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Shar-Pei



Shar-Pei

A origem do Shar-Pei e incerta. Pode ser um descendente do Chow Chow, a quem assemelha-se pela língua azul. E possível que tenha surgido inicialmente no Tibete ou no Norte da China ha 20 séculos, sendo que os primeiros exemplares da raça eram bem maiores do que os atuais. Existem obras de arte antiqüíssimas (Dinastia Han, 206 a.c) que retratam o Shar-Pei.

No passado esse excelente caçador de javalis e guardador de rebanhos, era também utilizado para combates, esporte extremamente popular na China. Sua pele solta dificultava o abocanhar dos adversários de combate e ha quem diga que eram utilizadas drogas para instigar sua agressividade, já que se trata de um cão afável e dócil.

O tipo físico original do Shar-Pei foi se perdendo na própria China, a partir do final da década de 40. Foi o preço pago pelo mundo canino em conseqüência da Revolução Comunista no país em 1949. Nessa época, a raça quase foi extinta. A posse de cães e outros animais de estimação virou um luxo proibido. Abriu-se uma exceção para os cães de camponeses que comprovadamente os usavam para caça. Os demais só poderiam ter o direito de existir se seus proprietários arcassem com multas altíssimas. Caso contrario, a sentença era a execução, cumprida pelos soldados de Mão Tse Tung. Os cães não trabalhadores do pais viram alimento para o povo esfomeado.

P or sorte, o Shar-Pei original era um excelente caçador. Por azar, o numero de caçadores era relativamente pequeno, restando poucos exemplares vivos. E mesmo entre esses nem todos escaparam da morte, e desta vez por uma seleção dos próprios caçadores, que utilizavam apenas os serviços dos exemplares considerados bons na caça. Os outros eram servidos a mesa.

Os poucos Shar-Peis sobreviventes tiveram que enfrentar ainda outro problema: os efeitos da desnutrição. Alimentando-se apenas com sobras das mesas dos camponeses, começaram a diminuir gradativamente de tamanho. A desnutrição impede que o tamanho ideal determinado pelo potencial genético seja atingido.

Os filhotes de pais desnutridos tendem a nascer menores e mais fracos, e assim sucessivamente, ate que o problema da desnutrição seja resolvido. Porem, mesmo quando a desnutrição acabou, o tamanho das novas gerações continuou menor. O fator responsável por isso provavelmente foram os acasalamentos consangüíneos e inter-raciais, já que havia pouquíssimos exemplares.

Os Shar-Peis diminuíram dos cerca de 58 centímetros para aproximadamente 45. Os malefícios da reprodução entre parentes e da mistura de raças perduram ate hoje. Apesar de o padrão pedir tamanhos maiores, a maioria dos cães não os atingem. E ate o texto do padrão novo se mostra complacente quanto a tal realidade: se um exemplar não estiver bem dentro dos parâmetros de tamanho descritos, não deve ser severamente penalizado. Ha de se compreender que o Shar-Pei perdeu seu talhe por volta de 1949.

A Mudança

Em 1974, o Shar-Pei figurou no Livro Guiness dos Recordes como o cão mais raro do mundo. Um ano antes, alguns chineses, encabeçados por Matgo Law, de Hong Kong, lançaram um apelo de salvação a raça, publicado em revistas americanas: quem sabe se conseguirmos enviar alguns dos nossos cães para o seu país, eles poderão, algum dia, se tornar tão populares como o Pequinês ou o Chow-Chow" escreveu ele. Deu certo. Vários criadores americanos mostraram grande interesse pela raça. Mas havia um problema. A maioria dos exemplares disponíveis era aquela vinda da consangüinidade e da mestiçagem. Portanto, não tinha as características originais do Shar-Pei pre-revolução comunista. De acordo com Robert Horsnell, que mora na China e na época criava a raça, entre 1970 e 1976 foram enviados aos Estados Unidos cerca de 100 exemplares, poucos deles com o físico do tipo original.

O padrão com data oficial de 1981, o que sofreu as alterações, foi na verdade redigido pelos criadores chineses na década de 70. Daí terem feito, hoje, tantas mudanças em suas descrições, já que refletiam direitinho as características da maioria dos cães existentes na época, que eram frutos de acasalamentos incorretos.

