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Persa



 

Persa de pêlo longo é, sem dúvida, a raça de gatos mais famosa e a mais popular do mundo. É dotado de uma extraordinária variedade de cores e de marcações. Ele serviu, e serve ainda, no mundo todo, para a "produção" de outras raças - por exemplo, o Sagrado da Birmânia, uma variedade de Rex chamada Selkirk e o Pêlo Curto Britânico, dentre outros - com a introdução de novas cores nestas raças e, em alguns casos, melhorias na conformação e formato do crânio.

Uma característica a salientar é que o Persa de Pêlo Longo é extremamente sereno e afetuoso, dando-se muito bem com outras raças e até com cães. Ele também é muito tolerante com as crianças.

Os cuidados com sua pelagem são, provavelmente, o ponto mais importante a ser considerado para os proprietários desses gatos. O Persa de pêlo longo é um companheiro ideal para as pessoas que querem um gato de caráter simpático e que gostam de dedicar algum tempo para os cuidados diários que a sua exuberante pelagem impõe.

Muito provavelmente, o Persa de pêlo longo descende dos Angorás da Turquia, e teria chegado a Europa pelas mãos do explorador italiano Pietro Della Valle, em meados do século XVI.

A primeira descrição precisa da raça aparece no livro de história natural de Georges Louis Leclerc Bufon (1707-1788), e a primeira exposição de felinos foi organizada por Harrison Weir, em 1871, no palácio de Cristal, em Londres, onde participaram a rainha Vitória e o Príncipe de Gales como proprietários e expositores de exemplares Persas. Em 1910, foi criado, na Inglaterra, o "Governing Concil of the Cat Fancy of Great Britain", quando foram estabelecidos os primeiros padrões da raça Persa, sempre ocupando uma posição de destaque dentro da aristocracia Felina.

O persa é tradicionalmente conhecido pelo seu temperamento dócil e tranqüilo, com capacidade de adaptar-se a mudanças ambientais. Possuem uma voz doce e melodiosa, quando comparado às demais raças. Muito carinhoso, demonstra nitidamente o apreço pelo seu proprietário.

Extremamente limpo, "foge" de locais sujos e mal cheirosos, e seus hábitos diários são basicamente a alimentação, higiene e cuidados com o pelo, diversão e sesta.

Espirituosos e brincalhões, encontram diversão nos objetos mais simples, e até nas próprias sombras. Seu interesse por diversão não se altera na fase adulta, continuando a brincar e a provocar seu "dono" para que participe da diversão.

Ele pode permanecer por horas deitado no seu lugar favorito na casa, sem que pareça estar prestando atenção ao que acontece ao seu redor, mas sem perder a aura de aristocrata que tantas pessoas admiram. Os Persas adoram carícias, cafunés e todas as expressões de carinho, e raramente mostram suas garras, a não ser quando "amassam" o nosso colo "ronronando" (é uma demonstração de que estão gostando muito da situação).

O Padrão da Raça

Nas últimas décadas, muitos criadores de gatos Persas, através de processos seletivos nos acasalamentos, foram modificando algumas das suas características: forma mais arredondada do crânio, nariz muito mais curto e com posicionamento mais alto, o que provocou um rosto absolutamente achatado e, conseqüentemente, a mudança do padrão nas Exposições.

Para se ter uma idéia da transformação, um "Grande Campeão" dos anos 70 não teria nenhuma chance competindo hoje. A seguir, a descrição do atual padrão do gato Persa estabelecido pelo Cat Fancier's Association (CFA) dos Estados Unidos.

ASPECTO PADRÃO

GERAL

O Persa ideal deve dar a impressão de uma ossatura pesada. Um gato bem equilibrado, com uma expressão doce, linhas suaves e redondas. Os olhos redondos e grandes bem afastados numa grande e redonda cabeça, contribuem para um aspecto global expressivo. A pelagem espessa e longa suaviza as linhas do gato e acentua a aparência arredondada.

CABEÇA

Redonda e volumosa, com grande largura de crânio. Uma face redonda por cima de uma também redonda estrutura óssea, bem posta num pescoço curto e espesso.

NARIZ

Pequeno, achatado e largo, com o topo terminando centrado entre os olhos.

BOCHECHAS

Cheias.

MANDÍBULA

Larga e poderosa.

QUEIXO

Cheio, bem desenvolvido, firmemente arredondado que reflete uma mordida forte.

