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Complexo de Golgi

 

 

Complexo de Golgi
Complexo de Golgi

O Aparelho de Golgi (cujo nome é uma homenagem ao cientista que o descobriu, Camilo Golgi) é um conjunto de saquinhos membranosos achatados e empilhados como pratos. E estas pilhas, denominadas dictiossomos, se encontram no citoplasma perto do núcleo.

O complexo é a estrutura responsável pelo armazenamento, transformação, empacotamento e "envio" de substâncias produzidas na célula. Portanto é o responsável pela exportação da célula. É comum compará-lo a uma agência do correio, devido ambos terem funções semelhantes.

Este processo de eliminação de substâncias é chamado de secreção celular.

Praticamente todas as células do corpo sintetizam e exportam uma grande quantidade de proteínas que atuam fora da célula.

Fonte: www.geocities.com

Complexo de Golgi

O aparelho de Golgi, também conhecido como o complexo de Golgi, Golgi corpo, ou simplesmente o Golgi, é uma organela encontrada na maior parte dos eucariotas células.

Foi identificado em 1897 pelo médico italiano Camillo Golgi e que levou o seu nome em 1898.

Parte do celular sistema endomembrane, o processamento de proteínas aparelho no interior do Complexo de Golgi da célula, antes de serem enviados ao seu destino; isto é particularmente importante no processamento de proteínas para a secreção.

O que é

O aparelho de Golgi auxilia no transporte de lípidos em torno das células e produção de lisossomas. Eles ajudam na transformação de proteínas que são geradas no retículo endoplasmático. Eles também são conhecidos como corpos de Golgi.

Um pouco de História

O complexo de Golgi foi descrito pela primeira vez por Camillo Golgi em 1898, graças a um novo tipo de coloração histológica para neurônios usando metais pesados que ele havia criado. No trabalho original, o complexo de Golgi está esquematizado como uma rede dentro de um terminal nervoso.

Camillo Golgi e Ramón-Cajal, dois neuroanatomistas, ganharam o prêmio Nobel em 1906 pela criação desse método de coloração, conhecido como método de Cajal, que permitiu mostrar que o sistema nervoso central é formado por células individualizadas e não por uma rede contínua. A própria existência do complexo de Golgi foi considerada duvidosa até 1954, quando sua organização foi descrita por microscopia eletrônica. Alguns detalhes desta organização são desconhecidos até hoje

Função Aparelho de Golgi ?

O Golgi têm várias funções em um órgão. Essas organelas são responsáveis; processamento de proteínas gerados no retículo endoplasmático e embalá-los, o transporte de lípidos em torno da célula, e a criação de lisossomos entre outras várias funções.

O aparelho de Golgi é composta de sacos em forma de taça que se assemelham balões vazios.

É reponsável para o processamento final de proteínas e de lípidos dentro da célula.

A função principal do complexo de Golgi é realizar o processamento de proteínas gerados no retículo endoplasmático. Ela também ajuda no transporte de lípidos em torno das células e na criação dos lisossomas.

O complexo de Golgi tem três funções principais:

a) realizar a glicosilação , isto é, adicionar açúcares a proteínas e lipídeos que foram sintetizados no retículo endoplasmático, assim modifi cando-os
b)
adicionar grupamentos sulfato a proteínas, participando da síntese de proteoglicanas
c) distribuir as macromoléculas provenientes do retículo endo- plasmático e que percorreram o complexo de Golgi entre três possíveis destinos:

1. a membrana plasmática, onde tais moléculas se incorporarão ou serão secretadas
2.
vesículas de secreção que se acumulam no citoplasma esperando um sinal para exocitarem seu conteúdo
3.
lisossomos, onde formarão a própria membrana da organela ou terão papel na digestão intracelular

O aparelho de Golgi

O aparelho de Golgi , ou complexo de Golgi, funciona como uma fábrica em que proteínas recebidos do Retículo Endoplasmático são posteriormente tratados e classificados para transporte para as suas eventuais destinos: lisossomas, a membrana plasmática , ou secreção.

Além disso, como observado anteriormente, glicolípidos e esfingomielina são sintetizadas dentro do Golgi. Nas células vegetais, o aparelho de Golgi serve ainda como o local no qual os polissacarídeos complexos da parede celular são sintetizados.

