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Tubarões

 

Tubarões
Tubarões

Muito bem instalados no topo de suas cadeias alimentares, os tubarões são admiráveis exemplos de adaptação ao meio ambiente.

Tubarões são seres marinhos muito mais fascinantes do que aquela distorcida imagem criada por Steven Spielberg para o cinema. Você sabia, por exemplo, que eles comem muito menos do que se imagina? Um espécime adulto come apenas de 1% a 10% do seu peso semanalmente. Isso porque são animais de "sangue-frio", cujo metabolismo é bem mais lento que o verificado em animais de "sangue-quente".

Fósseis indicam a existência de tubarões 300 milhões de anos atrás. Nesse tempo, não mudaram quase em nada, prova de que estão entre as espécies mais "bem acabadas" pela natureza no contínuo processo de evolução da vida no planeta. A maioria dos tubarões apresenta um corpo alongado e extraordinariamente hidrodinâmico. Certas espécies são capazes de nadar a velocidades superiores a 48 km/h.

Os tubarões habitam praticamente todos os mares do mundo, de águas rasas e tropicais a regiões polares. Predadores eficientíssimos e muito bem instalados no topo de suas respectivas cadeias alimentares, desenvolveram sentidos extremamente apurados. A 300 metros de distância, podem detectar uma única gota de sangue diluída na água.

Em resumo: tubarões são admiráveis exemplos de adaptação ao meio ambiente.

Das 350 espécies, 32 atacam.

Os tubarões-tigres são os que têm a dieta mais variada. Capazes de ingerir quase tudo que apareça pela frente (como pneus ou qualquer outro objeto lançado ao mar), ganharam o apelido de "latas de lixo" dos oceanos.

Os tubarões-tigres são predadores importantes para o equilíbrio das populações de tartarugas e serpentes marinhas. Seus alimentos preferidos, porém, são peixes(inclusive outros tubarões), mamíferos marinhos e pássaros.

Por causa da extraordinária força que eles têm nas mandíbulas, os tubarões frequentemente perdem alguns de seus dentes durante a alimentação. O tubarão-limão é capaz de repor um dente perdido em aproximadamente oito dias.

Algumas espécies de tubarões podem utilizar audição antes de qualquer outro sentido para localizar um presa. Eles possuem apenas ouvidos internos, compostos de três câmeras e um minúsculo osso auricular chamado otolith.

Tubarões parecem ter boa capacidade de enxergar com pouca iluminação. Seus olhos são particularmente sensíveis a objetos em movimentos. Estima-se que a visão seja eficiente a 15 metros de distância ou mais.

Tubarões têm um apurado senso de olfato. podem identificar certas substâncias na água inferiores a uma parte por bilhão e "sentem o cheiro" de algo a centenas de metros de distância.

Seu corpo fusiforme reduz o arrasto e exige o mínimo gato de energia. A segunda nadadeira dorsal de algumas espécies é uma adaptação para tomar o deslocamento o deslocamento mais rápido. Ela reduz a turbulência

Em geral, tubarões nadam em velocidades inferiores a 5 Km/h. Espécies adaptadas à vida no fundo, como o tubarão-lixa (lambaru), são mais lentas. O mako está entre as espécies mais rápidas. Pode nadar a 48 km/h ou mais.

O esqueleto dos tubarões não é formado por ossos, mas por cartilagens. Elas podem sofrer calcificação parcial, sobretudo na região da coluna vertebral. Mas a cartilagem nunca se transformará em um osso de verdade.

Banhistas e mergulhadores na superfície estão mais sujeitos a ataques de tubarões. Na superfície, a silhueta de uma pessoa pode lembrar a de uma foca, alimento predileto de certas espécies, como o grande tubarão-branco.

Tubarões lixas, ou lambarus muito comuns na costa brasileira, usam seus grossos "lábios" para criar um movimento de sucção. Isso ajuda a capturar presas abrigadas em pequenos buracos e cavidades.

A cartilagem dos tubarões pode ser importante nas pesquisas para a cura do câncer. Ela contém uma substância ativa capaz de inibir o crescimento de tumores.

Tubarões raramente desenvolvem doença.

Das 350 espécies, apenas 32 já atacaram pessoas.

Esses tubarões têm três características em comum: se alimentam de peixe e mamíferos marinhos, crescem bastante e frequentam águas quenets e costeiras.

Certos tubarões preferem determinados alimentos a outros. O martelo, por exemplo, é conhecido por comer arraias. Já o cabeça-chata (bull shark), que não ocorre no Brasil, tem particular predileção por outros tubarões.

