Classe: Aves
Ordem: Galiformes
Família: Phasiaridae
Género: Alectoris
Espécie: Alectoris rufa
A Perdiz-comum ou Perdiz-vermelha é considerada a ave de caça ou peça de caça mais apreciada pelos caçadores e também aquela que desperta maior interesse económico.
Ave de tamanho médio (35 a 40 cm de comprimento); Silhueta roliça, asas curtas, arredondadas e cauda quase inexistente
Cor parda e ocre, com largo babete orlado de preto, peito malhado de preto,
flancos com riscas pardas, brancas e pretas
Bico e patas vermelhos.
A distinção entre machos e fêmeas não é fácil. As fêmeas e os machos são muito semelhantes
Normalmente o macho é maior e mais pesado que a fêmea
Os machos apresentam tarsos mais compridos e grossos, esporões com base larga e extremidade arredondada
As fêmeas têm os tarsos mais curtos e delgados e, quando apresentam
esporões, estes têm a base estreita e são bicudos;
Os órgãos genitais da fêmea vêem-se melhor na época
de reprodução.
A distinção entre adultos e juvenis - com menos de 1 ano – pode fazer-se pela observação das remiges primárias (as dez penas da extremidade da asa).
As perdizes têm várias mudas, o que permite identificar as várias idades.
Prefere especialmente as zonas de culturas cerealíferas, mas também se pode encontrar na periferia das áreas incultas ou matos, por vezes também em vinhas.
A alimentação é essencialmente insectívora no primeiro mês de vida, após o qual se tornam praticamente herbívoros: grãos (trigo, cevada, aveia), bolota, folhas, rebentos, bagas, flores e raízes de uma grande variedade de plantas espontâneas
Espécie muito gregária, diferentes agregações ao longo do ciclo anual: Janeiro / Fevereiro: dissociam-se os grupos e juntam-se os casais
Primavera: grupos reprodutores (casais)
Verão: Grupos familiares (fêmea com as suas crias)
Fim do Verão / Outono: Grupos plurifamiliares (bandos).
Grande instabilidade social e espacial. O ninho é feito geralmente no chão, ajudada pelo macho na sua construção, com simples folhas secas, junto a tufos de ervas, debaixo de ramos secos ou mesmo junto a linhas de água ou caminhos.
Março a Abril – Sul do país - Abril a Maio – Norte
Um macho e uma fêmea.
Número de ovos de cada ninho: variável – média de 12 ovos.
A Perdizpode fazer 2 posturas em 2 ninhos diferentes, uma incubada pelo macho e a outra pela fêmea.
Pode fazer uma 2ª postura quando a 1ª é perdida (após ter iniciado a incubação) devido a alterações climatéricas. A incubação começa após a postura do último ovo e dura cerca de 23 dias.
Sai do ninho assim que nasce.
A luta dos machos pelas fêmeas é pelo canto, rodopiam à volta um do outro, quem cantar mais alto ganha.
A raposa (Vulpes vulpes); o ginete; o gato-bravo; alguns rapináceos; o javali (Sus scrofa); e os corvídeos, estes últimos predando principalmente os ninhos e perdigotos.
É de salientar ainda o efeito predador de alguns animais domésticos e assilvestrados, que muitas vezes são responsáveis pela destruição de ninhadas inteiras, especialmente os cães e gatos, causando prejuízos avultados.
Fonte: www.miga.pt
Excelente andarilha, a Perdizé uma ave de tamanho médio ( rondando os 35 a 40 cm de comprimento ), com os flancos caracteristicamente estriados de castanho e branco, uma linha preta contornando o branco das faces e descendo até ao peito ( onde forma um colar negro donde parte estrias da mesma cor que salpicam o cinzento do peito ) as costas e a parte superior da cabeça num quente tom de castanho, o bico e as patas vermelhas.
Apesar de não ser fácil a distinção do macho da fêmea, as perdizes possuem no entanto algumas características que, em observação simultânea, permitem a distinção dos sexos com relativa segurança : - normalmente o macho é maior e mais pesado do que a fêmea ( peso médio dos machos : 483g. – peso médio das fêmeas : 395g. )
Os machos apresentam tarsos mais compridos e grossos, esporões com base larga e extremidade arredondada, enquanto que as fêmeas têm os tarsos mais curtos e delgados, quando apresentam esporões, estes têm a base estreita e são bicudos;
Regra geral, a cabeça dos machos é mais volumosa do que a das fêmeas.
A distinção entre animais adultos e juvenis ( menos de um ano ) pode fazer-se pela observação das rémiges primárias – as 10 penas da extremidade das asas
o juvenil inicia a muda no primeiro mês de vida; Prolongando-se até outubro e novembro – mas não há substituição das rémiges. Estas duas penas são pontiagudas e podem apresentar uma pequena pinta branca na extremidade;
O adulto inicia a muda de todas as rémiges primárias duas ou três semanas antes do juvenil. as duas últimas penas , quer no caso de ainda não terem sido mudadas quer no caso de já serem novas, têm a extremidade arredondada.
