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Ragdoll



 

Ragdoll

Ragdoll é um gato doce e de temperamento fácil, com a peculariedade de não reagir a agressões. É considerada uma raça grande e de pêlo semilongo. Perfeito para se ter num apartamento.

Ele é um dos gatos de maior porte do mundo ao lado do Siberian Cat e do Maine Coon. O peso desse gigante varia entre 6 e 9 Kg nos e seus olhos são azuis.

A completa maturidade da cor não é atingida até os dois anos de idade. O peso e tamanho completo se definem depois dos quatro anos de idade, no mínimo. Por ser uma raça pouco ativa, o Ragdoll tende a ser obeso.

Esse grandalhão não é super agitado. O Ragdoll faz tudo o que os outros gatos fazem, porém com menor freqüência. Ele prefere ficar quieto ou dormindo a correr e subir nos móveis. Ele só brinca e corre quando está com vontade.

Adora ficar junto aos donos, é extremamente sociável e sossegado, além de miar pouco.

Sua pelagem não embaraça muito, porém deve ser penteada uma vez por semana. Banho só a cada três ou quatro meses e apenas quando estiver muito sujo.

Origem e História

O Ragdoll foi criado e batizado pela polêmica criadora norte-americana Ann Baker, no início da década de 60. Ann acabou conhecida por todos os Estados Unidos devido às suas façanhas. Patenteou o nome Ragdoll, obrigando qualquer pessoa a lhe pagar royalties quando comercializasse a raça. Provavelmente numa jogada de marketing, Ann afirmava que esses gatos eram fruto da engenharia genética do governo americano, que usou genes humanos para fazê-la. Mas na verdade, a raça foi desenvolvida por ela mesma a partir de uma gata chamada Josephine, muito parecida com um Angorá, e depois com a introdução de gatos com características do Sagrado da Birmânia. O reconhecimento veio em 1965 por uma entidade de pequeno porte, a National Cat Franciers Association (NCFA).

Descontentes com as atitudes de Ann, criadores dissidentes liderados por Denny Dayton fundaram a Ragdoll Fanciers Club International (RFCI) no final da década de 60 e conseguiram o reconhecimento da raça por grandes entidades felinas, como a Tica. "O reconhecimento foi muito rápido pela maioria das entidades e em algumas como a Tica, foi imediato", comenta Wain, presidente da RFCI. O padrão do Ragdoll foi totalmente baseado nos exemplares que estavam com os dissidentes. Restringiu os gatos a terem apenas olhos azuis e poucas cores - a seal (marrom escuro), chocolate, azul e lilás - e marcações de pelagem - a ponteada (cor mais escura no focinho, orelhas, cauda e patas), a bicolor e a mitted (patas com as pontas brancas). Todas as demais cores e marcações de pelagem e cor de olhos que existiam nos gatos dos seguidores de Ann Baker foram rejeitadas. Alguns criadores que tinham gatos com essas características e estavam na entidade de Ann, a International Ragdoll Club Association (IRCA), se desligaram do clube há três anos e conseguiram reconhecê-los como outra raça de nome Raggamuffin.

Fonte: www.petfriends.com.br

Ragdoll

O Ragdoll (que significa boneca de pano em português) é uma raça de gatos de origem americana (California), raramente encontrada em outros países. Em 1982, havia notícia de um único Ragdoll no Brasil - Sansão. Atualmente, contamos com cerca de 60 registrados, a maioria proveniente dos dois gatis que iniciaram oficialmente a criação brasileira em 1998 (Montana's & Muntaz-i-Mahal), através da importação de exemplares dos melhores gatis americanos. De lá para cá, o Ragdoll vem se tornando conhecido através de exposições, novas importações e da divulgação desses dois gatis, dedicados exclusivamente à raça. O Ragdoll chama a atenção por três motivos: tamanho, temperamento e beleza. É a segunda maior raça de gatos do mundo, sendo a de desenvolvimento mais lento, pois um Ragdoll só termina seu crescimento por volta dos quatro anos de idade, podendo um macho adulto não castrado chegar aos 10 ou 11 quilos. É um "Gigante Gentil", meigo, delicado, brincalhão e interativo. É de uma beleza singular, com sua pelagem semilonga de textura fofa e sedosa, com seus olhos plácidos, sempre azuis. Impossível não ter o olhar desviado por um Ragdoll.