Depois que o tubarão-branco morde sua presa, ele se afasta, esperando que a vítima sangre até morrer. Se a vítima é uma pessoa, essa é a hora de resgatá-la.

Com socorro imediato, ela tem boas chances de sobreviver.

Curiosidades

Os Tubarões surgiram a 300 milhões de anos.Atualmente são conhecidas 350 espécies.
Durante a 2ª Guerra Mundial,caçava-se tubarão para retirar óleo do seu fígado,para lubrificação dos aviões.
Pernambuco(Brasil),detém uma das maiores estátisticas do mundo de ataques de Tubarão e 60% dos casos de todo o País.
A maioria desses ataques aconteceu nas fases de lua cheia e nova, quando as marés estão mais altas e as ondas maiores.
No Japão a carne de Tubarão é muito consumida. Eles costumam fazer um bolo que comem como petisco.
A mordida de um Tubarão tem uma força de 560kg/cm²,força suficiente para arrancar um braço.
Durante a época do acasalamento,os Tubarões machos vão para onde estão as fêmeas.Ele morde a nadadeira ventral de sua fêmea para agarrá-la.
Os tubarões costumam eleger seu habitat, a maioria dos mares quentes e temperados.
Os Tubarões enxergam razoavélmente bem. Eles usam os olhos para localizar sua presa, depois ele confia quase que totalmente no seu tato. São atraídos por sons de pulso regulares e de baixa frequência. Ao contrário do que dizem, estes sons não afastam os tubarões, os aproximam mais.

Algumas dicas para surfistas:

Mergulhe sempre em grupos, pois tubarões preferem os solitários.
Não entre na água se estiver sangrando(essa é velha!!)
Não nade ao amanhecer nem ao entardecer, é quando os tubarões são mais ativos.
Se estiver em águas mais fundas, procure não agitar "muito" pernas e braços.
E um cuidado especial para os gostosos...Tubarão adora uma perninha!

Tubarões

Fonte: www.mergulhe.com.br/www.tubaroes.vilabol.uol.com.br

Tubarões

História

Calcula-se que os tubarões existam há cerca de 150 milhões de anos, sem grandes alterações a nível da sua morfologia, o que sugere um bom nível de adaptação e evolução. Ocuparam diversos nichos ecológicos, desde os mares tropicais aos oceanos Ártico e Antártico.

Estes seres providos de estrutura corporal hidrodinâmica são criaturas importantes em quase todos os ecossistemas marinhos. A quase totalidade dos tubarões é marinha, carnívora e pelágica, habitando águas costeiras e oceânicas da maioria dos mares e oceanos, quer na sua superfície, quer na sua profundidade.

São conhecidas cerca de 400 espécies em todo o planeta, cujos tamanhos podem variar entre os 0,10m e os 18m de comprimento.

No Brasil, existem 88 espécies de tubarão conhecidas.

Reprodução

A reprodução dos tubarões ocorre para o fecundação interno, em que o macho introduz o clasper no oviducto da fêmea. As fêmeas alcançam, no general, sua maturidade sexual com o mais grande assim grande de o que os machos e procreate normalmente em anos alternos.

Nos ovíparas da espécie, isso que correspondem aproximadamente 20% do total, fêmea carrega com a posição de retangulares dos ovos, protegida para uma membrana do filamentosa, a fim repará-los ele o substratum marinho. Nos ovovíparas da espécie - aproximadamente 70% -, o desenvolvimento dos ovos ocorre no oviducto da fêmea, sendo cría-os banishes tornado já.

Nos animais viviparous da espécie - aproximadamente 10%, o desenvolvimento do embrião é tornado fullfilled internamente, com linkings dos placentárias, sendo também cría-os banishes tornado já. O fato de você cría-os, nestas duas últimas espécies, já para ser carregado bem desenvolveu e, por épocas, com um comprimento que possa alcançar 1 medidor, originado que, durante todo sua história do evolutiva, os tubarões estavam sendo graduais menos pregiven para outros animais, se transformando o alto da corrente alimentary dos mares.

A seleção natural dos tubarões é iniciado, em ovovíparas de alguma espécie e em animais viviparous, em apropriado meio intrauterine, com prático do canibalismo. Você cría-os que estão dados forma primeiramente - a um número os quinze incorporam quatro - e desde que com dentes afiados, ingest, em sua vida uterine, os embriões na formação e, mais tarde, somente o devoram uns ao outro, sobreviver o mais forte e o apartamento.

Pele e escamas

A pele dos tubarões é protegida por escamas placóides, as quais lhes conferem uma superfície muito áspera.