Em 1994, a Federação Cinologica Internacional (FCI) promoveu diversas alterações no padrão da raça, e a mais importante foi justamente a redução das pelancas do cão adulto no tronco e no dorso. Segundo o novo padrão, as pelancas devem se concentrar na cabeça e no pescoço. Foram alteradas ainda as proporções de peso e altura do cão. Na versão antiga do padrão da raça estabelecia-se que a cabeça deveria ser bem grande em comparação com o resto do corpo, o que pelo novo padrão da raça e desabonador, assim como o excesso de peso e de altura.

Se anteriormente as medidas estabelecidas variavam entre 40 e 51 centímetros (medidos na parte mais alta do dorso, a cernelha), hoje o padrão pede altura entre 48 e 58,5. Vale dizer que houve um engano na tradução brasileira do novo padrão, na qual consta que a medida deve variar entre 47,5 e 57,5.

Na pratica, a mudança e radical. O Shar-Pei que antes podia ser um pouco maior que o Cocker, pode, agora, ter a altura de um Dálmata. O peso que antes simplesmente não era determinado, passou a ser limitado entre 18 e 29 quilos. O resultado do Shar Pei descrito pelas regras atuais e um cão menos robusto e atarracado. Ele e mais alto e tem limite Maximo de peso, o que exige uma ossatura mais leve e traz uma aparência mais longilinia, ainda que essa palavra seja um pouco exagerada para descrever a raça.

De aparência exótica e bastante singular, o Shar-Pei é um cão compacto, ágil e forte, caracterizado pela pele solta que forma pregas pelo corpo. Tem orelhas pequenas e retangulares, dobradas em direção aos olhos. Sua cauda e vertida em direção ao tronco e sua pelagem e curta e eriçada. Parece estar sempre um pouco triste, mas e um cachorro alegre e que se adapta bem a casa. Tranqüilo e leal, tem particular facilidade em se relacionar com as crianças.

A principal característica física da raça – a abundancia de rugas – foi recentemente alterada pelos chineses, mas quando filhote o Shar-Pei ainda e considerado o cão mais enrugado do mundo.

As rugas da cabeça podem também causar problemas de vista, especialmente se caem na frente dos olhos, pois acabam fazendo com que as pálpebras e cílios entrem nos olhos (entropio), causando uma irritação que pode evoluir para lesões na córnea, levando a cegueira. Para evitar isso, recomenda-se que se de 3 pontos nas pálpebras do cão ainda filhote a fim de que se formem pregas que impedem que as pálpebras caiam sobre os olhos. Esse procedimento só surte efeito quando o cão e filhote, pois a musculatura esta em processo de desenvolvimento, o mesmo não cabendo para o cão adulto, com a musculatura desenvolvida. Neste caso, o único recurso e uma cirurgia definitiva, que retira parte de pálpebra. Assim, ao primeiro sinal de irritação nos olhos e conveniente procurar um veterinário para um diagnóstico preciso.

Existem alguns também exemplares com mordedura prognata (dentes da frente da arcada de baixo fecham acima da arcada superior). Apesar de não ser uma doença, e considerado um defeito originado pelas miscigenações. O padrão pede mordedura em tesoura (igual a humana).

O ronco e uma característica típica da raça, causada pela passagem do ar pelo palato (céu da boca), que possui conformação mais alongada que a comum. Em alguns casos e necessária uma cirurgia corretiva para que o cão possa respirar melhor. Normalmente, não costuma provocar problemas para os exemplares. Como e de praxe, os cães que apresentem quaisquer desses problemas não devem ser acasalados para evitar que a tendência genética se expanda.

Como dica de acasalamento, vale lembrar que o Shar-Pei pode ter a pelagem ate 2,5 centímetros de comprimento na região da cernelha. Quando vai ate 1,5 e chamada de horse coat. já a mais longa recebe o apelido de brusch coat. A recomendação do clube americano e não cruzar por muitas gerações seguidas exemplares brush, evitando que os pelos se alonguem demais ou percam a textura áspera

Fonte:www.astaroth.vet.br

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Shar-Pei

Vindo provavelmente das aldeias que rodeiam o mar da China Meridional, o Shar-Pei é uma raça inteligente, leal e alerta.