HISTÓRIA DA RAÇA

A História do Ragdoll é cheia de controvérsias, mitos e fatos geneticamente improváveis, mas não encontra divergências em um ponto: A raça não existiria se não fosse por Ann Baker (Ann criava gatos Persas). Em 1963, Riverside, California, vivia Josephine, uma gata de pelagem branca e semilonga, grande porte, raça não definida e parecida com um Angorá. Pertencia a Mrs. Pennel, uma vizinha de Ann. Josephine era arredia e assim vivia pelas ruas tendo seus filhotes, que eram cismados e ariscos como ela própria.

Uma vez, Josephine ficou desaparecida por dois dias, ao fim dos quais foi encontrada por vizinhos de Ann. Ela havia sido atropelada, estava muitos machucados e escoriações na cabeça e perdera um dos olhos. Depois de ter recebido cuidados por algum tempo, pôde voltar para sua casa. O atropelamento mudara muito o seu comportamento. Ela tornara-se uma gata carinhosa e caseira, estava meiga, confiante e teve seus primeiros filhotes dentro de casa, eles também dóceis, sociáveis e mansos. Curiosamente ficavam completamente relaxados no colo das pessoas, como bonecas de pano (daí a origem do nome Ragdoll). Por todas essas qualidades, Ann passou a acompanhar periodicamente as crias de Josephine e interessou-se por alguns de seus filhotes. Escolheu três deles (um macho e duas fêmeas) sobre os quais o perfil do Ragdoll começou a ser o traçado. Em 1965, ela iniciou os cruzamentos com esses exemplares e obteve a primeira ninhada, da qual dois filhotes foram reconhecidos oficialmente como os primeiros Ragdolls. A partir daí, Ann estipulou que o padrão básico da raça Ragdoll seria o Colorpoint e os olhos teriam que ser sempre azuis. Ann continuou a criação com os exemplares que ia produzindo e conseguiu determinar os três padrões iniciais da raça: Colorpoint, Mitted e Bicolor.

Ann promovia a raça em programas de TV, entrevistas e jornais através do mito de que o Ragdoll havia sofrido uma mutação genética tornando-se diferente, imune à dor, mole e relaxado, isso devido ao atropelamento de Josephine. Também dizia que a raça era produto híbrido de experiências genéticas com outros animais e possuía até mesmo genes humanos (fato geneticamente improvável, ainda mais para a época). Ann patenteou o nome Ragdoll e passou a cobrar direitos das pessoas que começaram a criar a raça. Mais tarde decidiu cobrar uma porcentagem sobre a venda de cada filhote. As coisas ficaram tumultuadas, os seguidores de Ann estavam descontentes e por isso parando de criar. Mas, graças ao trabalho sério de pessoas como o casal Laura e Denny Dayton (que se apaixonaram pela raça e criaram Ragdolls de 1969 a 1981), o Ragdoll continuou firme, a raça foi sendo aperfeiçoada e, em 1993, reconhecida por toda a gatofilia norte-americana.

Ann faleceu no começo de 1997. Apesar de todos os eventos, das divergências, dos mitos, do marketing, é impossível não deixar registrado um obrigado a Ann Baker, por uns amada, por outros odiada, mas felizmente, a Mãe (criadora) do maravilhoso Ragdoll.

Ragdoll

CARACTERÍSTICAS DA RAÇA

Ragdolls são muito mais que gatos grandes e bonitos. Eles são atenciosos, divertidos, sensíveis e aprendem com facilidade. Costumam atender pelo nome, são eternos companheiros, onde o dono estiver o seu Ragdoll estará, até mesmo no banho! Alguns gostam de ser pegos como bebês, outros correm para o colo quando sentamos. São gatos de grande porte, mas de média a baixa atividade. Quanto mais o tempo passa, mais sossegados ficam, mas sem deixarem de brincar ou interagir em nosso dia-a-dia. São gatos indoor (dentro de casa) feitos para viverem junto a nós e não em ambientes abertos. Adoram o convívio com pessoas e se adaptam facilmente a outros animais e crianças.