Possui ainda quimio-receptores, os quais possibilitam aos tubarões determinar se há substâncias nocivas na água, medir a salinidade e outros parâmetros químicos.

Órgãos dos sentidos

Como a maioria das bestas selvagens, os tubarões agem quase isso exclusivamente para o instinto, não sendo, entretanto, suas reações muito previsible. Possuem um primitivo, mas o sistema nervoso eficiente. Os tubarões apresentam sete agências sensíveis. As well as muitos outros peixes, é myopic, sendo sua visão apropriada somente para distâncias entre 2 e 3 medidores, mesmo assim que pode ser usada para distâncias até 15m com pouco grau de definição. Seus possesss do olho um a camada do reflectiva, que permite uma exploração superior do luminosity nos lugares com pouca luz, como águas enlameadas ou profundas e na noite.

Seu olfato é refinado extremamente, reservando para identificar substâncias que se diluíram suficientemente na água, como concentrações do sangue abaixo de 1 porção para milhão - o que é equivalente ao aperceberem de uma gota 300m do sangue do oceano da distância completamente.

Deste fato, advém que o fato já de ter sido apontado como a natação cheira. Quando detectam o cheiro de I ele do sangue ou dos corpos no decomposition, fàcilmente encontram o lugar da origem, usando principalmente seu olfato (ou a visão para distâncias inferior 15m). Sua sensibilidade grande às vibrações, provoca comportamentos similares.

Sua orelha interna, responsável para o contrapeso e detention das vibrações do ponto baixo - a freqüência, é postero-superiormente colocado ao olho. Possesss três canais semicirculares e detectam vibrações as distâncias longas, podendo o Tubarão se ao aperceber do som de um peixe para esforçar-se ele a uma distância de 250 600m. No jogo com olfato, esta sensibilidade às vibrações, é os primeiros mecanismos usados no detention da alimentação potencial. Uma vibração desconhecida, tanto quanto pode provocar a curiosidade quanto o medo ao Tubarão. Suas linhas laterais são também capazes travar vibrações da média e diminuem a freqüência, as correntes, as mudanças na temperatura e a pressão da água, as well as encontrar obstáculos e alimentos em águas enlameadas.

Em uma maneira similar, pode também detectar, para o turbulence causado, a aproximação de um inimigo do transporte grande. A cabeça, especialmente ao redor do snout, apresenta os pores pequenos, chamados âmpolas de Lorenzini. Estes receptores são sensible à temperatura, ao salinity e à pressão da água, com uma capacidade especial detectar muito os campos elétricos dos subtis, gerados para outros animais. Podem, nesta maneira, detectar a batida cardiac de um peixe que seja encaixado na areia, a alguns medidores da distância. A capacidade de se o aperceberem destas mudanças rápidas na corrente elétrica do ambiente, além de facilitar a caça a seu dente canine, o fizer possível através do campo a elas navegação no mar aberto durante as migrações grandes, guiando-se eletromagnéticos da terra.

Respiração e natação

A maioria dos tubarões, quando parados, não conseguem bombear a água para as brânquias, de modo a respirarem. Necessitam, portanto, de forçar a entrada da água pela boca, para que passe pelas brânquias e saia pelas fendas branquiais. Por outro lado, a ausência de bexiga natatória, um órgão hiodrostático existente noutros animais, dificulta a sua flutuação.

Estas duas características são as responsáveis pela maioria dos tubarões nadar incessantemente, pois, se por algum motivo pararem, afundam e/ou morrem por asfixia. No entanto, algumas espécies conseguem permanecer paradas e deitadas no fundo do mar, inclusivamente dentro de grutas espaçosas.

Temperatura e hábitos de alimentação

Os tubarões são animais ectodérmicos, pelo que a temperatura do seu sangue é variável e dependente do ambiente externo. Muitos tubarões, apresentam um menor metabolismo, sendo mais lentos e com menores necessidades energéticas. Para manter a sua temperatura constante e um bom grau de atividade, dependem de águas tropicais quentes e das regiões costeiras.

O deslocamento natatorial constante origina um enorme gasto de energia e uma consequente necessidade em se alimentar constantemente. Devido a essa voracidade natural, algumas espécies limpam os oceanos ao comerem os animais feridos ou mortos, mesmo que em elevado estágio de decomposição. A quase totalidade das espécies também rouba as presas de outros tubarões, quando surge a oportunidade. Quanto às suas preferências alimentares, seguem uma dieta regular de peixes, crustáceos, lulas, polvos, tartarugas, raias e outros tubarões, sendo o canibalismo uma prática muito comum.