ORELHAS

Pequenas, arredondadas nas pontas, voltadas para frente, e não excessivamente abertas na base. bem afastadas entre si e posicionadas na parte arredondada e quase na lateral da cabeça.

OLHOS

De cor brilhantes, grandes e redondos, bem afastados um do outro, dando uma doce expressão à face.

CORPO

De tipo curto, com pernas curtas, largo e profundo no tórax, igualmente volumoso nos ombros e ancas, com uma bem arredondada parte traseira. Boa musculatura sem evidências de obesidade. De tamanho grande ou médio. Na avaliação, a qualidade predomina ao tamanho.

PERNAS

Curtas, espessas e fortes. Patas dianteiras retas. Patas posteriores retas quando vistas por trás.

PATAS

Grandes, redondas, e firmes. Dedão do pé na parte traseira da pata, cinco nas da frente e quatro nas detrás.

RABO

Pequeno, mas proporcional ao comprimento do corpo. Sem curvas e num ângulo abaixo do dorso. 
PELAGEM: longa espessa e abundante. De textura fina, brilhante e cheia de vida. Espalha-se por todo o corpo, inclusive os ombros. Uma juba imensa e comprida formando um babador que desce por entre as pernas dianteiras. Tufos longos nas orelhas e no dedão do pé. Pelagem muito cheia

Fonte: dreamsofpersia.vilabol.uol.com.br

Persa

Um Pouco de sua História

O Gato Persa, tem seu nome devido a sua origem na Pérsia. Trazido para a Itália por Pietro Della Valle por volta do ano de 1700, não possuía as características atuais. Seu porte físico e sua cara eram mais parecidas com as de outros gatos, porem tinham uma longa e espessa pelagem.

Após aproximadamente um século, iniciam-se suas transformações, em primeiro, com cruzamentos de Persa com Angorás, para tornar sua pelagem longa e espessa, em uma pelagem mais sedosa e fina.

Perto de 1870 um grupo de criadores, começa os cruzamentos seletivos, com trabalhos genéticos, com a finalidade de obter um padrão ideal para a raça.

Hoje em dia, reconhecer um Persa não é muito difícil, porem temos vários padrões e categorias para os Gatos de Pelo Longo, como são chamados na Inglaterra, ( País que para cada cor em conjunto com certas características representa uma diferente raça; em outros paises da Europa e EUA, todos recebem o nome Persa).

No entanto, o temperamento da raça não difere.

O Persa raramente mia e quando o faz, quase não se houve. Calmo, companheiro e extremamente carinhoso, nunca recusa o colo de seu dono , normalmente retribuindo a atenção é caseiro e dorminhoco nunca recusando um afago.

Com este incrível temperamento, muitos consideram o Persa como o companheiro ideal nesta nossa moderna e movimentada sociedade.

Exigindo de seus donos apenas um cuidado especial com sua pelagem, que necessita de uma escovação regular e banhos freqüentes, alem é claro, de uma boa alimentação, água fresca, uma confortável cama e muito amor.

Padrões da Raça

( Estabelecidos pelas Federações Internacionais de Felinofilia )

Com corpo compacto, maciço e robusto, a cabeça deve ser grande, redonda e maciça com pequenas orelhas bem separadas e com belos tufos de pelos, olhos cor de cobre e brilhantes, bochechas cheias e nariz achatado, curto e posicionado bem na linha dos olhos. Suas patas e cauda são também curtas em relação a seu corpo.

Persas Show : conhecidos como gatos extremados ou top show, estes exemplares possuem todas as características estabelecidas pelas federações, podendo participar de Exposições Internacionais, com grandes chances de obter um bom resultado. Vale ressaltar que cada item julgado tem uma pontuação.

Persas Breeder : são gatos provenientes de uma excelente linhagem, filhos de campeões, nascidos em uma ninhada de gatos Show, porem não possuem as características necessárias para serem um Gato show ( possuem caudas mais longas, nariz um pouco abaixo do recomendado, orelhas um pouco maiores, ) . Porem estes gatos possuem um excelente Pedigree, carregando uma genética muito boa, podendo no futuro gerar filhotes extremados.

Persa Pet : com ou sem pedigree, filhos de pais Persas, porem não possuindo dentro de suas descendências gatos dentro do padrão desejado, em conseqüência, nunca podendo gerar um filhote Show .

