quero tratar com mais profundidade sobre este assunto.

O pequinês é nativo de terras brasileiras? Faz parte da fauna brasileira?

A resposta é não, ele seria originário da China e seu padrão foi sendo modificado pelos objetivos estabelecidos na criação da raça principalmente nos países ocidentais.

Concluímos então que o pequinês não está em risco iminente de extinção já que podemos importar novos exemplares e resgatar o plantel nacional.

Quero aproveitar e promover um debate que esta questão sugere neste momento.

Não deveríamos nos preocupar com a arara-azul; o mico-leão-dourado; o cachorro-do-mato-vinagre; o peixe-boi; as baleias; a exploração predatória de nossas matas, fauna e flora; o contrabando de animais silvestres; o desrespeito ao princípio fundamental do direito a vida dos animais e o sofrimento dos animais usados em laboratórios? E isto para ficar só em algumas questões sem levar em conta o que está ou não em extinção.

Insistir na tese da extinção do pequinês e, às vezes, subsidiar esta afirmação com comentários de criadores que foram pegos de sobressalto, e não puderam analisar com tempo e profundidade a questão é criar um fato onde não existe. Ao risco da extinção os criadores responderão com um programa de acasalamento para recuperar a raça. Mas insisto, esta não é uma questão relevante neste momento.

Imperativo no momento é a criação responsável da raça pequinês e de todas as raças de cães, gatos e outros animais. Também a posse respeitosa pela vida que a nós é dado o direito da convivência, sem dar tanta importância pela origem genealógica do animal.

O momento é de reflexão sobre o destino dos nossos exemplares, como serão tratados, criados e acasalados. Qual o futuro dos descendentes que nasceram por nossa intervenção?

Lá na frente, daqui a alguns anos, eles não estarão com frio, fome, sede e com medo; caminhando sozinhos, abandonados por alguma rua, viela ou praça de alguma cidade de nosso país? Talvez você nunca veja nem saiba o que de fato aconteceu, mais isto serve de consolo a alguém?

Se nada disto te interessa e o amanhã é um tempo que não existe em suas preocupações com os animais, talvez você deva ponderar profundamente sobre a decisão de adquirir um deles para sua companhia.

Mas se você leu até aqui é porquê de alguma maneira este texto toca seus sentimentos mais profundos de amor e respeito à vida, e este modesto criador se arrisca a dizer que você está pronto(a) para esta responsabilidade.

Fonte: www.pequines.com.br

Pequinês

Pequinês
Pequinês

É um cão pequeno, bem quilibrado e valente. o seu aspecto é leonino, é independente e é capaz de defender-se. O peso do Pequinês fica entre os 2 e 8 kg.

Os olhos do Pequinês são grandes, cristalinos, de cor escura e brilhante, levemente proeminentes e redondos. As orelhas, em forma de coração, são providas com longas franjas. O pescoço é um pouco curto e grosso. O tronco é curto, mas com tórax amplo. A cauda é de inserção alta, posição rígida, levemente curva sobre o dorso, com franjas abundantes. Sua pelagem é longa e reta, com crina abundante que se estende atrás dos ombros, formando uma espécie de coleira ao redor do pescoço.

O pêlo de cobertura é basto, com franjas abundantes nas orelhas, nos membros, nas coxas, na cauda e nos pés. Todas as cores e manchas são admitidas, e apreciadas igualmente, com excessão do albino e da cor de fígado. Os exemplares multicolores apresentam manchas bem definidas.

Fonte: www.guiaderacas.com.br

Pequinês

Pequinês
Pequinês

Tipo de Pêlo

É o factor menos importante nesta raça, não devendo nunca ser muito comprido, de modo a manter a sua forma corporal de pêra.
Juba ampla e frondosa como um Leão, orelhas com franjas negras compridas, designadas como brincos; calções ou saiote traseiro longo; franjas abundantes nas patas e cotovelos; cauda frondosa e vasta.

Temperamento

Um aristocrata típico de algumas mordomias essenciais ao seu bem estar; é muito afectuoso com quem o trata, uma vez que é o Pequinês que escolhe o seu dono, é um cão leal e obediente ,mas de temperamento firme e um pouco teimoso. Afável, mas desconfiado com estranhos.

Introdução

Desde sempre preciosamente selecionado nos seus cruzamentos, existindo os mais antigos livros de registos em Pedigree das mais antigas linhagens de criação. Foram guardados e reservados pelos imperadores chineses, ganhando a sua fama e expansão pela aplicação do seu ser, no calendario anual Chinês, o ano do Cão de FU.

Esta raça de membros muito curtos, só chega ao ocidente no ano de 1860/61 por soldados das tropas Franco-Inglesas, passando dos palacios Imperiais aos aposentos da Rainha Vitoria de Inglaterra. A origem da raça é ainda hoje desconhecida, no entanto supõe-se que a mesma provem do cão rapozino ou do Spitz.

Descrição

É facilmente reconhecido pelo seu nariz achatado e pelo longo pêlo que o cobre até ao chão lembrando manta e proporcionando um andar ondulante. Os olhos são um pouco salientes, grandes e escuros, e um pouco afastados. Com a boca fechada, não devem ser vistos os dentes nem a língua. É o clássico cão de apartamento não se fazendo rogado a qualquer tipo de mimos por parte do seu dono.