A prática da caça é guiada e determinada basicamente pela combinação dos seus sentidos. No entanto, os padrões de comportamento na procura de alimento variam de forma substancial. Num padrão normal, os seus movimentos costumam ser lentos e determinados; outras vezes, são compulsivos e rápidos. Na realidade, estes padrões quanto à natação, aproximação e ataque final, variam de espécie para espécie e conforme as situações particulares.

A sua boca, em posição ventral, possui uma grande abertura, graças à inexistência de contato rígido com o crâneo. Os dentes, triangulares, afiados e extremamente eficientes para agarrar e cortar, não possuem raiz. São providos de várias fileiras de dentes de reposição, dispostas posteriormente à fileira que está em uso. Quando um dente é perdido, posterior move-se para ocupar o seu lugar. Algumas espécies não possuem os afiados dentes triangulares, essenciais aos predadores, dado terem-se adaptado a outras formas de alimentação.

Papel do tubarão no ecossistema

Os tubarões exercem duas funções primordiais no ambiente marinho. Como predadores situados no topo da cadeia alimentar, mantêm o controlo populacional das suas presas habituais e são um instrumento da seleção natural, ao predar os mais lentos e os mais fracos.

Ao contrário da cadeia alimentar terrestre, na qual os herbívoros podem apresentar um porte maior que os carnívoros, a hierarquia nos oceanos é basicamente determinada pelo tamanho. Os estratos da cadeia alimentar são denominados de níveis tróficos. Quanto mais distante da base, a qual é formada pelos produtores primários, maior o nível trófico.

No final dos anos 80 do século XX, a pesca excessiva de algumas espécies de tubarão na Austrália, originou um aumento da população dos polvos, o que por sua vez, com os polvos a predarem as lagostas em quantidades acima do habitual, originou uma série crise na industria da pesca da lagosta.

Por outro lado, quando os tubarões se alimentam de animais e peixes doentes, feridos ou mortos, contribuem para a manutenção da salubridade dos oceanos.

Embora possuam um sistema imunológico primitivo, apresentam uma baixa incidência de doenças em geral, raramente contraem infecção após ferimentos graves e raramente desenvolvem neoplasias.

Contribuições dos tubarões para a saúde humana

Além da contribuição energética através dos pratos de culinária que utilizam o tubarão, existe uma conhecida contribuição farmacêutica.

A vitamina A foi obtida principalmente pelo óleo de fígado de tubarão até 1947, altura em que passou a ser sintetizada em laboratório. Em 1916, um cientista japonês isolou deste óleo um hidrocarboneto denominado esqualena, até hoje empregue nas indústrias comésticas e farmacêuticas, como base para cremes de beleza, pomadas e medicamentos. O óleo é também eficaz no tratamento paliativo das hemorróidas. Alguns estudos indicam que este óleo contribui para a produção de leucócitos nos seres humanos. Alguns ácidos polinsaturados extraídos do fígado têm sido utilizado como anticoagulantes no tratamento de enfartes do miocárdio.

Por outro lado, o extrato da sua cartilagem tem vindo a ser utilizado em doenças osteo-articulares e no tratamento de queimados.

Experimentalmente, têm sido feito transplantes de córnea para olhos humanos, estudos relativos à proteína esqualamina - encontrada no estômago, fígado e vesícula biliar - quanto à sua capacidade de inibir tumores cerebrais, bem como a um lípido quase omipresente nas suas células e com um poder antibiótico de largo espectro.

Ataques de tubarão

Das 400 espécies que habitam os oceanos, 33 já atacaram comprovadamente o homem. Destas 33, 18 encontram-se em registos de ataques não provocados, embora este número desça para 3 espécies se considerar apenas o último século (registos entre 1907 e 2002).

A maioria das espécies só ataca um ser humano quando acredita que o seu território está a ser invadido, tal como faria com outro tubarão. Das 1848 ocorrências documentadas de ataques não provocados ao homem, 75% não estava relacionada com a alimentação, mas sim com este fator.

As três espécies potencialmente perigosas para o homem são o Carcharodon carcharias (tubarão-branco) - tornado famoso em 1975 pelo filme Tubarão de Steven Spielberg -, Carcharhinus leucas (tubarão-touro) e Galeocerdo cuvier (tubarão-tigre).

A biologia e os hábitos destas três espécies têm sido extensivamente estudados. Entre si, apresentam dietas, estratégias de caça e padrões de comportamento distintos.

A interação entre o homem e o tubarão, só acontece quando este está a nadar ou surfar nas águas costeiras. Uma grande percentagem dos ataques não provocados deve-se a um erro de identificação, que pode ocorrer em animais mais jovens, condições de baixa visibilidade - como águas escuras ou turvas, períodos da alvorada e crepúsculo -, ou em ambientes de água agitada.