Ragdoll

ALIMENTAÇÃO E SAÚDE

O Ragdoll é o felino doméstico de desenvolvimento mais lento, por isso precisa de cuidados básicos para crescer bonito e saudável: Ser alimentado com rações balanceadas, de ótima qualidade, adequadas a cada etapa de seu crescimento; receber suplementos vitamínicos, além de comer ração para filhotes por mais tempo; ser vermifugado periodicamente e vacinado nas épocas certas. Precisa ser escovado, ter os olhos e as orelhas limpos e as pontas das unhas aparadas uma vez por semana. Deve ter um arranhador para brincar e afiar as unhas; ter sua liteira (popular caixa de areia) limpa todos os dias; bem como ter água e alimentos sempre frescos à sua disposição. Uma visita anual, de rotina, ao médico veterinário é recomendável. Se o Ragdoll precisar ficar muito tempo sem a presença humana e não tiver outros animais como companhia, é aconselhável que tenha alguns brinquedos especiais para gatos. E o mais importante: Amor, carinho e atenção sempre, pois são elementos importantes para manter um Ragdoll saudável e feliz.

PADRÃO DA RAÇA

Ragdoll ideal deve ser grande e pesado. A completa maturidade da cor não é atingida até os três anos de idade e o peso e o tamanho completos não costumam se definir antes dos quatro anos. O Ragdoll deve ser firme e musculoso, sem gordura, exceto na área do baixo abdome. As fêmeas podem ser consideravelmente menores do que os machos.

Cabeça

A cabeça do Ragdoll deve ser de tamanho médio, larga (em cunha modificada), de superfície plana na área entre as orelhas. Seu perfil deve apresentar stop delicado, o focinho redondo, de comprimento médio, o queixo bem desenvolvido, os olhos levemente ovais (não podem ser orientais), grandes e sempre azuis.

Pescoço

O Ragdoll deve ter um pescoço curto, pesado e forte.

Corpo

Ragdoll é um gato de porte grande que deve ter o corpo longo e substancial com peito cheio, omoplatas largas e quadris levemente mais altos que os ombros. A sua estrutura óssea tem que ser forte e substancial. Deve ter uma almofada de gordura no baixo abdome; as pernas de comprimento médio, com pés redondos, grandes e tufados. A cauda do Ragdoll é longa, do mesmo comprimento do corpo. Ao pegar um Ragdoll, o seu peso pode parecer surpreendente.

Pelagem

A pelagem permanece junto ao corpo e dá a impressão de "quebrar" quando o gato se move. O manto é mais comprido em volta do pescoço e nas extremidades da cabeça, dando a aparência de um babador (bib).

Padrões de Pelagem

Ragdoll é basicamente um gato Colorpoint, ou seja, possui as extremidades: Orelhas, focinho, pontas das patas e rabo em tonalidade mais escura que a do corpo. E em dois de seus padrões possui marcações brancas com localizações específicas.

Padrão Colorpoint

É o padrão básico do Ragdoll, não pode possuir branco algum e as extremidades são mais escuras que o resto do corpo.

Ragdoll

Padrão Mitted

É o mesmo Ragdoll Colorpoint, porém com colocações de branco em lugares bem definidos do corpo: Luvas (mittens) nas patas dianteiras (pontas) e traseiras (até os joelhos).O queixo tem que ser branco, abrindo-se para o colar, correndo em faixa pela barriga. Permite-se uma chama (blaze) branca entre os olhos.

Ragdoll

Padrão Bicolor

É o Ragdoll Colorpoint com outras marcações de branco específicas. No rosto, a máscara branca deve ter o formato de um V invertido, as patas e a barriga devem ter a maior parte de sua coloração em branco.

Ragdoll

Padrão Lynx

Acrescentando-se listras à cauda, patas e face; uma máscara branca ao redor dos olhos e da boca; e o focinho cor de tijolo aos outros três padrões, obtemos o Padrão Lynx, ou seja, o Ragdoll tigrado. Formando os padrões: Colorpoint Lynx, Mitted Lynx e Bicolor Lynx.

Ragdoll

Cores

Ragdoll é aceito em todos os padrões aqui descritos nas seguintes cores: Seal, Blue, Chocolate, Lilac, Red, Cream, Tortie ou Torbie (Tortie Lynx).

CURIOSIDADES SOBRE A RAÇA

O Padrão Mitted do Ragdoll possui luvas parecidas com as dos gatos Sagrados da Birmânia. Por isso, muitos diziam que o Sagrado estava incluso na formação da raça Ragdoll. Isso foi desmistificado ao comprovar-se geneticamente que no Ragdoll as luvas são dominantes e no Sagrado da Birmânia são recessivas.