Variações de cores

Persas de cores Sólidas : são os Persas tradicionais, nas cores Preta, Azul, Ruiva (Vermelho), Creme, Escama ou AzulCreme.

Bicolores e tricolores : a principal característica pretendida nesta criação, é um V branco invertido sobre os olhos, o que ocorre com mais freqüência nos Ruivos, Pretos e Azuis, assim os que possuem esta característica são muito apreciados

No caso dos Bicolores, temos ainda as cores : Creme e Branco, Lilás e Branco e Chocolate e Branco, todos com os olhos cor de cobre. O colorido cobre em média 2/3 do corpo destes Persas e podem ser para exemplares Machos ou Fêmeas.

Exclusivo para as Fêmeas, temos as cores , Escama de Tartaruga ( Fios Pretos misturados a cor Ruiva e Cinza, muito parecido com um casco de tartaruga ), Azul / Creme, Azul / Creme / branco ( Cálico Diluído ), Escama de Tartaruga / Branco (Cálico Sólido). Nestes exemplares a cor Branca deve ocupar 1/3 de seu corpo e suas manchas devem ter as cores bem definidas.

Nesta categoria, temos ainda os Escama de Tartaruga / Chocolate, e os Persas com manchas coloridas restritas a cabeça e cauda.

Unindo - se todas as cores acima , acrescente a cor Fumaça, assim teremos o reconhecido Persa Bicolor Fumaça.

Fonte: www.clubebrasileirodogato.com.br

Persa

 

ORIGEM

Até meados do século XVI não se conhecia a existência de gatos de pêlo longo na Europa. Os primeiros antepassados documentados do persa vieram da pérsia, importados para Itália, no ano de 1620, pela mão de Pietro della Valle e, quase na mesma época, Nicholas-Claude Fabre Peiresc importou-os para a França, provenientes da Turquia, provavelmente do tipo Angorá branco. Estes gatos foram muito apreciados pela aristocracia europeia. Luís XV possuía um persa Angorá branco.

Na primeira metade do século XIX, alguns gatos criados em Itália e introduzidos em França foram cruzados com gatos persa de origem turca. No fim do século XIX, o persa foi aperfeiçoado segundo os padrões, por Harrison Weir. A constituição entroncada originária ainda é uma marca essencial da raça, embora outras características tenha sido alteradas.

A primeira descrição precisa da raça aparece no famoso livro de história natural de Georges Louis Leclerc Buffon (1707-1788). Em 1871, Harrison Weir organizou a primeira exposição de felinos no Palácio Cristal, em Londres, onde participaram a rainha Vitória (2 exemplares azuis) e o Príncipe de Gales (posteriormente Eduardo VII) como patrocinador fornecendo um prémio especial.

CARACTERÍSTICAS

Descrição Geral

A cabeça deve ser redonda e muito maciça, com caixa craniana muito ampla e larga. O rosto deve ser redondo, com expressão doce. As mandíbulas devem ser fortes e poderosas, com bochechas cheias e proeminentes e a oclusão deve ser perfeita. O nariz pequeno deve ser quase tão largo quanto comprido, com um stop bem definido entre os olhos. Os olhos devem ser grandes, expressivos e redondos e colocados distantes um do outro; com a cor em conformidade com a cor da pelagem, dá-se preferência a cores mais ricas e profundas.

As orelhas são bastante pequenas e devem estar colocadas baixas na cabeça, acompanhando o contorno redondo. O peito deve ser profundo; igualmente maciço entre os ombros e as ancas com um abdómen curto e arredondado e costas rectas. A cauda deve ser curta e carregada em um ângulo mais baixo do que as costas, mas nunca curva ou a arrastar no chão. Vistos de frente, as pernas devem ser curtas e rectas, perpendiculares à largura do peito, realçando a aparência robusta. O gato deve ser firme ao toque, sem, no entanto, ser gordo. A aparência geral deve ser a de um gato bem equilibrado e balanceado, o conjunto dando a impressão de robustez e poder. A pelagem deve ser cheia de vida. Deve ser longa em todo o corpo, inclusive na altura dos ombros. O colar deve ser imenso e continuar em uma profunda franja entre as patas dianteiras. Variações sazonais de pelagem devem ser consideradas.

Deve apresentar excelente saúde e boa tonicidade muscular. Todas as partes do corpo devem estar bem proporcionadas.

Peso: 3.5 a 7kg.