È uma ave que prefere as zonas de culturas cerealíferas, mas também se pode encontrar na periferia das áreas incultas ou matos, por vezes também em vinhas.
A alimentação, essencialmente insectívora no primeiro mês de vida, evolui radicalmente por forma a englobar produtos de origem quase só vegetal : Grãos, ( trigo, cevada, aveia ), bolota e também folhas, rebentos, bagas, flores e raízes de uma grande variedade de plantas espontâneas.
O acasalamento destas aves começa geralmente em janeiro e fevereiro no sul, fevereiro e março no norte, podendo haver alterações conforme as condições atmosféricas; Fazem o ninho geralmente no chão , com o fundo simplesmente coberto de plantas secas, junto a tufos de ervas, debaixo de ramos secos ou mesmo junto a linhas de água ou caminhos.
A postura dos ovos faz-se durante os meses de março a abril no sul e de abril a maio no norte; O numero de ovos de cada ninho é variável, desde os 8 aos 23, com um valor médio de 12 ovos; A incubação – que começa depois da postura do último ovo – dura cerca de 23 dias. È conhecida a construção de um segundo ninho – provavelmente quando acontece a destruição do primeiro – o qual pode por vezes ser incubado pelo macho.
As eclosões começam no fim de maio e junho, havendo um máximo na primeira quinzena de junho no sul e nos finais do mês no norte; Os perdigotos logo que nascem abandonam o ninho ( espécie nidifuga ) , mostrando uma notável vivacidade ao seguirem os adultos na procura de alimentos. Durante o verão e até á nova época de acasalamento as perdizes deslocam-se em bandos.
Numa população bem gerida, por cada ninho de Perdiz, chegam em média á idade adulta 5 perdigotos; Para se atingir este número há que seguir certas regras, tais como:
Pôr á disposição das perdizes alimento, água e abrigo.
Cuidar da maneira como são feitas as ceifas.
Evitar o abuso de pesticidas.
Vigiar cuidadosamente os rebanhos e as varas tendo especial atenção aos cães dos pastores.
Evitar o excesso de predadores o que não significa a sua eliminação mas sim o seu controle.
Evitar a deambulação de cães e gatos vadios que constituem as maiores populações de predadores em Portugal .
Para o nível da população ser mantido, não pode abater-se anualmente mais de 50% dos efectivos.
Fonte: www.figueira.com
A Perdizé uma ave de aparência galinácea pertencente a família dos inhambus, codornas e macucos. É o maior dos tinamídeos campestres do Brasil. Como os demais representantes de sua família, a Perdiztem a capacidade de vôo reduzida, limitando-se a vôos rasantes de curta distância.
Ocorre da Argentina e Bolívia ao sul da região amazônica. Há registros de sua ocorrência na Ilha do Marajó. O habitat da espécie são as regiões campestres, cerrados e veredas de buritizais (áreas úmidas). Ocorre também nos platôs descampados e nas áreas de campos e banhados do sul do Brasil. São animais ativos nas horas mais quentes do dia. Outrora abundante no Brasil, hoje sua área de ocorrência aparenta redução, sendo ainda abundante em áreas com relativa proteção como as áreas de proteção integral do Poder Público ou de particulares.
Fonte: www.zooassessoria.com.br
A Perdizé uma ave campestre de grande porte de coloração
parda que anda pelo chão, onde faz os seus ninhos e coloca de doze
a dezoito ovos. Habita em regiões campestres com pastagens de vegetação
rasteira. Este animal chega a atingir os trinta e sete centímetros
de comprimento e a pesar novecentas gramas, aproximadamente. Não possui
grande capacidade de voo.
A Perdizé uma das espécies cinegéticas preferidas dos
caçadores portugueses e bastante abundante no Baixo Alentejo.
A sua alimentação é essencialmente insectívora no primeiro ano de vida, e evolui depois radicalmente de forma a englobar produtos de origem quase só vegetal.
Fonte: www.voacaca.pt
Classe - Aves
Ordem - Galliformes
Família - Phasianidae
Género - Alectoris
Espécie - Alectoris rufa
O seu habitat preferido são os campos abertos, com vegetação dispersa, como montados, matos e campos de cereais. a sua necessidade de uma alimentação diversificada, leva-a a evitar as grandes extensões de monocultura.
O bico e as patas são vermelhos, com uma faixa marginada de negro na garganta e uma faixa branca comprida na cabeça, passando por cima dos olhos.
Os flancos são cinzentos claros com barras brancas, negras e vermelhas. No Inverno, reúnem-se em grandes bandos, que se voltam a separar para o acasalamento, na Primavera Seguinte.
A Perdiz é insectívora no seu 1º mês de vida, depois passa a seguir uma dieta essencialmente vegetariana, à base de grãos de cevada, trigo, aveia, folhas, flores e rebentos de varias plantas.
Fonte: sanfins.web.simplesnet.pt