O tubarão-branco não se comporta como foi mostrado no referido filme de terror, sendo, salvo raras excepções, o seu ataque ao ser humano devido a um erro de identificação. Os surfistas e mergulhadores, quando vestidos com roupas de neoprene, podem ser confundidos com focas, uma das presas habituais desta espécie.

Já o tubarão-touro, além do ataque por erro de identificação, podem considerar as suas vítimas como invasoras, dado ser muito territorialista. Mesmo que o ser humano não se aperceba, o tubarão pode se sentir acuado ou que a sua área territorial está a ser invadida pela presença humana.

Os ataques do tubarão-tigre estão normalmente relacionados com a sua caça às tartarugas marinhas, que se dirigem para a costa, de modo a se alimentarem e desovarem. O ataque oa homem pode ocorrer quando o tubarão, com a visão contra ao sol, confunde os surfistas e banhistas com as tartarugas.

O ataque não provocado mais comum, denominado hit and run, ocorre mais frequentemente nas zonas de arrebentação com banhistas e surfistas. As provocativas e falsas vibrações (natação, surf, etc), e/ou enganosas atrações visuais (objetos e aparências humanas, como adereços brilhantes, roupas de banho coloridas ou o contraste de bronzeamento entre a perna e a planta do pé), podem originar que o tubarão confunda o homem ou parte dos seus membros com as suas presas. A vítima raramente consegue ver o seu agressor e o tubarão não costuma retornar após a primeira mordidela, muitas vezes inquisitória - o tubarão utiliza os seus dentes para identificar a textura, sabor e consistência do que está a morder, sem empregar a potência total da mordidela. Suspeita-se que o tubarão, durante a mordidela, identifica que o ser humano é um objeto estranho ou muito grande e, tão rápido quanto mordeu, solta a sua vítima e não volta. As lesões provocadas por este tipo de ataque ocorrem, com maior frequência, nos membros. Costumam limitar-se a áreas restritas, raramente provocando fatalidades quando a vítima é rapidamente resgatada da água e os primeiros socorros executados adequadamente para evitar uma grande hemorragia. Cerca de 90% das mortes ocorrem por afogamento secundário, provocado pelo choque que advém da falta de controlo da hemorragia.

Apesar da maioria dos ataques de tubarão se dar sem nenhuma provocação - cerca de 86% -, outros se dão quando são provocados. Entre as provocações mais frequentes, encontram-se o arpoar, tocar, segurar a cauda, oferecer comida, bloquear a sua passagem ou qualquer outra ação que importune o tubarão.

Fonte: www.colegiosaofrancisco.com.br

Tubarões

O que são

O apropriadamente chamado tubarão-elefante. Há muitas espécies diferentes de tubarões, e muitos deles não se parecem nada com a clássica imagem de um tubarão.

Os tubarões constituem um grupo de criaturas incrivelmente diversificado, e defini-los não é tão fácil como parece. Embora todos sejam peixes, eles diferem enormemente no que se refere à forma de seu corpo, tamanho, hábitat, comportamento e dieta. Muitos deles não se parecem em nada aos animais que associamos com a imagem clássica de um tubarão – alguns sobrevivem quase unicamente junto aos solos oceânicos baixos, enquanto outros são criaturas de aspecto estranho, que vivem a enormes profundezas. Mas há certas características que são comuns a todos os tubarões.

Contrariamente a outros peixes, os tubarões têm um esqueleto principal feito de cartilagens, no lugar de ossos. Seu esqueleto é reforçado em certos pontos por placas especiais denominadas ‘tesserae’, feitas de duros sais de cálcio.

Todos os tubarões têm dentes que são reproduzidos regularmente, e que vão sendo substituídos a intervalos regulares. Alguns tubarões conseguem produzir vários milhares de dentes a cada ano. Os dentes velhos são liberados para serem substituídos por uma nova fileira de dentes.

Até a pele do tubarão tem dentes! Uma das características que define os tubarões é a presença de escamas semelhantes a dentes que cobrem sua pele e são denominadas de dentículos dérmicos. São estes dentículos que fazem com que a pele do tubarão pareça uma lixa.

Os tubarões têm pelo menos cinco pares de fendas brânquias verticais, que estão quase sempre situadas nos lados da cabeça. Algumas espécies chegam a ter sete pares de fendas branquiais.

A maioria dos outros peixes possui bexigas natatórias que os ajudam a flutuar. No entanto, os tubarões não apresentam qualquer traço deste órgão, o que os obriga a nadar constantemente, pois se eles parassem a gravidade os puxaria para o fundo do mar.