Cabeça

Formato: redonda, larga, abobadada. 
Tamanho: médio a grande, proporcional ao corpo. 
Perfil: pequeno, nariz achatado, stop definido entre os olhos. Testa, nariz e queixo na mesma linha recta. 
Nariz: curto e largo (tipado), com um stop evidente.
Crânio: redondo, amplamente largo. 
Bochechas: cheias e proeminentes. 
Mandíbulas: largas e poderosas. 
Queixo: forte, cheio, bem desenvolvido; perfeitamente encaixado e proporcionado em relação ao rosto. 
Expressão: doce.

Olhos

Formato: redondos. 
Tamanho: grandes, cheios. 
Colocação: colocados distantes um do outro. 
Cor: Brilhante e profunda. De acordo com a cor do manto: ouro a cobre para todas as cores, verde para o chinchila e azul para a variante colourpoint e também branco.

Orelhas

Formato: pequenas, arredondadas na ponta, espaçadas, com tufos de pêlo no interior.
Tamanho: pequenas. 
Colocação: colocadas distantes uma da outra, seguindo o contorno da cabeça.

Pescoço

Comprimento: curto e forte. 
Tamanho: grosso, bastante musculoso e poderoso.

Corpo

Formato: cobby: médio, maciço, firme, bastante redondo. 
Tamanho: médio a largo. 
Ossatura: robusta, grande e em proporção com o corpo. 
Musculatura: firme e bem desenvolvida. 
Costas: curtas e planas.
Patas: curtas e robustas, tufos de pêlo entre os dedos.
Cauda: curta, e bem proporcionada ao corpo, bastante peluda formando um penacho, a cauda do persa é normalmente baixa.

Pelagem

Comprimento: longa. 
Textura: macia e sedosa. 
Considerações Gerais: deve ser densa e brilhante, colar farto (10 a 20 cm). Deve-se levar em conta variações sazonais
Cores: todas as cores são aceites (consulte no menu lateral "as cores do gato")

Defeitos

Cabeça

Longa ou estreita; longo nariz romano, focinho fraco, prognatismo inferior ou superior severos, deformidades na mordida.

Assimetria

Já que a natureza nunca cria uma estrutura absolutamente simétrica, deve ser aceita uma estrutura de cabeça obviamente assimétrica (boca nariz ou outros elementos tortos ou descentrados). Eventuais assimetrias devem ser penalizadas de acordo com a gravidade do problema.

Olhos

Pequenos, colocados obliquamente ou demasiadamente próximos; cor pálida.

Orelhas

grandes, pontudas; demasiadamente inclinadas, oblíquas à cabeça ou colocadas demasiadamente próximas.

Corpo

Peito estreito, costas longas, flancos achatados; pescoço longo e delgado; cauda desproporcionadamente longa; pernas longas, leves ou arqueadas; pés ovais ou dedos separados; tônus muscular debilitado e fraco.

TEMPERAMENTO

Serenos, observadores, dóceis, Elegantes e graciosos, os gatos Persa têm a cara achatada, o corpo rechonchudo e podem ser encontrados em diversas cores como branco, vermelho, lilás, azul, chocolate, preto, entre outras combinações. De temperamento pacato e dócil, eles têm as patas fortes e curtas, não sendo muito adeptos de saltos.

A cabeça é redonda e das orelhas saem tufos de pêlos. Os olhos grandes e redondos, podem ser azuis, verdes ou alaranjados. O seu pêlo é frágil e macio, exigindo escovagem diária para que não fiquem emaranhados. Como poucos gatos gostam de água e sabão, um banho ocasional manterá a higiene do seu persinha em dia. Mas esta rotina deve começar quando ele ainda for jovem.

Os gatos Persa são animais de hábitos serenos, preferindo uma casa com ambiente seguro e tranquilo. Mas nada impede que este felino se adapte à residências mais barulhentas e movimentadas. Tudo o que ele precisa é muito carinho e confiança. Adapta-se perfeitamente à solidão e a uma vida de apartamento. Na verdade o seu pêlo não está preparado para a rua. É bastante dado ao seu dono, adapta-se bem a pessoas, crianças, outros gatos e outros animais. Face a estranhos pode mostrar-se mais distante, mas calmo.

Crescimento

Atinge a puberdade bastante tarde, mais ou menos aos 12 meses (altura em que a gata tem o primeiro cio e o gato começa a interessar-se por gatas, podendo marcar território). A maturidade chega aos dois anos. As gatas costumam ter partos difíceis e com baixo número de crias.