Possui pelagem curta e dura, sem sub-pêlo, e nunca deve ser tosado. Todas as cores sólidas são aceitas para esta raça, exceto o branco.
De porte médio, o Shar-Pei mede de 44 à 51 cm. na altura da cernelha, e é um fantástico companheiro, calmo, independente, e muito afetuoso à família.

As rugas sobre a cabeça e a cernelha são as características mais marcantes da raça.

Fonte:www.guiaderacas.com.br

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Shar Pei: um mar de rugas suaves

Ele é um verdadeiro encanto! Não tem quem resista ao charme de suas rugas salientes e macias. O Shar Pei é um cão inteligente, alerta, mas... é carrancudo. Mas, é só a aparência!!

O Shar-Pei é extremamente devotado à sua família, independente e reservado. De estatura mediana, ele não está entre as raças mais comuns de serem vistas desfilando pelas ruas.

Vive bem em lugares grandes ou pequenos, se adaptando com facilidade. Não é de grandes agitos, mas gosta de crianças. Late pouquíssimo.

Outro atrativo é a língua azul, semelhante a do Chow-Chow. Quanto à pelagem, possui pêlo curto, arrepiado e rígido ao toque. A cor pode ser preto, acaju, marrom escuro, bege e creme.

Shar-Pei

O Shar Pei quando filhote é um mar de rugas. Na fase adulta, ao contrário do que se pensa, não tem que ser tão pelancudo.

Atualmente, o padrão de altura para esta raça varia de 48 a 58,5 cm. Já o peso está limitado entre 18 e 29 Kg.

Mas, cuidar das rugas deste cão exige atenção especial. Entre as dobras podem se acumular sujeira e umidade, ocasionando seborréia, dermatite e micose.

Para que isto não ocorra, o Shar Pei deve estar sempre bem seco. Depois de enxugá-lo, leve-o ao sol a fim de eliminar os resquícios de umidade.

As rugas da cabeça são muitas vezes as vilãs de problemas de vista. Quando caem na frente dos olhos, forçam as pálpebras e cílios a entrar nos olhos.

Origem e História

O Shar Pei provavelmente é originário de uma pequena Vila da província de Tai-Li em Kwantung e existe há séculos nas províncias do sudoeste da China, aparentemente desde a Dinastia Han, 200 antes de Cristo.

Um manuscrito chinês do século XIII foi traduzido e fazia referência a um cão cheio de pregas que lembrava muito o Shar Pei.

A história do Shar Pei nos tempos modernos é incompleta. A população de cães dessa raça foi praticamente extinta e nenhum podia ser visto nas cidades e poucos restavam nas áreas rurais.

Depois de 1968, tanto a Associação do Kennel de Hong Kong como a de Kow-loon estabeleceram um padrão e começaram a registrar os Shar Peis. Esta organização ainda é a responsável pelos registros e vários clubes e associações foram criados em Taiwan, Japão, Korea, Canadá, Grã-bretanha e em alguns outros países da Europa.

Só no ano de 1981, o jornal O Estado de São Paulo publicou cerca de dez reportagens sobre a raça, enfocando principalmente o visual exótico e a luta para que não desaparecesse de uma vez por todas.

Fonte:www.guiaderacas.com.br

Shar-Pei

Shar-Pei

Tipo de Pêlo

Curto e moderadamente macio. Pode ser encontrado nas cores fulvo, preto, creme e vermelho.

Temperamento

É um cão amável e um pouco introvertido, sendo no entanto um bom amigo das crianças.