Evolução dos Tubarões

Os tubarões existem há muito tempo.

Os primeiros tubarões conhecidos evoluíram provavelmente há cerca de 400 milhões de anos atrás, mais de 200 milhões de anos antes dos dinossauros, e eram predadores muito comuns. Já foram identificadas mais de 2.000 espécies, a partir de registros fósseis comparados com as 1.000 espécies conhecidas atualmente.

Os mais antigos tubarões conhecidos tinham uma aparência bastante diferente dos seus parentes modernos. Alguns se pareciam mais com as enguias do que com verdadeiros peixes.

Muitos, tinham focinhos arredondados em vez dos pontiagudos que associamos aos tubarões atuais. Eles também possuíam cérebros menores e dentes mais lisos, e não tão aguçados e serrados como os dentes típicos dos modernos espécimes.

As suas barbatanas eram menos flexíveis e manobráveis, por isso é possível que os tubarões da antiguidade fossem menos ágeis do que os de hoje. Mas de certa maneira, eles eram bastante semelhantes aos animais que hoje em dia denominamos como ‘tubarões’, com o seu mesmo esqueleto cartilaginoso, as múltiplas fendas branquiais e seus dentes substituíveis.

Alimentação dos Tubarões

Tubarões

É fácil acreditar na imagem popular de um tubarão como um predador voraz, mas a maioria dos tubarões está adaptada para comer outro tipo de alimento.

O maior tubarão de todos vive de comer plâncton e pequenos peixes

Ironicamente, o maior tubarão de todos, o tubarão-baleia, vive quase exclusivamente de uma dieta de plâncton e pequenos peixes, enquanto caçadores como os tubarões-brancos comem de tudo, desde grandes peixes a focas; incluindo carcaças de baleias.

Entre estes dois extremos, sabe-se que os tubarões podem comer de tudo, desde pequenos crustáceos, como caranguejos e lagostas, a lulas, cardumes de peixes, moluscos do fundo do mar; e até pássaros marinhos.

O tubarão-tigre é talvez famoso por ser o mais guloso e mais oportunista de todos os tubarões.

Já foi encontrado todo o tipo de coisas dentro dos estômagos destes tubarões, incluindo placas de automóveis, latas de gasolina, pedaços de correntes de ferro e outros objetos fabricados; além de cobras-do-mar, tartarugas e albatrozes.

COMO OS TUBARÕES COMEM?

Os tubarões desenvolveram uma grande variedade de mecanismos de alimentação, como forma de se adaptarem a suas dietas variadas.

A estrutura um pouco solta das suas mandíbulas permite que eles projetem o maxilar superior para fora.

Esta flexibilidade das mandíbulas, junto com uma impressionante seleção de diferentes tipos de dentes, permite uma combinação de técnicas de alimentação, que vão desde o despedaçar e cortar de carne, evidenciado pelas espécies mostradas nos filmes, ao aspirar de comida dos fundos marinhos; que é depois esmigalhada e triturada.

As espécies que se alimentam de plâncton, como o tubarão-frade e o tubarão-baleia, tiveram que evoluir para se adaptarem aos seus hábitos alimentícios, alterando por completo o tamanho e formato das suas mandíbulas, reduzindo significativamente o tamanho dos seus dentes e modificando a estrutura das suas fendas branquiais, para tornarem-se enormes receptáculos para plâncton.

Um grupo de tubarões, os tubarões-raposo, até usam a parte superior alongada da sua cauda para atingir cardumes de peixes, atordoando-os antes de comê-los.

Mas talvez a mais impressionante adaptação de hábito alimentar seja a demonstrada pelos tubarões-serra, que desenvolveram um focinho distintamente achatado, em forma de espada e armado de dentes afiados, que o animal usa para atordoar peixes pequenos e outras criaturas.

Migração dos Tubarões

Muitas espécies de tubarões nadam distâncias consideráveis durante um ano, alguns migrando centenas ou mesmo milhares de quilômetros em cada etapa.

Como a maioria dos animais migratórios, eles se movimentam em busca de comida ou para chegar nas suas áreas de reprodução habituais em águas mais quentes, embora as verdadeiras razões da migração não sejam bem compreendidas em muitas espécies.

Pensa-se que alguns tubarões, como os tubarões azuis, seguem cardumes de peixes que também procuram suas próprias fontes de alimento.

Outros, como os grandes tubarões brancos, se movem procurando presas maiores, como leões marinhos, que se concentram em grandes números para procriar em algumas determinadas épocas do ano.