Problemas de Saúde típicos: os gatos mais apurados com um nariz muito achatado têm olhos continuamente lacrimejantes. Anomalias na dentição. O tamanho da cabeça das crias pode provocar problemas no parto.

Fonte: www.catish.com.pt

Persa

 

Persa atual descende de gatos de Ankara, na Turquia e da Pérsia, atual Irã.

De temperamento calmo, corpo robusto, pelagem longa, focinho achatado e cauda curta. Pode ser facilmente reconhecido entre as demais raças.

É a raça preferida no mundo tudo e a mais geneticamente alterada pelo homem.

A primeira aparição do Persa foi em uma exposição na Inglaterra, em 1871. De lá pra cá, muita coisa mudou.

O excessivo e progressivo achatamento do focinho começou a ocasionar problemas de saúde e em 1993, preocupados com isso, as associações de criadores em todo mundo passaram a evitar a produção de Persas com a cara achatada demais.

Os graves problemas de saúde devido ao focinho excessivamente achatado eram:

Prejuízo à respiração pelo estreitamento exagerado das narinas; Rinite alérgica

Irritação e infecção ocular por causa de ductos lacrimais estreitos ou sem orifício

Diminuição do tamanho do crânio e conseqüente subdesenvolvimento do cérebro, causando danos neurológicos, como problemas locomotores.

Deslocamento dos maxilares, causando abertura permanente da boca.

Por essa razão, Persas com cara excessivamente achatada não são mais aceitos. Essa orientação é seguida também no Brasil.

Para saber se um Persa possui achatamento excessivo de rosto, verificar se a ponta do nariz fica mais alta que a extremidade inferior dos olhos.

A qualidade da raça no Brasil vem aumentando a cada ano.
Os olhos do Persa devem ser redondos, grandes e sem sinais de estrabismo.

Existe um grande número de cores e desenhos de pelagem para os Persas. No início, só haviam cores sólidas. Atualmente já são reconhecidas mais de 100, criadas por mutações espontâneas e cruzamentos dentro da própria raça ou fora dela. Isso faz do Persa o gato com maior variedade de cores entre todas as raças.

Por ser um gato de pelos longos é muito importante que se faça escovação da pelagem, isso influi não só na beleza, mas também na saúde. A escovação impede que o felino engula pelos em excesso e deve ser feita com pente de aço e escova de cerdas naturais. Na época da muda, normalmente duas por ano, o ideal é escovar uma vez ao dia e nos demais meses, quatro vezes por semana.

Além da formação da "bola de pêlos" no estomago, a ingestão excessiva de pelos também provoca gastrite crônica e obstrução do intestino, úlcera perfurada e até câncer.

Além dos produtos à base de óleo mineral, dados pelo veterinário, ter em casa ervas comestíveis plantadas, facilita a eliminação dos pêlos através das fezes. Os gatos as procura espontaneamente.

Para embelezar o pelo pode-se dar banho. Os Persas que participam de exposições o tomam com freqüência. Há xampus importados especiais para determinadas cores de pêlo (branco, preto etc).

Os banhos também ajudam a combater sarnas, fungos e alergias, se dados com shampoos próprios, recomendados pelo veterinário. Depois do banho, é preciso verificar se o gato está bem seco, inclusive nas axilas, barriga e orelhas - pontos mais suscetíveis a fungos e dermatites.

As pelagens dos Persas de cor creme, azul e preta ficam queimadas se muito expostas ao sol. Para preservá-las, o ideal é que não tomem mais de uma hora de sol, restrito ao período da manhã.

Os Persas com a cara muito achatada são propensos à secreção lacrimal intensa, que mancha muito os pêlos ao redor dos olhos, especialmente os mais claros. Para remover as manchas, recomenda-se passar diariamente no local um pedaço de algodão embebido em água morna, filtrada, fervida e depois um produto importado próprio para isso.

Outro problema comum na raça são problemas de parto, devido ao tamanho da cabeça do filhote. Os filhotes costumam ter problemas para passar pelo canal do parto devido a cabeça muito larga. Sendo assim o parto deve ser acompanhado de um veterinário.

Fonte: www.becodosgatos.com.br

Persa

Os gatos de pêlo comprido eram desconhecidos na Europa até aproximadamente meados do século XVI.
Os primeiros antepassados do Persa foram importados da Pérsia (atual Irã) para a Itália, no século XVII, por Pietro Della Valle.