Introdução

O Shar Pei será provavelmente o resultado do cruzamento de raças nórdicas com mastins. Esta raça, considerada uma das mais estranhas do mundo devido à sua pele enrugada, muito sofreu ao longo dos anos. Proveniente da China, quase não resistiu à Revolução Chinesa e às novas regras impostas pelo regime de Mao Tsé Tung (em que os cães eram considerados um luxo e que portanto deveriam ser executados) e ao estranho hábito de usarem estes animais para alimentação humana. Relegado então para último plano, aqueles cães que resistiam começaram a ficar subnutridos, a alterarem os seus hábitos de alimentação procurando pequenos animais (como ratos) para se alimentarem. Isto fez com que ao longo dos anos esta raça fosse perdendo as suas características originais. Em tempos, o Shar-Pei foi também utilizado em lutas, tendo sido um feroz cão de combate. Foi nos EUA que esta raça voltou a recuperar as suas origens graças a um grupo de admiradores da raça e de outros tantos que retiraram os cães da China procurando um melhor futuro para estes. Por último, o Shar Pei é um excelente animal de companhia integrando-se facilmente na vida doméstica sendo um fiel parceiro do seu dono.

Descrição

O Shar-Pei é um cão de porte médio, de corpo compacto e ágil. A sua grande característica, e motivo de admiração, são as inúmeras pregas de pele que lhe revestem o corpo, e que são mais abundantes em cachorros. Tem um nariz largo e relativamente comprido. As orelhas são pequenas e triangulares, mantidas dobradas e junto à cabeça. Os olhos são escuros e amendoados, e por vezes estão escondidos pelas pregas de pele! Possui um pescoço curto e forte, muito pregueado, e um peito largo e robusto. A cauda é de comprimento médio, de raiz alta e ligeiramente enrolada sobre o dorso.

Observações

Os cuidados a Ter com estes cães dizem respeito à higiene, uma vez que as suas rugas propiciam o aparecimento de infecções e mau cheiro (nos exemplares de origem não seleccionada).

A criação selectiva pode eliminar estes problemas.

A prevenção passa por manter o cão sempre bem seco e limpo.

Fonte:animais2.clix.pt

Shar-Pei

Shar-Pei
Shar-Pei

A ORIGEM DO SHARPEI

A origem do Shar-Pei e incerta. Pode ser um descendente do Chow Chow, a quem assemelha-se pela língua azul. E possível que tenha surgido inicialmente no Tibete ou no Norte da China ha 20 séculos, sendo que os primeiros exemplares da raça eram bem maiores do que os atuais. Existem obras de arte antiqüíssimas (Dinastia Han, 206 a.c) que retratam o Shar-Pei.

No passado esse excelente caçador de javalis e guardador de rebanhos, era também utilizado para combates, esporte extremamente popular na China. Sua pele solta dificultava o abocanhar dos adversários de combate e ha quem diga que eram utilizadas drogas para instigar sua agressividade, já que se trata de um cão afável e dócil.

O tipo físico original do Shar-Pei foi se perdendo na própria China, a partir do final da década de 40. Foi o preço pago pelo mundo canino em conseqüência da Revolução Comunista no país em 1949. Nessa época, a raça quase foi extinta. A posse de cães e outros animais de estimação virou um luxo proibido. Abriu-se uma exceção para os cães de camponeses que comprovadamente os usavam para caça. Os demais só poderiam ter o direito de existir se seus proprietários arcassem com multas altíssimas. Caso contrario, a sentença era a execução, cumprida pelos soldados de Mão Tse Tung. Os cães não trabalhadores do pais viram alimento para o povo esfomeado.

Por sorte, o Shar-Pei original era um excelente caçador. Por azar, o numero de caçadores era relativamente pequeno, restando poucos exemplares vivos. E mesmo entre esses nem todos escaparam da morte, e desta vez por uma seleção dos próprios caçadores, que utilizavam apenas os serviços dos exemplares considerados bons na caça. Os outros eram servidos a mesa.

Os poucos Shar-Peis sobreviventes tiveram que enfrentar ainda outro problema: os efeitos da desnutrição. Alimentando-se apenas com sobras das mesas dos camponeses, começaram a diminuir gradativamente de tamanho. A desnutrição impede que o tamanho ideal determinado pelo potencial genético seja atingido.

Os filhotes de pais desnutridos tendem a nascer menores e mais fracos, e assim sucessivamente, ate que o problema da desnutrição seja resolvido. Porem, mesmo quando a desnutrição acabou, o tamanho das novas gerações continuou menor. O fator responsável por isso provavelmente foram os acasalamentos consangüíneos e inter-raciais, já que havia pouquíssimos exemplares.