Observações

Para preservar o seu belo pêlo em excelentes condições, deve ser escovado e penteado com alguma frequência a fim de evitar pequenos nós - em média de 3 em 3 dias num exemplar de show, tendo atenção especial à pelagem atrás das orelhas, calções ou saiote e no babete.

Fonte: animais2.clix.pt

Pequinês

Pequinês
Pequinês

Provavelmente oriundo do Tibete, o pequinês foi durante séculos o animal favorito dos imperadores chineses, que impediam sua exportação. Só no fim do século passado, na guerra dos boxers, os europeus descobriram-no após o saque do palácio imperial. Hoje existem duas variedades de pequineses, uma com pouco menos de 4 kg e outra com até 8 kg. A cabeça é grande em relação ao corpo. O crânio, chato entre as orelhas, alarga-se entre os olhos. O nariz parece arrebitado até os olhos. Apresenta o focinho enrugado e muito curto, e as orelhas, em forma de coração, são caídas e franjadas. Os olhos redondos e escuros são saltados.

Tem o corpo pesado e os membros curtos, arqueados, com as extremidades peludas. A cauda recurvada sobre o lombo é guarnecida de franjas. Seu pêlo longo pode ser vermelho, alourado, cor de areia ou negro.

Às qualidades estéticas o pequinês alia certo grau de inteligência. É atento, brincalhão e afetuoso. Dentro de casa intromete-se em tudo. É preciso, porém, ter cuidado com seus olhos, que são frágeis; muitos deles ficam cegos.

Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Carnívora
Família: Canidae

Características

Peso: uma variedade

Macho: 2 a 4 kg
Fêmea: 3,5 a 4 kg

Outra variedade

Macho: 4 a 8 kg
Fêmea: 5,5 a 8 kg

Fonte: www.achetudoeregiao.com.br

Pequinês

HISTÓRIA E SUA ORIGEM

O Pequinês é um cão excepcional sob todos os pontos de vista, quer se trate do temperamento ou estrutura.

A lenda chinesa conta que o Pequinês nasceu do amor de um leão por uma macaca.

Há muito tempo, em uma época em que ainda havia leões no Extremo Oriente, uma destas feras apaixonou-se loucamente por uma minúscula macaca.

O rei dos animais estava desesperado porque estava claro que aquele amor era contra a natureza.

Por isso, foi pedir conselho ao Deus Hai Ho, o qual, do alto da sua infinita sabedoria, resolveu o assunto com as seguintes palavras, que dirigiu ao leão:
" Se estiveres de acordo em sacrificar o teu tamanho e a tua força pelo amor que sentes por essa pequena macaca, dou-te o meu consentimento e abençôo a vossa união."
Foi assim que nasceu o Pequinês, que herdou a coragem, nobreza e orgulho do pai, e o tamanho, inteligência e doçura da mãe.

Seja como for, a origem do Pequinês perdeu-se como passar dos tempos, como o demonstra, por exemplo, um bronze coreano com mais de quatro mil anos, em que o Pequinês está representado.

Mas é com a introdução do budismo na China, no século II, que a história do Pequinês toma realmente corpo.
A partir daí este cão passou a simbolizar o "leão de Buda", isto é, o seu protetor, e com esse título faria uma longa carreira na China.

Os primeiros Pequineses chegaram à Grã-Bretanha, em 1860, depois da queda de Pequim e da destruição do Palácio de Verão em mãos das tropas franco-inglesas.

Oficiais ingleses levaram como presa de guerra alguns exemplares que tinham pertencido a uma princesa chinesa que se suicidara durante o saque do Palácio de Verão de Pequim.

A realeza chinesa preferia matar seus Pequineses a vê-los nas mãos de caucasianos, por isso, durante a aproximação das tropas inglesas, eles mataram quase todos os cães, antes de cometer suicídio.

Os ingleses criaram o primeiro Pekingese Club em 1904 e a partir desse momento a criação britânica não deixou de melhorar nem de se desenvolver.
Nas vésperas da Primeira Guerra Mundial, o Pequinês quase havia terminado a sua ascensão e alcançava um grande sucesso, tanto nos salões finos como nos ringues das exposições.

vMais tarde, em conseqüência do declínio da criação do Pequinês na China, os altos dignitários chineses viram-se obrigados a recorrer aos especialistas ingleses e australianos para adquirirem novos exemplares. Isso significa que a raça se livrou por pouco da extinção.

Padrão oficial F.C.I.

CARACTERÍSTICAS E TEMPERAMENTO

Cão pequeno, bem equilibrado, maciço, digno, valente; revela bem a sua origem chinesa. O seu caráter assemelha-se ao do leão: independente, sem medo e boa defesa.

CABEÇA

Cabeça maciça, crânio largo e chato entre as orelhas (não em forma de cúpula) largo entre os olhos. Nariz muito curto e largo, de narinas largas, bem abertas e pretas. Focinho largo e muito enrugado. Stop produndo. Mandíbula larga e sólida. Perfil muito chato, nariz colocado alto, entre os olhos.