Mais tarde, Nicolas Fabri de Peiresec, conselheiro do Parlamento de AIX-Em-Provence, trouxe gatos da Turquia para a França (tipo Angorá?).

Esses gatos foram muito apreciados pela aristocracia Européia. Luis XV possuía um Persa angorá branco. Na Inglaterra foram cruzados com "persas" de origem turca. Os primeiros indivíduos foram expostos no Crystal Palace de Londres em 1871.

Nesta época, foi organizado um programa de criação e de seleção pelos criadores britânicos. Foram Realizados cruzamentos com gatos Angorá para melhorar a pelagem.

Além disso, foi empreendido um trabalho sistemático para aumentar a gama de cores e de motivos resultando atualmente em mais de 200 variedades. Dessa forma, o Persa "Smoke" (ou fumaça), foi exposto em Brighton em 1872.

O gato "Silver" foi o primeiro Persa Chinchila exposto em Londres em 1888. Os Persas "Colour-point", chamados Himalaia nos Estados Unidos e considerados uma raça à parte pela T.I.C.A. e Kmehr (ou kmer) na Alemanha apareceram por volta de 1920.

Os Persas "Tabby", surgidos há mais de um século, foram expostos em Paris em 1927 sob o nome de "tigrados".

Ainda no século XIX, os ingleses selecionaram os gatos mais maciços, mais redondos. Nos Estados Unidos, por volta de 1930, os criadores obtiveram um tipo brevilíneo extremo, batizado "Peke Face" (cara de pequinês). O Persa, sem dúvida a raça mais célebre do mundo, participou provavelmente da criação do Gato Sagrado da Birmânia e do British shorthair.

A cabeça do persa

Certo

Vista de frente, a cabeça, além de grande, é redonda. Traçando uma linha imaginária que divida verticalmente a face ao meio, obtêm-se duas metades absolutamente simétricas.
De perfil, a saliência do queixo, do focinho e da testa possuem o mesmo tamanho, ficando alinhadas.


A cabeça do Persa deve ser Larga e Redonda

E R R A D O

Imaginando a divisão vertical descrita no item "certo", nota-se diferenças entre as duas metades. Às vezes, um olho é maior ou mais alto do que o outro, ou o nariz ou boca são ligeiramente tortos para um dos lados. Pode prejudicar a mastigação e até a respiração. É comum um gato de face assimétrica ter torção mandibular, um desalinhamento entre as maxilas superior e inferior.


Assimetria da face.

Qual a causa?

Herança genética.

Em que idade se nota?

Desde o nascimento, fica mais evidente ao redor de um mês de vida.

Como previnir?

Com a boa escolha do filhote e de seus pais.

Como tratar?

A assimetria da face em si não tem correção. A torção mandibular pode ser amenizada com o uso de aparelho ortodôntico, no entanto, tal recurso só é considerado ético caso o mal afete a saúde do gato.

E R R A D O

Vendo a cabeça de perfil, a saliência da testa, do focinho e do queixo não são iguais e, não ficam alinhadas. Às vezes, o desvio está na testa, que é menos abaulada do que o ideal.

Outras, está no focinho que é curto ou saliente demais (veja itens Focinho muito achatado e Focinho longo demais).

Também pode estar no queixo, por ser menor do que o esperado. Pode prejudicar a respiração, a mastigação e a capacidade de apreensão de objetos.


Perfil desalinhado

Qual a causa?

Herança genética.

Em que idade se nota?

Após um mês de vida. Nos cados em que o desvio é causado pela "falta de queixo" só se tem certeza se o desvio existe a partir dos cinco (5) meses de idade.

Como previnir?

Com a boa escolha do filhote e de seus pais.

Como tratar?

Só há possibilidade de amenizar o problema quando ele é causado pelo encurtamento do queixo. Para tanto, recorre-se ao uso de aparelho ortodôntico. O procedimento só é considerado ético se o mal estiver afetando a saúde do gato.

O focinho

C E R T O

É pequeno e achatado, mas sem exageros: sua ponta está na altura da linha inferior dos olhos ou no máximo na linha média. As narinas são bem abertas. 


Pequeno e achatado.