Os Shar-Peis diminuíram dos cerca de 58 centímetros para aproximadamente 45. Os malefícios da reprodução entre parentes e da mistura de raças perduram ate hoje. Apesar de o padrão pedir tamanhos maiores, a maioria dos cães não os atingem. E ate o texto do padrão novo se mostra complacente quanto a tal realidade: se um exemplar não estiver bem dentro dos parâmetros de tamanho descritos, não deve ser severamente penalizado. Ha de se compreender que o Shar-Pei perdeu seu talhe por volta de 1949.

A MUDANÇA

Em 1974, o Shar-Pei figurou no Livro Guiness dos Recordes como o cão mais raro do mundo. Um ano antes, alguns chineses, encabeçados por Matgo Law, de Hong Kong, lançaram um apelo de salvação a raça, publicado em revistas americanas: quem sabe se conseguirmos enviar alguns dos nossos cães para o seu país, eles poderão, algum dia, se tornar tão populares como o Pequinês ou o Chow-Chow" escreveu ele. Deu certo. Vários criadores americanos mostraram grande interesse pela raça. Mas havia um problema. A maioria dos exemplares disponíveis era aquela vinda da consangüinidade e da mestiçagem. Portanto, não tinha as características originais do Shar-Pei pre-revolução comunista. De acordo com Robert Horsnell, que mora na China e na época criava a raça, entre 1970 e 1976 foram enviados aos Estados Unidos cerca de 100 exemplares, poucos deles com o físico do tipo original.

O padrão com data oficial de 1981, o que sofreu as alterações, foi na verdade redigido pelos criadores chineses na década de 70. Daí terem feito, hoje, tantas mudanças em suas descrições, já que refletiam direitinho as características da maioria dos cães existentes na época, que eram frutos de acasalamentos incorretos.

Shar-Pei

Em 1994, a Federação Cinologica Internacional (FCI) promoveu diversas alterações no padrão da raça, e a mais importante foi justamente a redução das pelancas do cão adulto no tronco e no dorso. Segundo o novo padrão, as pelancas devem se concentrar na cabeça e no pescoço. Foram alteradas ainda as proporções de peso e altura do cão. Na versão antiga do padrão da raça estabelecia-se que a cabeça deveria ser bem grande em comparação com o resto do corpo, o que pelo novo padrão da raça e desabonador, assim como o excesso de peso e de altura.

Se anteriormente as medidas estabelecidas variavam entre 40 e 51 centímetros (medidos na parte mais alta do dorso, a cernelha), hoje o padrão pede altura entre 48 e 58,5. Vale dizer que houve um engano na tradução brasileira do novo padrão, na qual consta que a medida deve variar entre 47,5 e 57,5.

Na pratica, a mudança e radical. O Shar-Pei que antes podia ser um pouco maior que o Cocker, pode, agora, ter a altura de um Dálmata. O peso que antes simplesmente não era determinado, passou a ser limitado entre 18 e 29 quilos. O resultado do Shar Pei descrito pelas regras atuais e um cão menos robusto e atarracado. Ele e mais alto e tem limite Maximo de peso, o que exige uma ossatura mais leve e traz uma aparência mais longilinia, ainda que essa palavra seja um pouco exagerada para descrever a raça.

De aparência exótica e bastante singular, o Shar-Pei é um cão compacto, ágil e forte, caracterizado pela pele solta que forma pregas pelo corpo. Tem orelhas pequenas e retangulares, dobradas em direção aos olhos. Sua cauda e vertida em direção ao tronco e sua pelagem e curta e eriçada. Parece estar sempre um pouco triste, mas e um cachorro alegre e que se adapta bem a casa. Tranqüilo e leal, tem particular facilidade em se relacionar com as crianças.

A principal característica física da raça – a abundancia de rugas – foi recentemente alterada pelos chineses, mas quando filhote o Shar-Pei ainda e considerado o cão mais enrugado do mundo.