Ragdoll

Ragdoll sente dor e têm a musculatura semelhante à dos outros gatos, contrariando o que pregava Ann Baker em seu intento de promover rapidamente a raça. O Ragdoll é diferente, sim, pela capacidade de relaxar tanto no colo daqueles em que confia, que parece não ter articulações, como uma boneca de pano (Ragdoll), característica que deu o nome à raça.

Os filhotes de Ragdoll nascem brancos e começam a marcar por volta dos 15 dias de idade. Quanto mais clara for a cor, mais demorada será a sua marcação.

Fonte: www.petbr.com.br

Ragdoll

 

Origem

Ragdoll

O Ragdoll foi criado e baptizado pela criadora norte-americana Ann Baker, no início da década de 60. A raça foi desenvolvida a partir de uma gata chamada Josephine, muito parecida com um Angorá, e depois com a introdução de gatos com características do Sagrado da Birmânia.

O Ragdoll fica tão relaxado quando deitado que lembra uma boneca de pano, mole e flexível, daí o seu nome, que em português significa: Boneca de Trapos. Isso acontece devido à sua atitude despreocupada com as pessoas o que lhe permite ficar relaxado quando lhe pegam.

Características

Os Ragdolls são grandes e volumoso. Os Ragdolls nascem brancos, as suas cores e padrões começam a aparecer quando eles têm por volta de 10 dias. A sua coloração e desenvolvimento definitivos só são alcançados aos 2 ou 3 anos. Os Ragdolls têm o pêlo parecido com o do coelho.

Têm olhos azuis, mas as suas cores variam: seal, blue, red, cream, lilac e chocolate.

Temperamento

Em seus primeiros tempos, os Ragdolls tinham a fama de ser insensíveis à dor, o que ;e inteiramente falacioso; essa crença surgiu quando a fêmea branca original de pêlo longo deu a luz seus filhotes Após ter sofrido ferimentos num acidente de trânsito.

Os Ragdolls têm uma personalidade única. Eles são amáveis, serenos e quietos. Adoram viver com pessoas. Fazem uma companhia perfeita para crianças. São gatinhos muito doceis e não brigam com outros gatos. Os ragdolls têm muitas características atribuídas aos cães: vão buscar objectos, são leais com o dono, seguindo-os por todos os lugares, ficam atentos e curiosos com tudo o que eles fazem e são muito devotados.

Fonte: www.catish.com.pt

Ragdoll

Ragdoll

A raça Ragdoll , que significa Boneca de trapos, nasceu do cruzamento de uma gata Angorá Turco com um gato de rua com luvas de tipo Birmanês. Interessando a criadora Ann Backer, que praticou uma forte consangüinidade, dando a atual característica da raça hoje..

Sua homologação nos EUA foi feita em 1965. Em 1971, A. Baker fundou a International Ragdoll Cat Association ( I.R.C.A.). Em 1987 é fundado um Brtish Ragdoll Club. A G.C.C.F. reconhece a raça em 1991 e a F.I.Fe em 92. O Ragdoll chega a Alemanha e França na década de 80 mas somente é criado um clube francês da raça em 1993. O Ragdoll é pouco difundido fora dos EUA.

Características da Raça

O Ragdoll é um gato muito calmo e seu temperamento é plácido e dócil, sendo de um convívio muito agradável. Detesta a agitação e barulho. Sociável e afetuoso, convive bem com seus congêneres e com os cães. Muito carinhoso e afetuoso, detesta a solidão, adaptando-se facilmente a vida em apartamentos.

Cabeça de tamanho médio, larga, um pouco cuneiforme, de contornos arredondados. Crânio achatado entre as orelhas. Testa ligeiramente arredondadas. Bochechas bem desenvolvidas. Focinho arredondado, medianamente comprido, bem desenvolvido. Nariz com um ligeiro arco no terço superior. Queixo bem desenvolvido.

Orelhas de tamanho médio, largas na base, espaçadas, ligeiramente dirigidas para frente, arredondadas na ponta. Olhos grandes, ovais, ligeiramente em angulo. Azul mais intenso possível em relação com a cor do manto. Pescoço curto e forte.

Corpo grande, longo e bem feito. Peito largo e bem desenvolvido Trem posterior pesado e sólido. Ossatura média. Patas de comprimento e ossaturas médias. Patas traseiras ligeiramente mais longas do que as dianteiras. Pés grandes, redondos, compactos com tufos de pelos entre os dedos. Cauda longa, proporcional ao corpo, bastante espessa na base, desfiando ligeiramente em direção a extremidade. Bem guarnecida e frondosa.

