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Tangará

Nome comum: Tangará
Outro nome: Saíra-pintor
Nome científico: Tangara fastuosa
Nome em inglês: Seven-coloured Tanager
Filo: Chordata
Ordem: Passeriformes
Família: Thraupidae
Comprimento: 13,5 cm
Alimentação: A alimentação básica na natureza consiste de pequenas frutas e bagas, insetos que recolhem nas folhagens e ramos. Maturidade sexual: 12 meses
Distribuição: Espécie exclusiva da região Nordeste. Ocorre no litoral de Pernambuco à Alagoas.
Habitat: Vive nas porções remanescentes de Mata Atlântica no Nordeste.
Características: Bico cônico, triangular na base.
Ninho: Ninho em forma de taça rasa, construído nos galhos de árvores.
Ovos: 3 ou 4 por vez. 15-17 dias de incubação
Período de reprodução: Primavera e verão
Ameaça: As populações da espécie só existem no litoral de Pernambuco e Alagoas.

Foram ao longo dos anos muito perseguidas pelos criadores de pássaros.

Hoje elas estão em estado crítico devido e encontra-se ameaçada de extinção, devido principalmente à forte pressão de caça para abastecer o comércio ilegal de aves silvestres e também à rápida degradação de seu habitat. O Tangará é conhecido no Brasil desde o século XVII, quando um naturalista de nome Macgrave visitou nosso País e descreveu inúmeros representantes da nossa fauna e flora.

Esta ave da um toque latino-americano à América do Norte durante a primavera e o verão.

A maior parte das 200 espécies de tangarás vive na América Central e do Sul, embora existam 4 espécies que procriam nos Estados Unidos e Canadá.

O macho, durante a época de acasalamento, apresenta cores brilhantes, enquanto as fêmeas são menos vistosas. Depois da temporada de acasalamento, a plumagem do machos de tangará norte-americano são vermelhos, mas o tangará que habita as montanhas do oeste do EUA é amarelo com asas pretas e rastro vermelho. Há tangarás menores que um pardal e outros maiores que uma pega. Todos têm bico cônico. O tangará raramente pousa no chão, passando a maior parte do tempo em árvores ou arbustos. Alimenta-se de frutas, grãos, sementes e insetos. Algumas espécies vivem em bandos; outras são solitárias. O nome tangará vem do tupi tãga 'rá

Fonte: www.felipex.com.br

Tangará

Tangará
Foto: Sônia Aline Roda

Nome Vulgar: Pintor verdadeiro
Nome Científico: Tangara fastuosa
Classe: Aves
Gênero: Tangara
Espécie: fastuosa

ESPÉCIE VULNERÁVEL (IBAMA), ESPÉCIE EM PERIGO (IUCN).

Também conhecido como Saíra-pintor. O nome tangará vem do tupi tãga 'rá. Sua cabeça é verde palha brilhante, com bastante azul de diferentes tons e laranja no restante e o ventre cor de laranja. Apresenta comprimento em torno de 13,5cm, o bico é cônico e triangular na base. Raramente pousa no chão, passando a maior parte do tempo em árvores ou arbustos. A maturidade sexual ocorre com um ano de vida.

O macho, durante a época de acasalamento, apresenta cores brilhantes, enquanto as fêmeas são menos vistosas. O período reprodutivo ocorre na primavera e verão. Ninho em forma de taça rasa, construído nos galhos de árvores.

Põe 3 ou 4 por vez e a incubação é de 15 a 17 dias. A alimentação básica na natureza consiste de pequenas frutas e bagas, sementes, insetos que recolhem nas folhagens e ramos. Espécie exclusiva da região Nordeste. Ocorre no litoral de Pernambuco à Alagoas. Vive nas porções remanescentes de Mata Atlântica no Nordeste.

Origem: Renctas

Fonte: www.diagnostico.org.br

Tangará

Pintor-verdadeiro (Tangara fastuosa)

Animal ameaçado de extinção!

Esta espécie só existe no litoral de Alagoas, Pernambuco e Paraíba.