As rugas da cabeça podem também causar problemas de vista, especialmente se caem na frente dos olhos, pois acabam fazendo com que as pálpebras e cílios entrem nos olhos (entropio), causando uma irritação que pode evoluir para lesões na córnea, levando a cegueira. Para evitar isso, recomenda-se que se de 3 pontos nas pálpebras do cão ainda filhote a fim de que se formem pregas que impedem que as pálpebras caiam sobre os olhos. Esse procedimento só surte efeito quando o cão e filhote, pois a musculatura esta em processo de desenvolvimento, o mesmo não cabendo para o cão adulto, com a musculatura desenvolvida. Neste caso, o único recurso e uma cirurgia definitiva, que retira parte de pálpebra. Assim, ao primeiro sinal de irritação nos olhos e conveniente procurar um veterinário para um diagnóstico preciso.

Existem alguns também exemplares com mordedura prognata (dentes da frente da arcada de baixo fecham acima da arcada superior). Apesar de não ser uma doença, e considerado um defeito originado pelas miscigenações. O padrão pede mordedura em tesoura (igual a humana).

O ronco e uma característica típica da raça, causada pela passagem do ar pelo palato (céu da boca), que possui conformação mais alongada que a comum. Em alguns casos e necessária uma cirurgia corretiva para que o cão possa respirar melhor. Normalmente, não costuma provocar problemas para os exemplares. Como e de praxe, os cães que apresentem quaisquer desses problemas não devem ser acasalados para evitar que a tendência genética se expanda.

Como dica de acasalamento, vale lembrar que o Shar-Pei pode ter a pelagem ate 2,5 centímetros de comprimento na região da cernelha. Quando vai ate 1,5 e chamada de horse coat. já a mais longa recebe o apelido de brusch coat. A recomendação do clube americano e não cruzar por muitas gerações seguidas exemplares brush, evitando que os pelos se alonguem demais ou percam a textura áspera

Fonte:www.petbr.com.br

Shar-Pei

Shar-Pei
Shar-Pei

A origem do Shar-Pei é incerta. Pode ser um descendente do Chow Chow, a quem assemelha-se pela língua "azul". É possível que tenha surgido inicialmente no Tibete ou no Norte da China há 20 séculos, sendo que os primeiros exemplares da raça eram bem maiores do que os atuais. Existem obras de arte antiqüíssimas (Dinastia Han, 206 a.c) que retratam o Shar Pei.

No passado esse excelente caçador de javalis e guardador de rebanhos, era também utilizado para combates, esporte extremamente popular na China. Sua pele "solta" dificultava o abocanhar dos adversários de combate e há quem diga que eram utilizadas drogas para instigar sua agressividade, já que se trata de um cão afável e dócil.

Devido à política chinesa de cobrar altos impostos sobre os proprietários de cães e promover verdadeiras matanças de cães, o Shar Pei correu sério risco de extinção, chegando em 1974, a figurar no Livro Guiness dos Recordes como o cão mais raro do mundo. Sua extinção só foi evitada devido ao trabalho de preservação iniciado pelos americanos na década de 70, e assim suas características de "lutador" foram também substituídas por suas virtudes de cão de companhia.

De aparência exótica e bastante singular, é um cão compacto, ágil e forte, caracterizado pela pele solta que forma pregas pelo corpo. Tem orelhas pequenas e retangulares, dobradas em direção aos olhos. Sua cauda é vertida em direção ao tronco e sua pelagem é curta e eriçada.

Personalidade

Parece estar sempre um pouco "triste", mas é um cachorro alegre e que se adapta bem à casa. Tranqüilo e leal, tem particular facilidade em se relacionar com as crianças. Que o diga Xuxa, a "Rainha dos Baixinhos", que na década de 80, lançou até uma música "Meu Querido Xuxo", e Xuxo era justamente o seu Shar Pei.

A principal característica física da raça – a abundância de rugas – foi recentemente alterada pelos chineses, mas quando filhote o Shar Pei ainda é considerado o cão mais enrugado do mundo.

Em 1994, Federação Cinológica Internacional (FCI) promoveu diversas alterações no padrão da raça, e a mais importante foi justamente a "redução" das pelancas do cão adulto no tronco e no dorso. Segundo o novo padrão, as pelancas devem se concentrar na cabeça e no pescoço. Foram alteradas ainda as proporções de peso e altura do cão. Na versão antiga do padrão da raça estabelecia-se que a cabeça deveria ser bem grande em comparação com o resto do corpo, o que pelo novo padrão da raça é desabonador, assim como o excesso de peso e de altura.