Sabe-se que o maior tubarão de todos, o tubarão baleia, migra a áreas específicas para coincidir com a época de reprodução dos corais, o que lhes proporciona enormes quantidades de comida.

Estão sendo realizados muitos estudos sobre a migração de tubarões.

Os pesquisadores estão descobrindo que muitas espécies, que antes se pensavam que permaneciam relativamente perto de algum lugar, costumam a viajar a grandes distâncias.

Os viajantes mais famosos são os tubarões azuis, que são conhecidos por percorrer quase 7.000 quilômetros desde o estado de Nova Iorque, nos Estados Unidos, até a linha costeira do Brasil.

Tubarões
Um tubarão azul (ou tintureira) pode viajar
até 7.000 km em busca de comida.

Onde Habitam os Tubarões

A grande diversidade de tubarões é refletida na sua distribuição por todo o mundo. Os tubarões se adaptaram para ocupar todos os tipos de ecossistemas de água salgada, em todos os continentes.

Eles podem ser encontrados em grandes oceanos, lagoas de corais, pântanos de mangues, estuários de rios e águas marítimas pouco profundas. Algumas espécies de tubarões também freqüentam regularmente águas doces – o tubarão cabeça-chata, por exemplo, é capaz de nadar até mais de 3.000 quilômetros dentro do rio Amazonas.

Muitas pessoas assumem que os tubarões se limitam às águas quentes.

É verdade que muitas espécies conhecidas, como o tubarão-tigre, se adaptam melhor em águas tropicais quentes, embora tenham sido encontrados tubarões tigres nas águas geladas do Atlântico Norte, ao largo da costa da Islândia.

Mas outras espécies preferem águas mais frias, incluindo o temível grande tubarão-branco. Até os mais frios mares servem de hábitat a uma grande variedade de espécies de tubarões. Aonde quer que você viva, o mais certo é que existam algumas espécies de tubarões muito próximas da linha costeira de seu país.

Tubarões
Os tubarões não habitam só os mares e oceanos;
aqui, um tubarão-limão nada através dos mangais.

Ordem dos Tubarões

Os tubarões estão classificados em oito ordens diferentes, de acordo com as características físicas comuns que agrupam as espécies.

Embora isto pareça relativamente simples, não é fácil classificar tubarões, pois as características usadas para defini-los nem sempre são fáceis de identificar.

Algumas das características usadas para diferenciar os tubarões incluem: o número de fendas branquiais, o número e tipo de barbatanas, a presença de uma membrana por cima do olho, o tipo de reprodução e até a estrutura de válvulas nos intestinos.

Como resultado disso, duas espécies semelhantes podem ser membros de ordens totalmente diferentes, como por exemplo o tubarão-mako e o tubarão-azul; enquanto outras duas bem diferentes podem ser membros da mesma ordem, como é o caso do tubarão-prego e do tubarão-martelo, que pertencem à ordem dos Carcharhiniformes.

Classificar tubarões é tão complicado que nem mesmo os especialistas conseguem chegar a um acordo ao determinar a espécie de um exemplar .

Alguns estudiosos colocam o tubarão-cobra, do qual só existe uma espécie conhecida, numa ordem separada dos outros e denominada Chlamydoselachiformes.

Entretanto, há quem coloque os membros de um grupo apelidado de tubarões-prego - e cujas duas espécies a maioria dos taxinomistas coloca nos Squaliformes - na sua própria ordem dos Echinorhiniformes.

As oito ordens de tubarões, segundo o seu mais fácil reconhecimento, são:

Heterodontiformes: Tubarões Bullhead: contendo um só gene e distribuídos por apenas 10 espécies.
Orectolobiformes: Tubarões Carpet
: 34 espécies, incluindo o Tubarão-Baleia, o Tubarão-lixa e o Tubarão-Zebra.
Lamniformes:
Tubarões Mackerel: 16 espécies, incluindo alguns bem conhecidos, como o grande Tubarão-Branco e o Tubarão-Mako.
Carcharhiniformes:
Tubarões ground. O grupo mais complexo, com mais de 270 espécies, incluindo Tigres, Martelo e Tubarão-Negro.
Hexanchiformes:
Tubarões-vaca: 4 espécies, com seis ou sete fendas branquiais.
Squaliformes:
Cações: Cerca de 115 espécies conhecidas, incluindo Arreganhadas, Pata-roxas e Lixinhas-da-fundura.
Squatiniformes:
Tubarões-Anjo: Cerca de 18 espécies, todos com uma forma de corpo distintivamente achatada.
Pristiophoriformes:
Tubarões-Serra: 8 espécies, todos com um focinho em forma de serra.