E R R A D O

A ponta do nariz fica acima da linha média dos olhos e, normalmente, as narinas são exageradamente estreitas. Em casos extremos, o nariz está situado exatamente entre os olhos, causando a impressão de que o gato tem três olhos. Causa imenso sofrimento, pois prejudica muito a capacidade respiratória e às vezes chega a afetar o coração.


Muito achatado.

Qual a causa?

Herança genética.

Em que idade se nota?

A partir de um mês de vida.

Como previnir?

Com a boa escolha do filhote e de seus pais.

Como tratar?

Há tratamento sintomático que alivia a falta de ar e regula o batimento cardíaco, mas o problema em si não tem cura.

A ponta do focinho fica abaixo da linha inferior dos olhos. Não causa males de saúde ao gato.lhos. Pode prejudicar a visão.


Longo demais.

Qual a causa?

Herança genética ou disfunção neurológica adquirida.

Em que idade se nota?

A partir de um mês de vida.

Como previnir?

Com a boa escolha do filhote e de seus pais.

Como tratar?

Não há tratamento.

A mordedura

C E R T O

A mordedura é perfeitamente alinhada e, preferencialmente, em tesoura. Ou seja, os incisivos (dentes da frente) da arcada superior se fecham à frente dos incisivos da arcada inferior. Aceita-se um ligeiro prognatismo, caracterizado pelos incisivos inferiores fecharem-se à frente dos superiores.


Bem alinhada.

E R R A D O

A mordedura apresenta um prognatismo mais acentuado do que o desejável. Ou seja, os incisivos da arcada inferior se fecham muito à frente - gerando um espaço superior a 2 mm - dos incisivos da superior. Em casos extremos, pode desgastar a articulação da mandíbula, gerando artrite e conseqüente dificuldade de mastigação.


Prognatimo acentuado.

Qual a causa?

Herança genética.

Em que idade se nota?

A partir de três ou quatro semanas de vida. No entanto, a mordedura pode ser alterada até por volta dos cinco meses de idade, quando os dentes permanentes nascem.

Como previnir?

Com a boa escolha do filhote e de seus pais.

Como tratar?

Em alguns casos, aparelhos ortodônticos podem amenizar o desvio. Mas tal recurso só é ético se o problema afetar a saúde do gato.

As orelhas

C E R T O

São arredondadas na ponta, pequenas e bem afastadas entre si.


Redondas

E R R A D O

São pontiagudas, próximas uma da outra e maiores do que o ideal padrão.


Com pontas

Qual a causa?

Herança genética.

Em que idade se nota?

Normalmente a partir dos dois ou três meses de vida

Como previnir?

Com a boa escolha do filhote e de seus pais.

Como tratar?

Não há tratamento.

Olhos

C E R T O

Os olhos são redondos, grandes e sem sinais de estrabismo.
A distância entre eles é suficiente para que caiba um outro olho grande.


Grandes e bem separados

 

E R R A D O

Comparados ao ideal, os olhos são pequenos e, às vezes, a distância entre eles não é suficiente para que caiba um outro olho.


Pequenos e juntos

Qual a causa?

Herança genética.

Em que idade se nota?

Normalmente durante o primeiro mês de vida.

Como previnir?

Com a boa escolha do filhote e de seus pais.

Como tratar?

Não há tratamento.

E R R A D O

O gato é estrábico em um ou nos dois olhos. Pode prejudicar a visão.


Estrábicos

Qual a causa?

Herança genética ou disfunção neurológica adquirida.

Em que idade se nota?

A partir de um mês de vida.

Como previnir?

Com a boa escolha do filhote e de seus pais.

Como tratar?

Em casos graves, cirurgia ou tratamento medicamentoso podem resolver o problema.

Tamanho

C E R T O

Dono de uma ossatura pesada e musculatura bem desenvolvida, o Persa é um gato de tamanho médio para grande. Ainda que nenhum dos seus padrões oficiais estabeleça medidas, é consenso na criação que entre dois exemplares de qualidade física igual o mais pesado tende a levar vantagem.


Médio para grande

E R R A D O

A ossatura é mais leve e a musculatura pouco desenvolvida, resultando em exemplares pequenos. Veja na foto uma fêmea pequena ao lado de outra com tamanho correto


Pequeno

Qual a causa?

Normalmente herança genética. Mas pode ser falta de exposição solar ou nutrição deficiente do filhote ou da mãe na fase de gestação.

Em que idade se nota?

Se for de origem genética ou por nutrição deficiente da mãe, já há indícios desde o nascimento. Se for deficiência alimentar apenas do filhote ou falta de sol, por volta dos seis meses de idade.