O aparelho de Golgi é então envolvida no processamento de uma ampla gama de constituintes celulares que se deslocam ao longo da via secretora.

Localização do Complexo de Golgi

Próximo ao núcleo entre RE e a membrana plasmática.

Organização morfológica

Assim como o retículo endoplasmático, geralmente existe apenas um complexo de Golgi por célula. Diferente do retículo endoplasmático, com sua rede contínua de túbulos, o complexo de Golgi é formado por lamelas (ou cisternas) que não são contínuas. No conjunto, elas se arranjam como uma pilha de pratos ou, comparação ainda melhor, como vários pães árabes empilhados. Olhando mais atentamente, há perfurações nas lamelas, como se os pães tivessem buracos não alinhados. De cada lado da pilha há uma rede de túbulos. Todas essas informações decorrem da observação em microscopia eletrônica de transmissão de muitos cortes da organela e reconstrução tridimensional a partir desses cortes.

Fonte: www.ncbi.nlm.nih.gov

Complexo de Golgi

Complexo de Golgi

As células animal e vegetal são células eucariontes que se assemelham em vários aspectos morfológicos como a estrutura molecular da membrana plasmática e de várias organelas, e são semelhantes em mecanismos moleculares como a replicação do DNA, a transcrição em RNA, a síntese protéica e a transformação de energia via mitocôndrias.

A presença de parede celular, vacúolo, plastídios e a realização de fotossíntese, são as principais características que fazem da célula vegetal diferente da célula animal.

A parede celular, que é composta principalmente de celulose, determina a estrutura da célula, a textura dos tecidos vegetais dando resistência as plantas. O vacúolo é uma organela que possui uma membrana (tonoplasto), preenchidos com um suco celular, solução aquosa contento vários sais, açúcares, pigmentos, armazenam metabólitos e quebram e reciclam macromoléculas. É uma organela que pode ocupar a maior parte do volume da célula.

Os plastídios são envolvidos por uma dupla membrana e são classificados de acordo com o pigmento: os cloroplastos (clorofila), cromoplastos (carotenóides) e os leucoplastos (sem pigmento). Os cloroplastos são organelas responsáveis pela realização da fotossíntese.

Complexo de Golgi

Ao contrário das células animais, que utilizam o glicogênio como reserva energéticas, as células vegetais armazenam amido. E na comunicação entre as células, nos vegetais é feita através de conexões chamadas plasmodesmas, e nas células animais, as junções comunicantes são responsáveis por esse papel.

Fonte: www.ufmt.br

Complexo de Golgi

Em 1898, Camilo Golgi utilizando um método de coloração pela prata, descogriu uma estrutura reticular no citoplasma de células nervosas.

Mais 50 anos depois, o microscópio eletrônico permitiu a obtenção de uma imagem definitiva desta organela e sua estrutura pode ser estudada com detalhe.

O aparelho de Golgi é o principal local de síntese de carboidratos, bem como uma estação de seleção e despacho dos produtos oriundos do retículo endoplasmático (RE).

O aparelho de golgi se localiza na rota de saída do RE e uma grande proporção dos carboidratos que o aparelho sintetiza são ligadas, na forma de cadeias laterais de oligissacarídeos, a proteínas e lipídeos que o RE sintetiza e envia a ele.

Complexo de Golgi

O aparelho de Golgi está normalmente localizado próximo ao núcleo da célula e, em células animais, está frequentemente próximo ao centrossomo (centro da célula). Ele consiste de uma coleção de cisternas envoltas por membranas achatadas e lembram uma pilha de pratos. Cada uma dessa pilhas de Golgi geralmente consiste de quatro a seis cisternas.

Grande quantidade de vesículas pequenas estão associadas com as pilhas de Golgi, que se agrupam e costeiam o RE e se colocam ao longo das bordas de cada cisterna (veja figura). Acredita-se que estas vesículas de Golgi transportam proteínas e lipídeos para dentro e para fora do aparelho de Golgi e entre as cisternas de Golgi. Durante sua passagem através do aparelho de Golgi, as moléculas transportadas sofrem uma série de modificações covalentes.