Sentidos dos Tubarões

Tubarões
Um dos tubarões mais conhecidos, o grande tubarão-branco

Localizar comida é uma capacidade crítica de qualquer animal e os tubarões têm esta arte bem refinada.

Como a maioria dos peixes, eles usam células sensoriais, dispostas em linhas laterais nos seus flancos, para detectarem ondas de pressão provocadas por outras criaturas que passem por perto.

Mas é a sua lendária capacidade de detectar a presença de partículas de comida o que os torna notáveis.

A maioria dos tubarões consegue discernir as mais ínfimas quantidades de químicos presentes na água, a mais de 500 metros de distância da sua origem.

Órgãos especiais nos seus orifícios nasais (normalmente localizados nos lados do focinho) captam até os mais diluídos resquícios de comida na corrente de água.

Estes órgãos são tão sensíveis que conseguem até determinar se é o orifício nasal esquerdo ou direito que capta a mais concentrada dose do químico, apontando então o tubarão à sua origem com uma precisão impressionante.

A visão é outro processo importante para localizar presas.

O olho de um tubarão é normalmente dez vezes mais sensível à luz do que o olho humano, e as espécies que capturam criaturas que se movimentam depressa, como peixes e focas, demonstraram ter uma visão particularmente boa.

Eles também conseguem distinguir cores e algumas espécies demonstraram ser atraídas por objetos metálicos brilhantes.

Como se estes sentidos não fossem suficientes, os tubarões também são extremamente sensíveis aos campos magnéticos. Investigadores demonstraram que muitas espécies usam o próprio campo magnético da Terra para navegar.

Alguns até conseguem detectar pequenos campos magnéticos emitidos por outros peixes nas proximidades, auxiliando-os na busca de comida.

Sentidos básicos dos tubarões

Um dos principais motivos pelos quais os tubarões são ótimos predadores é o fato de possuirem sentidos apurados. Inicialmente, os cientistas pensavam nos tubarões como enormes narizes que nadavam. Quando os pesquisadores tamparam as aberturas nasais de tubarões cativos, eles tiveram problemas para localizar suas presas. Isto parecia demonstrar que os outros sentidos do tubarão não eram tão desenvolvidos quanto o olfato. Pesquisas posteriores demonstraram que os tubarões têm, na verdade, vários sentidos aguçados, mas dependem de todos eles funcionando em conjunto. Quando um deles é tirado, a habilidade dos tubarões para caçar fica significativamente prejudicada.

O nariz do tubarão é definitivamente uma das suas características mais impressionantes. Conforme o tubarão se move, a água flui através de duas narinas frontais, posicionadas nas laterais do focinho. A água entra pela passagem nasal e passa por dobras de pele cobertas por células sensoriais. Em alguns tubarões, essas células sensoriais podem detectar até mesmo os menores traços de sangue na água. Um grande tubarão-branco, por exemplo, seria capaz de detectar uma única gota de sangue em uma piscina olímpica. A maioria dos tubarões pode detectar sangue e odores de animais há quilômetros de distância.

Outra coisa impressionante sobre o olfato dos tubarões é o fato de ser direcional.

As duas cavidades nasais atuam como seus dois ouvidos: odores que vêm da esquerda do tubarão chegam à cavidade esquerda antes de chegar à direita.

Desta forma, o tubarão pode identificar de onde vem o odor e ir direto a ele.

Os tubarões também têm a audição muito apurada. Pesquisas relatam que eles podem ouvir sons quase imperceptíveis que estão abaixo da capacidade humana.

Os tubarões podem rastrear sons a quilômetros de distância, especialmente sons da aflição de presas feridas.

A visão varia de espécie para espécie. Alguns tubarões menos ativos que ficam perto da superfície não possuem a visão muito apurada, já os que ficam no fundo do oceano possuem olhos muito grandes que os permitem enxergar na escuridão. A maioria dos tubarões, no entanto, possui o campo de visão bastante amplo, já que os olhos são posicionados nas laterais da cabeça. Um grande exemplo é o tubarão cabeça-de-martelo, cujos olhos projetam-se para fora da cabeça.

Muitas espécies também confiam muito em seu paladar. Antes de comer algo, eles dão uma "mordida de teste". Os receptores gustativos agrupados na boca analisam a refeição em potencial para verificar se é agradável. Os tubarões freqüentemente rejeitam presas que estejam fora de suas dietas comuns após essa primeira mordida.

Além desses sentidos, os tubarões também possuem alguns outros que não compreendemos completamente.

Anatomia dos Tubarões

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Fonte: www.discoverybrasil.com

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