Encontra-se ameaçada de extinção devido principalmente à caça para abastecer o comércio ilegal de aves silvestres e também à degradação da Floresta Atlântica.

Fonte: www.devflog.com.br

Tangará

Tangara fastuosa

Pintor verdadeiro

As espécies deste gênero são umas das mais belas aves conhecidas, possuem um colorido vistoso, distribuído entre várias espécies. Habitam as florestas costeiras do Brasil. A espécie Tangara fastuosa é endêmica do Nordeste.

No Estado do Rio Grande do Norte está restrita a fragmentos de Mata Atlãntica, como o Parque das Dunas e Mata da Estrela. Não é um pássaro canoro, porém é muito caçado por passarinheiros, apenas pelo seu colorido.

Devido a sua restrita área de dispersão é considerada uma ave em vias de extinção.

Possui sete cores: verde metálico, preto, amarelo ouro, laranja, azul marinho, azul celeste e azul royal.

Fonte: www.zoologiarn.hpg.ig.com.br

Tangará

Tangará fastuosa

Seu nome vem do tupi. O tangará dá um toque latino-americano á América do norte durante a primavera e o verão. A maior parte das 200 espécies de tangarás vive nas na América Central e do Sul, embora existam 4 espécies que procriam nos Estados Unidos e Canadá.

O macho, durante a época de acasalamento, apresenta cores brilhantes, enquanto as fêmeas são menos vistosas.

Depois da temporada de acasalamento, a plumagem do macho torna-se parecida com a da fêmea.A maioria dos machos de tangará Norte-Americano são vermelhos, mas o tangará que habita as montanhas do Oeste dos EUA é amarelo com asas pretas e rastro vermelho. Muitas das espécies Sul-americanas de tangarás estão entre as aves de colorido mais vivo. Há tangarás menores que um pardal e outros maiores que uma pega.

Todos têm bico cônico. O tangará raramente pousa no chão, passando a maior parte do tempo em árvores ou arbustos. Alimenta-se de frutas, grãos, sementes e insetos. Algumas espécies vivem em bandos; outros são solitárias.

O nome tangará vem do tupi tãga 'rá.

Fonte: www.achetudoeregiao.com.br

Tangará

Classificação científica

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Passeriformes
Família: Pipridae
Género: Chiroxiphia
Espécie: C. caudata Nome binomial Chiroxiphia caudata (Shaw e Nodder, 1793)

Tangará (Chiroxiphia caudata)

Uma das mais pequenas aves da fauna sul-americana. Seu nome, supostamente, deriva do tupi ata, andar; e carã, em volta; sendo correspondente ao vocábulo castelhano saltarin.

A ornitologia brasileira fala deste pássaro como sendo uma das especies citadas pelos colonizadores, tanto no norte quanto no centro-oeste do Brasil. Os machos têm uma esplêndida plumagem azul-celeste, cauda preta com duas penas centrais mais longas que as outras e, no alto da cabeça, uma brilhante coroa vermelha.

Os mais jovens são verde-oliva, diferindo das fêmeas pela coroa vermelha que nasce antes da mudança das plumas no restante do corpo. As fêmeas são verde-escuras, cauda mais longa que a dos machos, o que as torna ligeiramente maiores que estes. São, também, mais silenciosas, tendo o seu próprio território ao redor do ninho, onde constroem uma cestinha rala para deposição de dois ovos de fundo pardacendo com desenho mais escuro. A incubação dos ovos é feita pelas fêmeas, durante 18 dias; e os filhotes abandonam o ninho após 20 dias, passando a se alimentar e defender sozinhos.

Apesar de seu pequeno tamanho (em média, 13 cm), esta espécie encanta seus observadores pelo belíssimo canto e por alguns aspectos comportamentais, especialmente a típica dança pré-nupcial, quando os machos se revelam verdadeiros acrobatas, enfileirando-se vários deles num galho e exibindo-se ante a fêmea, um de cada vez.

Depois de executarem o rito, cada um volta ao fim da fila e espera a vez de exibir-se novamente.

Fonte: pt.wikipedia.org

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