Cada unidade da pilha possui duas faces distintas: uma face cis (ou face de entrada) e uma face trans . As duas faces estão estreitamente conectadas a compartimentos especiais, que são compostos por uma rede de estruturas tubulares e em forma de cisternas interconectadas. Proteínas e lipídeos entram na rede de Golgi cis, em vesículas de transporte, a partir do RE e saem na rede de Golgi trans em vesículas de transporte destinadas a superfície celular ou outro compartimento. Cada um desses inúmeros passos no transporte é mediado por vesículas de transporte, que brotam de uma membrana e se fusionam a outra.

Dependendo da função da célula o aparelho de Golgi é mais ou menos desenvolvido, sendo especialmente proeminente em células que são especializadas para secreção, como as células globlet do epitélio intestinal, que secretam para o intestino grandes quantidades de muco rico em polissacarídeos. Outra função importante do aparelho de Golgi é participar da formação de lisossomos, enquanto que a substância ativa, contida nestas vesículas vêm do RE tal como ocorre na secreção.

As vias de processamento de oligossacarídicos ocorrem em uma seqüência organizada na pilha do aparelho de Golgi, com cada cisterna contendo seu próprio conjunto de enzimas de processamento. As proteínas são modificadas em estágios sucessivos quando se movem de cisterna a cisterna através da pilha, de modo que a pilha forma uma unidade de processamento com estágios múltiplos. As enzimas que catalisam passos iniciais estão localizadas nas cisternas voltadas para a face cis do aparelho de Golgi, enquanto as enzimas que catalisam os passos finais do processamento estão localizados nas cisternas voltadas para a face trans.

Resumindo, podemos dizer que o aparelho de Golgi está principalmente relacionado com o transporte e síntese de secreção, com a produção de lisossomos, com a complementação do glicocálix (é feita através de vesículas cheias de glicoproteínas, proteoglicanos e glicolipídeos que são expulsas via exocitose enquanto que o glicocálix se espalha pela superfície da membrana celular) e com a manutenção do fluxo de membranas na célula.

Complexo de Golgi
Micrografia eletrônica do aparelho de Golgi

Micrografia eletrônica do aparelho de Golgi onde podemos observar a face cis e a face trans e as vesículas de transporte de secreção.

Fonte: www.hurnp.uel.br

Complexo de Golgi

As células que sintetizam muita proteína para secreção possuem um ergastoplasma muito desenvolvido.

As proteínas passam, depois de sintetizadas, para o complexo de Golgi. Esse organóide pertence ao conjunto de cavidades intracelulares delimitadas por membrana lipoprotéica. Na verdade, são pilhas de sacos achatados, dispersos no citoplasma, em cuja periferia surgem pequenas vesículas por brotamento.

Complexo de Golgi
Complexo de Golgi

Complexo de Golgi
Dsenho do Complexo de Golgi

Nos sacos do complexo de Golgi, muitas substâncias podem ser acumuladas, concentradas e empacotadas nas vesículas. As proteínas produzidas no ergastoplasma podem ser concentradas no complexo de Golgi e ligadas a açúcares ou a gorduras, formando as glicoproteínas e as lipoproteínas, respectivamente.

O Complexo de Golgi tem papel destacado nas células que produzem proteínas para exportação. A produção de substâncias que serão exteriorizadas e que têm alguma função fora das células produtoras constitui a secreção celular.

A análise da atividade secretora pode ser feita em uma célula secretora típica, como uma célula acinosa do pâncreas. Todo o processo de secreção é unidirecional, e a célula secretora tem um padrão polarizado. O processo se inicia na região basal e termina na região apical da célula.

Os aminoácidos, matéria-prima para a produção das proteínas, entram na célula pela base, rica em ergastoplasma, e são empregados na produção de proteínas (fase de síntese). Em vesículas que surgem do ergastoplasma, essas proteínas se dirigem às vesículas do complexo de Golgi. Essas vesículas se fundem aos sacos do complexo de Golgi nas suas faces cis ou formativas, voltadas para o ergastoplasma.

Da face oposta, a face trans ou face de maturação, começam a se desprender grânulos contendo as proteínas que já passaram pelas transformações pós-traducionais (fase de concentração e de embalagem). Esses grânulos, agora chamados grânulos de zimógeno, sobem em direção à região apical da célula (fase de armazenamento).

Finalmente, esses grânulos se abrem e despejam as secreções no exterior da célula. No caso especial das células dos ácinos pancreáticos, essa secreção é formada por enzimas digestivas que, posteriormente, serão lançadas no intestino delgado como componentes do suco pancreático.