Como previnir?

Com a boa escolha do filhote e de seus pais e com alimentação balanceada e exposição adequada ao sol.

Como tratar?

Se a origem for herança genética, não há tratamento. Já se for por nutrição deficiente ou ausência de sol, pode-se amenizar o problema - sob orientação veterinária - com dieta específica, complementos vitamínicos e exposição adequada ao sol.

A pelagem

C E R T O

Longa, abundante, armada e brilhante. Os pêlos são finos e sedosos. Há subpêlo denso e macio. É natural nas épocas quentes, a pelagem ficar mais rala por causa da troca de pêlos.


Vasta e brilhante.

E R R A D O

A pelagem é menos armada e menos vasta, independentemente da época do ano. Às vezes, apresenta falhas.


Rala.

Qual a causa?

Herança genética, alimentação ou tratamento de beleza inadequados, doenças ou parasitas de pele.

Em que idade se nota?

Se for de origem genética, a partir dos quarenta ou cinqüenta dias de vida.

Como previnir?

Com a boa escolha do filhote e de seus pais, alimentação balanceada e tratamento de beleza adequado. Escovação cuidadosa diária ou a cada dois dias e uso de bons produtos para banho. Também deve-se deixar o gato livre de parasitas e doenças de pele.

Como tratar?

Com alimentação balanceada, tratamento de beleza adequado e, sob auxílio veterinário, complementos vitamínicos ou medicamentos específicos que combatam doenças de pele e parasitas.

Os testículos

C E R T O

Antes dos três meses de vida, é natural que os dois testículos estejam "embutidos" e, portanto, não visíveis. Mas normalmente aos 90 dias de idade eles já estão aparentes.


Os dois no lugar.

E R R A D O

Mesmo após os três meses de vida do gato, os testículos - às vezes os dois ou apenas um deles - não ficam aparentes. Em alguns casos, o desvio significa infertilidade.


Ausência total ou parcial.

Qual a causa?

Herança genética.

Em que idade se nota?

A partir dos três meses de vida.

Como previnir?

Com a boa escolha dos pais do filhote.

Como tratar?

Até seis meses de vida tratamento hormonal ou cirurgia podem ser tentados, mas a chance de resolver o problema é pequena.

A Calda

C E R T O

Esticando a cauda pela lateral do corpo em direção à cabeça ela alcança, no máximo, o pescoço. Em toda a sua extensão é uniformemente lisa, sem apresentar articulações mais grossas, os chamados "NÓS" de cauda.


Comprimento curto a moderado

E R R A D O

O comprimento da cauda - quando puxada em direção à cabeça - ultrapassa o pescoço. 


Longa demais

Qual a causa?

Herança genética.

Em que idade se nota?

A partir dos seis meses de vida.

Como previnir?

Com a boa escolha do filhote e de seus pais.

Como tratar?

Não há tratamento.

O Padrâo da raça

Bochechas: cheias.
Cabeça: redonda, maciça, bem equilibrada, crânio muito largo.
Cauda: curta e espessa.
Cor: sólida, brilhante, correspondendo à cor da pelagem.
Corpo: compacto patas curtas, peito largo, ombros e dorso maciços, bem musculosos.
Expressão: franca e agradável. 
Inserção: bem distantes uma da outra, colocadas abaixo da linha do crânio. 
Maxilares: largos e poderosos. 
Membros: curtos, fortes, firmes. 
Nariz: curto, largo, com "stop" bem definido, não arrebitado. O "stop" deve estar situado entre os olhos e pálpebras superiores e inferiores. Narinas devem ser largas e abertas para permitir uma respiração sem dificuldades. 
Olhos: grandes, redondos, bem abertos e distantes um do outro. 
Orelhas: pequenas, com as extremidades arredondadas, bem fornidas de pelos no interior.
Peso: entre 3,5 a 7 kg. 
Pescoço: curto e forte. 
Patas: curtas, fortes, paralelas. Ossadura potente, musculatura bem desenvolvida. Pés largos, redondos, fortes. Os tufos de pêlos entre os dedos são desejáveis. 
Pelagem: comprida, densa, textura fina e sedosa (jamais lanosa), um colar cobre os olhos e o peito. 
Queixo: forte. 
Tamanho: de médio a grande. 
Testa: arredondada.

Fonte: www.gatopersa.com.br

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