Pelo semi-longo, suave, sedoso, próximo ao corpo. Em movimento, a pelagem se afasta em mechas. Colar muito desenvolvido. Quatro cores clássicas ( seal, azul, chocolate e lilás ). Três desenhos de manto com pontos :

Colorpoint : corpo de uma cor mais clara que as extremidades.

Mitted ou com luvas : padrão também Siamês, mas com luvas na extremidade das patas. Chama branca no nariz. Queixo Branco

Bicolor : colorpoint com extensão do branco na face em forma de V invertido; 4 Patas brancas, Peito e Ventre Brancos.

Fonte: www.clubebrasileirodogato.com.br

Ragdoll

 

País: EUA

Ancestrais: Pêlos Longos britânicos x Sagrado-da-Birmânia.

Origem: Década de 1960

Temperamento: Dócil e calmo

Características

Possuem cabeça grande e triangular, com o topo do crânio achatado e focinho arredondado. O nariz é curto, e a sua pelagem e longa e comprida especialmente no pescoço, dando a impressão de um babador. As fêmeas são menores e de coloração mais clara que os machos.

Observações

O nome Ragdoll provém do fato desses gatos ficarem totalmente relaxados como bonecos de trapo (Ragdoll, em inglês)quando são acariciados ou levados ao colo pelos donos. São gatos ideais para crianças, pois são muito tolerantes.

Fonte: www.animalnet.com.br

Ragdoll

Origem: EUA 
Perfil: Dócil
Tipo de Pêlo: Semilongo
Tamanho: Grande
Peso Mínimo: 06 Kg - Peso Máximo: 09 Kg
Temperamento: Dependente
Nível de Atividade: Moderado
Idade: média de 08 anos

Características

Como todas as raças de grande porte, o Ragdoll não é do gênero superagitado, ele não costuma ficar correndo ou escalando os móveis como outras raças, porém os criadores afirmam que ele é capaz de fazer tudo que outro gato faz, sendo a única mudança a freqüência das atividades, que para ele é menor. Esse gato prefere ficar quieto ou dormindo do que correndo. Nesses momentos, seus músculos se descontraem e ele acaba ficando bastante maleável, daí o seu nome Ragdoll, que significa "boneca de trapo".

O Ragdoll é dono de um comportamento calmo e dócil, sendo um gato extremamente quieto e gentil, que escolhe para ser seu "dono" a pessoa mais tranqüila da casa, fazendo a partir daí, companhia permanentemente. Os estudiosos afirmam que este temperamento doce surgiu como resultado de uma longa seleção entre gatos domésticos durante o desenvolvimento desta raça. De fato, ter um Ragdoll em casa é um sossego, pois além de suas qualidades, que facilitam a convivência, ele ainda mia pouco e se relaciona muito bem com outros animais.

Histórico

Uma das raças mais populares nos EUA, fora deste país, ela é pouco conhecida. Esta raça foi criada e batizada por uma criadora norte-americana, no início da década de 60, que ficou conhecida em todo o Estados Unidos devido às suas façanhas. Ela patenteou o nome Ragdoll, obrigando a qualquer um que comercializasse esta raça lhe pagar royalties e numa provável jogada de marketing afirmou que o Ragdoll era resultado da engenharia genética do governo americano, que teria usado genes humanos para fazê-la. Porém, a verdade é que esta raça foi desenvolvida por ela mesma a partir de uma gata muito parecida com um Angorá e com gatos que tinham características do Sagrado da Birmânia.

Cuidados

Manter um Ragdoll saudável não costuma ser difícil. Os pêlos desse gato não costumam cair muito e também não embaraçam com facilidade, sendo uma escovação semanal com um pente o suficiente para retirar os pêlos mortos. Os banhos são recomendáveis somente a cada quatro meses ou quando o gato estiver muito sujo. Ele não apresenta problemas genéticos de saúde, porém devido ao seu porte, esses gatos tendem a ficar obesos, principalmente os machos castrados. Para se evitar exemplares obesos, recomenda-se usar rações com menos calorias, não deixar comida à vontade ao gato e estimular atividades físicas e mentais.

Fonte: www.caoeciavet.hpg.ig.com.br

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