Problemas comuns à raça

As características rugas do Shar Pei requerem cuidados especiais, já que entre suas dobras acumulam-se facilmente sujeira e umidade, podendo ocasionar seborréia, dermatite e micose, ocasionando eventuais feridas na pele (que podem evoluir para um câncer de pele) e mesmo mau cheiro. Para evitar este quadro, a única recomendação segura é manter o cão sempre bem seco e limpo. De preferência após o banho o dono deve secá-lo com uma toalha e deixá-lo ao sol a fim de eliminar os resquícios de umidade.

As rugas da cabeça podem também causar problemas de vista, especialmente se caem na frente dos olhos, pois acabam fazendo com que as pálpebras e cílios entrem nos olhos, causando uma irritação que pode evoluir para lesões na córnea, levando à cegueira. Para evitar isso, recomenda-se que se dê 3 pontos nas pálpebras do cão ainda filhote a fim de que se formem "pregas" que impedem que as pálpebras caiam sobre os olhos. Esse procedimento só surte efeito quando o cão é filhote, pois a musculatura está em processo de desenvolvimento, o mesmo não cabendo para o cão adulto, com a musculatura desenvolvida. Neste caso, o único recurso é uma cirurgia definitiva, que retira parte de pálpebra. Assim, ao primeiro sinal de irritação nos olhos é conveniente procurar um veterinário para um diagnóstico preciso.

Outro problema comum ao Shar Pei é a febre. Devido a um mau funcionamento dos rins e fígado, há dificuldade em eliminar as toxinas do corpo. O cão subitamente fica com febre alta. Pode ter dores nas juntas, dificultando a movimentação. Os sintomas tendem a desaparecer sozinhos, mas podem voltar a qualquer momento e acabam levando à morte. A doença não tem cura. Estudos demonstram que esse problema é genético e que foi agravado pelo excesso de consangüinidade da qual a raça foi vítima. Para saber mais sobre os estudos que estão sendo realizados veja relação de sites abaixo.

O Shar Pei pode apresentar ainda hipotiroidismo, um distúrbio da glândula tiróide, que faz com que o cão perca pêlo e sua pele engrosse muito. Em casos extremos, ocasiona esterilidade, principalmente das fêmeas. O tratamento é à base de hormônios. O Shar Pei é também propenso à hipertermia, por causa de sua pele grossa e abundante, que retém o calor no organismo e faz a temperatura corporal subir tanto a ponto de se fatal. Assim, é extremamente importante não submetê-lo a atividades físicas em horários muito quentes e nem deixá-lo exposto ao sol, a não ser de manhã.

Existem alguns também exemplares com mordedura prognata (dentes da frente da arcada de baixo fecham acima da arcada superior). Apesar de não ser uma doença, é considerado um defeito originado pelas miscigenações. O padrão pede mordedura em tesoura (igual à humana).

O ronco é uma característica típica da raça, causada pela passagem do ar pelo palato (céu da boca), que possui conformação mais alongada que a comum. Em alguns casos é necessária uma cirurgia corretiva para que o cão possa respirar melhor. Normalmente, não costuma provocar problemas para os exemplares. Como é de praxe, os cães que apresentem quaisquer desses problemas não devem ser acasalados para evitar que a tendência genética se expanda.

Um outra característica da raça é o fato de a fêmea ter cios em espaços irregulares de tempo. Muitas vezes a cadela só tem seu primeiro cio aos 15 meses de idade e, quando no cio, não atrai atenção dos machos de outras raças e só alguns cães da própria espécie se interessam pelas fêmeas, o que dificulta ainda mais os acasalamentos planejados.

Padrão Oficial

Aparência Geral: forte e compacto. Shar Pei significa Pele de Areia. A pele deve ser flexível e áspera, enquanto a pelagem é curta e eriçada. Na sua infância, ostenta pesadas pregas por todo corpo. No cão adulto, as pregas pronunciadas, ficam limitadas à cernelha.