Além dessa participação na secreção celular, o complexo de Golgi também se relaciona com algumas outras funções particulares:

a) Formação dos lisossomos: as enzimas produzidas no ergastoplasma são transferidas para o complexo de Golgi e empacotadas em vesículas que irão participar da digestão intracelular. Essas vesículas cheias de enzimas digestivas são os lisossomos.
b) Formação da parede das células vegetais:
na mitose das células vegetais, o complexo de Golgi entra em intensa atividade, produzindo materiais que se acumulam em vesículas e posteriormente se depositam entre os dois núcleos recém-formados. Essas vesículas migram para uma região entre os dois núcleos, se alinham para constituir a nova parede celulra que irá separar as duas células-filhas. As vesículas alinhadas na nova parede são chamadas fragmoplasto.
c) Formação do acrossomo dos espermatozóides:
durante a formação dos gametas masculinos, os sacos do complexo de Golgi das células fomadoras se aproximam do núcleo dessas células. As vesículas começam a se fundir, até formar uma vesícula única, o acrossomo, que contém enzimas importantes para o momento da fecundação, quando o espermatozóide perfura a membrana do óvulo, permitindo a fecundação.

Fonte: www.biomania.com.br

Complexo de Golgi

O que é

O Complexo de Golgi é um sistema de cisternas achatadas e ligeiramente curvas, que se situam entre o RE e a Membrana Plasmática (MP). O CG possui uma facecis (convexa), voltada para o núcleo, e uma facetrans (côncava), voltada para a membrana plasmática. Entre elas estão as cisternas medianas. As moléculas protéicas chegam ao CG pela incorporação de vesículas de transporte, advindas do RER, na face cis. Daí migram, também através de vesículas transportadoras, para as cisternas medianas e, finalmente para a cisterna trans, de onde serão endereçadas à MP, aos lisossomas, ao RE ou ao próprio Golgi.

O CG modifica as proteínas produzidas pelo RER, alterando seu padrão de glicosilação, fosforilação, sulfatação e hidroxilação. Além disso, enzimas associadas à membrana do CG concentram e endereçam -- bioquimicamente -- estas proteínas para os diferentes compartimentos membranares. Assim, vesículas contendo as hidrolases ácidas, que formarão os lisossomas, expressarão em suas membranas o receptor de manose-6-fosfato.

As vesículas brotam do Complexo de Golgi recobertas por clatrina ou outras proteínas que se conectam com o domínio citosólico das proteínas transmembranares características de cada vesícula (por ex.: manose-6-fosfato na membrana de lisossomas). Os triesquelions de clatrina (complexo protéico constituído de três cadeias pesadas e três cadeias leves) se autoconstroem, induzindo, na face citosólica da membrana do CG, a força mecânica que provoca a sua invaginação. Inicialmente forma-se uma fosseta, que em seguida se converte em uma vesícula, que destaca e é liberada no citosol.

Complexo de Golgi
Fotomicrografia eletrônica de transmissão de célula folicular de ovário de S. spilopleura.
Ver Complexo de Golgi e cisternas do Retículo Endoplasmático Rugoso dilatadas.

Sinais relacionados ao Complexo de Golgi

As proteínas depois de endereçadas e encapsuladas em vesículas, podem seguir os seguintes caminhos:

1 - Inserir-se à MP, se contiverem proteínas (ou lípides) com domínios de ancoragem na  membrana plasmática
2 -
Fundir-se à MP e promover a exocitose do seu conteúdo, se contiverem proteínas destinadas ao meio extracelular.
3 -
Acomodar-se no citoplasma, como grânulos de secreção, para posteriormente serem exocitados.
4 -
Formar  lisossomas que poderão se fundir com endossomas.
5 -
Voltar às Cisternas Cis do CG.
6 -
Fundir-se ao RE, tranferindo a este proteínas processadas no CG.

Desta forma, os mecanismos de secreção celular podem ser classificados em duas vias distintas:

A Via Secretória Regulada controla o transporte de proteínas destinadas aos lisossomas e para vesículas secretoras. A liberação destas proteínas depende da ordenação de uma substância indutora.
A Via Secretória Constitutiva, ou Padrão, não tem um processo regulador próprio, as moléculas são secretadas automaticamente. É seguida pelas proteínas destinadas à MP(1) e ao meio extra-celular(2).

Fonte: www.icb.ufmg.br

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