Olhos: grandes, escuros, brilhantes, proeminentes, mas não exageradamente salientes.

Orelhas: em formato de coração, inseridas no alto do crânio, coladas à cabeça, providas de franjas compridas sem que o bordo da orelha ultrapasse o canal nasal.

Boca: bem adaptada, não deve mostrar os dentes nem a língua.

Pescoço: curto e grosso.

ANTERIORES

Membros anteriores curtos, grossos, dotados de ossos fortes. As pernas curvadas, solidamente unidas ao ombro, os cotovelos bem juntos ao corpo.

CORPO

Curto, com peito largo, as costelas muito redondas, mas com a parte posterior do corpo menos larga, marcando bem o talhe. A linha superior é bem reta, não ultrapassa a altura das patas.

POSTERIORES

As pernas são menos grossas, mas bem verticais e firmes. Jerretes sólios, não de 'vaca'.

PÉS

Largos e planos não redondos. O cão fica bem reto sobre os pés e não sobre os punhos. Os pés da frente viram ligeiramente para fora.

CAUDA

Inserção alta, ligeiramente curvada sobre a linha superior, provida de pêlos compridos, que formam uma pluma.

PELAGEM

Comprida, reta, com uma pelagem abundante que ultrapassa os ombros e forma uma juba em volta do pescoço. O pêlo é um tanto áspero e o subpêlo muito espesso. Profusão de franjas nas orelhas, pernas, coxas, cauda e pés.

COR

Aceitam-se por igual todas as cores, exceto o albino ou a cor de fígado. Pelagem particoloridade claramente marcada.

PESO E TAMANHO

De 2 a 6 Kg, mas até os exemplares de tamanho menor devem ser pesados. É essencial um esqueleto forte, que é uma característica da raça.

FALTAS

Qualquer desvio, dos termos deste padrão deve ser considerado como falta e penalizado na exata proporção de sua gravidade.

NOTA: os machos devem apresentar dois testículos de aparência normal, bem desenvolvidos e acomodados na bolsa escrotal.

CBKC nº 011

FCI nº 207

País de Origem: China
Classificação FCI: Grupo 9: Cães de Companhia
Nome no país de origem: Pekinese
Utilização: Companhia
Prova de trabalho: para o campeonato, independe.

Características

O pequinês é uma das raças de cães mais antigas que existem e sua criação já foi uma verdadeira febre no Brasil, mas hoje em dia, eles praticamente desapareceram. Há duas décadas atrás, eles eram modismo.

Hoje tem símbolo de status para poucos e raros proprietáros.

Apesar da aparente valentia, o Pequinês é calmo e participa ativamente da vida dos donos.

Muito brincalhão, é também intuitivo, podendo perceber alterações no ambiente, até mesmo variações de humor do seu dono.

Podem viver em apartamentos, desde que possam se exercitar de forma moderada com passeios curtos por locais limpos.

A qualidade da pelagem pode ser preservada com escovação freqüente. Atenção especial deve ser dada à higiene das rugas, nariz e olhos, unhas, orelhas e genitais.

Sua pelagem, longa e lisa, é composta por pêlos macios, com subpêlo lanoso.

A cabeça apresenta contorno de densa camada de pêlos que lembra a juba de um leão.

Fonte: www.petclube.com.br

Pequinês

País de origem: China - anos 100 d.C.
Função original: Companhia

História: Foi revelado ao Ocidente, em Pequim e foi levado para a Europa em 1860 pelos soldados britânicos e franceses. Os pequineses foram mantidos durante muitos séculos, em grande quantidade, em circunstâncias privilegiadas pela corte imperial chinesa. Provavelmente tem nas veias sangue do Spitz, mas suas origens remontam de 4000 anos. É um animal de luxo e estimação, mas também de guarda, por sua coragem.

Descrição: É uma raça de pernas curtas e tem um ligeiro gingado no andar. Seu focinho é enrugado, curto e largo, é emoldurado por longos pêlos; cabeça larga, com grande espaço entre os olhos; stop muito pronunciado. A boca fechada não deve mostrar os dentes, nem a língua; olhos grandes, escuros e brilhantes, um pouco salientes; orelhas em forma de coração com longas franjas; pescoço curto e grosso; a cauda é enrolada sobre o dorso; pêlo longo e reto com ampla juba e franjas abundantes (todas as cores são admissíveis). O peso deve ser compreendido entre 2 e 8 kg e altura entre 15 e 23 cm. Vive até 15 anos.

Temperamento: Sensível, muito afetuoso com o dono e desconfiado com estranhos. Nobre, inteligente, destemido, leal e obediente.

Utilizações: É o clássico cão de apartamento e de colo. Às vezes sabe transformar-se num vigia ladrador.

Atenção: O pequinês deve ser penteado com freqüência. Necessita também de limpeza nos dentes para evitar quedas precoces.

Outros nomes: Peking palasthund, pekingese, cão leão, lion dog of peking (cão de Pequim).

Fonte: www.animalnet.com.br

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