Proporções importantes: o comprimento do tronco, do esterno à nádega, é, aproximadamente, igual à altura na cernelha; as fêmeas podem ter o tronco sutilmente, mais longo. O comprimento do focinho e, aproximadamente, igual ao do crânio.

Temperamento: ativo e ágil. Calmo e independente leal e afeiçoado às pessoas.

Cabeça e Crânio: o crânio é arredondado e largo na base, mas achatado e largo na frente. O Stop é moderado.

Pregas: as pregas da pele, na cabeça, devem ser profundas sem, entretanto, obstruir os olhos. A descrição chinesa da forma da cabeça é "Who Lo Tau", que significa, cabaça. Essas rugas fazem, na fronte, uma marca, que reporta ao Símbolo da Longevidade, aparece, apenas em felinos, como os tigres e os leões. Em cães, apenas nas raças do tipo mastiffe.

Trufa: grande, larga, preferencialmente preta, sendo permitidas, as tonalidades mais claras, em cães de pelagem mais clara.

Focinho: de comprimento moderado, largo na base, reduzindo, suavemente, para a trufa.

Boca: língua e gengivas preferencialmente, preto-azulado. Somente aos exemplares de pelagem clara é permitido a língua rosa ou apresentando pontos rosa, por exemplo, fulvo ou creme claro. Maxilares fortes. O formato da boca, vista de cima, também, é de céu da boca arqueado, conhecida como "Roof Title Mouth" ou, com maxilar amplo, em forma de boca de sapo, conhecidas como "Toaf Mouth". Ambos os tipos de boca destinam-se a conferir uma mordida firme.

Dentes: mordedura de tesoura, perfeita, regular e completa, isto é, os dentes da arcada superior, ultrapassam os da arcada inferior, bem próximo, sendo inseridos, ortogonalmente aos maxilares.

Olhos: tamanho médio, formato amendoado, o mais escuro possível. Olhos claros são indesejáveis. Tanto a visão, quanto o funcionamento das pálpebras não podem sofrer interferência da pelagem ou das dobras da pele. Qualquer sinal de irritação do globo ocular, conjuntiva ou pálpebras é altamente indesejável.

Orelhas: pequenas, finas, de formato triângular equilátero, com a ponta suavemente arredondada. As extremidades caídas, apontando para o crânio, na direção dos olhos. Inseridas afastadas e portadas próximo ao crânio; orelhas eretas são menos desejáveis mas permitidas.

Pescoço: forte, musculado, com alguma barbela. A pele solta deve ser moderada.

Tronco: pele em excesso no tronco, em exemplares adultos, é indesejável.

Cernelha: apresenta ligeira dobra de pele.

Dorso: muito forte e reto

Peito: largo e profundo.

Garupa: Ilíaco forte.

Cauda: existem diversos tipos. O mais comum é a enroscada, e a duplamente enroscada, podendo fazder uma rosca grande ou pequena. A causa deve ficar firme e deitada sobre a garupa.

Membros Anteriores: ombros musculados, bem acoplados e inclinados. Anteriores de comprimento moderado, sutilmente, mais longos que a profundidade do peito. Boa ossatura. Metacarpos suavemente inclinados, fortes e flexíveis.

Membros Posteriores: fortes e musculados, moderadamente angulados e jarretes fortes.

Patas: tamanho médio, compactas, com dedos bem arqueados, bem almofadadas.

Movimentação: vigorosa, fluente e equilibrada.

Pelagem: Pêlo curto, duro, eriçado e o mais reto possível. Sem subpêlos. O comprimento máximo é de 2,5 cm. Jamais é tosado.

Cor: unicolores, preto, preto azulado, preto com insinuações em marrom e fulvo (dourado). Creme é aceitável porém, menos desejável.

Talhe: altura na cernelha, 47,5 a 57,5cm.

Faltas: qualquer desvio dos termos deste padrão deve ser considerado como falta, e penalizada na exata proporção de sua gravidade.

NOTA: os machos devem apresentar os dois testículos, visivelmente normais, bem acomodados na bolsa escrotal.

Fonte:www.racoeslourenco.hpg.ig.com.br

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